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coisas do dia

por Maria Araújo, em 19.04.17

 

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Ontem, ligaram-me da super linha, pediram-me autorização para gravar a chamada, convidaram-me a contrair um empréstimo... A chamada caiu. Não ligaram mais.

Acabei de receber a chamada. Novo pedido de autorização para esta ser gravada... Aceitei, com certeza.

Mas o recado foi dado antes que a senhora deitasse tudo cá para fora.

" Não estou interessada em créditos, levei anos a pagar os que tinha, liquidei-os muito antes do prazo terminar, não estou interessada em contrair nada, não quero mais compromissos com o banco. Não, muito obrigada".

Ela agradeceu em nome do banco e desligou.

Era o que me faltava.

É como a publicidade do crédito ao António...

Depois não se queixem do crédito mal parado.

 

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a cena repetiu-se

por Maria Araújo, em 30.12.16

agua-boa.jpg

 

Ontem, final da tarde o telemóvel tocou. Vi o número, que não conheci, decidi atender.

A voz de uma mulher pergunta se está a falar com a senhora x. Respondo que sim.

E começa a descarregar o que queria: fazer um pequeno inquério à qualidade da água da companhia.

Respondi, sabendo eu o que viria a seguir. A cena de 2011 ia repetir-se.

Estava preparada para as perguntas sobre: estado civil, número de filhos, profissão...

Antes de desligar agradece e diz que brevemente iria ser contactada. 

Ao início da tarde, descia eu a rua, toca o telemóvel.

Atendi. Era mesma voz.

Cumprimenta, pergunta se sou a senhora tal, que é da empresa x e que ontem tinham ligado. Que estava uma tarde bonita, cheia de sol, que a chuva não quer vir e tal.

Cortei a conversa e perguntei o que queria.

Repetiu que era da empresa x, que queriam fazer o teste à qualidade da água ( o teste do copo), que precisavam de ajuda, que ganham uma comissão quando vão a casa apresentar o produto.

Interrompi-a de novo dizendo que já conhecia o teste e o produto, que há uns anos alguém veio com a mesma conversa, que não nos largam, que não estava interessada em nada, que me desculpasse, não estava disposta a receber ninguém em minha casa, até porque tivera uma má experiência.

A mulher insistia que precisava de ganhar a comissão.

Eu interrompia dizendo que entendia, que sabia disso, mas não queria nada.

Voltava à carga comentando que o facto de eu ter tido uma má experiência não significava que todos são mal educados, e que quem cá viesse, seria educado. E suplicava constantemente que a ajudasse.

Insisti, também, que não. Que lhe desejava boa sorte mas não queria ninguém em minha casa a fazer o teste que conhecia, e que me desculpasse mas desta vez não podia ajudar.

E do outro lado ouviu-se um lamento.

Custou-me decepcionar a mulher, mas não dá.

Quando estas pessoas (con)vencem, metemo-nos em maus lençóis / despesas.

 

 

 

 

 

 

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a chamada

por Maria Araújo, em 05.05.16

16:30h o telefone fixo tocou, um número local, que não me era desconhecido, atendi.

Reconheci a voz mas esperei que se identificasse, o que fez de imediato.

Havia ligado para o telemóvel, que estava com a bateria descarregada eu nem dera por nada, tão grande é a importância que dou lhe dou.

E diz a voz masculina:

- Olá, está boa?

- Sim, obrigada - e sorri porque tinha a certeza do que iria dizer.

- Tenho uma surpresa para si. Quando pode passar por cá?

- Eu sei qual é a surpresa - comentei, sorrindo - Só não sei qual o dia que, até por que foi uma brincadeira minha.

- Então já sabe que tenho aqui o seu bilhete para o Rock in Rio. Quando pretende vir cá levantá-lo?

- Amanhã de manhã. 

E ficou combinado passar no Banco Santander e levantar o bilhete.

Vou, finalmente, saber qual o dia e que concerto vou assistir...se é que vou.

 

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telefonei ao trolha

por Maria Araújo, em 14.10.15

"Ah, e tal, tive um trabalho com uma máquina (máquina? comentei de mim para mim), depois era tarde, e ontem também não pude, o tempo passou e esqueci-me. Hoje não posso, passo aí amanhã."

