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hoje, foi o ombro

por Maria Araújo, em 09.02.18

Se há uns meses foi a anca (agora melhor) que me atormentava as noites, hoje de manhã, quando me levantei para ir ao ginásio, uma forte dor no ombro esquerdo que se estendia pelo ouvido e cabeça, fez-me desistir.

Não tinha forças para nada, estava com calor ao mesmo tempo que os suores frios faziam-me tremer e ter tonturas.

Com algum esforço, consegui ir à cozinha preparar o pequeno-almoço.

Tomei banho, mal movimentava o braço. 

Decidi ir à urgência do Hospital aqui ao lado de casa, lembrei-me que a médica de clínica geral costuma dar consultas à sexta-feira, sorte minha, tive consulta imediata, poupei 6 euros.

A febre estava nos 35º, auscultação cardíaca normal, receitou injecções para tomar, duas por dia e durante cinco dias, e uns comprimidos que "dão sono", disse ela.

Aconselhou-me a pôr um saco de água quente. Falei-lhe nos sacos térmicos de sementes (o post  que aparece todos os dias nas estatísticas deste cantinho do Sapo)  que ponho na lombar, nestas noites frias; "ponha também no ombro", aconselhou, ao que respondi que tenho dois.

Tomei as duas injecções do dia de hoje no serviço de enfermaria do hospital, tive de ficar por lá cerca de 30 minutos, não fosse fazer alergia. Não fez e estou bastante melhor.

Os comprimidos só amanhã, a farmácia não os tinha ( é sempre a mesma coisa, não têm stocks de medicação, obrigam uma pessoa a passar lá mais tarde).

Do tratamento que ando a fazer, tirei do site do Infarmed o nome de outro um laboratório, mais barato, e não é genérico, poupei 8 euros em cada caixa ( escrevi num post aqui)

E na farmácia, a doutora, que é muito simpática, comentou que provavelmente o armazém que fornece os medicamentos não teria o que pedi. "Deixe-me ver", comentou. E veio com as duas caixas. Bingo!

Agora, sempre que tenho medicação para comprar, consulto este site.

A idade avança, as maleitas aparecem, nada é como dantes. E faço ginástica.

Bom fim de semana.

 

Trail 023.JPG

(imagem daqui

 

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o preço dos medicamentos

por Maria Araújo, em 22.01.18

807428.jpg

 

Se pudesse evitá-los, seria óptimo, não sendo possível, devo aceitar o  que médica(o) aconselha ou decide que tenho de tomar.

Ano passado, fiz uma densitometria óssea, a médica de família aconselhou-me tomar um medicamento para a osteoporose. O médico fisiatra dizia que é tudo treta, que não tomasse, que faço exercício fisíco, deixou-me ainda mais indecisa se havia de tomar ou não, dei um tempo até à consulta de ginecologia e pedir conselho à jovem médica, em quem confio. Aconselhou-me a tomar a medicação pelo menos durante 2 anos. Com acesso à ficha, passou-me nova receita de tudo o que tomo actualmente, e vários exames que devia fazer, ou seja, um check up ( colonoscopia, endoscopia).

Feitos os exames, voltei à consulta, há cerca de 15 dias, falamos deles. Queixei-me da dor na anca e da minha ida à urgência, que o ortopedista disse que a dor que sinto não lhe parecer nada relacionado com esta especialidade (os exames assim o disseram), prescreveu as ecografias ginecológia, bexiga e partes moles ( fiz hoje) para tirar dúvidas.

Com a receita por aviar, eis que um dia da semana passada, volto a verificar os encargos mínimos dos medicamentos, escrevi sobre o assunto aqui, de repente, observo o fundo da página, que nunca lera, reparei que tem um link para o site do Infarmed onde se pode verificar o preço dos medicamentos.

Ora qual não foi o meu espanto, descubro que a farmácia habitual vende-me o medicamento ( o que tenho de tomar durante 2 anos) mais caro, numa lista de 20 com a mesma composição.

Foi o mote para comparar o valor que  pago de todos os medicamentos que preciso, e que são rotina há anos.

