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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

923 - Escuro

Maria Araújo, 15.02.11

Ando na fase de ver cinema. Talvez porque precise de relaxar e dedicar um pouco do tempo que tenho a mim mesma.O  fim-de-semana dentro de casa deprime-me.

Enquanto a Sofia estivesse na escola, pensei ver o "Discurso do rei". Mas a hora de exibição é um pouco tarde de mais , pelo que decidi ir ao shoppingm aqui perto de casa, e ver o "Sexo sem compromisso",  com a mesma actriz de "Black Swan".

Vai, não vai...Fui.

Começava às 15 horas, pelo que o resto da tarde seria para tratar do meu trabalho.

Ao atravessar a rua, reparei que os semáforos estavam desligados.

Muitas pessoas cá fora, à entrada do shopping.

Mal entrei. Escuro, tudo escuro.Não havia luz.

Voltei para trás e desci a avenida da Liberdade.

Decidida a entrar na Zara para ver a colecção de Primavera-Verão, dou com a porta fechada. Foi então que me apercebi que ,do lado direito até à esquina do Teatro, não havia luz. Do lado esquerdo, as lojas estavam abertas e com iluminadas.

Pensei :" Zara fechada, shopping sem luz, que grande prejuízo para estes comerciantes!"

E regressei a casa, mas com grande vontade de "pegar o cineminha", no Braga Parque.

Fica para outro dia.

 

 

 

 

920 - A special woman

Maria Araújo, 14.02.11

 

I believe in manicures. I believe in overdressing. I believe in primping at leisure and wearing lipstick. I believe in pink. I believe that laughing is the best calorie burner. I believe in kissing, kissing a lot. I believe in being strong when everything seems to be going wrong. I believe happy girls are the prettiest girls. I believe that tomorrow is another day, and… I believe in miracles.

 

Audrey Hepburn

 

 

 

919 - Não acredito...

Maria Araújo, 13.02.11

no dia de namorados, nas paixões de um só dia, nas prendas que se dão para animar a namorada(o), no jantar que se tem a dois, não acredito em NADA , neste dia.

Tudo não passa de comércio, dinheiro, ilusão, hipócrisia.

Acredito no dia do amor, da amizade, da solidariedade, todos os dias da nossa vida.

Prezo uma flor simples "roubada" de um campo, da beira da estrada, do vaso que se tem na varanda, num qualquer dia em que, de repente, alguém se lembrou da pessoa e, com carinho a oferece, juntamente com uma frase simples como "lembrei-me de ti".