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lá longe, junto ao mar

por Maria Araújo, em 14.07.17

Raramente falto às minhas aulas, no ginásio. Contudo, ontem, vendo o panorama do tempo que faz, e porque amanhã é sábado e há muito povo em todo o lado, decidi vir hoje relaxar o último dia da semana, na praia.

O vento é fraco, o mar é um sereno lago azul, o livro que me acompanha está a deliciar-me na leitura dos clássicos, lidos no tempo de escola.

Pela primeira vez, vi, lá longe, junto ao mar, um carro parado na praia.

Uns minutos passaram ele avançava junto ao mar em direcção oposta, onde eu estava.

Quando passou perto, tirei a foto...

Vigilância?! Ou teria "descarregado" os vigilantes lá longe na praia? Não gostei de o ver percorrer a praia junto ao mar sereno.

Quando as gaivotas sentem o cheiro da comida dos pescadores que almoçam naquela mesa no alto da duna da praia, é um alvoroço de grasno e de vôo desenfreado à espera que um pequeno pedaço de alimento, ou migalha, caia na areia, ou lhes seja oferecido como manjar.

Vim almoçar uma sande (aproveito a net do café para escrever este post), e beber um panachê.

Vou à peixaria comprar peixe fresco, e regresso à praia.

Enquanto agosto não chega e os emigrantes não invadem o país, aproveito o tempo bom que faz e a calma deste mês de julho para desfrutar da minha paixão que é a praia.

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gaivotas em Braga e de noite

por Maria Araújo, em 28.07.16

diz o ditado popular que "gaivotas em terra tempestade no mar".

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Há cerca de dois anos, sobretudo no outono e na primavera, que, de de vez em quando, ouço o pipilar destas aves que percorrem o céu desta cidade distante do mar cerca de 35 km. Achei estranho que elas voassem tantos quilómetros à procura de alimento, certamente.

 Um dia destes, o telefone tocou e do outro lado escutei a voz da minha irmã:  "Estou confusa, será que ouvi bem? Pareceu-me ouvir gaivotas a grasnar aqui perto. Será possível?"

A minha reposta foi: "sim, é possível, elas já andam há uns tempos por cá. A primeira vez que me lembro de as ver, nem queria acreditar. Agora, já me habituei a vê-las, umas vezes lá no céu, outras vezes quase a tocar os telhados dos prédios desta zona".

Hoje, por volta da 1h, sem sono para me deitar, enquanto lia o livro do desafio de leitura, eis que ouço o grasnado forte, diria que desesperado, das gaivotas. Fui à varanda olhar o lindo céu estrelado, mas não vislumbrei nada. "Óbvio, à noite?", pensei. Apenas o som que se aproximava era mais estridente.

Não desisti de olhar o céu até que vejo um pequeno bando delas que voavam mais baixo e grasnavam fortemente. Seriam umas dez, que desenfreadas passaram aqui bem perto do prédio e desapareceram. Fui à janela das traseiras mas já não as vi e o som desaparecera, também.

Na pesquisa que fiz, fiquei a saber que, neste século,  as gaivotas  voam longos quilómetros para o interior do país (ao que parece, já foram vistas em Viseu) à procura de albufeiras, alimentos em terrenos lavrados, lixeiras e outros (mais informação aqui).

Um coisa é certa: já me habituara a vê-las durante o dia, mas à noite a grasnar por estas bandas, nunca. 

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Eu e a mania da meteorologia

por Maria Araújo, em 08.05.15

 

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Pelos mapas meteorológicos, vêm por aí dias bons.

Quero um maio quentinho, quero passear pela praia, quero sentir o cheiro do mar, quero ouvir o piar das gaivotas, quero tirar fotografias, muitas.

Quero abrir os braços para receber a brisa do mar e o sol que me dá energia para viver e sonhar.

 

 

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o calor

por Maria Araújo, em 17.06.14

que vai esmorecer já a partir de amanhã, levou-me à praia ontem e hoje.

excelente temperatura, sol, mar (um autêntico lago de tão sereno que estava), vento de leste, super agradável.

dias que nem no verão temos.

amanhã, regresso ao ginásio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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equinócio de outono

por Maria Araújo, em 23.09.11

 

8h45m, ia a caminho do ginásio quando ouvi na rádio que o outono entraria por volta das 10horas.

