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693 -

por Maria Araújo, em 21.07.10

Sinto-me apática. Tendo lindo algo sobre Cecília Meireles, e gostando desta poetisa, decidi por um poema para este post.

 

4º montanhas by thebestclick.

 

Se te Abaixasses, Montanha

 

Se te abaixasses, montanha,
poderia ver a mão
daquele que não me fala
e a quem meus suspiros vão.

Se te abaixasses, montanha,
poderia ver a face
daquele que se soubesse
deste amor talvez chorasse.

Se te abaixasses, montanha,
poderia descansar.
Mas não te abaixes, que eu quero
lembrar, sofrer, esperar.

Cecília Meireles, in 'Poemas (1947)'

Cantinho da Casa

692 - Lixados II

por Maria Araújo, em 20.07.10

Lixar móveis custa!  O meu sobrinho apanhou o jeito e deu um grande avanço.

Eu ia lixando as prateleiras e aspirando o pó que fazia.

Quando parámos as nossas mãos estavam pretas (a estante tem mais de 30 anos, boa madeira,de cor preto).Fartei-me de as lavar (tenho que comprar diluente.)

Ele deitou-se no sofá do escritório a ver um filme, no pc. E adormeceu.

Eu fui fazer o jantar.

Amanhã continuamos.

Se ficarem bem,passamos para os móveis da cozinha.

Por este andar, só vou de férias em meados de Agosto.  Não gosto deste mês para sair de casa, mas com esta tarefa q,ue gostaria de o levar até ao fim, vai saber bem descansar antes de Setembro chegar.

A decisão vem com o seu tempo.

 

 

 

Cantinho da Casa

691 - Lixados

por Maria Araújo, em 20.07.10

Hoje, aqui por casa, andamos lixados. Começamos o "lixamento" de móveis. Lixa, e mãos à obra. Quem está por aqui? Eu, um jovem de 19 anos e a menina de 12.

Tempos de poupança!

No final, veremos como vão ficar os móveis... Porque ainda  temos a pintura.

 

 

 

 

Cantinho da Casa

690 - Escalada

por Maria Araújo, em 19.07.10

Há cerca de três semanas, gerou- se uma onda de assaltos aqui na zona onde vivo. Nestas noites de Verão, as pessoas têm o hábito de deixar as janelas abertas , para que entre uma aragem e refresque as casas do calor que fez durante o dia.

Uma colega da escola tinha comentado que na zona onde vive, vários apartamentos foram assaltados, principalmente os andares superiores, os que têm as portadas abertas.

Como o fazem? Sobem pelos caleiros.

Entram de mansinho, por volta das 2/3 horas da madrugada, enquanto os donos dos apartamentos estão no seu sono, e levam o que vêem à mão. Computadores, máquinas fotográficas, ouro.

Há quinze dias soube que assaltaram a casa de um familiar da minha irmã. O casal e a filha dormiam sossegados. Não sentiram nada. De manhã verificaram que o computador e a webcam, sofisticadas, ao que parece, não estavam lá.

Estes assaltos são feitos pela área da cozinha. Verificaram que a janela estava aberta e um dos caleiros dobrado para servir de apoio à escalada.

Uns dias depois, soube-se que um dos assaltantes caiu e, não resistindo aos ferimentos, faleceu.

Para alívio de muitas famílias assaltadas, pensou-se que estavam acabadas as preocupações. Mas não. Estas continuaram e continuam.

Numa noite da semana passada foram assaltados doze apartamentos.

Hoje tive conhecimento que mais um foi assaltado, esta noite.

A mesma táctica. Parkur, escalada e, entrada pelas traseiras do apartamento.

Segundo fontes, a polícia sabe quem é o gang mas ainda não conseguiu apanhá-los em flagrante.

Agora estou eu aqui a descrever o que se passa mas, e eu? Que faço?

O que sempre fiz nas noites de Verão. Nunca deixo as janelas das traseira abertas.

Vivo num andar relativamente alto mas, mesmo assim, temo o que se está a passar. Não durmo descansada, acordo ao menor ruído, e anseio que a manhã venha depressa para sair da cama e viver o meu dia descansada.

No Sábado passado saí à noite.  Como vinha tarde para casa, além de não levar o carro, decidi ficar em casa da minha irmã.

 Por enquanto, parece que os assaltos estão por aqui, por esta zona muito calma e central, perto da polícia, também.

 

 

                                  

 

                                   

          

 

 

 

 

Cantinho da Casa

689 - desafio

por Maria Araújo, em 18.07.10

Depois de uma visita ao blog da talentosa jovem deste blog, aceitei este pequeno desafio.

 

1. Responder à pergunta: "Tens alguma pessoa que dê cor à tua vida? E porquê?"

 

     Sim tenho.Várias pessoas. Uma delas é muito especial. Dá-me força e coragem. Nem sempre está presente.Mas eu entendo-a.