"Eu disse ao senhor que tinha de vir até hoje. Amanhã vou para Lisboa, não é possível". 

E pensando eu que ele ia dizer que vinha no sábado e preparada para lhe dar a resposta, talvez porque se lembrou que o tinha avisado que ia estar todo o fim de semana fora, diz-me ele: "Segunda-feira ligue-me e eu passo aí, sem falta!"

São mesmo trolhas, caramba!

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os telefonemas

por Maria Araújo, em 02.07.15

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Os meus vizinhos pensam que eu sou uma desmazaleda, não quero saber do carro que, coitado, está com o pneu furado, parece um carro abandonado, cheio de pó...

Acordei muito cedo a pensar no carro, não voltei a adormecer e às 9:05h estava a ligar para a oficina.

"(...) a minha chamada nem é para si, mas para o senhor S. Quero mostrar o quanto estou zangada convosco. Quando digo que não preciso do carro é relativo, porque preciso sempre para alguma coisa mais urgente ou para me deslocar para fora da cidade. Há uma semana que o carro está parado, eu entendo que possam ter muito serviço, mas não tiveram a consideração e a delicadeza de pegar no telefone e informarem-me que ainda não fora possível mudar o pneu"

"Ah, mas a senhora disse que um familiar seu ia mudá-lo..."

"Sim, mas na segunda-feira logo de manhã, também liguei a dizer que não fora possível ele vir cá e perguntei se me resolviam o assunto, a menina disse que sim, passei aí, deixei a chave e os documentos, uma vez que eu ia para fora. Se acham que não podem, digam e eu vou à recauchutagem aqui perto de casa e tento resolver o assunto. Sou vossa cliente há pelo menos 12 anos, mereço alguma consideração. Eu não tenho nada a apontar ao vosso trabalho, sempre foram eficientes, mas acho que desta vez está a ser demais."

"Ah, mas sabe que começam as férias, que há muito trabalho..."

"Eu sei disso e tenho sido compreenvia, entendo muito bem, mas mais uma vez digo que deviam ter tido alguma consideração e ligavam-me."

"O senhor S vai já buscar o carro, desculpe. Está a cair uma chamada, vou ter de atender."

Entretanto, vou tomar o meu banho matinal e vejo o minha barriga, braços e pernas cheia inchaços.

"Porra, será que isto é mesmo mosquito, melga, ou será outra coisa mais complicada!?"

E fui ao Hospital Privado Braga Centro para ver se conseguia uma consulta de dermatologia (ontem tive a sorte de ter uma de oftalmologia) mas não, só no dia 23 e como ainda não abriu a urgência, voltei para casa.

Liguei para a mesma rede, mas nos arredores, por sorte havia uma vaga para as 10.45h mas o médico só dava 15 minutos de tolerância.

Eram 10:15h, sem saber se tinha autocarro, pedi para marcar e, entretanto, saio apressada de casa, pergunto na paragem a hora do autocarro...só às 11horas e faltavam 20 minutos. Decidida a ir de táxi, fui à paragem na rua ao lado onde os vejo estacionados e hoje nem um havia.

Voltei para a paragem e às 11h  lá chegou o dito autocarro.

Entretanto, liguei para o hospital a informar que já estava no autocarro, se ainda era possível ter a consulta. A funcionária disse que ia avisar o médico, mas eu estava muito atrasada. 

Preparada para receber o não e ir à urgência, cheguei com 25 minutos de atraso...mas consegui. Esperei cinco minutos e entrei para a sala de consultas.

Felizmente os inchaços são mesmo picada de melga ou qualquer outro maldito insecto que me anda há um mês a deixar-me doida de coçar e com tantas marcas que tenho no corpo. Desta vez eram feias, fiquei mesmo preocupada.

Lá vou eu ficar pedrada com o anti histamínico, mais um gel que não o fenistil, chego a casa, vou à janela da cozinha espreitar e o carro ainda lá.

Fiz o almoço, a Sofia chegou,  estavamos sossegadas a almoçar. Depois do almoço,  fui à cozinha, voltei à janela e "o carro não está!".

