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Já estão por cá!

por Maria Araújo, em 09.07.14

Fui à praia, manhã cedo.

O vento de NW era fraco, o sol estava agradável, muitas crianças do ATL em grupos aqui e além.

Já se vêem as famílias na praia, as gorduras que saem dos biquinis (acho que há muita mulher que não cuida do seu corpo, isto é, chegam aos 40tas e resignam-se à mudança que o corpo "sofre" e é ver as barrigas caírem sobre a cueca do biquini), os homens barrigudos que correm pela praia, os cães à solta...

Há também as jovens e menos  jovens, e a maioria são as mais gordinhas, que usam a cueca fio dental.

Não tenho nada contra , pois claro, mas não gosto.

Como as mulheres são muito invejosas e gostam de provocar as outras mulheres, é vê-las desfilar as nádegas moreninhas, como eu vejo nos balneários do ginásio.

Continuando. Não vim aqui para falar das nádegas e das barrigas das mulheres que caem sobre a cueca do biquini.

Vim para dizer que hoje fartei-me de ouvir falar francês.

"Oh, mon Dieu! Ils sont déjà au Portugal! Au secour!"

 Como gosto da praia em junho e setembro!

 

 

 

Cantinho da Casa

Quem diria, hein?!

por Maria Araújo, em 08.07.14

Que goleada!

Afinal, não fomos só nós.

 

Cantinho da Casa

estou tão zangada comigo!

por Maria Araújo, em 08.07.14

e deito as mãos à cabeça, ao rosto, do "desespero" pela asneira que fiz, eu, que tanto cuidado tenho em preservar as fotos dos lugares onde vou, não sei o que fiz no tablet que, há pouco, queria publicar algumas das fotos que tirei em Sintra, no Castelo dos Mouros, o lugar que mais gostei de ver: o nevoeiro, sentir o vento e os pingos de chuva que caíram por momentos, a paisagem lindíssima que captei lá de cima, do Palácio da Pena e, em Lisboa, a Praça do Comércio, lá de cima da Torre dos Descobrimentos, do Mude...

Só restam as fotos do Oceanário e da exposição Millenium.

Que fiz eu?!

Ainda não caí em mim. Não sei o que fiz para elas desaparecerem.

Estou tão zangada comigo!

 

 

 

(imagem da web)

 

 

Cantinho da Casa

carteiras, marcas e preços

por Maria Araújo, em 07.07.14

muitas são as cópias, e de boa qualidade, das carteiras que se vêem nas lojas da praça e que substituem perfeitamente as conceituadas e famosas marcas, até porque não tenho dinheiro, nem nunca sonhei, é verdade, comprar uma destas.

Por um preço acessível, faz-se boa figura.

 

 

 

carteira Zara, € 27,95

 

 

 

 carteira Celine , €700

 

 

 

 

carteira  Michael Kors , € 218

 

 

 

e a minha carteira Mango, 9,90€ (adquirida nos últimos saldos de inverno)

 

 

 

 

Cantinho da Casa

um retrato de família

por Maria Araújo, em 06.07.14

 

 

da segunda geração (alguns dos irmãos e primos nasceram mais tarde) do lado paterno, conhecida pelos "Onça".

Na fila de baixo, da direita para a esquerda, minha irmã e irmão mais velhos, uma prima e eu (de casaco branco e laço no cabelo); em cima, a criança de touca e camisola às riscas, no colo de meu pai, é o irmão mais novo. Mais tarde viriam mais dois irmãos.

Curiosamente, uma das minha sobrinhas encontrou aqui um registo daquilo que foi o início da empresa ( na altura era uma pequena oficina) da família "Onça", nos finais dos anos 40 início de 50,que passou a ser uma grande empresa quando mudou para os arredores da cidade, empregou muitas famílias (a questão da dignidade, como diz o Papa Francisco, que agora não existe) e onde dediquei, com orgulho, quinze anos da minha vida.

Pensei contar a pequena história do nome "Onça"  e, para isso, conversei com o único tio "Onça" vivo, mas o que conheço da história não coincide com a que me contou.

A empresa existe ainda, fisicamente, mas os empresários e o nome são outros.

 

O símbolo da empresa fundada pelo meu avô, João Carlos Teixeira de Araújo.

 

 

 

( Por e-mail daremos uma resposta ao blogger à pergunta "Alguém confirma?" , que teve a fantástica paciência em recolher e guardar pequenas mas importantes relíquias que nós, família, não temos, e contar o excelente trabalho que as pequenas e médias empresas  familiares de Braga tiveram no desenvolvimento do país, cá dentro e lá fora).

