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não me recordo de ter um Natal...

por Maria Araújo, em 27.12.17

2017 surpreendeu-me com a chegada de mais dois sobrinhos netos.

O Natal tem sido, há alguns anos, neste cantinho.

Este foi o ano de os casais, irmãos e sobrinhas, passarem em casa dos sogros, pelo que, na noite de Ceia estivemos reunidas oito pessoas. No almoço de Natal, dois membros foram à família do pai, ficamos reduzidos a cinco.

Com muita ou pouca família reunida é sempre um dia especial desde que estejam todos à volta da mesa a conversar e desfrutar das iguarias desta época que convida a comer e beber.

Tudo correu muito bem, chegou a hora de abrir os presentes, jogar um dos jogos de tabuleiro, desta vez o Jogo do Risco, até às 3h30.

No dia 25, as cinco pessoas que estiveram neste cantinho comemoraram o Natal com um excelente repasto, bom vinho e a tradicional doçaria. 
Passou rápida a tarde, para o jantar estariam todos de volta: vieram os irmãos ausentes, nove dos onze sobrinhos e os dois sobrinhos netos cariocas. 

E a casa regressou à barulheira das vozes em conversas disto e daquilo, aos brindes, às brincadeiras das crianças no hall como se este fosse um campo de basquetebol.

Hora de jantar, sentaram-se à mesa dezasseis pessoas.

Depois de jantar, e porque estão todos de férias, fez-se o jogo do Loto. Ninguém tinha moedas, jogou-se a feijões.

Os sobrinhos netos queriam participar do jogo, sentavam-se no colo do pai ou da mãe, pegavam nos feijões, de  quando em vez desconcentravam-nos do jogo.

As  crianças mostravam cansaço, dois sobrinhos diziam estar a chocar gripe, o meu carioquinha mais novo, que tinha vindo do frio da cidade dos avós paternos, estava com tosse, era hora de acabar este Natal e todos descansarem.

Todo o trabalho de preparação do Natal foi o mesmo dos anos anteriores: cozinhar, fazer os doces, preparar a mesa.

Esta casa esteve sempre cheia na festa de Natal. Não me recordo de ter um Natal em que tivessemos tantos membros da família ausentes nas duas refeições. Mas foi um Natal Feliz e sossegado.

 

 

 

 

 

 

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para vós

por Maria Araújo, em 23.12.17

 

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os meninos estão em vantagem

por Maria Araújo, em 14.10.17

Três sobrinhas com filhos. Duas vivem fora do país.

Em Agosto, na Irlanda, nasceu o 4º sobrinho neto.

Hoje de madrugada, em Lisboa, nasceu o 5º.

Os seus nomes, do mais velho para o mais novo: António, Anna, Francisco, Daniel e Vicente.

Fico feliz ver a família a aumentar.

 

 

 

 

 

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retrato de família

por Maria Araújo, em 04.05.17

 

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o Natal passou

por Maria Araújo, em 27.12.16

o trabalho que me deu ( e não cozinhei no dia de Natal, todos os oito pratos foram feitos pelo meu irmão mais novo) tirou-me o apetite de vir aqui escrever sobre esta festa da família.

Há oito anos que o Natal é em minha casa. Foi muito bom, a família estava completa, comeu-se muito bem, bebeu-se melhor, os vinhos foram muito bem escolhidos por eles. Comi e bebi pouco.

Deixo um cheirinho do que foi o almoço de Natal, com vinte e uma pessoas mais as três crianças que se sentaram à mesa connosco, comeram e foram brincar.

 

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De cima para baixo, da esquerda para a direita: capão de Valongo; "foda" à Monção; cabrito,  Entre-Os-Rios;  pernil assado, Alto Douro; migas de São Vítor; sarapatel, Alto Alentejo;  arroz de zimbro, Serra da Estrela.

O pato que já estava cozido, para o arroz,  e a fazer na hora, para o jantar, acabou por ficar no tacho. Está agora congelado à espera de ser cozinhado para um almoço ou jantar.

E o meu desejo de tirar a foto de família e a dos sobrinhos e sobrinhos netos foi cumprido.

