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Cantinho da Casa

Carnaval

por Maria Araújo, em 21.02.12

Tolerância e Ponto.

 

 

Folgar ou não folgar?

 

Pelo que vejo, aqui na minha rua, onde há as Finanças, Registo Cartório, Bancos, a decisão foi FOLGAR!

Depois da folia de ontem à noite ( a minha folia foi por casa, eu até nem gosto do carnaval)vem o descanso.

Volto a referir o que já mencionei várias vezes " os anos que trabalhei na empresa da minha família, o dia de carnaval era  descontado nas férias. Por isso, por que não o POVO ter este dia?

Nem que seja para descarrregar, por um dia, o fardo que tem nas suas costas desde que  Troika +Coelho+ Merkel decidem o rumo da nossa desgraça.

Serenos, andamos nós.

 

Vá, agora um sambinha para animar a malta.

 

 

 

 

 
 
 

Bom carnaval.  

 

 

 

Cantinho da Casa

O rosto dos 50

por Maria Araújo, em 19.02.12

 

 

 

 

Oh, se não depende!

Cantinho da Casa

Os alunos, os professores e a sociedade

por Maria Araújo, em 18.02.12

Acerca da desmotivação dos alunos.

 

 

De uma vez por todas se caia na realidade e se deixe de pedir aos professores aquilo que não lhes compete. Estratégias para isto,estratégias para aquilo; lidar com a indisciplina, lidar com a desmotivação. Aos professores não se deve pedir que arranjem estratégias para resolver esses problemas, pois isso é admitir que eles são situações normais, correntes e com tendência a perpetuar-se.
                                                                                                                                                                                                                                        Simplesmente não se pode admitir que eles existam como norma.

                                                                                                                                                                                                                                        A escola pública oferece um ensino gratuito (gratuito!, à exceção da aquisição do material escolar), onde os alunos podem usufruir de refeições a um preço pouco mais do que simbólico, em regra com bons e ótimos equipamentos e professores. Os alunos mais carenciados têm comparticipação parcial ou total na aquisição dos seus materiais, nas refeições e nos transportes. De um modo geral os programas são adequados às faixas etárias e ao tipo de sociedade que é o nosso.
                                                                                                                                                                                                                                        Estas condições por si só não são mais do que satisfatórias para que os alunos e as suas famílias se sintam naturalmente motivados? De que raio de motivação extra precisam os alunos?

                                                                                                                                                                                                                                        Em África, na Ásia e na América Latina há centenas de milhões de crianças e jovens que frequentam escolas (os que têm essa sorte) em condições miseráveis. E aí muitos deles estão bem mais motivados do que os nossos. Serão os seus professores melhores do que nós?
                                                                                                                                                                                                                                        Possuirão eles as tais estratégias mágicas que nós, tecnologicamente apetrechados, não conseguimos vislumbrar?

                                                                                                                                                                                                                                        É mais do que evidente que a motivação é uma treta quando colocada nas mãos dos professores, mas uma realidade quando olhamos para os sítios onde reside a sua génese: na sociedade em geral, nas famílias, em quem nos governa e na legislação obtusa que se produz. Por isso, os professores não têm que motivar quando não há motivos de origem pedagógica para o tipo de desmotivação com que deparam.

                                                                                                                                                                                                                                        A mesma reflexão deve ser feita em relação à indisciplina, que também não é um problema que o professor tenha que resolver. A indisciplina é uma questão que, simplesmente e em circunstâncias normais, não deveria existir! Em circunstâncias normais, para resolver problemas pontuais de indisciplina o professor deveria precisar apenas de uma palavra:
                                                                                                                                                                                                                                        "Rua!"

                                                                                                                                                                                                                                        Se houver comportamentos desadequados nas salas de espera e nos gabinetes médicos dos hospitais serão os médicos a resolvê-las? Se a  mesma coisa acontecer numa repartição de finanças são os funcionários que vão resolver? Num restaurante, num meio de transporte, numa sala de espetáculos...?

                                                                                                                                                                                                                                        Ora, o professor não tem que motivar nem disciplinar, tem apenas que ensinar, que é aquilo que se lhe pede cada vez menos. Nessas matérias peçam-se, pois, responsabilidades a quem realmente as tem, senão daqui a 50 anos quem cá estiver estará ainda a falar do mesmo.

 

António Galrinho
              

Acrescento:

E toda esta situação leva ao desinteresse dos alunos cumpridores, trabalhadores,empenhados, que querem mais, mas o professor quase não consegue dar atenção devida, pois os " coitadinhos" estão em primeiro lugar (planos de recuperação, PIT, apoios).

