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tenho um smartphone novo

por Maria Araújo, em 17.10.17

a dois dias de completar um mês de espera da reparação do telemóvel ( e não era nada demais, apenas bloqueava e de quando em vez quem falava do outro lado não me ouvia); depois de seguir o conselho deste blogger, na sexta-feira fui à loja saber o que se passava; sem que o colaborador tivesse proferido palavra alguma à minha reclamação, pareceu-me que andava perdido no computador, eis que foi ter com a colega que estava na caixa e passou-lhe a pasta; depois  de ela ter passado por mim e não dizer que ia tentar saber do assunto, desapareceu  e cerca de 10 minutos depois regressou dizendo que não conseguira contacto com a marca; depois de eu acrescentar que ligara na semana anterior e  de a colega me ter dito que ia enviar um e-mail e logo que tivesse uma resposta, ligar-me-ia; depois de eu ter dito que a minha presença ali era para reforçar o pedido do envio do email, visto não ter tido a comunicação prometida pela colega, foi então que ela me aconselhou a esperar até ao dia 19 ( claro que sim, quem esperou 24 dias, esperava uma semana, com certeza)  se durante estes dias não recebesse uma SMS da loja, passasse por lá e fariam uma nota de crédito ou devolviam-me o valor.

Perante isto a minha ideia era que o telemóvel não saíra da loja  ou ficara esquecido na marca.

Hoje de tarde tinha uma SMS a comunicar que levasse os documentos e os acessórios do  aparelho pois tinham uma nota de crédito para me entregar.

Passei lá no final da tarde, perguntei qual foi a resposta da marca. Enviaram um e-mail a sugerir a devolução do dinheiro ou a nota de crédito.

28 dias à espera do aparelho e de repente, após a minha ida à loja, a coisa resolve-se? É para desconfiar.

E comprei um telemóvel novo.

 

 

 

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3ª vez bloqueado

por Maria Araújo, em 19.09.17

 

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No domingo, quando o despertador dá sinal para marcar a aula no ginásio pela APP, o telemóvel bloqueou, não consegui marcar.

Depois de muitas tentativas, a aplicação não abria, lembrei-me de desligar e ligar o telemóvel. E a aplicação abriu. 

Ontem, pus o despertador a avisar-me para a marcação de hoje. Quando abro a aplicação voltou ao mesmo. Experimentei abrir o Instagram, o Google, mas nada.

Tentei, uma, duas, várias vezes.

O sinal de internet estava funcional, lembrei-me do que acontecera no domingo, novamente desliguei e liguei o aparelho.

E voltou tudo a funcionar. Mas, como é óbvio, a reserva de aulas estava cancelada.

Não há paciência. Entre Maio e Setembro é a terceira vez que o telemóvel bloqueia.

Quando o deixo na loja e faço as reclamações habituais, dizem-me que não podem dar um novo, que a marca é que tem de assumir, que aguarde. E fico sem aparelho, no mínimo 15 dias ( mas já esperei mais tempo) para marcar as minhas aulas e fico com a minha vida "suspensa" por causa deles.

Inadmissível!

 

 

 

 

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passei na Zara

por Maria Araújo, em 28.08.17

 

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saldos já não há (não fui à procura deles).

Dei uma volta à loja e à excepção de uma dúzia de peças, vi trapos.

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Casacos que parecem roupões ou quimonos japoneses, muito bordado, calçado carregados de berloques, camisas cheias de bordados e folhos, muitas franjas. 

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campanha está gira, mas continuo a afirmar que na loja vejo farrapos e calçado estilo rococó e anos 70.

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Vá, nem tudo é feio.. como este modelos que aqui se vêem.

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 E os sapatos...

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Preços CTT

por Maria Araújo, em 09.06.17

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Quarta-feira passada, fui aos CTT enviar o livro do segundo desafio de leitura. Entrei na loja a cinco minutos de fechar ( convicta que fechava às 18h).

Fui escolher uma saqueta almofadada, a M, preenchi o nome e morada meu e do destinatário, assinalei o "x" no quadradinho livro, nem fechei a saqueta,o  meu número de chamada apareceu no écran.

Dirigi-me à funcionária, que fechou a saqueta, colocou-a na balança. Disse-lhe que queria correio normal. Não teria ouvido, fez-me a pergunta.

