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continuo sem o meu iphone

por Maria Araújo, em 04.10.17

acabei de ligar para a loja para saber se podiam dizer o que se passa, não sabem de nada, dizem que é normal demorar algum tempo.

quando comuniquei que todas as reparações levaram dez dias desde a entrega na loja até ao levantamento, achei estranho que estivesse a demorar, visto que a avaria, desde o início, é a mesma; o sistema bloqueia.

e informei que o pedido de reparação levava em anexo uma carta minha a  expor o que tem acontecido( pedi que me devolvessem o valor ou substituam o aparelho) responderam que provavelmente o processo passa por sectores diferentes, poderão estar a analisar a avaria e levará mais tempo que o previsto.

pedi que enviassem um e-mail a saber o ponto de situação e me dêem uma resposta.

não tenho contactos de ninguém, o telemóvel que tenho é rudimentar, habituei-me ao touch ( e eu que dizia mal dele) vou para a capital no fim de semana, estou a enviar e-mails a pedir os números, preciso de saber quem me liga ou a quem ligo.

não sou pessoa de passar o tempo a falar ao telemóvel, mas neste momento faz-me muita falta.

 

 

 

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3ª vez bloqueado

por Maria Araújo, em 19.09.17

 

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No domingo, quando o despertador dá sinal para marcar a aula no ginásio pela APP, o telemóvel bloqueou, não consegui marcar.

Depois de muitas tentativas, a aplicação não abria, lembrei-me de desligar e ligar o telemóvel. E a aplicação abriu. 

Ontem, pus o despertador a avisar-me para a marcação de hoje. Quando abro a aplicação voltou ao mesmo. Experimentei abrir o Instagram, o Google, mas nada.

Tentei, uma, duas, várias vezes.

O sinal de internet estava funcional, lembrei-me do que acontecera no domingo, novamente desliguei e liguei o aparelho.

E voltou tudo a funcionar. Mas, como é óbvio, a reserva de aulas estava cancelada.

Não há paciência. Entre Maio e Setembro é a terceira vez que o telemóvel bloqueia.

Quando o deixo na loja e faço as reclamações habituais, dizem-me que não podem dar um novo, que a marca é que tem de assumir, que aguarde. E fico sem aparelho, no mínimo 15 dias ( mas já esperei mais tempo) para marcar as minhas aulas e fico com a minha vida "suspensa" por causa deles.

Inadmissível!

 

 

 

 

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fez-se luz

por Maria Araújo, em 07.09.17

Telemóvel nas minhas mãos desde domingo, segundo software novo, mas... "onde diabo está o carregador e o cabo USB?! Como é possível tê-lo sempre na gaveta e à mão, e não o encontro?! Como passar as fotografias para o computador?", inquiri-me durantes estes dias.

Tenho um cabo de outro telemóvel que serve apenas para carregá-lo.

Durantes estes dias procurei  tudo e não o encontrei.

A estratégia que arranjei para descarregar as fotografias, foi enviá-las por e-mail.

No sábado, o meu sobrinho veio ver o que se passava com o router (não podia fazer e receber chamadas e entretanto foi substituído), fora buscar a caixa  onde guardo os telemóveis antigos para verificar se o carregador da máquina fotográfica, que avariou há um ano, e que ele iria tentar arranjá-la, estaria junto com os outros.

Há pouco, lembrei-me deste espisódio. Fui ver a caixa.

Entre os vários carregadores, pareceu-me que um deles seria o do telemóvel. E era.

Quatro dias a matutar onde teria eu guardado o cabo. 

Quando a rotina é interrompida por algo ou alguém o inesperado acontece.

E hoje fez-se luz.

 

 

 

 

 

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tudo bloqueado

por Maria Araújo, em 24.08.17

e pela terceira vez, o telemóvel, com um ano de vida, voltou à loja.

 

 

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habemus telemóvel

por Maria Araújo, em 20.05.17

desde ontem, final da tarde.

Está funcional.

Com a APP do HP, esta semana, espero eu, já não vou faltar às minhas aulas de Pilates.

Já tirei fotos. Já filmei o Mickey que procurava algo na minha carteira.

Pelo whatsapp "falei" com a minha sobrinha, a caminho de Tóquio, e contactei a mana, no Rio de Janeiro.

 

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" um telemóvel novo..."

por Maria Araújo, em 19.05.17

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O telemóvel avariou há um mês.

