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Cantinho da Casa

Cantinho da Casa

os hospitais privados e os EPI

Maria Araújo, 04.06.20

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neste post,escrevi sobre o valor adicional que vou pagar, que acho exagerado, na minha próxima consulta de higiene oral.

a este respeito, amanhã,vou com acompanhar uma amiga ao hospital privado, tem exames para fazer, enquanto esperasse por ela, pensei ir a uma consulta de medicina geral e trazer a medicação habitual ( tiróide e colesterol) assim como exame de sangue, que teria de fazer em Abril passado mas o confinamento alterou-nos a vida, queria novas prescrições.

a minha amiga tinha contado que os utentes queixavam-se da taxa adicional que os hospitais estão a cobrar, que um senhor protestara ao balcão, pois  tinha feito vários exames e por cada um deles pagava esse adicional, já pagara mais por este do que pelos exames.

então, marquei, via APP, a minha consulta de medicina geral.

recebi uma SMS que confirmava a consulta, e mais isto:
" preocupados  com a sua segurança, existe agora um adicional associado a protecção COVID-19.  Para mais informações..."

no dia seguinte, recebi uma SMS que  diz: " teleconsultaTrofa Saúde. Dados para pagamento ENT: xxxxx,REF:  xxxxxxxx, VAL: 8,99 "

primeiro: não é uma teleconsulta, é presencial, no valor de 3,99€;

segundo: como vou pagar mais 5€ de taxa ( “especificidade dos EPI [Equipamentos de Protecção Individual]) se eu vou entrar no hospital com a minha máscara, não vou fazer qualquer tipo de exame, nem sequer sou auscultada, a médica  apenas regista no pc a medicação necessária, imprime, entrega-a e saio do gabinete, porque razão vou pagar mais um adicional de uma coisa que deve ser o hospital a suportar? 

1€ ou 2€  eu entendia, mas pagar pelos  EPI um valor superior à consulta, é uma afronta para os utentes.

e na APP cancelei a consulta.

amanhã, passo na Unidade Familiar do Centro de Saúde e marco uma consulta para a minha médica de família.

 

 

 

 

 

rua abaixo, e fez-se de surdo

Maria Araújo, 04.06.20

a minha rua tem árvores.

nunca vi o que vi hoje.

saí de casa por volta das 11:00h, não dei mais de vinte passos, junto a uma das árvores reparei num homem que estava demasiado próximo dela, passo a seu lado,olhei para ele e vi o jacto de urina que lançava para o tronco da árvore.

estive para o chamar à atenção, mas reparei que do outro lado do passeio dois agentes da PSP  multavam os carros mal estacionados.

atravessaram a rua na minha direcção, disse-lhes: " desculpem, mas aquele homem estava a urinar para a árvore"

" o quê?" perguntaram os dois ao mesmo tempo.

e virei-me para trás, já o homem seguia o seu caminho, os dois agentes chamam por ele.

mas ele, "ó pernas para que vos quero",  fez-se de surdo.

os agentes olharam a árvore com a mancha, mas não insistiram em chamá-lo.

as motas estavam estacionadas bem junto à árvore, acho que se preocuparam mais em ver se estas tinham marcas nos pneus.

do prédio saía uma senhora que percebi ter fugido para dentro quando viu o homem em plena via pública a fazer o seu chichi como se nada se passasse.

apeteceu-me perder o verniz e dizer-lhe:" badalhoco, não sabe procurar um WC?" ( há três cafés nas redondezas)

discutem-se leis para ficarem guardadas na gaveta.