Perguntou.também,se queria factura, respondi  que não ( mas devia), disse-me o valo a pagar: € 2,45

Achei estranho pagar este valor, mas como não reparara no preço da saqueta, paguei e saí.

Cheguei a casa, tirei o talão de pagamento e foi quando reparei na designação e quantia de cada um dos produtos:  € 1,40 pelo envio em correio normal, a saqueta  € 0,85.

Voltar atrás não valia de nada, a loja estaria fechada, pensei ir no dia seguinte.

Procurei outros talões que teria guardado de envios anteriores, mas nas minhas limpezas de papelada não encontrei nenhum.

Esqueci o assunto.

Ontem de tarde, fui à caixa do correio, tinha um envelope almofadado que me fez sorrir. Lembrei-me que seriam os dois livros

" Viagem ao Mundo dos Gatos", do Clube de Gatos do Sapo, que encomendei à Marta. 

Foi quando me lembrei do assunto CTT.

A primeira coisa que fiz foi ver  o valor da franquia registado na saqueta. E fiquei pasmada: €0,76. A saqueta tem a mesma medida que eu escolhera para o envio de um livro, este igual ao da imagem, no topo deste post..

Fui procurar os valores no site dos CTT.

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Então a saqueta tamanho M custa  € 0,85, valor que consta no talão.

 

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O livro não pesa mais de 50 gramas: custo  € 0,65.  Paguei   €1,40

A Marta enviou dois livros pagou  € 0,76 de franquia,  mais a saqueta,  totalizou  € 1,61.

Pergunto: o que levou a funcionária a cobrar-me mais  € 0,84?

Seria porque não escrevi na saqueta a palavra LIVRO?
Mesmo assim, não é razão para pagar uma franquia tão elevada. 

 

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" um telemóvel novo..."

por Maria Araújo, em 19.05.17

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O telemóvel avariou há um mês.

Dentro da garantia, entreguei-o na loja, que por sua vez enviaram para a marca.  Foram duas semanas sem ele.

Regressou. Software e bateria novos.

Configurei-o. Experimentando a câmara, a imagem aparecia invertida.

Voltou à loja. Depois de várias tentativas para  perceberem o que se passava, enviaram-no, de novo, para a marca.

A funcionária ia pedir urgência na reparação

Entretanto comprei um novo, o mais barato que tinha na loja.

Passou uma semana, a urgência pedida não surtiu efeito. Passei na loja na segunda-feira, apenas para saber a situação.

A funcionária comunicou-me que não tinham nada. Prontificou-se a enviar um e-mail, nesse mesmo momento. E fê-lo. Dar-me-ia uma resposta logo que recebesse a informação pedida.

Terça-feira não tive notícias.

Ontem, depois do almoço, o telemóvel tocou.

Era ela a comunciar que a marca respondeu ao e-mail dizendo que o aparelho ainda estava em reparação.

Fiquei decepcionada. Mais duas semanas sem o telemóvel. Provavelmente estende-se para a semana que vem, o aparelho faz-me falta para marcar as minhas aulas no ginásio.

Ontem, as colegas do ginásio saudaram-me com entusiasmo pois já não vou às aulas de Pilates desde que o telemóvel avariou.

Expliquei-lhes o que aconteceu.

"Um telemóvel novo ou o dinheiro", são os seus comentários.

Mas eu não sei como exigi-lo.

Aguardo pacientemente a vinda do meu.Mas não sei, prevejo que não vai durar muito tempo.

A garantia tem mais um ano. É a minha sorte. Por que sorte com os aparelhos, não tenho. 

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no multibanco

por Maria Araújo, em 06.03.17

Domingo, uma manhã cinzenta, a chuva era miúda. Apeteceu-me sair.

Passei no multibanco.

Quando estava a tirar o cartão, senti algo que me tocava. Assustei-me.

Uma voz perguntou-me se era ali a caixa multibanco.

Olhei o homem. Era cego.

Respondi que sim, que já ia sair.

Depois de receber o cartão e o dinheiro, disse-lhe que podia fazer a operação.

Desviei-me e ouço a voz dele. Pedia-me que esperasse um pouco, podia precisar de ajuda.

Respondi que sim, que esperava.

O meu receio era que pressentisse que eu estava a seu lado e olhava para o que fazia. Eu estava de costas para a máquina.

Ouviu-se uma voz que saía da caixa. Eu não percebi o que dizia. E ele diz-me que se enganara.

Perguntei se queria que o ajudasse, depois de marcar o código.