Dentro da garantia, entreguei-o na loja, que por sua vez enviaram para a marca.  Foram duas semanas sem ele.

Regressou. Software e bateria novos.

Configurei-o. Experimentando a câmara, a imagem aparecia invertida.

Voltou à loja. Depois de várias tentativas para  perceberem o que se passava, enviaram-no, de novo, para a marca.

A funcionária ia pedir urgência na reparação

Entretanto comprei um novo, o mais barato que tinha na loja.

Passou uma semana, a urgência pedida não surtiu efeito. Passei na loja na segunda-feira, apenas para saber a situação.

A funcionária comunicou-me que não tinham nada. Prontificou-se a enviar um e-mail, nesse mesmo momento. E fê-lo. Dar-me-ia uma resposta logo que recebesse a informação pedida.

Terça-feira não tive notícias.

Ontem, depois do almoço, o telemóvel tocou.

Era ela a comunciar que a marca respondeu ao e-mail dizendo que o aparelho ainda estava em reparação.

Fiquei decepcionada. Mais duas semanas sem o telemóvel. Provavelmente estende-se para a semana que vem, o aparelho faz-me falta para marcar as minhas aulas no ginásio.

Ontem, as colegas do ginásio saudaram-me com entusiasmo pois já não vou às aulas de Pilates desde que o telemóvel avariou.

Expliquei-lhes o que aconteceu.

"Um telemóvel novo ou o dinheiro", são os seus comentários.

Mas eu não sei como exigi-lo.

Aguardo pacientemente a vinda do meu.Mas não sei, prevejo que não vai durar muito tempo.

A garantia tem mais um ano. É a minha sorte. Por que sorte com os aparelhos, não tenho. 

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chegou! mas vai voltar

por Maria Araújo, em 07.05.17

 

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Comprei o telemóvel em junho de 2016. Há algum tempo dava sinais que não estava bem, até que há15 dias foi de vez.

Levei-o à loja, sabia que teria de ir para a marca.

Ontem, recebi uma sms para o levantar.

Fui informada que foram substituídos o software e a bateria, a custo zero.

Em casa, configurei o telemóvel, fiz o download de algumas aplicações necessárias. 

De repente, clico no ícone da máquina fotográfica e: " que é isto?!", comentei para o meu decote.

A imagem aparece invertida. Se mover o telemóvel na horizontal, fica direita. Mas com um senão: só funciona a selfie.

Se quero fotografar uma paisagem, ou qualquer outra coisa, não tenho o ícone para a fotografia normal.

Procurei no menu da máquina, nas definições do telemóvel, zero!

Por vezes receio mexer e desconfigurar alguma coisa. Pedi à S (os jovens que dominam muito bem os gadgets)  que desistiu, também, não encontrou nada.

Então, para tirar uma fotografia, só a mim mesma. Não sou narcisista, tiro algumas selfies, mas acompanhada, para ficarem para recordação. Prefiro fotografar objectos, paisagens, qualquer coisa que goste.

De manhã, no supermercado, as garrafas da água captaram a minha atenção, foi o suficiente para experimentar se conseguia a fotografia. Tive de pôr o aparelho na horizontal, segurei-o com a mão esquerda de  modo a não tapar a objectiva, acertei a posição e com a direita cliquei. Ficou inclinada, mas consegui.

Tentei tirar fotografias à página de um livro,mas sem sucesso. Torço-me toda para ver se consigo fcar a imagem (ahahaha), é um desespero acertar o "alvo".

E é isto! Vou de novo à loja entregar o telemóvel. Com certeza que vão enviar para a marca.

Logo na semana que vou a Fátima.

Sem máquina fotográfica, sem telemóvel. Estou feita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 23.04.17

Desde que comecei a marcar as minhas aulas no ginásio pela aplicação do telemóvel, levo-o para o quarto, ponho-o a despertar precisamente dois minutos antes da hora que tenho de fazer a marcação. 

Esta madrugada segui a rotina.

De manhã, por volta das 9h00, e a pensar ir à praia, acordei antes de ele me despertar. Peguei nele para ver as horas.

Aparecia no ecrã um fundo preto e as letras a branco, a marca do telemóvel. Deduzi que algo não estava bem.

Tentei desligá-lo, mas não cedeu. Pensei que a bateria poderia estar descarregada, liguei-o à tomada. Nada se alterou.