É a festa do ano, foi alegre, gosto muito da minha família, o trabalho é de mais, o corpo recupera.

 

 

 

 

 

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árvore de iluminação

por Maria Araújo, em 16.12.16

Tenho imensas peças decorativas em vermelho, pensei  decorar a árvore com bolas, estrelas e outros penduricalhos desta quadra festivam, nessa cor, tal como no ano passado.

Mas decidi mudar. Desfiz tudo e optei pelo branco e prateado, cores que não abundam nas peças que tenho que são predominantemente pinhas pequenas.

Cansa-me a árvore cheia de bonecada e bolas, queria uma decoração simples e leve. A casa vai ter cerca de 22 pessoas, a sala é comprida mas não suficiente larga para andarem de um lado para o outro e para que as peças não caiam, porque alguém se encosta à parede e/aos cortinados, decidi não pôr nada que atrapalhasse o convívio familiar. Conheço bem a família, há muita conversa, ruído, gargalhadas, crianças, enfim, quanto mais acessível a sala ficar, melhor.

Castiçais brancos, velas brancas, ramos de pinheiro em jarras, a decoração estava praticamente pronta, vou alterá-la. 

Não fiquei satisfeita com a decoração da árvore. Faltava qualquer coisa que a enchesse, mas não queria bolas.

Hoje passei no Ikea, vi  estas caixas de flocos de neve (para iluminação) cujo  preço era de 2,99 ‎€ , comprei a 0,99‎€. Já experimentei na árvore e gostei.

Mas mudei a árvore para outro canto da sala. Tirei medidas ao lado da sala onde tenho o aquecimento, o armário (aparador) que é comprido, cabe neste espaço. A mesa tem 1,85m, aberta fica com 2,30m, não chega para a família que é numerosa e que, felizmente, vão estar cá  todos neste Natal. Preciso de desmontar a mesa da cozinha, com 1,20m  e mesmo assim vamos ficar  um pouco apertados. Os jovens adoram abrir as asas ( braços) quando estão à mesa, vão ter de se apertar um pouco.

No ano passado comprei luzes decorativas, não precisava delas para a árvore, fiz uma árvore de natal na parede.

Estamos a sete dias do Natal e pela primeira vez na minha vida a decoração não está a cem por cento. Tudo porque quis simplificar mas com a mudança de armários vou começar tudo de novo.

É Natal, o trabalho começa a apertar, e ainda tenho muitas compras para fazer.

Os presentes dos sobrinhos estão comprados, excepto a da Sofia, minha afilhada, porque ainda não decidi o que vou oferecer.

A árvore de iluminação de parede da minha sala é esta.

arvore.jpg

 

 

 

 

 

 

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devo ser das poucas

por Maria Araújo, em 02.12.16

pessoas que ainda não montou a árvore de Natal.

Continua tudinho guardado na garagem, e não me parece que será neste fim de semana que vou pôr mãos à obra.

Quanto às prenda, aqui em casa, cada adulto recebe uma. Fazemos um sorteio vai para seis anos, este ano, ofereço à minha irmã mais nova. 

Depois há os sobrinhos, os estudantes, que recebem de toda a família. Os sobrinhos que trabalham, fazem parte do sorteio.

Tenho as duas sobrinhas e afilhadas, a Filipa, que vem do Rio com os meus lindos sobrinhos netos, e a Sofia. 

Para os(as) amigos(as), fiz uma selecção e limitei o número a seis.

Hoje, foi o dia de comprar a primeira prenda de Natal: a da minha irmã.

 

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"Mas vêm aí com tudo"

por Maria Araújo, em 21.08.16

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No jornal da RTP1 foram entrevistados vários brasileiros, inclusive miúdos de uma favela bem perto da cidade olímpica, e estrangeiros sobre os Jogo Olímpicos e a segurança no Rio de Janeiro.

Todos estavam de acordo que o Rio estava bonito, que ninguém temia nada, mas acabados os jogos voltaria tudo ao antes: a violência, o crime, a insegurança, o medo.

Há minutos, recebo uma mensagem no whatsapp:

 

"Já tenho saudades das Olímpiadas. Foi um momento único no Rio de Janeiro. Agora vem a depressão.

