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Encontrei a resposta

por Maria Araújo, em 26.08.13

à pergunta que todas as mulheres solteiras, livres, inteligentes, trabalhadoras, com casa mas sem filhos, discretas, fazem entre si.

Destaco o que nós pensamos e dizemos, sem dúvida:

 

 

 

 ISTO NÂO É O QUE PARECE  por Paulo Farinha (Notícias magazine)

 
- Não concordo com a tua teoria. Desde que o homem é homem, que prefere  mulheres sem filhos. E o contrário também. Pergunta a quem quiseres. Até dizem  que «vem com brinde».

- Sim, é uma expressão muito jeitosa, sem dúvida. Mas garanto-te que há quem  prefira assim. Se perguntares a pais separados o que é que preferem para a vida  deles, eles respondem todos: «Pessoas que já tenham filhos.» Se for para uma  relação, uma coisa mais séria, de certeza que dizem isso.

- E se for para dar umas curvas?

- Isso tanto faz. Com filhos ou sem filhos, desde que tenha casa própria e  não seja uma psicopata, basta haver atração.

- Fizeste uma sondagem?

- Falei disso há dias a três amigos, num jantar. São todos divorciados e  responderam todos o mesmo. Aliás, a conversa surgiu da mesma maneira que surgiu  agora. Uma amiga nossa a queixar-se e a fazer um choradinho, ai, ai, que sou um  bom partido e não arranjo ninguém, e até tenho um bom emprego e ganho bem e sou  independente e ainda por cima - repara nisto, «ainda por cima» - não tenho  filhos. E nós a dizermos-lhe que o problema é exatamente esse: não ter  filhos.

- Olha, primeiro, eu não estava a fazer um «choradinho». E explica lá porque  é que é preciso ter filhos para engatar um gajo.

- Não é para engatar. Mas se queres arrastar a asa para um tipo com filhos,  para uma coisa mais duradoura, se não fores mãe estás em desvantagem.

- Mas porquê!?

- Porque se tiveres filhos é mais fácil - e dá menos dores de cabeça - teres  alguém ao teu lado que percebe melhor as coisas. Julgas que é fácil ir para a  praia às oito da manhã, com o carro cheio de boias e brinquedos e guarda-sol e  geleira, e vir embora às onze? E aturar birras de miúdos e ter de mudar os  planos porque eles já não querem um iogurte e só querem um gelado? E ter sempre  horas marcadas para refeições, banhos, trabalhos de casa, ir buscá-los à escola  ou à natação? E não poderes combinar jantares, cinema, teatro, ficar até mais  tarde a beber um copo... E andares tão cansado que adormeces no sofá?

- Isso é normal para quem tem filhos. Nada de mais.

- Mas para quem não os tem obriga a grandes mudanças no estilo de vida. Os  filhos são um poderoso antiafrodisíaco, por causa do cansaço e da logística, e é  preciso jogo de cintura e muito amor para aceitar isso. Se não tiveres filhos, é  mais difícil de entender. Se tiveres filhos e estiveres com alguém que também  tem, o choque não é tão grande. E dá muito menos trabalho a explicar tudo. Vocês  dão muito trabalho.

- Vocês quem?

- Vocês, os que não têm filhos. E não venhas dizer que tens sobrinhos, porque  não é a mesma coisa. Nem digas que falo assim porque sou gajo, porque com os  homens é a mesma coisa. Também se lamentam e choram e são uns incompreendidos  porque não arranjam ninguém.

- E porque é que nunca ouvi falar disso?

- Porque é malta mais discreta. Não faz tanto alarido. Quem já tem filhos  também se lamenta que não encontra ninguém. Também ficam em baixo por não  perceberem por que carga de água os amigos todos arranjam alguém e eles não. A  diferença é que não se acham assim um partido tããããão espetacular, e não ficam  assim tããããão chocados por não arranjarem ninguém. Não sei se é porque a  maternidade e a paternidade lhes dá outra noção de prioridades, ou seja lá o que  for, mas a verdade é que não se vitimizam por serem a última Coca-Cola do  deserto e ninguém aparecer para beber. O discurso é parecido. «Quem quer casar  com a carochinha, coitada de mim, tão bonita e formosa, inteligente e bem  resolvida.» Mas não falam de filhos.

- Não estou convencida.

- Experimenta namorar com um gajo com filhos. Da terceira vez que ele te der  tampa porque o miúdo está com amigdalite, vais dar-me razão.

 

[18.08.2013]

Cantinho da Casa

Home sweet home

por Maria Araújo, em 26.08.13

Estou de férias, ainda não as gozei como gostaria, estive em Lisboa 5 dias, vou à praia em setembro quando a maioria dos portugueses estiverem a trabalhar.

O projecto de ir ao Rio de Janeiro ficou adiado. O meu sobrinho neto, carioca, está em Portugal, não tinha sentido algum ir agora.

Ora, como "entrei de férias para toda a vida", posso gozá-las  quando e onde me apetecer.Tenho todo o tempo do mundo, se Deus quiser, para lá ir.

Estou na altura ideal para fazer arranjos em casa, ando aqui com alguns projectos para que ela fique preparada para a nova estação que logo, logo, está aí.

Então, tenho as seguintes tarefas:

 

1-lixar, cobrir com massa e pintar um canto do tecto do meu quarto (humidade que vinha do andar de cima);

2-fazer uma prateleira para colocar debaixo da bancada de mármore do lavatório ( não quero fixo à parede, já fui ao Aki ver tamanhos e preços) para acomodar os felpos do dia-a-dia e os produtos de rosto e corpo;

3-dar um ar mais confortável ao espaçoso escritório (só o uso quando preciso de ir ao meu velhinho pc para imprimir algum documento);

4- completar o closet (ainda não está como gosto);

5- dar uns retoques nos móveis que recuperei há 2 anos.