E a hora para marcar a aula estava a chegar. Desconfiada,  aguardei que o despertador desse sinal. Mas não deu.

Tantava desligá-lo, continuava igual.

Levantei-me, decidida a ir à loja. Esqueci a praia. 

E encontrar a garantia? 

Costumo guardar a factura na pasta do e-factura. Tinha outras mais antigas, e a do telemóvel, que nem um ano tem, não aparecia.

Estava à toa, as pastas são muitas, tinha a certeza que era nesta que a guardara.

Fui ver as pastas mais antigas, não encontrei, até que peguei numa pasta de lombada estreita. Lá estava ela.

O tempo está a favor para caminhar, aproveitei para ir a pé, o que me leva cerca de 35 minutos.

No Media Markt, expliquei o que se passava ( e já não era a primeira nem a segunda vez que isto acontecia, embora desligando e ligando, ele voltava a funcionar).

O telemóvel ficou na loja. 

Sendo um desbloqueado, vi um a 20 euros, serve para o meu dia-a-dia, mas só o compro se não conseguir  um emprestado. A Sofia tem vários, vamos ver se algum serve para desenrascar.

Saí da loja, fui na direcção do centro comercial onde tem uma loja de registo do euromilhões, queria registar o meu caso amanhã decida ir à praia, e na terça, que é feriado, a possibilidade de o registar aqui no centro da cidade é menor.

Da loja, uma fila vinha até à entrada. 

Reparei que predominavam as mulheres, deduzi que estavam ali para comprar raspadinhas.

Ao lado da fila, de costas para mim, uma delas segurava as raspadinhas com uma mão e a outra raspava-as.

Às tantas, vira-se. Reconheço-a, e ela a mim.

Fez-me uma grande festa, há anos que não me via, como estou, e tal.

Eu cumprimentei-a. Não me lembrava do nome, mas também não lhe perguntei ( lembrei-me dele, Rosa, no caminho para casa), perguntei-lhe pelos filhos, se ela continuava lá ( na empresa, não me lembrava que ela tinha emigrado há anos), respondeu-me que já não estava lá, na Suíça, que regressara em 2010 mas os filhos continuavam no país e que vai vê-los várias vezes no ano.

Quando me vê de euromilhões na mão, diz-me que nunca joga, que só joga nas raspadinhas. 

Comento que raramente as compro, que é um vício...

"Ai, nem me diga nada!", comentou, " Se soubesse o quanto eu gasto nelas! Estou sempre a jogar".

Baixinho, digo-lhe eu: " Raramente as compro, jogo no euromilhões com uma amiga, senão nem jogava. Sabe o que faço em vez de gastar o dinheiro nisso? Meto-o num mealheiro. Quando estiver cheio, abro-o e uso-o para alguma viagem que queira fazer."

Respondeu-me ela: " Uma boa ideia, sim senhora, pelo menos não gasta nisto. Usa-o para si. Eu não me controlo."

As senhoras que estavam à minha frente riram-se...Elas também as compravam.

Às tantas, a Rosa, para não ir para o fim de fila, aproveita-se da minha vez e,  junto ao balcão(eu deixei, claro), entrega as rapadinhas sem prémio e pede mais umas quantas de vários valores.

Despediu-se de mim e foi embora.

A Rosa era ajudante de cozinheira na empresa do meu pai, onde eu também trabalhei 15 anos. O marido era trolha, tinha uma pancada, era um inconstante, ela queixava-se dele, mas adorava-o. E acho que ele a ela. 

Acabei o curso, saí da empresa. Ela  ficou mais uns anos, até emigrar.

Passaram 26 anos.Ela está uma lady. Unhas compridas, de gel, bom aspecto, com certeza. Uma chave grande na mão, só podia ser de um carrão. Gasta um dinheirão nas raspadinhas, mas ela sempre teve um bom coração.

Oxalá a vida lhe sorria por muitos anos e que o dinheiro que gasta em raspadinhas não venha a fazer-lhe falta.

Gostei de ver a Rosa.

 

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tu cá tu lá

por Maria Araújo, em 15.03.17

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Estava preparada para enviar por mail umas cópias de uns documentos, quando o telemóvel tocou.

Convicta que era o trolha (não me lembrei que tenho o seu nome nos contactos) que combinara comigo vir cá ontem e não veio, preciso de um orçamento para obras na garagem e pintura da sala, atendi o telemóvel. 

