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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

21.03.17

13:05h

Maria Araújo

Escuto a campainha da porta do prédio.

Pelo intercomunicador pergunto "sim?" ( meu jeito de perguntar quem é).

Percebi que era o carteiro, abri a porta. 

Fui para a cozinha, estava a fazer o almoço.

Dois minutos depois, a campainha da porta cá de cima, que tem um toque diferente, levou-me a pensar que o carteiro teria alguma coisa para entregar em mãos. E abri a porta.

Surge-me um homem com cerca de 30 anos. Trazia uma identificação presa ao bolso do casaco que vestia, mas não consegui ler o nome.

Estende-me a mão para cumprimentar.

Não estendi a minha, não as tinha lavado ( estava a fazer panados que a Sofia adora).

- Desculpe, não posso atendê-lo, são horas do almoço. 

Resposta de um modo parvo:

- Porquê?

- Porque é hora do almoço, as pessoas estão a chegar, não posso falar consigo.

- Não pode, porquê? - repete.

- Já lhe disse que são horas do almoço, não posso.

E com ar arrogante, respondeu-me: " Extradordinário". 

E foi embora.

Será que o meu karma é "atrair" jovens mal educados?

 

 

falda-06.jpg

 

 

3 comentários

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    Maria Araújo

    21.03.17

    Por que não podia atendê-lo, nem sequer lhe perguntei.
    Se perguntasse, dava-lhe oportunidade para dizer o que queria.
    E eu também não queria saber o que queria nem quem representava.
  • Imagem de perfil

    Moralez

    21.03.17

    Se calhar era MEO ehehehe ou TEO
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