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886 - 125 Anos

por Maria Araújo, em 14.01.11

  

 

Completa hoje a Escola Soares dos Reis.

Por que escrevo sobre esta escola que nem sequer conheço?

Porque está lá um AMIGO, aqui no vídeo.

Parabéns à escola e a TI.

 

 

 

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885 - O que não controlamos

por Maria Araújo, em 14.01.11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagens SAPO

 

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884 - A menina da Nespresso

por Maria Araújo, em 12.01.11

Hoje fui levar as cápsulas da Nespresso para a reciclagem.

Na recepção, estava a menina que me antedeu a semana passada, quando fui tomar e comprar café.

Quando saí, desejei-lhe uma boa-tarde, e diz-me ela: "A senhora foi minha professora".

Parei, e observei-a.

Perguntei: "Diga-me o seu nome , por favor, quero tentar lembrar-me."
"Anita", respondeu.

"Ah, Anita!Sabe que nós conhecemo-vos com 10-11 anos. Cresceis, nunca mais vos vemos e esquecemos os rostos."

De repente, entra uma senhora, na casa dos 60tas. A Anita dirige-se a ela para perguntar o que desejava e dar-lhe um senha de espera.

Diz a madame: "Vejo as pessoas ali na conversa. As meninas não atendem?"

Anita responde:"As pessoas estão a ser atendidas. E dá-lhe uma senha. Número 129. Vi eu. No visor via-se o número 126.

Ela entrega a senha e diz:"Eu só vim para comprar café. Tenho de esperar? As funcionárias estão na conversa. Não há outro lugar onde se possa comprar café?"

Mais uma vez Anita observa-a: "As pessoas estão a ser atendidas. Tem de esperar pela sua vez."

A emproada senhora diz que quer o livro de reclamações e pergunta:"Isto é sempre assim?"

Eu,boquiaberta,acompanhada da minha sobrinha, Sofia, nem queria acreditar no que ouvia.

Anita diz: "Vou chamar a pessoa responsável para lhe dar o livro de reclamações."

A emproada responde-lhe: "Não quero ninguém, nem quero o livro de reclamações. Vou-me embora!" E saiu.

Comentei com a Anita: "Se ela viesse cá na semana depois do Natal, não sei o que diria. Eu estive 30 minutos à espera que me atendessem."

E continuámos a pequena conversa, interrompida pela madame que, certamente, entrou lá para se armar em senhora VIP e ter atendimento 5*. Aliás, o atendimento é personalizado.

Entretanto, soube que a Anita foi minha aluna na escola onde ainda trabalho. Agradeci-lhe a lembrança.

A Sofia comentou comigo que gostou da atitude da menina da Nespresso.

E eu fico feliz quando os ex-alunos se aproximam de mim e me dizem quem são.

 

 

 

 

 

 

 

 

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883 - O contrato

por Maria Araújo, em 11.01.11

A semana passada fui à loja de Braga do meu servidor da internet para rescindir do contrato, uma vez que passaram os 3 anos que era obrigada a estar fidelizada.

Segundo o documento que assinei e instruções do funcionário da loja, teria internet até ao dia 4 de Fevereiro.

Hoje, por volta das 16horas, liguei o pc, mas a net não ligava.

Insisti, desliguei o pc, voltei a ligar. ZERO!

Decidi ligar para a loja.  Para meu espanto, o nome não aparece na lista, nem nas páginas amarelas.

No correio de hoje, recebi a factura do mês de Dezembro, fui procurar o um número que me levasse a ligar com alguém. Descobri o número de apoio ao cliente, que segundo está escrito, a chamada é grátis. Aguardo a próxima factura para constatar...

Consegui falar com um senhor, que me avisou de imediato que estava com problemas de ligação.

Após apresentar a minha reclamação, pediu-me para aguardar.

pipipipipi! A chamada caiu(?!).

Voltei a ligar. Não sei se quem me atendeu era a mesma pessoa, mas voltei a expor o problema.

A internet tinha sido cortada.

Palavra que o senhor disse! Descarreguei no pobre do homem.

