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cantinho da casa

cantinho da casa

Sab | 26.11.11

Primark

 

A primeira vez que entrei na Primark, saí de imediato. Muitas pessoas, muita roupa, muita confusão para o meu gosto.

A semana passada, voltei lá, por volta das 19 horas, mas também não tive paciência para ver o que se há por lá.  No entanto, comprei dois pares de meias opacas, a um bom preço.

Hoje fui levar a Sofia ao basquetebol e, como o Diogo, meu sobrinho, me contara que a mãe tinha feito umas compras muito interessantes, lembrei-me que uma amiga minha falara-me que, quando estivera na Irlanda há dois anos, comprara umas roupas interiores para ela e os filhos, de boa qualidade e a bom preço.

Entrei na Primark por volta das sete horas, com poucas pessoas, muitos funcionários jovens, e fui diretamente ao secção que me interessava: da roupa interior.

Os roupões são enormes e não gosto deles compridos, pelo que vi um conjunto constítuido por um pijama com casaco polar. O pijama com bonecos não me seduziu, e eu não sou mulher de bonecos,  vou  oferecê-lo na escola para o cabaz de natal, que também inclui roupa; um conjunto de 7 pares de meias para usar com sa sapatilhas; uma carteira pequena para as minhas noites de festa do vinil; um conjunto com 4 boxers microfibras; um cabide para cintos, ideal para os muitos colares que ocupam espaço nas gavetas e caixas; um pincel para a maquilhagem; uma par de calças de malha polar para andar mais confortável e quente aqui em casa, e umas botas bem quentinhas e fofinhas. Tudo isto por 44 euros.

Comprei o que me faz falta.

 

 

 

 

Sex | 25.11.11

banco(s)

Quis entrar no banco online para efetuar um pagamento. Código bloqueado.

A semana passada, enganei-me a introduzir o código. Uma aviso informava que teria mais duas tentativas.

Não arrisquei, até porque apenas ia consultar a minha conta à ordem.

Há minutos atrás, entro no site e após marcar o código, pede-me o número de contribuinte e de telemóvel, uma vez que o acesso estava bloqueado.

Forneci o número e abre-se uma página onde teria de indicar um novo código. Receberia uma mensagem com um código de acesso a minha conta.

Após receber a mensagem,introduzo os números e um aviso diz que devo aguardar uma chamada, e só depois poderia continuar a operação.

E recebi a chamada.

Algumas perguntas foram feitas, que não respondi corretamente, uma vez que tinha a ver com números/nomes de contas e eu não as tenho aqui registadas frente aos meus olhinhos castanhos nem decorados na minha mente.

Tudo correu muito bem até à confirmação do NIB e da morada.

Quando me convenci de que estava resolvido e poderia entrar na minha conta online, eis que me diz a senhora: "Uma vez que a senhora teve algumas incorreções em confirmar as primeiras perguntas que lhe fiz, não podemos ativar o sistema de acesso online. Terá de se dirigir ao seu banco e ativar de novo os seus códigos."

Fiquei possessa! A senhora não tinha culpa, mas tive que dizer isto: "Então todo este processo agora efetuado foi uma perda de tempo! Confirmo todos os meus dados, falam-me em números de contas que não tenho na minha mente, para me obrigarem a deslocar-me ao banco? Se me bloquearam o acesso online, seria desnecessário tudo isto." E continuei a resmungar com a senhora.

E agora lá terei de ir ao banco, que só pode ser daqui a uma semana, pois não vou faltar ao trabalho para resolver estas questões.

E assim se perde nosso querido tempo.

Fiquei "danada", mas com muita vontade de dizer f***-se!

 

 

 

Qui | 24.11.11

Ainda

 

temperatura baixa, dores no corpo, dores na garganta, ainda com voz fraca, fui trabalhar.

De tarde fui levar o carro à oficina para a revisão e inspeção.

Vim a pé para casa. Passei numa farmácia.  Aconselharam-me um antiinflamatório e Mebocaína (que detesto).

Deitei-me um pouco, pois continuava com os arrepios.

Jantei e tomei o primeiro comprimido.

Parece-me que está a fazer efeito.

E amanhã tinha intenção de ver os GNR . Mas não vou. Ambiente de fumo e calor não ajudam a melhorar.

Está visto que o fim de semana vai ser por casa. Trabalho, não falta.

E quero ficar com a minha voz em forma. É o meu instrumento de trabalho.

 

 

 

Qua | 23.11.11

Dias

Hoje  o tempo esteve quente, andei com os alunos a limpar os recreios, tive arrepios de frio, tive calor, estou quase sem voz, doem-me as costas.

Não me lembro de ter gripe, apenas constipações que, felizmente, não me obrigaram a ficar de cama.

Amanhã vou trabalhar. Não adiro à greve.

Em toda a minha vida profissional, fiz greve uma vez.

Amanhã, se não tiver alunos e/ou se os funcionários fizerem greve, vou cumprir o meu horário de trabalho, como tenho cumprido noutras greves.

Para mim, amanhã o dia não pára, com ou sem voz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ter | 22.11.11

caminho

O tempo passa, estamos a caminho do natal, sinto-me cansada do trabalho e dos alunos que não prestam atenção ao que se faz na aula.

De manhã, quando as mentes acordam fresquinhas, ficam apáticos, bocejam, não reagem.

De tarde, a brincadeira é muita e, quando chegam às últimas aulas, já ninguém os aguenta.