O que acontece é que antes de as prescrições passarem a ser informatizadas, o  médico escrevia o nome do medicamento, seguido da  sua composição, a farmácia aviava-o pelo nome, excepcionalmente o genérico, ou de outro laboratório, se não tivessem o prescrito.

Agora, são poucos os que trazem o nome, as receitas são prescritas com o nome da substância, vai-se à farmácia que, salvo raras excepções, pergunta ao utente se quer o mais barato, vende o mais caro.

O "meu"  medicamento tem o PVP de 18 euros. Com a comparticipação fica por 11,20 euros, uma caixa dá para 4 semanas, é tomado um por semana,  na última receita trouxe as caixas prescritas, não necessito para já de mais.

Voltando ao assunto Infarmed, entrei no site em pesquisa de medicamentos, bastou-me escrever o nome  da substância, abriu-se uma lista de medicamentos com as mesmas características e cujo valor aparece por ordem crescente.

Fiquei de queixo caído.

O medicamento que me fornecem na farmácia é o último da lista, o mais caro de todos.

Tomei nota na receita os vários nomes de medicamentos para pedir na  farmácia um dos mais baratos.

Fui hoje aviar uma parte, devido à validade da prescrição, deixei o acima referido para mais tarde porque tenho para um mês e a sua validade vai até Julho.

Entregue a prescrição, o funcionário da farmácia repara nos nomes dos medicamentos que tirei do site do Infarmed, e o que não preciso para já, pergunta-me qual deles quero.

Respondi que esse ficará para o próximo mês, queria uma caixa da Sinvastatina e as duas do outro porque ao pravo de validade  acaba início do mês de Fevereiro.

Mostrou ter ficado chateado, e sou cliente da farmácia há anos, perguntou com alguma arrogância, que Sinvastatina queria.

Respondi que não sabia visto que já levei de vários laboratórios, que me desse uma delas ( o preço não é alto, embora já tivesse pago mais de 2 euros).

Pediu-me o cartão de cliente, veria na ficha a última que trouxera.

Já em casa, verifico a  factura. A Sinvastatina que trouxe é a que vem com o valor indicado na prescrição, 1,74 euros.

Então, a partir de agora, sempre que tiver de comprar medicação, e antes de aviar a receita, procuro neste site, os nomes dos mais baratos.  Não mais me levam por lorpa.

Andamos alheios a muita coisa neste país, damos mais importância às coisinhas que são notícia explosiva, aos  comentários estúpidos nas redes sociais, esquecemos que pagamos impostos, temos deveres, mas também direitos. Darem-nos a possibilidade de escolher entre vários produtos iguais ou semelhantes o que queremos,  é um dever cívico.

E o preço dos medicamentos é dose!

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A propósito da notícia no Sapo

por Maria Araújo, em 21.05.15

há três dias, recebi um e-mail de uma amiga  a alertar-me para as faturas da farmácia.

O que compravamos e vinha numa só fatura, passamos, agora, a  pedir  faturas separadas, isto é, os produtos com IVA de 6% têm uma fatura e os produtos com IVA de 23% têm outra.

Caso a farmácia inclua tudo numa só fatura, as finanças classificará como despesas gerais. 

Tomem atenção e não se esqueçam de pedir sempre, faturas separadas.

 

 

 

O e-mail

 

Enviada: segunda-feira, 18 de Maio de 2015 17:45
Assunto: FW: Resposta da AT sobre despesas de saúde

 

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) agradece o seu contacto.

 
Com as alterações que a reforma do IRS introduziu no que diz respeito às despesas que o Fisco passa a aceitar como deduções de saúde, houve uma redução no que se aceita como despesas de saúde. E há que ter alguns cuidados. Quando temos uma fatura relativa à aquisição de bens numa farmácia, apenas os medicamentos que tenham sido adquiridos à taxa reduzida podem ser considerados no âmbito da dedução como despesas de saúde. Se numa mesma fatura constam bens à taxa de 6% e à taxa de 23%, não é possível que a aplicação consiga expurgar as aquisições feitas à taxa reduzida (6%) para poder considerá-las no âmbito da dedução.

 
Recorde-se que no ano passado, os contribuintes podiam deduzir 10% das despesas de saúde com taxa de IVA de 23% até ao limite de 65 euros, desde que fossem despesas justificadas com receita médica. Em 2015, este tipo de despesas deixam de ser aceites como deduções de saúde.

