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Dia mundial do sono/ Dia mundial da poesia

por Maria Araújo, em 21.03.09

Hoje é o dia mundial do sono.

Faz falta dormir bem, pelo menos tranquilamente, mesmo que se durma poucas horas.

Gostaria de ter esse prazer, mas há anos que durmo pouco, nem sempre com tranquilidade.

Por vezes há pequenas coisas que invadem a minha mente e que, de repente, mesmo cansada e com sono, não me  permitem que eu adormeça de imediato.

A Sexta-feira é um dia muito cansativo, porque tenho muitas horas de aulas. A minha voz fica cansada, quase não consigo articular palavras.

Quando chego a casa, não falo para/com ninguém e isso ajuda-me a recuperar. Mas, mesmo cansada e com uma vontade de me deitar um pouco no sofá e dormir uns breves minutos, não consigo.

Há sempre outras tarefas que me desviam do sono. O cansaço acaba por esmorecer e ocupo-me das pequenas coisas que gosto de fazer: ler blogs, comentar, falar no messenger com as pessoas que eu gosto e ler o meu livro de travesseiro.

Não desperdiço o tempo. Já me habituei a dormir pouco.

 

foto artigo

 

(foto retirada do Sapo)

 

 

No blog carapau, li que hoje é o Dia mundial da poesia. Este meu amigo publicou um post muito interessante sobre Fernando Pessoa e Almada Negreiros.

E, relativamente ao poema que publicou, recordou o rio da sua terra. O rio que ninguém conhece, que outrora era um rio sereno, fresco, que proporcionava à pesca, às brincadeiras, ao descanso.  Rio onde agora a água é escasa devido à evolução(?) do homem.

Não sei qual é o rio da terra do amigo carapau.

Sei que ele está hoje, Sábado, na terra onde viveu e quem sabe, a recordar os tempos da juventude que ninguém jamais conseguirá "secar" e /ou poluir.

E sendo o Dia mundial da poesia, dedico-te, carapau, este poema de Florbela Espanca (gosto dos poemas dela).

 

"O meu Alentejo"

 

Meio-dia: O sol a prumo cai ardente,

Doirando tudo. Ondeiam nos trigais

D' oiro fulvo, de leve... docemente...

As papoilas sangrentas, sensuais...

 

Andam asas no ar; as raparigas,

Flores desabrochadas em canteiros,

Mostram por entre o oiro as espigas,

Os  perfis delicados e trigueiros...

 

Tudo é tranquilo, e casto, e sonhador...

Olhando esta paissagem que é uma tela

De Deus, eu penso então: Onde há pintor,

 

Onde há artista de saber profundo,

Que possa imaginar coisa mais bela,

Mais delicada e linda neste mundo?!

 

P.S.: Abri uma  das páginas do livro de poesias que tenho de Forbela Espanca, e foi o poema que escolhi.

 

 

Papoilas do Alentejo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Primavera

por Maria Araújo, em 20.03.09

Hoje pelas 20 horas começa a Primavera.

Oxalá seja uma estação amena, alegre, com Sol e sem incêndios.

 

 

 

 

 

 

Primeiro dia da Primavera - Criado por Eric Carle

 

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19 de Março

por Maria Araújo, em 20.03.09

Ontem foi feriado na terra onde trabalho. Comemorou-se o dia de S.José.

Não tendo de me deslocar para o trabalho, fui tomar o meu café de manhã à Biblioteca Lúcio Craveiro, lugar agradável onde se pode ler/ver jornais diários e revistas, consultar livros, pesquisar, todas essas peguenas grandes coisas que fazem parte da nossa vida.

Depois disso, decidi dar uma saltada à praia.

Fui até Ofir. Apesar de a praia estar a ficar mais pequena, o mar é um autêntico lago, quando a maré está baixa.

Alguns casais e crianças deitavam-se na areia a receber os primeiros calores deste último dia de Inverno.

A água estava a uma temperatura agradável, para a época.

Para começar  não estive mal. 2 banhos que me refrescaram o corpo e a mente.

Adoro estes dias fora da época balnear.

Estive deitada ao Sol, tendo antes "coberto" o corpo com protector solar.

Levei um livro, que me está a agradar bastante, "A ilha das Garças".