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https://eco.sapo.pt/2019/06/12/beatas-cuspir-e-urinar-leis-proibem-falta-de-civismo-mas-tem-pouco-impacto/:00

 

coisas do meu dia

Maria Araújo, 03.06.20

a  empregada voltou ao trabalho, a minha intenção era ir à praia e voltar quando ela saísse de casa, mas o dia estava cinzento.

depois do pequeno-almoço, peguei no ferro e passei a muita roupa de casa que já me irritava ver no cesto.  ontem, fui à feira semanal, comprei roupa de cama que lavei para ficar arrumada no armário.

e o certo é que estive três horas de pé a passá-la.

fui buscar o sobrinho neto à creche, viemos a pé, levei-o à mãe.

vim para casa, doíam-me as pernas de cansaço.

logo, vou ver mais dois episódios desta série

 

 

 

 

o regresso

Maria Araújo, 02.06.20

ontem, não tive tempo para blog, não li/vi notícias, foi um dia ocupado.

o sobrinho neto regressou à creche, soube que ficou bem ( ele gosta de conviver, é uma criança feliz), fui de manhã fazer umas compras à Sephora, a loja de rua e do centro comercial só abriram ontem,  entrei, estava o alarme de uma das portas avariado o ruído incomodava, uma senhora via um batom, a colaboradora perguntava à colega que me atendia como fazer para a senhora o experimentar. não é fácil mudar os hábitos, sobretudo quando se trata de experimentar os testers.

não demorei muito tempo,comprei  o que queria, quando recebi o saco com as compras,disse-me a colaboradora: "obrigada por confiarem em nós, obrigada por procurarem a nossa loja, as senhoras são as primeiras clientes que atendemos neste primeiro dia de abertura".

fiquei contente com este comentário,senti que foi sincero e que somos o impulso para que a economia dê frutos.

segui para a Massimo Dutti,  na mesma avenida, precisava comprar um presente de aniversário para a minha amiga M, merece muito, precisa de consolo, de ânimo,.

vi umas camisas giras, mas como está de luto, fiquei indecisa na cor, os modelos que vi não tinha na cor preto, optei por um cheque-prenda ( a primeira vez que comprei), não tinha ideias para nada, não queria dar bijuteria ( tem muita,mas muita, mesmo,e falo por mim que tenho de mais e nem sempre a uso),nem perfumes.

à tarde, fui buscar o sobrinho neto à creche.

uma mesa do lado de fora da entrada, um cesto com os sacos onde os pais deixam o calçado que levam, e calçam o que fica para usar lá dentro.

a funcionária estava com o menino no colo,ele sorria, eu fiquei um pouco atrapalhada porque não sabia o que tinha de fazer, disse-me para pegar nele,sentá-lo em cima da mesa e calçar os sapatos que estavam no saco.

tive de mexer em dois sacos, não sabia qual era o dele

sem que tivesse perguntado como foi o dia, ela informou-me que tinha corrido muito bem, que ele portou-se muito bem

a educadora viu-me, perguntou-me como estava eu, e confirmou que o menino portou-se muito bem neste primeiro dia de creche. e senti que elas estavam felizes com os meninos. 

trouxe-o a pé,por vezes ele queria colo,mas pesado que está,andei poucos metros com ele, todo o percurso foi de mão dada e a bater no balão do dia da criança, que eu segurava.

ao fim da tarde, ainda fui à Maia.

vejo dois capítulos da série que sigo, desligo o pc  tarde, deito-me cansada, durmo mal, acordo cedo.

hoje,fui à feira semanal, comprei coisas fixes: t-shirt, blusa,vestido,camisola, dois lençóis capa e um lençol de cima,com um folho, lindooo, tipo zara home.

já lavei tudo

vou buscar o menino à creche, a mãe está em teletrabalho.

 

o meu rosto em cem palavras

Maria Araújo, 01.06.20

Ana pensa, projecta e faz.

agora, lançou este desafio, não podia deixá-la ficar mal, e porque gostei do que li,  aqui fica "o meu rosto em cem palavras".

Em criança fui loira,tinha o cabelo comprido, diziam que era a" Alice no País das Maravilhas", tenho sardas (as colegas da escola cobiçavam-nas e com um marcador faziam pintas no rosto para ficar igual ao meu). 

Cresci, o cabelo escureceu.

Os meus olhos são pequenos, em forma de amêndoa, e castanhos, o  nariz é comprido, a boca pequena.

As pestanas são curtas e claras, para realçar o olhar uso máscara de pestanas.

Desde sempre que tenho rugas de expressão, quando me rio parece que duplicam.  Agora madura que sou, há outras

Já disse que tenho sardas?

Marta, um desafio para ti.

Participa,minha querida.