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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

"Os pinguins só estão cá até Sábado»

Maria Araújo, 03.02.10

 

 

Após ter lido o  post em título aqui , espreitei novamente o blog e li a resposta que o Rui fez a um dos comentadores:

 


«Como já disse acima, a “mensagem” tocou-me e vai permanecer.
À medida que os anos vão passando, vamos tomando consciência do muito do passado que fomos adiando e não fizemos, ou que, simplesmente, ficou por dizer.
Quando nos damos conta, já não é mais possível, dizê-lo, ou fazê-lo.

Os “mas”, os “se’s”, os “não sei bem”, os “talvez”, os “ainda não”, têm que ser banidos.
Vamos ser mais directos, mais incisivos, mais determinados, mais conscientes da importância do “AGORA” !
Se utilizarmos sempre a “ferramenta” do “Agora”, se o amanhã também for o “Agora”, o futuro será sempre o “Agora”, que vai chegar um dia .

Nunca nos podemos esquecer que podemos ser felizes e transmitir felicidade ... "Agora" !... Porquê adiar ?»

 

 

Sistematicamente, neste cantinho, reflicto sobre o que muito poderia ter feito quando era mais jovem e no que ainda posso fazer.

Á medida que o tempo passa, vou fazendo aquilo que quero ver realizado, os meus desejos e sonhos, mesmo que quase impossíveis de realizar.O que me preocupa é ter a  consciência de que o tempo voa, de que faço e ou idealizo  projectos que penso realizar  amanhã, na próxima semana, ou se puder daqui a algum tempo. Ou nunca.

Por vezes tenho a noção de que desperdiço as oportunidades. Não por receio de enfrentar o desafio. Apenas por que  penso que as coisas acontecem, simplesmente. E o tempo continua a voar...

E o dizer. Ai,  o dizer!  Dizer o que sinto, o que quero, o que desejo. Dizer que gosto de ti,  que quero um beijo teu, um abraço teu , um pouco da tua  atenção,o teu carinho. 

Pequenos gestos que marcam a diferença.

Palavras que eu não receio dizer quando gosto de alguém.

Sentimentos que não receio demonstrar quando tenho afecto por alguém.

A questão não está nos "se",nos  "mas", nos "não sei bem",nos  "talvez",nos "ainda não". 

A questão está no "silenciar" das nossas palavras, dos nossos gestos, dos nossos sentimentos, quando  no "agora",   " um" alguém  remete-se ao seu silêncio.

 

E porque os pinguins só estão cá até Sábado...


 

Obrigado, Rui.

 

 

 

 

 

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