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Births in Portugal

por Maria Araújo, em 07.09.09

 

Recebi este e-mail, há poucos minutos.

Espero que não me "cortem" a imagem...e o texto.

É para reflectir ???!!! Ou reagir!!!???

Penso que ainda há democracia em Portugal.

 

Socrates_cegonha_copy por você.

 

 

Joana Amaral Dias - Correio da Manhã - 01 Agosto 2009


"A proposta do PS de oferecer 200 € a cada recém-nascido, que não dariam nem para fraldas, ficarão no banco até o jovem ter 18 anos (aí receberá 500 €), como se a preocupação dos pais não fosse no pós-parto mas quando a criança atinge a maioridade. É com este bom senso que o PS prefere esse cheque à melhoria da rede pública de infantários ou um abono de família mensal de nível europeu (150 €)."

"Já a banca arrecada 200 € por cada nascimento. Anualmente, corresponde a 150 milhões. Ao fim de 18 anos, os zeros da quantia não cabem nesta crónica. O que parecia uma política social é, afinal, um financiamento encapotado à banca. O PS defende que a proposta é um incentivo à poupança. Mas esquece-se de dizer de quem. O amealhar é dos bancos, embora a crise não lhes faça mossa. As quatro maiores instituições bancárias privadas portuguesas ganharam mais 17,4% neste primeiro semestre do que em 2008. Quatro milhões de euros de lucros por dia."

 

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13 comentários

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De Carapaucarapau a 10.09.2009 às 01:07

Li o post e os comentários, sei exactamente o que todos querem e ninguém lhes dá (mas a culpa é sempre do "respeitável público" que não é suficientemente exigente e se contenta com a espuma dos assuntos), reparo que há até uma senhora que fica muito escandalizada por os bancos terem grandes lucros (gostaria que tivessem grandes prejuizos?), mas a tudo eu respondo: votem no Carapau, que tem um programa à prova de fogo (por isso é que ainda não foi assado).
É só ir ao sitio certo ler o "programa eleitoral".
Como vês aproveitei o espaço para vender o meu peixe (lagarto, lagarto, lagarto, cruzes canhoto) :-)
Bjo.
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De Maria Araújo a 10.09.2009 às 17:29

Tu, carapau és demais!
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De comecardenovopt.blogspot.com a 08.09.2009 às 23:28

Isto é simplesmente uma vergonha. Até me fez mal ler isso, porque considero até um ultraje a quem quer ser mãe.Senti-me até ofendida, porque estão a fazer dos jovens que querem ser pais uns verdadeiros idiotas. Ser pais implica muito mais do que ter dinheiro; não é um mísero cheque que fará uma mulher ter um filho, nem que o cheque fosse mais chorudo; há que ter condições para o educar como deve ser e como a criança merece; que importa a mãe ter dinheiro se não encontra um lugar decente para deixar o seu filho enquanto trabalha? Não seria melhor o governo investir em creches de confiança, bem equipadas onde qualquer mãe, principalmente as mais pobres pudessem deixar os seus filhos certas de que nada lhes faltaria? Elas querem lá saber desses míseros trocados! Elas querem é poder trabalhar sossegadas, sabendo que as suas crianças ficam bem Isso é o que importa. Parabéns pelo tema. Um beijinho

Emília
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De Paulo Lontro a 08.09.2009 às 18:43

Eu vejo assim, nós vamos votar, vamos lá chegar e não podemos encarar o voto ou o partido no qual vamos votar (se para algum partido for o nosso voto) como se fosse o clube do qual somos apoiantes.

A questão que se põe é se chegamos lá e vemos claramente uma alternativa que acreditamos.

Tenho dificuldade em aceitar que se vote “noutro” só para castigar o anterior.
Seria um voto pela "negativa" e não pela "positiva".
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De Maria Araújo a 08.09.2009 às 22:37

Paulo, também penso nisso.
É que o outro lado não convém nem tem grandes /competentes figuras que dêem um jeito a esta coisa.
Estamos limitados.
"Vira o disco, toca o mesmo".
Não sei o que esperar, fico um pouco céptica.
Voto no memso que tem tido o meu apoio ha alguns anos.
Beijinho
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De Ana Sofia a 07.09.2009 às 18:18

Hummm... não percebo assim tanto de política, mas cá vou tendo as minhas opiniões... enfim... só espero mesmo que o PS não continue no poder, se não acho que estamos mal =/
Continuo a acreditar no voto e quando forem as eleições lá irei eu votar pela primeira vez, finalmente.
Beijinhos
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De Maria Araújo a 07.09.2009 às 21:32

Olá.
Eu também não percebo, e sinceramente, não quero perceber nada de política.
Sempre fui e vou votar, mas o PS perdeu credibilidade.
Lamneto que não haja perfis políticos mais credíveis e capazes de dar um jeito a isto.
Beijinho.
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De Enfermeiro a 08.09.2009 às 01:59

A questão está longe de ser se percebemos ou não de política...

O centro da questão está numa questão de coerência e de justiça social..Concordo que cada vez mais a natalidade seja incentivada por todos os motivos e mais alguns... Em vez dessa medida perfeitamente mascarada dos duzentos euros... bastava diminuir o IVA nos produtos destinados a recém nascidos e lactentes, como por exemplo, fraldas, leites, produtos de higiene, toalhetes, mobiliario... só que isto tem um problema...É uma medida concreta e este governo tem alergia a medidas concretas.
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De Maria Araújo a 08.09.2009 às 12:39

Grande sugestão! Quem está no terreno entende isso.
Mas há medidas que não interessam ao gover´no e à banca.
Beijinho
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De Miss Pepper a 08.09.2009 às 14:14

Só me apetece dizer: é só rir! Cambada de palhaços que temos no governo...

Beijo!
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De Maria Araújo a 08.09.2009 às 18:30

Cria ilusões nas pessoas, isso sim, principalmente nos jovens, aqueles de classe mais desfavorecida. Gozam. Isso irrita-me
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De santa nostalgia a 07.09.2009 às 16:57

Realmente a questão faz sentido. Neste caso, de facto importa reflectir mas também reagir; Reflectir porque é que esta sociedade estará sempre dividida entre quem luta diariamente num mar de dificuldades e quem ganha milhões sem que daí resulte riqueza geral e partilhada; Por outro lado, reagir, embora apesar da nossa indignação, sabemos que estas são as cartas com que se disputa o jogo do capitalismo e da fatalidade dos pobres e ricos. Não há volta a dar com a agravante de que tudo isto se passa no que se diz ser um sistema de democracia, direitos, liberdades e garantias.

Há que aguentar pois não seja pior a emenda do que o soneto, ou por outras palavras, para melhor está bem, está bem, para pior já basta assim.
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De Maria Araújo a 07.09.2009 às 21:34

Olá.
Há que aguebtar sim ,mas há que mudar também, serenamente.
Gostaria de ter confiança numa geração futura que possa orientar isto, para bem daqueles que mais precisam
Será que é possível, com jovens habituados a terem (quase) tudo?
Cumprimentos

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