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875 - O CAPITALISMO...

por Maria Araújo, em 07.01.11

INTERPRETADO À MODA PORTUGUESA.

 

 

DOSSIER

  

 

   

 

Que nojo!  Cada dia é uma surpresa.

Agora o governo já não tem crédito nenhum dos PORTUGUESES!

 

 

 

 

Este homem nem sabe o que dizer.

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874 - Mais uma vez...

por Maria Araújo, em 06.01.11

fico farta de ver as notícias. Nem sei por que as vejo/escuto.

Antes do jantar adormeci.

E, provavelmente, deixaria o jantar queimar no tacho (e tachos não faltam neste país), não fosse a campainha da porta despertar-me  desta sonolência que mais não passa do cansaço do trabalho, e do regresso às noites mal dormidas.

 

Entretanto, vou pensar nisto:

 

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873 - O que não é roubado, aparece

por Maria Araújo, em 05.01.11

Tenho um porta-moedas onde coloco o cadeado para fechar o cacifo do ginásio.

Na 5ª feira da semana passada, fui fazer cárdio. 

Antes, fui ao bar comprar uma garrafa de água. Paguei, fui ao balneário, guardei as minhas coisas, fechei o cacifo e, como é habitual, levo a chave comigo para a aula.

De tarde, após o almoço, saí para tomar café. De repente, lembrei-me que não tinha o porta-moedas, logo não tinha trocos e teria de levantar dinheiro no multibanco.

Fui à carteira, procurei-o  mas não  o encontrei. Junto ao café tem um muro, pousei a carteira, tirei todos os objectos, não estava lá.

Dei a volta ao quarteirão para levantar dinheiro. Das 3 caixas multibanco que há por perto, nenhuma estava disponível.

Quando cheguei a casa, fui procurar no saco da ginástica. Nada!

Mexi e remexi todos os locais prováveis onde poderia estar, embora eu tivesse  a certeza de que o tinha deixado no cacifo do ginásio.

No dia seguinte, fui a uma aula de hidroginástica, perguntei na recepção se alguém entregara o porta-moedas.  Como nada foi entregue, pedi à funcionária para guardar a carteira, a chave de casa e do carro.

Dei o porta-moedas por perdido.

Precisava de comprar outro cadeado, mas esquecia-me.

Os dias passaram.

Hoje, regressei ao ginásio.  Mais uma vez, pedi à recepcionista que guardasse os meus objectos.

Depois da aula, a funcionária da limpeza andava pelo balneário e, em conversa, falei no porta-moedas. Nem sequer falara nele pelo dinheiro, pois eu sabia que tinha uns trocos, mas pelo cadeado.

Treta e mais treta, até que, de repente, calço a sapatilha esquerda. Sinto algo esquisito. Meto a mão e lá estava ele, o meu porta-moedas!

Rimo-nos do caricato da situação.

Comenta a funcionária da limpeza:”A senhora  não vem ao ginásio desde esse dia, senão tinha encontrado mais cedo”.

Comentei: “Vim, sim, mas à aula de hidroginástica. A questão é que só uso estes ténis aqui no ginásio e não na rua. Em casa, costumo tirar tudo do saco, guardo os ténis no armário e só volto a pegar neles quando faço cárdio.”

Conclusão: o que aconteceu coi que ao guardar as minhas coisa, atirei o porta-moedas para dentro do saco e ele foi esconder-se na sapatilha.”

Fechei o cacifo, fui para a aula, regressei a casa  com o porta-moedas que a Sofia me ofereceu, com os trocos, com o cadeado, e poupei 3,50 euros na compra de outro...cadeado.

E lembrei-me da mãe de uma amiga que dizia : “o que não é roubado, aparece.”

 

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872 - Príncipes...

por Maria Araújo, em 04.01.11

do NADA.

 

Admiro o fantástico trabalho que todos os enfermeiros e médicos, voluntários,  fazem pelas crianças e mulheres de São Tome e da Guiné-Bissau, onde as necessidades básicas de saúde carecem.

 

AMI/ Portugal/África e as Nações Unidas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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871 - 1 de Janeiro

por Maria Araújo, em 01.01.11

Ao som das fantásticas valsas e polcas,na sala dourada "Musikverein",  executadas pela Orquestra Filarmónica de Viena e apreciando os bailados habituais neste concerto de Ano Novo, a passar na RTP2,  cá estou eu de regresso a este cantinho para vos dizer como foi a minha entrada em 2011.

 

 

A entrada em 2011 foi alegre, divertida, em casa de uma amiga.

Tive uma noite bem tranquila e, quando acordei, perante uma manhã serena, com algumas nuvens e o sol a espreitar, decidi começar o meu 1º dia de Janeiro de 2011, na praia.

Como as portagens são agora mais caras, devido ao aumento do IVA, decidi ir pela estrada nacional.  Hora de almoço, estrada sem trânsito, cheguei cedo.

Apetecível passear pela beira-mar. O cheiro a maresia era intenso. Adoro a praia nesta época.

Alguns casais passeavam também.

A máquina não se cansava de fotografar o mar, a praia, as pessoas.

Depois de uma caminhada, sentei-me na areia. E tirei as botas, as meias, arregacei as calças e fui molhar os pés.

Penso que seria a única pessoa que estava ali descalça a sentir a temperatura da água que estava agradável.

Cantei, tirei fotos a mim mesma, escrevi na areia, falei, recordei com saudade os meus familiares falecidos, observei o mar..."o que tens de calmo, tens de rebelde", murmurei eu.

Regressei a casa, mudei de calças e fui a casa da amiga onde passei o ano.

Almoçaram todos juntos, mas eu avisara que iria para o lanche.

E aqui, neste cantinho, à hora do jantar, abri uma garrafa de champanhe e com o pensamento nos meus familiares e  grandes amigos e amigas, saudei ao novo ano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Feliz...

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870 - Ontem

por Maria Araújo, em 01.01.11

A passagem do ano foi com amigas e filhos das amigas.

Como entradas havia chouriço, patês, queijos, tostas, azeitonas.

O jantar constou de amêijoas, bacalhau com natas e arroz de pato.

Cada mulher levou uma sobremesa: mousse de chocolate, tarte de requeijão, bolo de chocolate, salame de chocolate, pão-de-ló, baba de camelo entre outras.

 

As fotos:

 

 

 

 

 Elas

 

 

 

 

 

 

 a cantinho

 

 

 

Ai a caipirinha!

 

 

 

 

O fogo de artifício

 

 

 

 

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