Eram 13:50h. A minha sala de jantar tem três janelas que dão para as traseiras e logradouro, e não ouvi nada, nem sequer o motor do carro.

Onde andaria o meu pensamento?

Quem veio tinha a chave, não ligou a dizer que já estava em baixo e ia levar o carro.

O mais importante, finalmente, é que foi resolvido mas desconfio que se não tivesse ligado logo de manhã ainda não era hoje que vinham buscá-lo.

Uma revisão a pneus, instalação elétrica (o rádio não funciona) e mais umas pequenas coisas, espero ter o carro amanhã. Sábado preciso muito dele.

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A voz

por Maria Araújo, em 25.06.15

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Estava a aspirar a casa (não é a semana da empregada), quando o telefone tocou.

Pensando que era o mecânico que vinha buscar o carro, que não veio, fui atender.

Uma voz masculina perguntou se era a senhora Maria A, (estive para dizer que era uma familiar dela, como fiz hoje de manhã a uma das três operadoras do nosso mercado de telecomunicações e...despachei-a) respondi que sim (será que gostei da voz, ahahahaha!) e o senhor apresenta-se e diz que está a falar do Holmes Place, pede desculpa por não terem respondido aos e-mails e que provavelmente não receberam o primeiro mas que estava muito interessado que eu passasse lá, que tinha uma aula especial hoje, e que teria muito prazer que fosse à aula.

Sorri...

Expliquei que tinha falado com uma menina sobre o assunto, que hoje não podia ir à aula experimental porque estou sem carro, que fica para a próxima semana, e que passo lá para marcar o dia.

Muito simpático, mais um pedido de desculpa, desligou.

Mas se eu não tivesse ligado, ainda hoje não tinha resposta.

 

 

 

 

 

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Convites recusados

por Maria Araújo, em 16.08.14

 

Convite para um fim de semana na aldeia, recusado. Convite para passar o dia na praia, recusado.

Ficou alinhavado passar o fim de semana em Vila do Conde e à noite bebermos um copo no Forte de São João.

Hoje de manhã enviei mensagem a confirmar.

Acabei de receber chamada.

Não é possivel.

Como a próxima festa do vinil, no último sábado deste mês (já não vou há um ano) será no Forte de São João, a proposta é ir a malta de Braga (estarei por Madrid, se tudo correr bem) festejar o final da época balnear.

E como no próximo fim de semana vão cinco mulheres passar 3 dias a Baiona (quem tem filhos, os pais ficam com eles) a noite de hoje fica sem efeito.

Por casa neste sábado cheio de sol e com vontade de sair à rua, tomei uma decisão: vou tirar as fotos do pôr-do-sol, deste ano, algures no monte de Santa Maria Madalena, Falperra.

 

Pôr-do-sol no Bom Jesus, em agosto(um mês muito quente) de 2013.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O telefonema à Fanny

por Maria Araújo, em 09.07.13

9:10h, mais minuto menos minuto, a caminho do trabalho, rádio do carro sintonizado na RFM e escuto Nilton a ligar à Fanny.

Convidava-a ele para fazer o lançamento de uma revista  (não me recordo o nome) uma vez que ela é, agora, famosa e a intenção era fazer publicidade grátis.

Grátis não, a menina é famosa, não pode trabalhar de borla, e insistia que ele, Nilton, devia falar com o seu (dela) agente.

Nilton lança o valor 1 500 euros e aguarda a reação, que não foi demorada. 1 500 euros é pouco para uma pessoa tão famosa quanto ela.

Até que, motivo do meu post de hoje, perante a insistência dele, ela retroca: " As pessoas não me esquecem(...).Eu sou a Fanny, não sou o Zé da Esquina".

Ó palavra que que ela disse!

Esboçou-se-me um sorriso e as palavras saíram-me alto, para o meu decote: "Estupidez. Quem pensa ela que é? Não é o  Zé da Esquina! Olha esta agora!"

Chamada desligada e Nilton desvenda a brincadeira, voltando a ligar.

Fanny responde que "até gostou da brincadeira",  e acrescentou " Não esperem pela demora!"

E a risota soltou-se naquela estação de rádio.

Grande Nilton. Tenho pena de não poder ouvir-te mais vezes, de manhã.

 

 

 

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