 

“Em 2011, o Equinócio de Outono, ocorre no dia 23 de Setembro às 09h05m (tempo universal), 10h05m em Portugal continental. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte.”

 

Aqui no norte chegou cinzento. A temperatura do corpo pedia um casaco. Durante a tarde, as nuvens negras afastavam-se e deixavam o débil sol de verão acalentar os corpos ainda descobertos das jovens que seguiam a caminho da escola.

Aqui na rua, as árvores ainda escondem o recreio da escola onde as crianças têm as aulas de educação física, brincam nos intervalos, quais passarinhos chilreando com regresso da primavera das aulas, de  novos amigos, de  novas aprendizagens.

Algumas folhas secas estendem-se rua abaixo, aquelas folhas que todos nós gostamos de pisar e deliciar-nos com o “crraac” que soltam debaixo dos nossos sapatos.

O outono chegou hoje às 10h05, mas sentimo-lo mais cedo, durante o sereno verão que este ano  poupou-nos dos  grandes incêndios.

O outono chegou, com ele vêm as chuvas, o vento, a melancolia, os fins de semana de preguiça no sofá, debaixo das mantas quentinhas, da leitura, dos filmes na tv, do tabuleiro do chá, com pratos carregados de fatias de pão, a manteiga, a geleia, a marmelada, as bolachas e o chá, que nesta época é especialmente delicioso.

Este outono, vou procurar viver os fins de semana sem pensar no trabalho.

Vou tentar viver a tv , o prazer de ver os filmes que quiser e de ler os livros que tenho para ler. E nos dias de sol, quero regressar às minhas caminhadas pela praia, sentir a aragem fria do mar, ver as gaivotas pousarem na areia agora deserta e sua.

Como as gaivotas, tenho saudades de me perder no silêncio dos meus pensamentos, sussurrar ao mar as minhas tristezas, e gritar, bem alto, o quanto amo a vida.

O outono chegou, hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 (imagens da internet)

  

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Sol, esplanada, praia...

por Maria Araújo, em 13.12.09

 

 Esposende
Ontem, estive a trabalhar no pc até às 2:30h. Fui descansar preparada para acordar às 11:00h e conduzir os cerca de 35 km, pela auto-estrada, até Esposende.
Acordei muito cedo. Cansada, deixei-me estar à espera que o sono voltasse para ficar mais um pouco na cama, mas não. Esta cabecinha quando não quer dormir, o corpo reage, salta da cama e vai à vida.
Foi o que aconteceu hoje, logo de manhã.
Saí de casa por volta das 11:00h disposta a tomar café no “Pé no Rio”, onde posso usufruir de esplanada, sol, rio e, seja eu sincera, de uns motards que os olhos não se imiscuem de apreciar. E nada melhor que os óculos de sol para os observarem, com discrição.
Levei um livro que comprei para oferecer no Natal. Como me tem  despertado a curiosidade  de o ler, fazer-me rir e pensar nos comportamentos que eu e todos nós temos, obviamente, vai ficar comigo.
O sol deixava-me estar serenamente a deliciar-me, não só do seu calor, mas também da leitura do livro, até ser interrompida pelo toque do telemóvel.
Cerca das 12:30h saí da minha leitura para ir  em direcção à praia.
Como eu gosto de passear pela praia, com este sol radioso e quente! Não estava frio de mais. Até senti algum calor, pois agasalhei-me para  o momento.
E lá fui eu dar a caminhada. Maré alta, mas nada de fúria. Muitas algas estendidas na praia, misturadas com lixo, que o mar trouxera para terra.
Garrafas de plástico, de vidro, chinelos de adulto, bidões de gasolina, tudo aquilo que nós nos encarregamos de deitar ao mar, e que este  teima em o trazer de volta para nos mostrar que não o quer.Em dias de raiva, trá-lo.
Louvo -o pela sua raiva. Louvo-o pela sua imensidão. Louvo-o porque nos faz pensar que, se nos dá serenidade, energia e sensações únicas que só nós sabemos apreciar, também é capaz de sentir o quanto sofre e se revolta com  o descuido dos nossos prazeres.
Regressei pelo interior. As vivendas, algumas muito antigas, cercam as ruas estreitas que dão acesso à praia. Fiquei satisfeita com o arranjo destas. Há pouco tempo havia muita areia, e os transeuntes tinham de fazer o seu trajecto bem junto aos muros que cercam as casas, pois os carros estacionados, em tempo de praia, eram muitos. Então, fizeram passeios o que evita o estacionamento indevido.
Voltei à praia para regressar ao carro. Mas lembrei-me de ir ao meu bar favorito, junto à estrada e a caminho da praia,  e comer a minha tosta de fiambre e o panaché. Já estava na hora de matar a fome.
A temperatura estava convidativa. Sentei-me na esplanada. A dona aproximou-se, reconheceu-me e cumprimentou-me com muita familiaridade: « Bem-vinda! Há quanto tempo, minha jóia! Bendito sol que traz as pessoas a este bar!»
Sorri e agradeci a amabilidade da senhora. Há quantos anos eu lá vou ! Estas pessoas não esquecem os clientes, não! Sempre que chegava um cliente, ela tratava-os com muito carinho e dizia, «Ai que o sol de Inverno convida as pessoas a saírem dos seus ninhos! Nada melhor que o sol para alegrar a vida”.
E assim fiquei mais um pedaço a ver as fotos que tirara e a desfrutar de um calorzinho muito agradável.
Mas como o trabalho de professor exige horas em casa e não pode ser descurado, estava na hora de regressar a Braga.
Bem disposta, com energia para uma semana de trabalho, com mais dois dias de sol, porque Quarta-feira a chuva regressa, está na hora de voltar às grelhas de avaliação dos meus pupilos, que amanhã vão querer fazer a auto-avaliação a que têm direito.
Amanhã, vou postar algumas das fotos que tirei. As que mostram a beleza da praia e do mar,  e o lado revoltoso deste: o LIXO.

