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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

31.01.15

Minha irmã

Maria Araújo

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mais nova... 48 anos, hoje.

Ó Deus meu, estou a ficar cotaaaaaaa!

Bom, depois de uma aula de hidro de manhã e acabadinha de chegar da zumba, vou comemorar o aniversário da mana. Tudo em família.

E levo o bolo de aniversário, feito por mim (espero que esteja bom pois sou mais jeitosa a cozinhar que a fazer bolos).

31.01.15

Pessoas bem educadas?!

Maria Araújo

Quando vou ao ginásio e entro no elevador e se alguém entra antes ou depois de mim, costumo, à saída deixar sair quem chegou primeiro e espero na fila, na recepção, para levantar a ficha da aula que vou fazer.

A maioria das vezes, sejam os jovens, rapazes e raparigas,  sejam as senhoras mais velhas, se eu for a primeira a chegar, nunca dão a prioridade na saída e na fila passam-me à frente.

E eu nunca faço isso. Se chego primeiro ao elevador, à saída deixo que saia primeiro, óbvio.

Se a pessoa for um homem e fizer questão que eu saia primeiro, quando chego à recepção, faço eu questão que seja o primeiro a ser atentido.

Ora hoje, entrei no elevador e, entretanto, entrou um homem  na casa dos 40 anos.  Subimos os dois...

Quando chegamos, ele sai, não tem a delicadeza de me deixar sair, chega ao balcão e põe-se à minha frente para levantar a ficha.

Isto acontece sempre e as senhoras mais velhas, ui,  acham-se no direito de passar à frente de todos!

E eu fico danada. Detesto que me façam isso.

Eu respeito a vez dos outros.

 

 

 

30.01.15

Estacionamento proíbido

Maria Araújo

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Todos os dias, desde setembro, que duas senhoras que trabalham no apoio domiciliário a idosos, vêm fazer a higiene a uma vizinha do prédio do lado.

A hora de elas chegarem é por volta das 11:00h e saem 30 minutos depois.

Mas estas duas senhoras têm o hábito de estacionar o carro mesmo em frente ao portão de acesso às garagens do prédio(as casas ao lado não têm garagem).

Acontece que, e para já à sexta-feira, vou à aula de bodybalance e chego por volta das 11:20h a casa. Como é de esperar, o carro impede a minha entrada para a garagem.

Nos primeiros dias, buzinava, buzinava, e elas não queriam saber.  "Qem quiser que espere. Estamos a prestar um serviço, não vamos largá-lo agora" , penso eu que elas deviam pensar e/ou comentar uma para a outra (mulheres são lixadas umas para as outras, acreditem)

A primeira vez, fui tocar à campainha do meu vizinho da cave, porque elas andaram algum tempo a cuidar da esposa, mas agora esta vai para o lar de dia, deixaram de lá ir. Ninguém me abriu a porta, e foi quando mais tarde soube que vão para a vizinha do lado.

Até que uma das vezes, depois de buzinar e de 15 minutos à espera delas, saí do carro e disse-lhes: "Eu não posso estar aqui à espera que as senhoras acabem o serviço. Por que razão uma das senhoras não vem tirar o carro?"

"Desculpe" foi a palavra da condutora.

Isto aconteceu mais duas ou três vezes, até que voltei à carga e disse-lhes: "Isto já é demais. Amanhã, por favor deixem o carro estacionado em frente à árvore porque além de não impedir a entrada para a garagem não pagam multa (a minha rua tem parcómetros).

Não sei se para que "tenhamos consideração",  um dia destes e pela primeira vez, vi que tinha uma folha A4 no tablier virado para fora e que dizia qualquer coisa como "Ao serviço do apoio domiciliário".

O que teria acontecido foi que deviam ter dito alguma coisa aos superiores e pensaram que resolviam o assunto, isto é, estacionam como querem  e quem quiser que espere, porque pagar estacionamento, não. Dá prejuízo à instituição.

Mas estacionando o carro em frente à árvore a coisa é idêntica. Porquê?

Porque elas estacionam-no mal e a traseira ocupa metade da saída do acesso à garagem e quem entra e/ou sai, depara-se com o mesmo problema.

A sorte delas é que eu nem sempre chego à mesma hora do ginásio e as coisas têm corrido bem, e o vizinho de cima só sai de carro depois do almoço.

Ora hoje, já nem me lembrava das senhoras, mal dou sinal para entrar para a garagem lá estava o carro estacionado, mas não junto à árvore, estava, sim, em frente ao portão. Olhei o relógio: 11:30h

Decidi não buzinar e esperar algum tempo. Nada.

Buzinei uma vez. Nada.

Passados cerca de cinco minutos ouvi uma porta a abrir.

Não olhei para elas.

Metem-se no carro e seguem. Nem um  sinal de pedido de desculpa

Sou uma pessoa muito paciente, não gosto de arranjar conflitos, nunca chamei a polícia para rebocar o carro quando algum esperto(a) o estaciona por breves minutos, segundo eles, e não entendem que  não podem o podem fazer. E há limites.

No tempo em que a vizinha do 2º andar do prédio ao lado ia à janela e via alguém a estacionar onde não devia e/ou deixava mal estacionado, era um pandemónio. Mal educada qb (eu ficava mais envergonhada que ela). E não tinha paciência. Chamava a polícia e resolvia o problema.

Essa senhora faleceu, mas deixou uma herdeira que é igualzinha a ela ... ou talvez pior. Tem a mania que é a dona do prédio. Mas não é.

 

 

 

 

30.01.15

Humor alentejano

Maria Araújo

Dois alentejanos estavam a trabalhar para o Departamento de Urbanismo  da Câmara de Serpa.

Um escavava um buraco e o outro vinha atrás e voltava a encher o buraco. Trabalharam num lado e depois no outro lado da rua.

No fim, passaram à rua seguinte, sem nunca descansar. Um escavava um buraco e outro enchia o buraco outra vez.

Um espectador, divertido com a situação, mas não entendendo porque  eles faziam isto, foi perguntar ao cavador:

- Estou impressionado com o esforço que os dois põem no trabalho, mas  não compreendo porque é que um escava um buraco e, mal acaba, o parceiro vem atrás e volta a enchê-lo.

O cavador, limpando a testa, suspira:

- Bem, isto pode parecer estranho porque, normalmente, somos três homens na equipa; mas hoje o gajo que planta as árvores telefonou a dizer que está doente....!!

 

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28.01.15

Que saudades!

Maria Araújo

Há pouco, comentando este post, deu-me uma saudade tão grande de ouvir isto!

 

 

Por parecer latina calculo que o nome dela
É Maria
É casta, eu sei, se é virgem ou não depende
Da nossa fantasia

 

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