Brincam, falam, bocejam, discutem e, sistematicamente, perguntam o que é obvio terem como resposta:"professora é para passar para caderno?"

Sinto-me esgotada.

Chego a casa e o que apetece? Deitar-me no sofá, ver a FOX e deixar que o sono invada o corpo e a mente e descanse de mais uma noite mal dormida.

Que raiva! Como gostaria de chegar à cama adormecer e acordar tranquila, na manhã seguinte.

Pelo contrário. Acordo antes do despertador e pronta para o trabalho que, felizmente, ainda o faço com boa disposição, embora os meus malandrecos quase me façam ir ao limite da paciência.

E hoje, não me apetece fazer mais nada.

Muito tenho que "caminhar", até ao natal.

E o tempo passa...

 

 

 

 

 

Dom | 20.11.11

Laços

 

Deste blogue, por e-mail, recebi um abraço.

E porque gosto de um abraço sincero e amigo, e porque gosto de abraçar, aqui está o meu ABRAÇO.

 

 

 

 

 

 

Abraço...

 

É demonstração de afecto
Carinho e muito amor
É saudade e lágrima
Mas também o calor

 

Abraço é amar
É querer aconchego
É sentir um amigo
Com todo o seu apego.

 

Podemos abraçar
Uma causa uma pessoa
Abraço é abraço
É cingir e cercar
É não sentir espaço

 

Abraçar uma causa
É o que nos faz sentir
Que quem luta acredita
E nunca deve desistir

 

Abraçar uma criança
Transmitir-lhe carinho
É dizer-lhe com os braços
Que nunca estará sozinho

 

Abraçar um amigo
Com toda a fraternidade
E como dizer estou aqui!
Para a toda a eternidade

 

Abraçar um amor
Com toda a compreensão
É desatar  todos os nós
E fazer um laço de união

 

Vamos assim abraçar
Uma criança, uma causa
Um amigo e o nosso amor?
Custa tão pouco abraçar...

Acreditem não dá dor!

 

Sab | 19.11.11

Amanhã

façam este pequeno gesto, que já me esquecia, não fosse receber um e-mai,l a alertar.

 

             QUERCUS – ANCN

 

 

 

CONVITE

 

Os Núcleos Regionais de Braga, Porto e Vila Real-Viseu da Quercus-ANCN apoiam e incentivam a iniciativa da sociedade civil e convidam todos para que no dia 20 de Novembro de 2011, às 15:00, a nível nacional, desliguem TODOS os electrodomésticos durante uma hora. Com isto alertamos, mais uma vez, que o Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH), custará aos cidadãos portugueses, entre a tarifa eléctrica e os impostos, cerca de 16.000 milhões de euros. Trata-se de um "negócio" em tudo semelhante aos das SCUT e das outras PPP, onde os custos inflacionados de obras inúteis são, sempre, pagos pelos consumidores-contribuintes.

 Tem sido alegado que se o PNBEPH fosse parado o Estado teria de devolver o dinheiro das concessões às empresas eléctricas. O argumento é caricato, porque esse montante será sempre pago pelos cidadãos.

Mais 1.600 euros por cidadão, ou um aumento de mais 10% na factura de electricidade, durante 75 anos... Temos de dizer BASTA!

Mais informações: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002034825621#!/event.php?eid=273524646025809

 

Vista parcial do início das obras em Foz-Tua, Outubro de 2011.

 

 

 

 

 

Sex | 18.11.11

?!

Tenho o privilégio de morar no centro da cidade, com tudo o que é possível ter perto de casa: teatro, cinema, lojas, centros comerciais...)

Em frente à minha casa há uma escola primária e nas traseiras uma escola secundária.

Por volta das 11:40 h, as crianças da escola estavam numa aula de educação física, no campo de jogos.

Passam carros, há pessoas que saem dos prédios, há movimento na rua , há as finanças e o cartório,  também, junto á escola.

Pois ia eu a sair de casa, quando vejo em frente a uma das árvores junto ao passeio, e bem à vista de qualquer criança e habitantes deste prédio, um jovem, dos seus 16 anos, com pénis de fora, regaladamente fazia um grande chichi, ao mesmo tempo que olhava para a escola, talvez  para se certificar de que nenhuma criança o via.

Um colega, encostado ao muro do prédio, ria-se da cena.

Fiquei indignada. Apeteceu-me falar, não só porque  é uma falta de educação e respeito, mas também porque aqui perto há 4 cafés e, com certeza, sendo estudante da escola secundária, estava a escassos 100 metros da mesma. Mas não disse nada.

Desci a rua no sentido contrário onde ele se encontrava e murmurei algo como «será que estou a ver bem?! Como é possível estar a acontecer isto?!»

Já a meio da rua, olhei para trás. Estavam os dois encostados ao muro.

Nesta rua passam muitos jovens que se sentam na beira dos passeios a namorar e/ ou partilhar cigarros, charros, ou outras coisas. Eles o sabem.

Mas fazer chichi em pleno dia com as crianças na aula, há anos que não via isto.

Ai, homens! Pensei que estas cenas já não existiam. A não ser num lugar isolado, sem "vivalma" à vista.

Senti vergonha. Porque sou professora e tenho consciência que transmito valores e regras cívicas, pelo menos do saber estar. Nem todos querem entendê-las, mas em alguns hão-de ficar.

E como dizia o meu orientador de estágio:" A sociedade encarregar-se-á desta tarefa".