Escutou. Dizia que o funcionário da loja cumpriu com a sua obrigação e que a internet é desligada quando a rescisão chega à sede.

E eu li e reli várias vezes a nota em que dizia que a internet é desligada após 30 dias da data de rescisão do contrato.

Quando lhe comuniquei que iria à loja de Braga reclamar, o senhor, simpaticamente me pediu que lhe transmitisse o NIF, pois tentaria resolver o assunto.

A seu pedido não desliguei o telefone.

15 minutos de espera, quase desliguei. Mas  regressou à linha e pediu-me que aguardasse mais uns minutos.

Esperei.

Após 10 minutos, o senhor informou-me que estava resolvido o assunto,mas que teria de aguardar a ligação da rede, o que demoraria entre 15 a 30 minutos. Já não demoraria 1 a 24 horas, como me dissera antes de eu protestar.

Bom, fui ligando, desligando e nada.

Decidi desligar o pc e reiniciar.

E cá está ela.

Valeu a reclamação. Contudo, o senhor pediu-me para , quando eu decidir rescindir do contrato, voltar à loja de Braga e fazer um novo documento de rescisão.

Mas não fico por aqui. Amanhã vou à loja reclamar a nota que contradiz aquilo que foi dito por telefone.

Não posso deixar passar isto.

Quando se trata de vender, «impôem» as suas regras, e nós temos de as aceitar.

Neste caso, pagamos um serviço,  e bem pago, temos o direito de ser devidamente informados das mesma, também.

 

 

 

 

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882 - O novo acordo

por Maria Araújo, em 10.01.11

Ainda não escrevo de acordo com o novo acordo ortográfico, como já se faz em muitos blogs e nos média.

Como o autor deste  texto que recebi por e(-)mail, vou ter saudades do cê, do pê, do hífen, dos nomes dos meses do ano que, com dignidade, vão submeter(-) se à descida na pirâmide temporal.

De fa(c)to, vai custar a ada(p)tar(-)me.

Sinais dos tempos.

 

 

 

 

 

«Um cê a mais»

 

 

Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o c na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio. Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nem parecem as mesmas. O que é ser proativo?  Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.

Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem. Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem p algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.

As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê a atrapalhar.

 

 

 Manuel Halpern

 

 

 

 

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881 - Porquê?

por Maria Araújo, em 10.01.11

Difícil entender o jovem, difícil entender a paixão entre seres do mesmo sexo. Com todo o respeito pelos dois.

 

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880 - Quinta das Sete Fontes

por Maria Araújo, em 09.01.11

 

Ontem esteve um dia de chuva, não apetecia sair à rua.

Fui a uma formação, aqui pertíssimo de casa, e durante a tarde fiquei por cá.  As tarefas de casa foram feitas.  Tinha um jantar com uma amiga. O jantar de Natal que não se realizou devido à falta de tempo da parte dela.

Por volta das 18 horas, ligou-me a desmarcar. O pai, pela primeira vez na vida, teve um acidente, embora fosse só chapa, mas devido à sua idade, foi submetido a exames  no hospital, onde esteve até às 3 horas da manhã.

Adiámos o jantar para o próximo Sábado.

Tinha combinado um café hoje de manhã com a minha sobrinha F, que tem viagem de regresso ao Chile, no próximo dia 18.

Fui almoçar a casa dela, onde estavam também alguns elementos da minha família.

Depois do almoço, fomos passear a Kim e a Google, as cadelinhas,  pela conhecida Quinta das Sete Fontes. Um espaço fabuloso quase abandonado, que precisa de ser aproveitado para lazer dos Bracarenses. Daria um bom parque da cidade, embora mais pequeno.

Diz-se que depois da via que vai dar acesso ao novo hosital de Braga, que fica mesmo em frente à casa da minha sobrinha, um monstro, diga-se, toda aquela zona vai ser arranjada. E as fontes agradecem. Estão muito degradadas.

Andámos por todo o espaço, que era desconhecido para o JP, o namorado da minha irmã.