 
Assim, sempre que efetuar aquisições numa farmácia deverá colocar os produtos de 6% numa só fatura e os de 23% à parte noutra fatura. Caso contrário será tudo classificado como despesas gerais.

 

Com os melhores cumprimentos
AT- Autoridade Tributária e Aduaneira

 

 

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As sementes

por Maria Araújo, em 26.02.14

O colesterol é, há cerca de 8 anos, o meu calcanhar de aquiles, não porque eu o tema (sou magra, pratico desporto, tenho cuidado com a alimentação) mas porque tenho de tomar medicação para o "combater".

Até há 2 anos tomava um genérico, mas como tinha dores musculares, mudou-se a medicação, mais cara e que me custava muito comprá-la a cada 28 dias de toma.

Numa das consultas de rotina, falei com a médica sobre o preço do medicamento (mas eficaz, seja dita a verdade) e foi receitado um produto natural com 20 comprimidos ligeiramente mais barato e sem comparticipação.

Porque se acabaram os comprimidos e as gotas para os olhos, fui, hoje, à farmácia.

Os comprimidos para o colesterol não tinham, assim como as gotas para os olhos (as farmácias onde habitualmente compro tudo o que preciso só devem ter nas prateleiras e em stock os produtos com mais saída). Sempre que vou comprar esta medicação e o "especial" fio dentário  que uso, NUNCA os têm e dizem-me que precisam de pedir ao armazém, o que me obriga a lá voltar no dia seguinte.

Ora quando me falou que não tinham os comprimidos do colesterol, a doutora trazia na mão uma embalagem de papel e disse-me: "Não há em armazém os comprimidos mas temos aqui um produto natural, muito bom, substitui os que costuma tomar, pode ser usado em saladas, comidas, sopas. Experimente e se não gostar pedimos os comprimidos."

Pergunta imediata: "E o preço?".

 "9,90", respondeu-me após verificar no computador.

"Muito mais barato que os comprimidos", pensei.
Comentei com a doutora: " Como tenho de fazer novas análises em abril, vou experimentar e ver-se-á se o resultado". E trouxe a embalagem.

Veremos o que diz a minha médica e se o colesterol vai mesmo reduzir.

Pesquisei o produto e cá está:

 

 

A produção de cânhamo é uma das mais ecológicas que existe e as sementes são conhecidas por serem umas das mais nutritivas do planeta, com vários benefícios para a saúde:

- Reforço do sistema imunitário

- Equilíbrio nervoso

-Reforço do sistema imunitário

-Promoção da saúde do cabelo e da pele

-Propriedades anti-inflamatórias

-Prevenção do envelhecimento prematuro

-Redução do mau colesterol

-Promoção da saúde cardiovascular

-Ajuda na prevenção da osteoporose

-Queimar o excesso de gorduras

-Saúde e oxigenação do sangue

 

 

 

 

 

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Ainda

por Maria Araújo, em 24.11.11

 

temperatura baixa, dores no corpo, dores na garganta, ainda com voz fraca, fui trabalhar.

De tarde fui levar o carro à oficina para a revisão e inspeção.

Vim a pé para casa. Passei numa farmácia.  Aconselharam-me um antiinflamatório e Mebocaína (que detesto).

Deitei-me um pouco, pois continuava com os arrepios.

Jantei e tomei o primeiro comprimido.

Parece-me que está a fazer efeito.

E amanhã tinha intenção de ver os GNR . Mas não vou. Ambiente de fumo e calor não ajudam a melhorar.

Está visto que o fim de semana vai ser por casa. Trabalho, não falta.

E quero ficar com a minha voz em forma. É o meu instrumento de trabalho.

 

 

 

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Silêncio forçado...

por Maria Araújo, em 18.10.08

Hoje fui ao serviço de urgência do SACU. Estou com uma afonia acentuada, que me impede de ter as minhas tretas da vida.

Levei um livro para ler, já que a espera  costuma ser longa, o que me fez esquecer o lugar onde estava, não fosse de vez em quando sentir o ar frio do ar condicionado que me retirava da leitura e obrigava a aconchegar-me ao casaco de algodão que trazia vestido.