Crise política e financeira e de segurança estiveram esquecidas até agora. Mas vêm aí com tudo".

 

Palavras da minha sobrinha, que vive no Rio, e não deixou de ver e apoiar alguns dos atletas portugueses.

Voltam as preocupações da sua segurança, à nossa família.

 

 

 

 

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o jantar

por Maria Araújo, em 03.07.16

de família de quarta-feira passada, dizem eles, os meus sobrinhos e irmãos, foi muito giro e divertido.

Não cabíamos as dezassete pessoas na grande mesa ( como esta não arranjo outra, só se for de encomenda, mas tenho de comprar uma desmontável, para ajudar nestes encontros, até porque no Natal faz falta e a da cozinha não passa pela porta), mas com aperto aqui e acolá, sentámo-nos todos em grande confraternização. Foi pena que cinco elementos não pudessem estar presentes, uns vivem na capital tinham de trabalhar,  outros estavam fora do país.

Os sobrinhos netos foram os reis da festa, os primos tomaram conta deles, os adultos conversavam, brincavam com as crianças, ora na cozinha, ora no closet, o inevitável ruído que poderia incomodar os vizinhos, e que só acontece uma vez por ano, no Natal, mas que sei que entendem porque onde há muita família, há alegria, felizmente, e esta é por breves horas.

A comida estava boa , o vinho era excelente ( a sobrinha mais velha sabe escollher) foi um jantar muito agradável e as crianças portaram-se bem.

Se pudessem, as crianças jogavam futebol dentro de casa, mas como não permiti, o entretenimento era encestarem para o armário do calçado, até ela , a bola, saltar para o armário da roupa, demasiado alto para conseguirem tirá-la do topo.

Ele era a vassoura, ele era o Nuno, que joga basquete, que tentava saltar e apanhá-la, até que depois de várias tentativas, lembrei-me que tenho o escadote. 

DSC01170 (2)-tile.jpg

 

Risos muitos, os sobrinhos netos dançavam ao som da rádio, o mais velho, carioca, deu o seu pé de capoeira, os tios, primos e tios avós acompanhavam as brincadeiras, enquantos os pais das crianças punham a conversa em dia, pois não se viam há alguns anos.

As crianças aguentaram até às 23:30h, o dia seguinte era de trabalho para a maioria, alguns tinham de fazer a viagem para o Porto, acabou cedo, mas todos gratos pelas horas que passamos juntos, até que alguém se lembrou da fotografia de família.

Foi complicado, porque só a minha máquina funcionava, mas não ficou como queria.

O meu sobrinho Irlandês estava muito feliz, deu-me um abraço e agradeceu-me este pequeno momento, a despedida da sobrinha neta e dos pais que só  podem vir a Portugal uma vez por ano, em finais de junho.

E foi então que, quando enviei as fotografias por mail, comuniquei: no final deste ano, que pode ser no Natal, quando estivermos juntos, vamos programar pelo menos uma semana de férias em junho, para quem trabalha, alugamos um espaço com jardim e piscina, contratamos um DJ, ou pomos nós a música, vamos juntar a família toda e fazer a festa dos casados e não casados.

Com onze sobrinhos entre os 40 e os 12 anos, as respectivas companheiras e companheiros, faz-se uma festa de arromba.

Que haja saúde, entretanto, porque sonhos todos temos e vivemos deles, e este é um dos que gostaria de realizar.

 

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e já estamos em julho

por Maria Araújo, em 01.07.16

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As temperaturas vão subir, os gelados vão saber bem nem que seja por goludice, a cerveja ainda mais e  para acompanhar os jogos do Euro, e enquanto Portugal "allez, allez" à conquista do caneco, as idas à praia vão ser nos dias que não tenhamos os incomodativos ventos do norte.

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É um  mês cheio de aniversários quer de familiares, quer de amigas e amigos:  4, 5, 9, 10,11, 28, 29, 30.

A Sofia é a primeira, faz 18 anos (jáááá?!), na próxima segunda-feira.

E julho chegou.

 

 

 

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