Comentei com ele que as teclas deviam ser braille, tmbém, ao que me respondeu que há uma voz gravada que lhe diz o que tem de fazer caso haja algum engano. Depois de marcar o código pessoal no teclado, acrescenta o número 5.

Comentei que desconhecia esse sistema.

Voltou a meter o cartão, marcou o código. O dinheiro saiu. Mas não saiu o talão que ele pensara ter pedido.

Quando perguntei se não precisava de mais nada, respondeu-me para esperar um pouco porque queria pedir o saldo.

Voltou à operação, o talão saiu da máquina.

Quando estava a guardá-lo, diz-me: " Por favor, já agora diga quanto tenho no saldo".

Ele pedira os últimos movimentos. Não vi nada, nem sequer quanto levantara. Apenas olhei para o saldo e disse-lhe o valor.

Comenta comigo: " Está bem.Obrigada.Preciso de pagar a luz, a água, essas coisas".

Tudo feito, agradeceu-me e segui o meu caminho. Várias vezes segui-o com o meu olhar.

Impressiona-me como estas pessoas são desenrascadas Não vêem problema em nada. Estava eu mais preocupada que ele.

Mas senti que ele sentiu que podia confiar em mim. E fiquei feliz com isso.

 

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Ao domingo há lojas abertas no centro da cidade.

Comprara uma  uma camisola às riscas. Gosto dos modelos em V e das cores de primavera. Vestem bem com jeans e saias.

E comprei mais uma, bege, branco e azul.

E tirei a fotografia para o desafio desta semana. 

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o vestido

por Maria Araújo, em 09.02.17

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que me encantou, que imaginei-me ficar muito bem nele, fui experimentá-lo e, desilusão!

Por mais que apertasse a fita que o molda ao corpo, é largo demais, não fica bem nas costas. Leva-me pensar que fazem às modelos o que vemos nos manequins das montras: os alfinetes entram em acção, prendem o vestido atrás para ficar bem na fotografia/ vitrine.

É raro encontrar um vestido que assente na perfeição e quando me dizem que apertam um pouco e/ou sobem à bainha, fico céptica, não arrisco.

O vestido ficou na loja.

 

 

 

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"Aki" há Leroy Merlin

por Maria Araújo, em 11.09.16

por vezes, apetece-me entrar nas grandes lojas de bricolage.

Tenciono mudar a cor da cómoda do meu quarto, passei no Aki. Fiquei surpresa com a remodelação interior que o espaço sofreu. Para melhor, claro.

O que anteriormente parecia um labirinto, não era fácil para quem lá ia esporadicamente encontrar o  que pretendia,  está agora mais amplo, sobretudo na secção de produtos para interior e exterior ( vernizes, tintas, ceras, lixas) com placards informativos de cada sector, mostruários explicativos do tipo de madeiras, as cores que se podem obter nos materiais bruto ou já pintado, enfim, mais apresentável.

Passei por todas as áreas, procurei a secção de papel de parede, não encontrei. Pedi informação. Afinal, tinha passado lá.

Um pequeno espaço onde  se acumulam os cortinados, o papel, os estores de rolo, o pior na remodelação da loja, pareceu-me que ficou ao abandono porque não tinham onde  acomodar estes materiais .  Pouca variedade nos rolos de papel, segui para as caixas.

Quando lá cheguei para fazer o pagamento de dois produtos que trouxe, aqui, sim! Mais amplo, mais organizado, forma-se  fila única, os clientes são chamados por caixa. O balcão de atendimento não se mistura com estas, não há a confusão de outrora.

E porquê esta remodelação no Aki?

O Leroy Merlin abre já em outubro, ali, a dois passos do Aki.

Forte concorrente que é a multinacional francesa, o Aki não pode ficar aquém. Mas há ainda  muito para mudar e chegar aos calcanhares daquela.

 

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farrapos, é o que vejo

por Maria Araújo, em 24.08.16

Há cerca de quinze dias que não vou ao centro da cidade (a cinco minutos de casa), hoje fui levantar um exame médico (está tudo bem), tinha chovido antes de sair de casa a trovoada foi rápida mas forte, resolvi aproveitar para dar um salto ao Theatro Circo para comprar os bilhetes para dois espectáculos que não quero perder: David Fonseca e Hiromi.