 

 

 

Cantinho da Casa

Um homem fantástico com mulheres fantásticas

por Maria Araújo, em 17.02.12
 
 

 

 

 

Para o Prof. João Oliveira

 

 

 

 

 

 

 

A fonte que gerou muitos comentários. O vento levou a fonte aqui.

Os meus preferidos do fantástico Tony Bennett e suas fantásticas mulheres.

 

 

 

Cantinho da Casa

As notícias

por Maria Araújo, em 17.02.12

Já estou farta de ver as repetíveis notícias do caso de Beja.

Por favor, párem  de passar os testemunhos e pseudo-testemunhos do que viram e não viram.

Razão tem o meu amigo Carapau em escrever isto

 

 

 

Cantinho da Casa

O nosso (E)estado

por Maria Araújo, em 17.02.12

aqui, muito bem "arrastado" em números.

A TRO(I)KA que a vida nos prega.

 

 

 

Cantinho da Casa

Ai, JESUS!

por Maria Araújo, em 16.02.12

Governo prepara encurtamento da Páscoa: Jesus Cristo morre crucificado e ressuscita no mesmo dia~

Por João Henrique

 

Depois de ter acabado com o Corpo de Deus, 15 de Agosto, 5 de Outubro, 1 de Dezembro e de não ter dado tolerância de ponto aos funcionários públicos no Carnaval, Passos Coelho prepara uma pequena alteração ao ano litúrgico, nomeadamente a Semana Santa, de forma a obter uma versão da Páscoa mais adaptada a um país que quer ser mais competitivo.

“A Última Ceia a uma quinta-feira é coisa de garoto mimado e irresponsável que chula os pais e o Estado. Acabou-se a Sexta-Feira Santa e a Última Ceia passa a lanche ajantarado no sábado até às 23 horas, no máximo. Domingo de Páscoa passa a ser o dia do julgamento, paixão, crucificação, morte, sepultura e ressurreição. Também Jesus Cristo tem de deixar de ser piegas!”, revelou Passos Coelho. JH

(notícia original em  http://inimigo.publico.pt/Noticia/Detail/1533338  )

 

 

 

Cantinho da Casa

Na vanguarda

por Maria Araújo, em 15.02.12

Hoje, em destaque no Sapo, li este post sobre Guimarães, Capital Europeia da Juventude, e gostei da iniciativa que a Câmara vai proporcionar a todos os Vimaranenses, e não só,penso eu.

Pois quero deixar aqui um alerta a todos os Bracarense, e principalmente à Câmara de Braga, que deve apostar na divulgação do  que por cá temos, incentivar os jovens a saírem à rua, chamar os mais velhos e divulgarem e participarem nas atividades de Braga Capital Europeia da Juventude.

É que, no sábado passado, desenvolveu-se uma atividade que tinha de nome "os afetos".

Andei por lá, mas os jovens eram poucos e o impacto não deu nada nas vistas(talvez porque as  pessoas mais velhas também não lhes dessem o valor).

No entanto, em Guimarães, a luta das almofadas encheu o Largo do Toural (e os jovens eram mais que muitos...).

Não querendo comparar as duas cidades, mas sendo estas do norte e da mesma província, penso que Guimarães está a apostar fortemente na juventude. Basta ler, o artigo em destaque aqui no Sapo/post.

Desculpem-me, mas se queremos conquistar o título, então, divulgue-se nem que seja com um megafone, ok?

Guimarães tem apostado muito bem, e chamado a atenção dos Vimaranenses, e não só.

Senhor Presidente da Câmara, senhor vereador da Cultura, divulguem, apelem, chamem.

Eu, Bracarense, não jovem, agradeço.

 

 

 

 

 

 

 

 

                          

 

Cantinho da Casa

Domingos

por Maria Araújo, em 13.02.12

Paciência, que eu gostava de o ver no SCB, foi para o SCP enfrentar os problemas que o clube tem há algumas épocas.

Não entendendo nada de futebol mas,  pelo que escuto, os problemas estão na direção/administração.

Este homem foi "condenado" e deixa o SCP com alguma culpa, que não tem, de não ter conseguido levar a equipa ao lugar que todos os adeptos desejariam.

Sentiu-se mal. Deixou o clube.

Mas tenho a certeza de que o problema é alguém, que não ele.

Domingos, alguém, aqui em Braga, ter-te-ia dito para pensares bem.

Quiseste ir longe, e dou-te os parabéns pela coragem. Mas devias ter ficado por cá.

 

 

Cantinho da Casa



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