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a pergunta do dia do Sapo

por Maria Araújo, em 30.11.17

 

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A maioria das pessoas, inclusive eu, faz a árvore de Natal num dos dias feriados do mês de Dezembro.

Ainda não vai ser amanhã que vou fazer a minha, não.

A empregada esteve cá, ontem, não vou sujar o chão com as folhas que caem sempre que monto a árvore. Depois vem a gata, mete-se debaixo a roê-las. Caem as bolas que ela as roça com a cabeça. E por incrível que pareça, nunca a deitou abaixo.

Na verdade, quando li este post, e este, deu-me uma vontade de ir à garagem e tratar de fazer a minha, mas: " Tão cedo? Não!"

Lendo a pergunta do dia do Sapo, parece que as pessoas que fazem a árvore de Natal mais cedo, são mais felizes.

E a primeira pessoa que me veio ao pensamento levou-me comentar para o meu decote: " A Mula sabe-a toda, ah, pois sabe! 

 

 

 

 

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Dia Mundial da Diabetes

por Maria Araújo, em 14.11.17

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Com exames a fazer, hoje, no hospital privado, recebi uma SMS para  marcar o rastreio da diabetes, caso estivesse interessada.

Há anos que não o faço.

Vou hoje.

 

 

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Dia de Todos os Santos

por Maria Araújo, em 01.11.17

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e visita aos cemitérios recordar os nossos Fiéis Defuntos.

 

 

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do meu dia

por Maria Araújo, em 31.10.17

Tenho andado muito calma nas tarefas do meu dia-a-dia, faço as coisas com tempo, ou se deixo algo por fazer não fico stressada, desligo o computador para que não me distraia a ler blogs ( a minha perdição) e me esqueça do que ficou em suspenso, enfim, gosto deste momento que passo e espero continuar por muito mais tempo.

Ontem de manhã, depois do ginásio, fui à florista comprar um ramo, pequeno e simples, para a campa dos meus pais e irmã mais velha.

Seguiria de imediato para o cemitério, queria fazer uma pequena limpeza ( que é feita sempre que lá vou ) evitaria a confusão de hoje. A hora do almoço é a ideal, fiz o que tinha previsto fazer.

Tinha em casa dois vasos com crisântemos que deixara propositadamente para hoje, visto que faltava limpar a campa dos meus avós e meu irmão mais velho e queria comprar flores para o caso de ser preciso compor uma das campas.

Fui de manhã à feira de flores na Praça do Município, viria a casa fazer uns arranjos e seguiria a pé, porque no dia de hoje é impensável levar o carro para o cemitério... E queria fazer tudo de manhã.

Tudo  pronto: dois vasos de crisântemos, um arranjo, um ramo de flores, uma garrafa de água para regar as flores, tesoura.

Meti-me então a fazer o percurso a pé, cerca de 20 minutos. O peso ainda era substancial, pensei  levar o carro, mas não, perderia mais tempo a encontrar estacionamento. Troca o saco mais pesado ora para uma mão, ora para a outra, equilibrava o cansaço, cheguei rápido e bem.

Pus os vasos nas respectivas campas, segui para a do meu cunhado. Ontem verificara que as flores colocadas no Domingo estavam a murchar, não aguentariam muitos dias. Tirei-as, arranjei a floreira com o ramo que comprara na feira.O vaso coloquei-o aos pés da campa, pensei que quem lá fosse com certeza que o deitaria ao lixo, mas não me competia a mim fazê-lo, não fora eu que o pusera lá.

Sobejou o arranjo pequeno, passei na campa da mãe da minha amiga N, deixei-o lá. 

A fome apertava, 2h da tarde, não estava com vontade de cozinhar, passei no restaurante junto à padaria onde compro o pão, trouxe arroz de pato. 

Precisava de tirar umas fotocópias, de passar no estúdio fotográfico e fazer umas fotografias dos meus sobrinhos netos que nasceram recentemente, saí e... estúdio fechado!

Passo quase diariamente na sapataria Calçado Guimarães, não costumo entrar, não me desperta grande atenção, nunca comprei nada, embora já tivesse ouvido comentários de terem bom calçado.