Um senhor meia idade, t-shirt vermelha com a palavra "vigilante" nas costas, boné, óculos escuros, pedalava a sua bicicleta, ultrapassou-me no passeio. Falava alto para si próprio, isto:

"Andam estes jovens a jogar matraquilhos em vez de irem trabalhar e nós aqui a descontarmos para esses vadios."

Segui o caminho, até que nos semáforos teve que parar, entretanto, chego também, páro, ele continuava a conversa para si próprio, enquanto as pessoas que esperavam o sinal verde o observavam:

" Pois é Portugal, andas a tirar aos reformados para dares a esta juventude que não quer trabalhar e andar a gastar em vícios. Pobres dos reformados."

O sinal abriu, continuou o seu caminho a pedalar conversadno sozinho.

Desapareceu da minha vista, esqueci o senhor.

Dirigi-me ao Theatro Circo, comprei os bilhetes. A Zara fica ali ao lado, lembrei-me de espreitar o que há de novidade da colecção de outono.

À excepção de uns blusões beges e das jeans brancas, não gostei de nada.

Farrapos e mais farrapos, tudo muito florido, calças rasgadas, parkas cheias de berloques, camisas e blusas estilo anos 80, calças rasgadas, outras largas pelo meio da perna, nada de jeito .

Fico sempre na dúvida se é a idade que  já não aceita qualquer moda ou se são farrapos o que vejo.

Já na loja online, a coisa é outra.

A semana passada entrei na Massimo Dutti e apesar de ter umas peças interessantes mas pouco convidativas a gastar os euros com o calor que faz, nada me cativou.

E a menina ainda comentou comigo ( fiquei de queixo caído porque raramente as funcionárias comentam alguma coisa, gostam, sim, de olhar de alto a baixo os clientes que entram na loja (mas já foi pior),  e perguntou-me ela:  "não acha que a colecção está gira?"

Na verdade, eu não consigo encontrar peças jovens com toque clássico.

Para mim, as roupas são para senhoras com mais de setenta.

Mas ainda é cedo para o grosso que há-de vir da colecção. Aguardo.

Entretanto, hoje, ao final da tarde, tudo quanto era sapatos, sapatilhas e botas que não quero mais ver à minha frente, meti-os em dois grandes sacos de plástico para dar ou meter nos contentores de roupa e calçado.

Amanhã, vão ser as malas e a roupa.

Esquisita que estou, pá! 

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"não temos acesso aos dados"

por Maria Araújo, em 25.05.16

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foi a resposta que me deu o responsável da loja do grupo Inditex, onde comprei as calças que decidi trocar.

Expliquei o que aconteceu.

"No final do dia fechamos o programa, não conseguimos ter acesso a faturas".

Apresentei todos os meus argumentos e  mais este: " um "amigo"  dissera-me que se a fatura tinha o NIF, sabendo o dia e a hora que fui à loja, poderiam passar uma segunda  via e fazer a troca".

"Não podemos, não temos acesso aos dados".

Então pedi o contacto de alguém superior. "O superior sou eu", respondeu, educadamente,o jovem.

"Mas quero apresentar reclamação.Nunca me aconteceu nada disto, quero saber se tenho solução".

Perguntou-me se queria o livro de reclamações, respondi que sim, abre o livro, volta a dizer-me que não pode dar-me a segunda via do talão porque os clientes abusavam e o grupo acabou com o acesso aos dados.
Pensei na alternativa de ir ao supermercado, "quem sabe, mas quase impossível, a funcionária ou alguém topasse o talão e o guardasse?!", desisiti registar no livro de reclamações, agradeci, e saí da loja.

Fui ao supermercado, falei com uma das responsáveis e ela falou o que eu já sabia : todos os talões que os cliente deixam nas caixas, vão para o lixo. Mas garantiu-me que todas as lojas comerciais têm acesso aos dados e se o cliente perdeu a fatura, pode adquirir a segunda via.

"Ligue para a Deco", aconselhou.

Liguei para uma das lojas do grupo, no Porto, expliquei que perdera um talão e se era possível obter outra via.

A resposta foi a mesma " Não temos acesso aos dados, não podemos dar a segunda via. A solução é expor a questão no Apoio ao Cliente, no website."

Agradeci e desliguei.

Fico com as calças, que até são giras (impliquei que fazem umas rugas atrás, nas pernas. Defeito meu, com certeza), mas vou enviar um e-mail porque quero ver se me respondem e o quê.

 

 

 

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