Aqui ficam as relíquias  do início da empresa, nos anos 50, retiradas do blog rodasdeviriato.

 

 

 

 

Cantinho da Casa

há dias de verão

por Maria Araújo, em 06.07.14

que mais parecem inverno.

Esta noite choveu muito.

Agora está mais sereno, o sol parece querer sorrir.

Em tempos, ia ao shopping, tomava um café, entrava nas lojas, perdia, ou não, alguns euros em compras.

Desde que tenho a minha máquina Nespresso que deixei estas saídas, que significam poupar dinheiro.

Hoje, não fui à aula de bodybalance. Como amanhã temos o lançamento da nova coreografia, decidi faltar.

Este tempo sem sol dá-me monotonia, não sei o que fazer dele, não tenho vontade de estar aqui no computador, mas, mesmo assim,  sinto necessidade de vir aqui, ao cantinho das banalidades, e escrever isto: banalidades.

Ainda nem tive vontade de contar as minhas pequenas "aventuras" em Sintra, que amei ter voltado e voltarei mais uma vez, e Lisboa (esta voltarei em novembro, de certeza).

Tenho saudades de muitas coisas da minha vida, algumas que vivi, outras que perdi e outras ainda que preciso de (re)viver.

Ai, começo a ficar mais melancólica e não gosto disto.

Gosto de serenidade. A melancolia, deprime-me.

Não! 

Mais vale estar cansada de andar no passeio, que cansada de nada fazer.

 

 

 

(fotos no Oceanário, Lisboa)

Cantinho da Casa

sandálias sem tiras

por Maria Araújo, em 05.07.14

 

 

 

 

atrás, para mim, são chinelos.

Na praia, sim, as havaianas.

Na minha opinião, não dão estilo.

Detesto!

 

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

Saudades

por Maria Araújo, em 05.07.14

Desde que cheguei dos meus cinco dias em Sintra e Lisboa, que ando preguiçosa para escrever.

Nem sequer as fotografias que tirei, cerca de 900, ainda vi.

Não sei se é melancolia, se é o tempo que anda cinzento e murcho que não desperta esta vontade de explodir, de sair, de ir à praia.

Diabo, verão! Onde andas tu?

Hoje, regressei ao ginásio, tenho andado aqui por casa nas minhas tarefas, por isso, não estou murcha. Apenas não tenho paciência para o computador.

Ontem, a Sofia fez 16 anos, fez seis anos que faleceu a minha irmã mais velha, e hoje faz trinta e dois que a minha mãe faleceu.

Sou pessoa de coragem, e por mais que aceite estas certezas da vida, a morte, este dias põem-me com muitas saudades.

Também, é o mês de aniversário destas duas minhas e tão queridas familiares.

Uma coisa estou feliz: foram duas pessoas humildes, lutadoras, sofredoras, e sei que estão em paz.

Eu gosto muito da minha família e estou grata aos meus pais  pelos filhos que tiveram, pelos irmãos que tenho, pelos sobrinhos que eu quero muito.

Tudo isto são saudades.

 

 

 

Cantinho da Casa

eles crescem!

por Maria Araújo, em 04.07.14

 

Hoje é o aniversário da décima sobrinha dos onze que muito orgulhosamente me gabo de ter. 

É a minha  afilhada, é a minha menina, é a minha filha.

Durante o ensino básico, foi uma boa aluna, nunca foi preciso controlar os estudos, sempre se "desenrascou" sozinha.

Começou o 10º ano com boas notas e acabou-o como começou, ficando com uma excelente média final.

A Sofia surpreendeu-nos neste ano letivo que findou. 

Parabéns minha afilhada, pela menina que és.

 

 

 

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

"Esperar"

por Maria Araújo, em 03.07.14

uma expressão que sempre usei e que nunca deixei de acreditar : "gosto muito de mim. primeiro tenho de acreditar em mim, respeitar-me, seguir os meus princípios e valores que recebi e aprendi. depois, vêm os outros: os que amo, os que quero na mimha vida, e o que me faz sentir bem, quer sejam as pessoas , os lugares, os momentos. são estas pequenas coisas que me fazem feliz. esperar? não. apenas deixo que elas aconteçam."

 

e porque estou de acordo com as palavras de alguém muito querido,  em " Querido, mudei a casa", que  vai de malas para a TVI (preferia na SIC Mulher), o  vídeo que está a dar que falar (muitas criticas positivas e negativas) nas redes sociais.

 

Cantinho da Casa



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