Estava fresco. O Sol ainda convidava ao passeio. A terra  bastante húmida das últimas chuvadas; o cheiro fresco da terra e da água que corria pelas condutas de pedra, debaixo dos nossos pés, alertou-me os sentidos. Comentei: “Este cheiro a terra húmida é delicioso.”

Um casal de forasteiros andava por lá a conhecer as fontes.

As cadelas andavam loucas. Mais de uma semana dentro de casa, aquele passeio  fez  tão bem a elas quanto a nós.

Os meus sapatos de salto alto e as botas da minha irmã não estavam à espera deste passeio, pelo que, quando chegámos a casa, estavam sujos da lama que tivemos forçosamente de pisar.

Cheguei  a casa por volta das 17 horas com uma sensação de paz e calma.

Um bom começo de ano. Passeio pela praia no 1º dia de Janeiro.

Hoje, um passeio pela natureza, dentro da cidade.

 

 

A Quinta das Sete Fontes.

 

 

 

 

 

 

 

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879 - Rui, o da Fonte

por Maria Araújo, em 09.01.11

 

 

 

 

A ti, Rui, obrigado pela delicadeza.

 Este vídeo é uma parte do que vi.

Sinto-me muito grata.

 

 

xi-

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877 - Finding your way to go...

por Maria Araújo, em 08.01.11

Os manuais do 6º ano vão mudar para o próximo ano lectivo, pelo que já se está a avançar com informação e orientação sobre as metodologias e estratégias a adoptar para o sucesso dos alunos.

Hoje de manhã fui a um formação promovida pela Porto Editora, e que tinha como objectivo "Metas de aprendizagem... Avaliar para o sucesso", orientada pelo Britânico, do País de Gales, Neil Mason.

A acção foi falada em Inglês, mas Neil disse que falava na língua que quiséssemos: Japonês, Português, Alemão, Espanhol, lol, o que deduzi que domina várias línguas.

Mas o que me leva a escrever este post,  no final, Neil Mason pede-nos que observemos o vídeo que vai passar.

Ao mesmo tempo que se ouvia uma voz, uma mão desenhava , com rapidez, o processo de ensino ao longo dos anos, coordenando a política, a economia, a sociedade, a medicina(psicologia), a globalização, a tecnologia, o trabalho precário, a riqueza,  a solidão da criança frente ao pc, a escola, o ensino.

10 minutos de um fascinante vídeo... Obriga-nos a reflectir no nosso papel de educadores e professores.

Já em casa, fui ao site procurar o vídeo. Não o encontrei.

Mas o nome que li dizia-me qualquer coisa.

Guardei as imagens e , de repente, lembrei-me que estive na Terça-Feira na FNAC, vi o título de um dos livros deste autos,  folheei algumas páginas. Estive para comprar, mas acabei por o deixar na prateleira.

Hoje, o vídeo tentou-me.

E descobri que na Wook é mais barato.

Oxalá encontre o vídeo.Poria muitas mentes a reflectir.

 

 

 

 

 

 

 

 

(imagens retiradas do site do autor)

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876 - Mudança

por Maria Araújo, em 08.01.11

Andei três dias a tentar colocar uma imagem junto ao nome deste blog.

Procurei, guardei, alterei, fiz tudo.

Guardava e quando espreitava a página do blog, a imagem não aparecia.
Procurei ajuda no Sapo. Não consegui o que pretendia.
As tentativas esgotavam-se.

Ontem, depois de gastas umas horas , perdi a paciência. Desliguei o pc e fui dormir.

Estive "por um fio" para mudar de servidor.

Hoje, decidi procurar um template que fosse fresco e me desse alguma energia.

Gostei muito do Banda Desenhada, mas optei por este (ainda hei-de aprender a fazer o template personalizado).

A imagem que gostaria de ter colocado no anterior template está agora na barra lateral. (Eu romântica e sonhadora abranjo tudo o que está ao meu alcance, sem os pés assentes na terra, eheheheheheh! A minha gatinha, de costas  para mim, talvez zangada por eu não lhe lambuzar o paladar com a cobiça que  tem pela comida).

Dizem que quando mudamos o visual, queremos mudar de vida. Será que é verdade?

(I think so).

 

 

       

 

 

 

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