Saí da praia por volta das 16 horas, pois a brisa fresca já invadia o corpo.

Como ia ver o jogo de futebol Braga-Paris Saint Germain, jantei algo leve ás 18h30, e fui a casa da minha amiga que me convidou para assistir ao jogo.

Sporting de Braga recebe troféu a 19 de Março

Ver um jogo de futebol ao vivo dá mais gozo.

O Braga jogou muito bem, mas quando se aproximava da área da baliza do adversário, paerece que perdia a força nas pernas e falhava os remates.

Bem, numa jogada de m**da. o adversário meteu golo.

Jogo perdido. Já pouco havia a fazer. O Braga teria de meter 2 golos.

Paciência. Os adeptos, mesmo no final do jogo, aplaudiram o Braga pelo jogo que fez. Penso que foram merecidos os aplausos.

E foi assim que acabei o dia 19 de Março,dia do Pai e de S. José, meu primeiro dia de praia, de banho de mar, de descanso, de leitura, de relaxa autênticos.

Dias como este, não são todos os dias.

 

e

 

 

 

 

 

Feliz Dia do Pai. por A Lua da Ana

 

 

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Fuego, o espectáculo.

por Maria Araújo, em 18.03.09

E fui eu no passado Sábado para a capital ver o "Fuego".

Cheguei a Lisboa por volta das 12h20. Esperei pela minha sobrinha que chegou logo a seguir.

Fomos pôr no carro o que eu havia levado.

O dia estava quente. Muito agradável para ir até à praia, pois todo o ar cheirava a Verão e as pessoas vestiam roupas frescas e apelativas aos olhares masculinos.

Fomos dar um passeio pela beira do rio. Almoçámos no Parque da Nações.

Como o espectáculo estava marcado para as 17h00, ainda fomos ver as modas pelas lojas do Centro Comercial Vasco da Gama.

Entrámos para o Casino de Lisboa, 15 minutos antes do espectáculo.

Muitos casais meia idade estavam comodamente sentados nos sofás à espera, como nós, de entrar para a sala.

Ficámos na quarta fila junto ao palco.

A sala estava repleta.

O espectáculo começou ás 17h00 em ponto.

A música era gravada, o que despertou algum cepticismo na minha sobrinha.. Com uma combinação de dança moderna, a primeira parte foi boa. Os bailarinos eram muito bons.

 

 

A segunda parte começa com um cantor  vestido de preto, como é tradição,  no canto direito do palco, sem luz. Do lado esquerdo, a cantora, com uma saia preta e a mantilha branca esperava a sua vez...

De repente, abre-se a cortina. Comento com a minha companhia " Era impossível  este grupo dançar apenas flamenco modeno

Os passos,os fatos coloridos dos bailarinos, a intensidade das luzes, o som das palmas, dos tacões dos sapatos e dos acordes da guitarra espanhola, a sensualidade dos homens e das mulheres, o desafio da dança...

Foi fabuloso! As cantores, os dançarinos, as guitarras!

Surpreendente.

No final, o desafio do canto entre os dois cantores, com a dança pelo meio, extasiou o público.

Do meu lado direito estava uma senhora, que teria 60 tas, que delirava com o seus"bravo", levantando-se da cadeira e aplaudindo o grupo.

O espectáculo acabou e eis que no centro do casino,  vê-se uma malabarista que se contorcia no seu pano branco ao som de uma  uma música de Andrea Bocceli.

 

 Malabarismo por você.

 

Gostei.

Quem sabe não irei ver o " Cirque du soleil" já em Maio?

 

 

 

 

 

 

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Crise

por Maria Araújo, em 16.03.09

 

Ando  por aqui , ora vendo os mails, ora vendo os blogs. Não tendo paciência para ler tudo, reparo num attachment que me despertou a atenção.
Espero que gostem.

 

 calvin_and_hob por romantica2008.

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Mais um da Teddy

por Maria Araújo, em 15.03.09

 

 

 

São estes pequenos momentos de troca de pequenas palavras que fazem o néctar da blogosfera.

Obrigado Teddy! 

 

Aqui vão os meus néctares:

 

gallery-of-reality 

diario de bordo 

just moments 

sapatos vermelhos

jadesweetjade

diariodeumagaja

the red room

a maça de Eva

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Conta-me como foi

por Maria Araújo, em 15.03.09

Há alguns fins de semana que não vejo esta série e hoje,  falando no skype com um amigo do Brasil, não prestei atenção ao episódio que ainda está a passar na RTP1.