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Momentos de Outono

por Maria Araújo, em 15.11.08

Gosto da praia no Outono. Como estava um dia de Sol muito agradável, decidi, depois da minha aula de body balance, tomar café numa esplanada na praia.

Gosto de Esposende nesta época do ano. A praia é extensa, dá mais prazer passear naquele areal. Pena é que esteja cheia de pedras, que nestes últimos 5 anos o mar se encarregou de as mandar para terra.

Estive cerca de meia hora perdida nos pensamentos que de vez em quando eram interrompidos pela conversa das senhoras que, atrás de mim, falavam do trabalho. Educadoras de infância, pelo tema.

Levei um livro, que nem abri. Por um motivo. Anoitece mais cedo, logo se queria passear pela beira-mar e sentir o cheiro a maresia e o vento que me levasse os pensamentos menos bons, não poderia esquecer-me do tempo (O que estou a ler, li-o por inteiro numa viagem que fiz a Lisboa. A história é verídica, erótico e sadomasoquista).

Decidi então dar o meu passeio.  Tirei umas fotos que para mim são interessantes.Não tenho arte fotográfica, mas é o que sei fazer. Também a minha máquina não é das melhores, mas para mim é suficiente. Só não sei o que aconteceu ao vídeo que fiz de um avião que "voava..."

No regresso, cerca das 17h, escuto o ruído de um motor. Ergo meus olhos para o céu e vejo um avião que fazia umas  acrobacias muito arriscadas...Quase me pareceu que estava com problemas e ia cair. Apercebi-me que o piloto estava a desfrutar do seu avião, pois no lugar onde me encontrava estavam muitos veraneantes que, como eu, gozavam aquele final de dia livre de preocupações.

Tentei gravar aquele momento. De repende, quando o avião tinha acabado a sua bonita exibição, passa por cima de mim um lindo bando de gaivotas...que, sossegadamente descansavam numa parcela de areia junto ao mar e que  o avião fez o favor de incomodar o repouso, obrigando-as a afastarem-se no sentido oposto...já em direcção ao mar.

Adorei este meu dia sossegado... A ser repetido.   

Fotos

 

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PB150124 por você.

 

 

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6º Encontro Bloggers

6º. Encontro Bloggers (selo v1).jpg

desafio temático de fotografia

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2º desafio de leitura

desafio



Encontros - eu vou

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Encontros - eu fui

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