Entrei. Percorri as prateleiras, vi botins que gostei mas que não me interessavam pelas cores, que já tenho,  fui às botas de cano alto, há 2 anos que procuro em pele, cor camel, e não encontro.  Não tinha nem gostei de nada do que vi.

Já de saída, reparo noutra prateleira com botins da salto baixo e em camurça. A cor vermelho, chamou-me a atenção.

Procuro o número, pego na caixa, perguntei à funcionária se não havia a mesma cor mas com o salto mais alto. Não, não havia.

Calcei. Gostei. Paguei... e trouxe um spray para aplicar e que protege a camurça.

Regressei a casa deixando para 5ª feira as fotocópias e as fotografias, sentei-me a ler enquanto tinha luz do dia ( esta mudança da hora não devia ter acontecido). 

É noite de Halloween, há 2 ou 3 anos que o grupo costuma jantar em São Pedro de Este, não recebi qualquer chamada nem SMS, presumo que este ano decidiram ficar por casa.

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 10.10.17

Estava eu na fisioterapia, deitada de rabo para o ar e enquanto a técnica auxiliar fazia a massagem à perna esquerda, falava-se de baptizados e festas de aniversário de casamento.

Tudo começou quando, na cama ao lado, a dona Dores, 88 anos, que faltara ontem à fisioterapia, e comentei que não a vira, respondeu que tivera o baptizado de um bisneto.

Às páginas tantas, a técnica diz que o marido é agnóstico e que de certeza que não quer festejar os 25 anos de casamento, porque não gosta de festas, que não é homem para estas coisas. Eu comento que se ela lhe pedir ele até aceita, e vem à conversa as casas de festas, o dinheiro que se gasta, volta a conversa para o baptizado do bisneto da dona Dores, que a festa foi muito bonita, que os pais da criança não são casados, e tal.

De repente, a técnica auxiliar pergunta-me sobre os meus sobrinhos, ao que respondo que só uma casou e baptizou a filha, no mesmo dia do casamento e porque o marido fez questão em casarem.

E que os meus sobrinhos não ligam nada a religião, embora fossem baptizados e fizessem a primeira comunhão, mas uma delas não quis andar na catequese não fez nenhuma comunhão. E que um tio foi pai e convidou-a para madrinha da filha ( ainda não houve baptizado). Ela ficou muito feliz pelo convite e foi quando eu comentei que ela não podia ser madrinha visto não ter feito qualquer comunhão e o crisma, que me respondeu que não queria saber disso, que arranjaria maneira de falar com o padre e que seria madrinha e ponto final.

Contando eu isto, eis que a dona Dores, deitada na cama, entra na conversa e com o seu jeitinho de idosa diz: " Ela não pode ser madrinha. Se não fez nenhuma comunhão nem foi crismada, não pode ser. Que carago! Que raio de educação os pais lhe deram? Não pode ser. Ela não pode ser madrinha"

De repente comento eu " na minha ingenuidade": "Sou sincera. Não sei por que não há-de ser madrinha. Sou católica, fiz as comunhões e o crisma, mas não concordo que a igreja dificulte as coisas..."

E a dona Dores, repito, com o seu jeito crítico, volta à carga.

Desato a rir. Tentei abafar as gargalhadas. A técnica auxiliar escondia o rosto de tanto rir do meu riso.

A dada altura, não conseguimos abafar as gargalhadas que nos saíam sem querer.

Às tantas, diz a técnica para a dona Dores:

" O meu filho tem 19 anos, foi baptizado, fez a comunhão mas disse que não queria ser crismado. Eu não o vou obrigar, logo ele também não pode ser padrinho de ninguém".

Aí a dona Dores calou-se. 

E as nossas risadas voltaram só de recordarmos as palavras da senhora.

Já na rua, ria-me sozinha de pensar na cena.

Que duas!

 

Subia o Arco da Porta Nova, onde àquela hora ( 15h), e diariamente, me cruzo com grupos de estrangeiros que irão, cetamente,  para o autocarro que os vai buscar e seguirem viagem.