Após 40 minutos de espera, entro eu para o consultório, onde me esperava uma médica, nos seus quarenta, que me olhou de alto a baixo e me perguntou o que tinha.

Óbvio que mal consegui articular uma palavra. Quase imperceptível disse que sou professora e que preciso da voz para trabalhar. Verificou a febre, que felizmente raramente tenho,  auscultou-me e   disse que era uma virose, que deveria descansar durante 5 dias, perguntando-me se não seria melhor passar um atestado médico. Respondi que não era necessário visto que até 4ª Feira os meus dias de aulas são suaves e não exigem muito esforço.

Receitou-me um anti-inflamatório para ser tomado após o almoço e o jantar.

Até aqui tudo bem. Saí do SACU e passei na farmácia mais perto,para ver qual seria a farmácia que estaria de serviço.

Como esta cidade está em obras, tive que fazer um desvio enorme, além de não conseguir um lugar para estacionar o carro, no centro da cidade, onde estava a fármacia mais perto do local ond me encontrava.

Procurei a outra onde de certeza seria mais fácil estacionar o carro.

Até aqui tudo correu normalmente.

A indignação começou quando o farmacêuctico vê a receita e diz que não há o medicamento.

Fiquei lixada. Pensei com os meus botões "então tentei evitar a farmácia do centro da cidade por que não havia estacionamento, vou agora lá voltar???". Mas a questão era outra.

Afinal havia o medicamento, só que a médica receitou uma embalagem de 10 comprimidos, para 5 dias, mas a empresa não fabrica esta quantidade, logo teria que voltar ao SACU e pedir uma receita de 20 comprimidos, ou o farmacêutico dava-me este, mas pagaria na totalidade.

"O quê? " - perguntei eu irritada- "Era o que me faltava ter de perder tempo para pedir à médica nova receita. Desculpe-me. Os médicos não sabem que isto acontece? Não têm informação de que não há à venda a quantidade mínima? Por que motivo passam eles receitas, sabendo que as farmácias não têm???"

O farmacêutico, não sei se estava a pactuar comigo, ou se por interesse, dizia que eu tinha razão, mas ele nada podia fazer, por que a médica tinha assinado no item da receita que diz que não autoriza a venda de outro produto similar e/ou genérico. Ou levava a caixa de 20 sem o desconto, ou teria que voltar ao SACU.

Quando eu estava prestes a dizer que levava a caixa de 20, ele retira-se. Demora cerca de 5 minutos, vem ter comigo e mostra-me uma caixa com 10 comprimidos.

Esclarece-me  que tem aquela marca, mas que é de outra empresa e que é mais barato, mas não pode aceitar a receita e tenho que pagar o medicamento  sem o desconto.

Eu apenas lhe disse " Se faz o mesmo efeito, dê-me. Não volto à médica, de modo algum!"

E continuei a reclamar. "Este país não vai a lado nenhum desta forma! Deve haver aqui algum pacto com os médicos e as empresas! Pois, as viagens! E nós é que pagamos"

O senhor ria-se, simpático comigo( também é de interesse das farmácias que isto aconteça????), por que apesar da minha voz débil, conseguia manifestar a minha revolta contra todo este sistema.

O certo é que paguei 2,20 euros.

Cheguei a casa, vejo o medicamento. Qual não foi o meu espanto! O medicamento tem exactamente o mesmo nome do indicado pela médica, mas é o genérico!

Fiquei danada, para não dizer fooo......

Claro que o farmacêutico, perante a minha atitude e percebendo que eu não era burra nenhuma pensou duas vezes e decidiu vender-me o genérico. Até foi bem simpático e disse:"Se quiser depois trazer a receita deste, faça-o logo que puder".

E isto já me aconteceu mais vezes. Só que desta vez, e porque estava aflita reagi.

E diziam que esta história dos farmacêuticos, empresas e médicos tinha acabado! Não. Por estas pequenas coisas, descobrem-se outras....Estarei enganada?

Escrevi este post  o meu amigo da TRETA . Ele tem jeito para divulgar estas coisas.

Espero muita treta com este meu post.

 

 

 

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