 

 

 

2- Publicar o selo e mencionar quem o enviou.

 

     Esta jovem, fantasmas do inconsciente que conheci há 2 anos, nesta blogosfera,  foi a pessoas que me convidou para o desafio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3. Passar ao maior número de blogs que achem que têm cor. 

 

    http://riscos_e_rabiscos.blogs.sapo.pt/

 

    http://justme-cutepoeticgirl.blogspot.com/

 

    http://praladas5.blogs.sapo.pt/  

 

    http://theredroom.blogs.sapo.pt/

 

    http://comecardenovopt.blogspot.com/

 

    http://coisas-da-fonte.blogspot.com/

 

    http://quarentamaisum.blogs.sapo.pt/

   

    

 

  

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa

688 - Outdoor

por Maria Araújo, em 17.07.10

ahahahahahahahaha! E bom fim de semana.

 

 

 

ALENTEJANO…SÓ PODIA!

 

Um alentejano abre uma filial de sua loja de pregos em Roma. Como a propaganda é a alma do negócio, fez um outdoor com a figura de Cristo pregado à cruz e em baixo estava escrito: 

'Pregos Garcia – 2.000 anos de Garantia'.

Foi aquele rebuliço. O Bispo de Roma foi pessoalmente conversar com o alentejano e explicar-lhe que não podia fazer aquilo, que era pecado mortal...

Então o alentejano resolveu fazer um novo outdoor.

Colocou Cristo com uma das mãos pregadas na cruz e a outra solta, acenando. Em baixo estava escrito:

'Adivinhe em qual mão foi usado o Prego Garcia?'

- Meu Deus do Céu! - Até o Santo Papa saiu do Vaticano e foi conversar com o alentejano:

- Que heresia meu filho! Não se pode usar Jesus Cristo como garoto propaganda... Inventa outra coisa e retire isto já!

- Então vou fazer um novo outdoor, sem o Cristo! - pensou o alentejano. Colocou a foto da cruz vazia e em baixo estava escrito:

'Se o Prego fosse Garcia, o fulano não fugia...'

 

 

Cantinho da Casa

687 - Obesidade mental

por Maria Araújo, em 16.07.10

Recebido por e-mail:

 

 

A Obesidade Mental - Andrew Oitke /por João César das Neves

 

O prof.  Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity»,
que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais
em geral.


Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o
conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema
da sociedade moderna.
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos
do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada.
Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação
e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»
Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de
preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que
de hidratos de carbono.
As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos
tacanhos, condenações precipitadas.
Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas
e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas
e realizadores de cinema.
Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as
revistas e romances são os donuts da imaginação.»
O problema central está na família e na escola.
«Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se
comerem apenas doces e chocolate.
Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a
dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados,
videojogos e telenovelas.
Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina,
romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam
depois uma vida saudável e equilibrada.»
Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os
Abutres", afirma:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de
reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das
realizações humanas.
A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e
manipular.»
O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade
fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante.
«Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»
Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.
«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.
Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para
que é que ela serve.
Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto».
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.
«Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes
realizações do espírito humano estejam em decadência.
A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a
cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil,
paradoxal ou doentia.
Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.
Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da
civilização, como tantos apregoam.
É só uma questão de obesidade.
O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de dieta mental.»

 

 

 

Cantinho da Casa

686 - Arte Total

por Maria Araújo, em 16.07.10

E mais uma vez este ano, vou ver o espectáculo de final de ano da Arte Total.

A minha ex-aluna Carolina, vai dançar. Sua mãe, minha amiga e colega da escola, convida-me todos os anos para ver o espectáculo.

Quando a Carolina tinha cerca de 4/5 anos, a mãe perguntou-me onde havia, aqui em Braga, uma boa escola de ballet.

A única que conhecia era esta. A miúda entrou e, até hoje , com 16 anos, no 11º ano e uma excelente aluna,  ficou.

Fico orgulhosa com os meus ex-alunos. Não importa se vão singrar ou não, mas orgulho-me quando os vejos crescer e, muitos deles sem os conhecer, chamam-me quando passam por mim.

Que o futuro seja mais promissor, é o que desejo a todos.

 

 

 

 Carolina

Cantinho da Casa

685 - o sangue.Vem do coração

por Maria Araújo, em 14.07.10

Fui à apresentação do livro "o sangue.Vem todo do coração".

O seu autor é filho de um colega e amigo meu da escola.

Os convidados eram muitos, o autor brincava com as palavras. O  tio/padrinho leu três poemas escritos em fases diferentes da vida do autor.

Os poemas que não estão no livro, estão aqui.

 

Cantinho da Casa

684 - Velha-A-Branca

por Maria Araújo, em 14.07.10

Hoje à noite,  para variar, vou à apresentação de um livro de poesia, aqui neste espaço.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cantinho da Casa



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