Descia a rua um divertido grupo de raparigas (não consegui perceber se seriam estrangeiras ou portuguesas universitárias) quando, de repente, uma das que vem à frente levanta o braço e diz algo como:  "woww!"

Todas páram. Os estrangeiros que seguiam atrás, páram, também.

Simulando um laser intocável, levanta uma perna, avança alguns centímetros, a que estava ao seu lado faz o mesmo, e viram-se para as outras e fazem o gesto para continuarem a andar.

Desatam às gargalhadas as companheiras, todos os que ouviram aquele "woww!" e eu que subia a rua e me cruzei com todos eles.

Falei para o meu decote: " Hoje a tarde está a começar bem!"  

Segui o meu caminho a rir de cada vez que lembrava as cenas desta tarde.

Relaxei no SPA do ginásio com um dos dois tratamentos  de rosto que estavam em "dívida" desde Abril e eu não sabia.

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Dia Mundial da Fotografia

por Maria Araújo, em 19.08.17

 

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A Sofia tem no seu o blog  um desafio fotográfico sobre o Dia Mundial da Fotografia, que se celebra hoje, dia 19 de Agosto, que nos convidar a participar e levar alguém que tenha o mesmo gosto pela fotorafia.

Mula! Sim, tu, a menina do desafios das 365 fotos. Vem comigo e participa. 

 

 

 

 

 

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encontro de amigas

por Maria Araújo, em 18.08.17

que passam férias em Esposende.

4 horas sentadas na esplanada do Bar da Praia (coisa rara).

 

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Chegámos à hora do almoço. Conversa sobre isto e aquilo, a fome estava a dar sinal.

Pensáramos ir ao Pé no Rio, como no ano passado, mas estavamos tão bem naquela esplanada e tendo as meninas  de lá dito que neste bar tinham pratos interessantes, deixamo-nos ficar.

Perto de nós estava uma família de turistas que almoçavam pizzas, e que me abriram o apetite, escolhi uma de cogumelos, queijo, fiambre e ananás.

Uma das amigas comeu uma francesinha, outra uma tosta à bar da praia, e a terceira um hamburger de frango. Todos estes pratos vinham acompanhados de batatas fritas ( a tentação nestas ocasiões e que nós aproveitamos para abusar, já que, em casa, raramente temos na nossa mesa).

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 A massa da pizza era fina e estaladiça. Soube-me muito bem.

Entretanto, outra amiga veio tomar café connosco. 

Fomos convidadas para ver a casa da Isa, em Fão.

Um apartamento de praia muito bem arranjado, uma cozinha excelente.

Chegou o namorado, tinhamos clarinhas de Fão para lanchar, da Pastelaria Faozense.

 

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Estavam deliciosas!

Eu e a M regressámos a Braga.

Porém, antes de seguirmos viagem, fomos comprar clarinhas e folhadinhos.

 

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antes das férias

por Maria Araújo, em 25.07.17

para as bandas de Vieira do Minho, onde estive há 4 anos, tivemos o nosso encontro de amigas de trabalho.

Um almoço descontraído com entradas de queijos, pão e azeitonas, sangria e limonada.

O arroz de pato bravo, estava seco, delicioso.

As sobremesas constavam de pavlova, tarte de amêndoa, mousse de manga, pudim, fidalguinhos da Doçaria de S. Vicente e salada de frutas.

Um dia sereno e bem passado.

Não me importava de ter esta casa, mais perto da cidade.

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O beagle que há 4 anos corria e saltava, está agora mais sossegado, mais velhinho, quer meiguices . 

 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 11.07.17

 

Domingo, depois do almoço, alguém tocou campainha da porta da rua.

Fui ao intercomunicador, perguntei quem era, respondeu-me uma voz masculina:

- Boa tarde. Somos da Cáritas e com parceria da Liga Portuguesa Contra o Cancro, gostaríamos de fazer um pedido de ajuda, estamos identificados, temos recibo para o IRS...

Evito abrir a porta a estas pessoas e não quero conversa, interrompi::

- Boa tarde. Obrigada, mas não me interessa colaborar porque faço-o doutra forma, não só pessoalmente na Liga Portuguesa Contra o Cancro, como através da internet e por transferência bancária.