 

Tudo isto vai ser feito a partir da próxima semana, com uma ou outra interrupção, pois a "je" precisa de sol, praia e descanso.

Ah! E algum dinheiro!

 

(imagem daqui)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

Por cá, há quem o faça

por Maria Araújo, em 26.08.13

Ao entrar no Sapo, li esta notícia.

Durante muitos anos, enquanto estive no ativo (até ao dia 25 de julho transacto) tive sempre o cuidado de desligar os interruptores das salas por onde passava, assim como o computador, quando não precisava de o usar mais. Aliás, na última aula do dia, sempre que via um computador ligado, desligava-o eu. Garanto que 99,5% dos colegas não os desligavam.

Recentemente, alguém me dissera que as ordens eram para deixarmos as luzes ligadas, pois ficava mais caro ligar e desligar os interruptores sempre que uma aula acabava e começava outra.

Sinceramente, achei estranho, mas continuei a  fazê-lo.

Por volta do mês de maio, os alunos dos cursos de eletricidade andavam pelas salas a colar post-it. Estes diziam: "por favor, desliguem o interruptor".

E foi neste gesto que concluí que eu tinha razão, contrariamente à maioria dos colegas que deixavam as luzes sempre ligadas, tarefa dos funcionárias dos pavilhões.

Se há mais escolas que poupam energia através de um gesto tão simples como desligar o interruptor, não sei. Na minha, finalmente, foi adotado no ano letivo transacto.

Se em casa tenho o hábito de poupar na eletricidade ( os únicos aparelhos que ficam ligados durante a noite, e porque tem de ser, são o frigorífico, o cilindro e o telefone), faço o mesmo no local de trabalho e "ai, que sou sempre criticada!", em casa dos meus familiares.

Todos temos de mudar de atitude e esta não custa nada.

 

 

 

 

EUA: post-it nos interruptores ajudam três escolas a poupar €262 mil em electricidade

 

 

Cantinho da Casa

Diário de um bombeiro

por Maria Araújo, em 25.08.13

 

Não há palavras que possam dar alento. Somente o sentimento de solidariedade para com estes guerreiros da floresta e da vida.  aqui.

 

"Quando regressavam a casa a viatura ficou sem travões... Uma noite inteira de espera pela assistência fez com que o corpo não aguentasse mais e com isso foi o passeio a servir de colchão."
 
Nuno Cardona | CB Proença-a-Nova

 
 

Cantinho da Casa

O rosto de um inocente

por Maria Araújo, em 25.08.13

 

As crianças são as vítimas e o alvo numa guerra injusta e sem fim à vista.

 

Ajuda com uma simples chamada:

 

LIGUE 760 501 501             Chamada de valor acrescentado (0,60€ + IVA)           

 

 

A maioria das crianças refugiadas, cerca de 740 000, têm idade inferior a 11 anos.

Mais de 3 500 refugiaram-se na Jordânia, Líbano, e Iraque e atravessaram a fronteira Síria não acompanhadas ou separadas das suas famílias, tornando-as vulneráveis a múltpilas ameaças inclusive trabalho infantil, casamento precoce e exploração e tráfico.

Na Síria 7 000 crianças foram mortas durante o conflito e a UNHCR e UNICEF estimam que cerca de 2 milhões foram desviadas, internamente.

 

Cantinho da Casa

Sunset in Bom Jesus

por Maria Araújo, em 24.08.13

Fim da tarde, fui meter gasolina no carro, deixar a roupa que não usava mais e ocupava o armário e fui colocá-la no contentor.

Dobrei-a, meti-a em sacos de praia, que nunca usei,  inclui cintos, lenços do pescoço, malas.

Sinto-me bem quando penso que aqueles 5 sacos de roupa vai fazer alguém feliz.

No trajecto, decidi ir ao Bom Jesus ver o pôr-do-sol.

A temperatura estava bastante agradável, o sol ainda estava a cerca de 30 minutos de se deitar, fui dar uma volta e observar o horizonte e a paisagem que áquela hora é suave, romântica, calma.

Embora o meu jeito para a fotografia não seja nada de se elogiar, gosto de captar.

O sol caminhava em direção à barra castanho/cinza dos vários incêndiosque se estendem para SW. Envolveu-se nela e ficou com uma cor especial, belo, quente...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

JPP

por Maria Araújo, em 24.08.13

Aqui em arrumações, separação de roupas (logo mais à tardinha vão para o contentor), e a minha rádio a divulgar o concerto de João Pedro Pais, no CCB.

Tento encontrar uma letra, um tom, qualquer coisa que me agradem, mas não. Nada!

"Please forgive me", minha rádio e fãs, mas nem a voz e tudo mais que caracteriza o cantor me encantam.

E há quem o compare a Bryan Adams.

 

 

 

Cantinho da Casa

Preocupante mas

por Maria Araújo, em 24.08.13

Era de prever...

 

Cantinho da Casa

Sound of silence

por Maria Araújo, em 24.08.13

Apeteceu-me escutar este meu velhinho vinil, nesta manhã de sábado.

 

Cantinho da Casa

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Cada verão que chega, mata-se a floresta

por Maria Araújo, em 23.08.13

e matam-se pessoas: as que lutam para salvar a floresta e as que ficam sem os seus pertences.

Não vejo os jornais porque me revolta ver as imagens que passam desta calamidade que consome tudo o que de mais precioso temos: a vida das pessoas e a vida da floresta.

Para a família da Ana Rita, os meu pêsames.

 

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa



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