Não sei qual o tema mas, de repente, olhei para a TV e vejo uma das personagens sentada junto a uma máquina de tricotar.

Fez-me voltar atrás no tempo.

Minha mãe era doméstica. Meu pai tinha uma empresa. Coincidência, ainda hoje, em Lisboa, falava com a minha sobrinha sobre a localização do escritório que a empresa tinha na capital,  que ficava junto ao jardim Constantino. Fez 16 anos que lá fui pela última vez.

Vivíamos bem, mas a minha mãe, depois de nascerem os meus irmãos mais novos, completanto 6 filhos, decidiu aumentar o rendimento da casa, pelo que foi aprender a tricotar à máquina, porque à mão sabia ela, e bem.

Aprendeu rapidamente. Comprou uma máquina. Arranjou boa clientela.

Verdade. A minha mãe era perfeita naquilo que fazia.

Eu ajudava a dobar a lã. Ufffff! Cansava!

Eu estendia os braços, ficando estes paralelos, e ela encaixava a meada juntos aos pulsos, e  fazia o novelo.

Mais tarde, comprou uma dobadeira em madeira, onde se encaixava a meada e com o movimento das nossas mãos,  aquilo andava à volta enquanto sa fazia o novelo.  Pelo menos só cansava duas mãos, não as quatro!

Também era eu que ia entregar o trabalho a casa das clientes.

Lindas peças que saíam das mãos dela.

Lindas peças que ela me fez em malha. As que mais me seduziram, foram: um vestido verde canelado até á cintura, liso para baixo , tirado o modelo de uma página de revista que a minha irmã mais velha  trouxera de Londres; um macacão cor de rosa com um fecho grande, que vinha da cintura, também, até à gola.

Era uma adolescente. Apesar da minha altura , baixa,  confesso que me sentia uma modelo  dentro dessas duas peças.

Ficava envergonhada quando passava na rua e ouvia os comentários mais grosseiros dos trolhas, e não só. Ria-me de alguns, outros não gostava nada.

O tempo foi passando....

Hoje foi um dia de recordações.

 

 

 

 

 

 

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Just Imagine!

por Maria Araújo, em 10.03.09

Todos os dias faço a minha visita aos blogs das pessoas que gosto de ler, pela sua escrita e sensibilidade.

Quando alguma mensagem, imagem, texto me "tocam" no coração, deixo o meu simples comentário.

Acabei de visitar o blog da Just Moments. Observei a imagem e pensei, "mais um prémio dos muitos que os amigos da blogosfera lhe dedicam".

Mas não. Ela fez uma dedicatória (miminho) , em reconhecimento dos muitos prémios que recebeu.

E eis que vejo o cantinhodacasa entre um dos premiados.

 

 

 

 

Just Imagine, como dizem as minhas amigas.

E a si Just Moments, o meu obrigado pela dedicatória. Seja sempre bem-vinda a este cantinho, onde todos os momentos são inteiramente dedicados a pequenas coisa que surgem a cada momento.

 

E neste momento, uma poema sobre o momento...

 

 

 

Momento
 
A noite ainda não é noite
o dia já não é dia
Do outro lado do horizonte
um repouso que se anuncia.
Retenho a memória viva
deste instante presente...
nesta suave melancolia
e que já é passado
Nostalgia.
Toda a tranquilidade do Mundo,
como fundo.
gaivota sentinela
de vigília à água escura...
na serenidade do azul
um bailado singular
cheio de harmonia !
Um momento de vida e luz e calma...
estas nuvens, que me sobrevoam
são poemas aéreos...
sonhos que todos nós temos,
a ecoar na imensidão
 
Amem o momento,
Silenciosamente...

 

 

 

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8 de Março

por Maria Araújo, em 08.03.09

Hoje é o dia da mulher, dia que foi lembrado por volta das 15h por uma mensagem que recebi, e de um comentário da JustMoments

SInceramente não me lembrei.

O meu fim de semana foi bastante calmo e agradável.

Ontem fui  almoçar com as minhas sobrinhas ao Museu D. Diogo de Sousa.

