1º dia do ano na praia
Estive numa consulta, no passado sábado, em Póvoa de Varzim.
Felizmente, não choveu pelo caminho.
Lá ao longe, as nuvens cinzentas não estavam carregadas, vislumbrava-se uma abertura de céu azu.
Depois da consulta, fui almoçar a Fão, já o sol convidava ao passeio sereno desta estação.
Um almoço de feijoada à moda do Porto. Faltava a tripa que eu gosto muito,mas estava bem servido.
No meu estômago não cabia a sobremesa.
Fui dar uma volta a pé pela margem do rio Cávado, passei no pequeno centro de Fão, fotografei os lindos carros de Bombeiros do início do século XX.

Havia festa dos Cem anos desta Corporação.

Fui à antiga casa Pã Pã comprar os folhados para o lanche de domingo.
Meti-me no carro e fui a Ofir.
Maré cheia.
As ondas passavam além dos geocilindros e o pequeno areal era o da esplanada das torres .

Pelo passadiço, fui ver o lado sul.
Não há areal. As ondas rebentavam e batiam nos predregulhos que protegem a duna onde tem uma vivenda no alto.

Os surfistas que fazem as suas habilidades deste lado, estavam em frente à pequena praia das torres.

Desci ao areal.
O sol estava quentinho, via-se casais que, sentados na areia ou nos bancos do passadiço, tomavam a vitamina D.
Deixei-me ficar por ali, uma vez que o mar não permitia que fosse mais longe.

Algumas crianças brincavam na areia.
Outras passeavam o seu animal de estimação.
Outras passeavam,simplesmente.

E foi quando vi um casal chegar à praia, despir-se e dirigir-se para o mar.

Não foi difícil o casal entrar na água.

Tirei o calçado, arregacei as calças e fui sentir a água do mar que estava com uma temperatura muito agradável.

E observava os surfistas.

Uma prancha esperava o seu surfista para vencer as ondas do mar.

Deixei a praia para tomar o café na esplanada.
Depois, fui ver algumas novidades nas lojas de Esposende.
Sempre gostei da praia nas estações do frio, e em que o sol aquece o corpo e a alma.
Voltarei, brevemente.