Quando ouvi uma voz  vibrante e simpática demais, para meu gosto, de uma mulher, pensei " Caramba, estou tramada!"

Então foi o desenrolar de uma conversa tu cá tu lá como se de duas amigas se tratasse.

Perguntou-me de que zona do país eu falava, respondi, e então: "Ah, e tal, vivi aí em Braga, adorei, mas depois tive de regressar à minha cidade. A sua cidade é muito bonita e blá, blá, blá".

E eu desviava o telemóvel do ouvido, porque desenrolou uma quantidade de merdas que não me interessava saber.

Gente, quando convincentes, deitam tanta coisa de si da boca para fora.

Às tantas, depois de  a deixar descarregar a conversa e porque precisava de enviar o e-mail, interrompi-a e disse que não estava interessada no produto.

"Ah, e tal, porque agora mudamos o nome, as coisas funcionam de outra forma, e tal."

Eu insistia que não queria nada, que já tivera duas experiências que resultaram em nada, que não queria, e blá,blá,blá.

Volta a explicar-me que era diferente,  pergunta-me o que foi que correu mal nas vezes anteriores.

Ansiosa por a despachar, e porque não quero MESMO o produto, resumidamente contei.

E regressa à conversa anterior...

Já nem a ouvia. E escrevia na minha agenda " estou farta de ouvir a conversa ao telemóvel da gaja do... que agora é outra coisa qualquer" até que, de repente, indirectamente, a mulher queria o meu NIF.

Eu não me manifestei, volta a usar as mesma palavras e respondo-lhe:

" se tem aí o meu NIF, porque está a pedir-mo?"

"ah, não sei se está a entender, eu não tenho o seu NIF. Eu quero que a senhora Maria V me diga para ver aqui na ficha o que foi que aconteceu naquelas duas vezes que lhe foi recusado o produto".

Não lhe disse que não lhe dava o NIF ( a conversa estava a ser gravada). Mas insisti que não queria nem estou interessada no produto, e se um dia quiser entrarei em contacto com a empresa.

Quando finalmente percebeu que não lhe daria o NIF (era o que faltava!) acabou a conversa ( que estava a ser gravada) dizendo que fora um prazer falar comigo, que fui muito simpática, que agradecia do fundo do coração a minha simpatia. E desligou.

Eu entendo o quanto estas pessoas precisam destas chamadas para ganharem a sua comissão. Muitas foram as vezes que o fiz para as ajudar.

Mas depois vinha a carta a informar-me que não era possível ter o produto.

Lamento. De coração.

 

 

 

 

 

 

 

 

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o telelé

por Maria Araújo, em 04.01.17

 

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A aula de grupo de Pilates começou com o estúdio completamente cheio.

Nem três minutos passaram, toca o telemóvel de uma das senhoras que estava ao meu lado direito e um pouco mais à frente.

Alguém comentou: " já só faltava este".

A senhora pôs-se de joelhos, arrebitou o rabo para mim, pegou no aparelho e, pelo que me pareceu, rejeitou a chamada. Voltou ao exercício.

Dois minutos depois, o telemóvel voltou a tocar.

A professora olhou-a, mas não disse nada.
Ela voltou à mesma posição, quase deitada no chão, o rabo arrebitado para mim,falava baixinho.

Voltou ao exercício.

Mais um minuto, o telemóvel interrompe a aula de novo.

Alguém comentou qualquer coisa que não entendi.

A senhora voltou a arrebitar o rabo. Via-se-lhe o fio dental lá no rego. Volta a estender-se no chão, desta vez demorou mais tempo a falar ao telefone.

Não se ouvia o que dizia, pois claro.

É preciso ter lata! Apetececeu-me dizer-lhe: " desligue o telemóvel, por favor!"

Sentou-se, voltou ao exercício, comentou para quem estava perto, algo como " que teimoso!".

Porra, teimosa foi ela em atender! Logo na primeira vez devia ter  desligado.

Não consigo entender por que diabo esta gente tem de levar o telemóvel para as aulas.

É por isto que estes adultos, pais e mães, não são exemplo para os filhos.

A professora é muito educada e simpática para todas nós, penso que não quer ser desagradável, mas acho que devia adverti-la de que não deve levar o aparelho para a aula, ou então, tirar o som para não incomodar.

Aliás, penso que é uma regra de proibição, em todos os ginásios, o uso do telemóvel durante as aulas de grupo.

 

 

 

 

 

 

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