Elas estavam incritas para  uma actividade de expressão plástica com a designação "Tesselatum-Mosaico Romano-Brincar com Mosaicos".

Para minha surpresa, increveram-me na actividade e lá fui eu, com pouco jeito para executar trabalhos manuais, ver o resultado da minha obra.

Fomos ver as ruínas da domus romana, com alguns mosaicos decorativos.

A seguir vimos um powerpoint sobre a história dos mosaicos, e passamos à actividade.

O mosaico que fiz não ficou como eu esperava. Misturei tons de laranja com amarelo, azul e preto.

Não deixou de ser interessante, porque foi uma tarde diferente.

Depois fui ver uma vivenda no alto de uma colina, onde se via toda a cidade, cheia de prédios, para minha decepção, mas ao longe, onde o Sol se põe, a vista é fabulosa.

Tive a visita de um dos meus irmãos. Conversamos até às 23 horas.

Vim um pouco à internet, com a decisão de me deitar cedo para hoje, logo de manhã, fazer uma caminhada.

O certo é que, com a mania de ler blgos e comentar alguns, deitei-me às 2h.

Levantei-me às 10h. Vesti um fato de treino, não daqueles pirosos que todos vestem, mas um que foi oferecido pela minha irmã mais nova, na altura em que ela trabalhava numa empresa onde faziam roupas de marca muito jovens e elegantes.

Fui pela Rodovia, virei na antiga Bracalândia,que foi destruída para dar lugar ao Instituto de Nanotecnologia, já em construção, e fui até Lamaçães. Tomei o café numa esplanada e segui em direcção ao novo edifício onde será, dentro de dias, o Fitness Club, Fitness Club - Bragaonde faço a minha ginástica, há 12 anos. Está um pouco atrasado ainda, mas penso que vamos ter umas óptimas instalações.

Andei cerca de 6 / 7 km.

Cheguei a casa, fui arrumar a garagem, e pôr alguns cartões e plásticos nos contentores de reciclagem.

Depois do almoço, fui tomar ccafé, andei a desencantar umas roupas primaveris que estavam arrumadas, e vim até aqui para editar alguma coisa no blog.
Depois de responder aos comentários que tinha, e sendo já 20:25h, vou fazer uma sopa e comer uma tosta (nunca janto ao Domingo).

Mais logo, vou passar a ferro. Acumulei alguma roupa de 3 semanas. Detesto ver o cesto cheio. Mas as toalhas passo-as na hora e arrumo-as, caso contrário  a roupa chegaria ao tecto

E agora perguntarão os meus amigos leitores deste blog?

Por que está ela a contar esta história sem interesse?

E eu respondo. Porque sendo hoje o Dia  Internacional da Mulher, não deixou de ser um dia como os outros 364 dias que tenho no ano. A diferença é que hoje é Domingo. Mas , em geral, é ao Domingo que eu organizo as minhas tarefas de casa e da escola, o que ainda não fiz.

E agora vou até à cozinha. Está na  de fazer a sopinha.

 

 

 

mulher

 

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"No alto da macieira"

por Maria Araújo, em 08.03.09

Hoje li um artigo muito interessante sobre as mulheres, algumas mulheres.

Passo a transcrever.

"Permanecendo no alto da macieira, as mulheres são como as maçãs.

 


As melhores estão nas copas. Os homens não querem alcançá-las porque têm medo de se ferirem...Em contrapartida, apanham as podres que caem na terra, e apesar de nunca serem tão boas, são fáceis de serem alcançadas.

Assim,  as maçãs que se encontram nas copas das árvores pensam que há algo que está errado com elas, quando na realidade "Elas são grandiosas".

Simplesmente têm que ser pacientes e esperarem por aqueles que serão suficientemente valentes para subir até ao topo das árvores, por elas.

Não caias para seres alcançada. Quem te merecer e te quiser, fará TUDO para te alcançar.

És única neste momento e, como tal, mereces respeito.

Lembra-te que a mulher saiu da costela do homem, não dos pés para ser pisada, ou da cabeça para ser superior.

Antes ao lado, para ser igual.

Debaixo do braço para ser protegida.

Ao lado do coração para ser amada. E somente isto: "SER AMADA".

 

 

 

 

Pascal Renoux photography

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