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Sexta-feira Santa

por Maria Araújo, em 14.04.17

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Às 15horas lançam-se foguetes que anunciam a morte de Jesus Cristo.

Nesta tarde, gosto de dar uma volta pelo centro da cidade cheia de turistas, entrar em todas as igrejas  por onde passo.Algumas são abertas duas vezes por ano, como a capela de Nossa Senhora da Conceição ou Capela da Casa dos Coimbras.

À excepção do altar, a Sé estava às escuras. Realizava-se a cerimómia da Celebração da Morte do Senhor.

A Semana Santa culmina hoje, com a Procissão do Enterro do Senhor.

Uma volta pela cidade, aqui ficam as fotografias desta Sexta-feira Santa.

 

Igreja dos Terceiros

 

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interior da Igreja da Misericórdia

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Sé 

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 cerimínia Celebração da Morte do Senhor

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 (excepcionalmente, e talvez porque a catedral estava às escuras, e porque é proibido fotografar,  hoje foi possível a fotografia).

 

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Capela de Nossa Senhora da Conceição - Casa dos Coimbras 

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Altar-mor 

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 Igreja de São João de Souto

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 Igreja de Santa Cruz

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farrapos, é o que vejo

por Maria Araújo, em 24.08.16

Há cerca de quinze dias que não vou ao centro da cidade (a cinco minutos de casa), hoje fui levantar um exame médico (está tudo bem), tinha chovido antes de sair de casa a trovoada foi rápida mas forte, resolvi aproveitar para dar um salto ao Theatro Circo para comprar os bilhetes para dois espectáculos que não quero perder: David Fonseca e Hiromi.

Um senhor meia idade, t-shirt vermelha com a palavra "vigilante" nas costas, boné, óculos escuros, pedalava a sua bicicleta, ultrapassou-me no passeio. Falava alto para si próprio, isto:

"Andam estes jovens a jogar matraquilhos em vez de irem trabalhar e nós aqui a descontarmos para esses vadios."

Segui o caminho, até que nos semáforos teve que parar, entretanto, chego também, páro, ele continuava a conversa para si próprio, enquanto as pessoas que esperavam o sinal verde o observavam:

" Pois é Portugal, andas a tirar aos reformados para dares a esta juventude que não quer trabalhar e andar a gastar em vícios. Pobres dos reformados."

O sinal abriu, continuou o seu caminho a pedalar conversadno sozinho.

Desapareceu da minha vista, esqueci o senhor.

Dirigi-me ao Theatro Circo, comprei os bilhetes. A Zara fica ali ao lado, lembrei-me de espreitar o que há de novidade da colecção de outono.

À excepção de uns blusões beges e das jeans brancas, não gostei de nada.

Farrapos e mais farrapos, tudo muito florido, calças rasgadas, parkas cheias de berloques, camisas e blusas estilo anos 80, calças rasgadas, outras largas pelo meio da perna, nada de jeito .

Fico sempre na dúvida se é a idade que  já não aceita qualquer moda ou se são farrapos o que vejo.

Já na loja online, a coisa é outra.

A semana passada entrei na Massimo Dutti e apesar de ter umas peças interessantes mas pouco convidativas a gastar os euros com o calor que faz, nada me cativou.

E a menina ainda comentou comigo ( fiquei de queixo caído porque raramente as funcionárias comentam alguma coisa, gostam, sim, de olhar de alto a baixo os clientes que entram na loja (mas já foi pior),  e perguntou-me ela:  "não acha que a colecção está gira?"

Na verdade, eu não consigo encontrar peças jovens com toque clássico.

Para mim, as roupas são para senhoras com mais de setenta.

Mas ainda é cedo para o grosso que há-de vir da colecção. Aguardo.

Entretanto, hoje, ao final da tarde, tudo quanto era sapatos, sapatilhas e botas que não quero mais ver à minha frente, meti-os em dois grandes sacos de plástico para dar ou meter nos contentores de roupa e calçado.

Amanhã, vão ser as malas e a roupa.

Esquisita que estou, pá! 

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Sei que choro por tudo e nada, mas...

por Maria Araújo, em 16.11.13

há coisas que não me passam ao lado e emociono-me com o que os(as) outros (as) sentem, dizem, fazem e escrevem:

Este post, de uma ex-virtual amiga (conhecemo-nos pessoalmente em agosto passado e asseguro-vos que é uma excelente pessoa) deixa-me sem saber o que dizer quando confrontada com momentos como o que abaixo destaco:

 

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Acabamos os dois a chorar

 
"Hoje, no âmbito da minha actividade profissional, fui novamente visitar uma IPSS da grande Lisboa (como já estava à espera tive de chamar o meu colega à atenção em relação a conduzir e usar o iPhone). A recepção das instituições tem sido muito positiva. Há cerca de 2 anos que começamos a desenvolver vários projectos de mecenato e esta foi uma das instituições que foi contemplada no ano passado. Doamos equipamentos específicos que para além de serem uma mais valia preciosa, pois são equipamentos muito caros em que asseguramos complementarmente e de forma gratuita a sua manutenção, são também fontes de receita para as instituições. Visitámos as instalações conhecendo ao detalhe cada uma das suas valências. Centro de dia, apoio domiciliário a idosos, apoio a famílias carenciadas, creche, etc. Se algum dia tivesse tido dúvidas de que quem está à frente destas instituições têm de ser pessoas com um grande coração e capacidade de entrega, hoje teria ficado completamente elucidada. No decorrer da reunião com o director (um senhor de 70 anos que está à frente da mesma há 11), tivemos de fazer uma pausa breve na conversa (sobre as dificuldades que as instituições enfrentam nos dias de hoje em relação à falta de apoios) pois o senhor emocionou-se e de lágrimas nos olhos embargou-se-lhe a voz. Nunca estamos à espera de uma situação destas e na altura não sabemos como reagir. Somos apanhados desprevenidos, pelas nossas próprias emoções, e sem nos apercebermos já estamos igualmente com os olhos marejados de lágrimas. Acabamos os 2 a chorar. :)"

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Inevitável

por Maria Araújo, em 17.05.12



 

 

A cada dia que passa somos confrontados com estas notícias

Não consegui escrever uma palavra que fosse deste jovem senhor.

Esta senhora, fez-me vibrar nas noites de discoteca, por este norte acima.

 

 


 

 

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