- Ah! Mas a senhora podia abrir a porta e ouvir-nos.

- Desculpe, mas não estou interessada em vos ouvir , tenho outras vias para ajudar...-, respondi.

- Então a senhora confia mais na internet que em nós?- , perguntou, interrompendo-me.

- Sim -, respondi.

Silêncio.

Fui à janela , vi-os sair e entrarem na porta ao lado.

 

Há cerca de 6 anos, comprei um vestido com um corte clássico e sempre actual mas que poucas vezes o vestia porque me cansam os estampados floridos e porque o comprimento era abaixo do joelho, precisava de subir a bainha. Leva um cinto comprido, passa duas vezes na cintura, apertava-o com um nó.

Este ano decidi vesti-lo, mãos à obra, subi a bainha.

Gostei do arranjo que fiz, mas já não queria o cinto original.

Decidi dar-lhe um toque diferente. Cortei-o, medi-o e, há 15 dias, levei-o à retosaria, escolhi a fivela.

A senhora comentou comigo que não sabia se tinha fivela para o que eu queria. Olhei para ela feita parva porque se escolhera a fivela seria essa que teria de a pôr.

Pediu-me o nome e o contacto, dir-me-ia alguma coisa sobre o assunto.

Ok, dei-lhe. Ela é que sabia o que fazer, deixei cinto, contacto, nome.

Passou-se uma semana, não tive nenhum telefonema.

Entretanto, vesti o vestido sem o cinto, que pode ser usado com ou sem ele.

No fim-de-semana lembrei-me do assunto. «Duas semanas sem notícas? Que se passa?» comentei comigo mesma.

Ontem, passei na loja.

Expliquei o que se passava mas ela não deu o braço a torcer sobre a falta do telefonema que me dissera fazer.

Mandou-me esperar um pouco, foi à pessoa que faz os serviços de costura e aplicação dos acessórios. 
Voltou ao balcão e pediu-me para esperar um pouco.

Sozinha na loja, esperei mais de dez minutos.

La dentro ouvia uma máquina de costura a trabalhar. O meu cinto não precisava de costura, apenas de meter os ilhós e aplicar a fivela.Percebi que a pessoa que estava a costurar não pegaria no meu cinto enquanto não acabasse a obra que tinha na máquina.

Entraram clientes, ela não dizia nada, até que perguntei:

- Vão tratar do meu cinto?

- Sim, vão fazer a aplicação da fivela. Espere um pouco.

Farta de estar na loja, disse-lhe que ia dar uma volta e passava lá mais tarde.

Meia hora depois, voltei. 
Foi buscar o cinto, que já estava pronto. Fez a conta.

Paguei. Saí da loja sem que em algum momento que estive lá me pedisse desculpa por não ter dado qualquer informação sobre o assunto.

Presumo que quem faz estes serviços deve ter muito trabalho, o cinto era uma coisinha sem importância, ficou lá a um canto, jamais iriam fazer a chamada a dizer que estava pronto, que podia ir buscá-lo.

Ainda não entendo o que a levou a dizer-me que me telefonaria a informar se tinha a fivela.

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tardes como a de hoje

por Maria Araújo, em 07.07.17

não são para mim.

De manhã, levantei-me, fui para o ginásio, fiz duas aulas, estava bem disposta.

Ao meio-dia tive uma consulta de ortopedia, que atrasou, entrei no consultório às 13h.

Cheguei a casa para fazer o almoço às 13:30.

Depois do café, sento-me em frente ao computador, faço uma leitura pelos blogs, salto para os vídeos sobre a tendinite no ombro, descubro a importância do abacate na nossa alimentação.

De repente, fico cheia de sono, fecho os olhos. 

- Não, assim não! Uma tarde inteira aqui, não pode ser. Não é vida. Não gosto destas tarde perdidas no computador, - comento.

O melhor é desligá-lo, fazer alguma tarefa de casa, como passar a ferro, arrumar a despensa, tarefas que planeara para esta semana e não fiz.

A cor cinza dos dias de verão levam-me à apatia. Não me apetece fazer nada.

Felizmente que isto não acontece todos os dias.

 

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