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a carta verde

por Maria Araújo, em 17.05.17

 

carta_verde-300x129.jpg

 

Maio, o mês de pagar o seguro do carro e da casa, é costume receber o aviso de pagamento com um mês de antecedência ( o último foi com dois meses ).

Passou Abril, entramos em Maio e o aviso não chegava ( nem chegou) . Ainda pensei que viesse por correio.

Os dias passam, no dia 28 tenho de substituir o selo no carro, no dia três, enviei um e-mail ao agente cobrador.

Resposta:  zero!

Passou mais uma semana, nem e-mail, nem por CTT, nem o agente deu notícias. Liguei para este no dia oito.

"Ah, eu li o teu e-mail e na mesma altura reencaminhei para a seguradora, deves estar a receber."

Passaram estes dias e nada.

Ontem, borrifei-me no agente ( amigo meu) liguei para a seguradora.

"Contactou o agente?" perguntou a senhora.

Expliquei tim tim por tim tim  o que se passava, que estamos no limite e preciso de ter a carta verde.

Uns minutos depois, dá-me a entidade, a referência e o valor para efectuar o pagamento no multibanco. Após efectuar isto, enviam a carta verde.

Se for como há dois anos que nunca mais chegava,  tive de ligar ao agente e deslocar-me lá para a receber. Quinze dias depois do prazo limite recebi a da companhia. Fiquei com duas.

Hoje fiz o pagamento do seguro do carro, porque o da casa nem vê-lo.

Aguardo até terça-feira. Se nada chegar por CTT, lá vou ter de ir, mais uma vez, ao cobrador para emitir uma carta verde.

Quanta eficiência!

 

 

 

 

 

 

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a chave do meu carro

por Maria Araújo, em 27.10.16

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O meu carro tem 18 anos. À excepção das revisões poucos problemas me tem dado, anda bem, é um carro que vai aguentar nas minhas mãos até já não dar mais de si... a não ser que me saia o euromilhões ou o milhão, que jogo, despacho-o.

O porta-chaves é o de origem, está velhinho, mas resiste. Já o botão de comando anda a saltitar porque não há botão de borracha que o proteja. Cai, perde-se. Na oficina já nem põem nada.

Tem dias que só metendo a chave na fechadura a porta abre. Um dia destes cai e aí não sei se poderei usá-la mais.

Será que com fita cola vai resultar?!

 

 

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a chave do carro

por Maria Araújo, em 26.10.16

Os documentos do meu carro estão numa das divisórias da minha carteira. Quando vou ao ginásio levo-a comigo, assim como o porta-moedas com os trocos.

Se preciso de fazer compras, levo-os na mão, junto com o telemóvel e a chave do carro.

Hoje, depois da aula, passei pelo Lidl.

Paguei as compras com o cartão, aproveitei para levantar dinheiro na caixa multibanco. De repente olho para a mão esquerda, não vejo a chave do carro. 

Sabia que não tinha metido no saco das compras, de certeza que caíra ou pousara numa das prateleiras onde fui pegar algum  dos produtos.

Deixei as compras encostadas à parede, informei o funcionário da caixa que as deixava lá porque ia procurar a chave do carro.

Fui à prateleira dos lenços de papel, não estava. Lembrei-me que tinha pegado numa embalagem de beterraba e a metera num saco de plástico. Nada.

Dirigia-me para outra secção, mas decidi votar atrás. E vejo-a, a um cantinho, numa caixa de legumes.

Ao passar na caixa informei o funcionário: "encontrei!"

Mas isto não pode acontecer. Um dia pode cair em quaquer lado, não dou por nada, e fico sem ela.

 

Resultado de imagem para chaves carro peugot

 

 

 

 

 

 

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e pensei: "roubaram-me o carro! ...

por Maria Araújo, em 18.04.16

estacionamento.pagina.jpg

 

ou alguém confundiu com o seu, e levou-o."

Fui ao centro comercial ver malas de viagem. Costumo estacionar o carro na rua, mas como poderia comprar alguma que gostasse, estacionei o carro no parque, piso -1, perto do elevador.

Fui à loja, não tinha a cor e o tamanho que queria, e as que gostei estavam esgotadas e/ou não há naquela loja.

A fucionária foi  ao computador, disse-me que na loja junto ao Continente havia uma em stock. Decidi ir lá..

Entrei no mesmo elevador e quando saí: "Ah, o carro?!", questionei-me. "Alguém levou o meu carro!"

No seu lugar estava um carro branco modelo e marca igual, mas branco.

"Esquisito, nunca tal me aconteceu", dizia de mim para mim.

Nunca ouvira comentar que houvesse roubo de carros, mas mesmo assim passou-me pela mente que alguém o roubasse.

Dei quatro voltas, fui mais à frente espreitar, voltei para trás, não fosse ter feito confusão. Nada!

As pessoas que entrava no elevador olhavam-me, percebiam que eu estava à procura do carro. Ninguém perguntou nada.

Decidi entrar no mesmo elevador e procurar um segurança.

Encontrei-o perto de uma loja junto a uma das saídas do centro.

Falei com ele.

Sorriu. "Não, aqui ninguém rouba carros. De certeza que a senhora  saiu no elevador errado."

"Eu não estou a dizer que o roubaram, estou a dizer que alguém podia ter levado o meu carro, por engano. Sei que isso pode acontecer."

"Não", repetia e sorria, "o seu carro está lá no lugar onde estacionou, tenho a certeza", dizia com muita convicção. "Em que elevador subiu?"

Expliquei, disse que conheço muito bem o centro, que nos dias de maior movimento nunca esqueci o lugar, que há muitos lugares vagos, não ia confundir o lugar onde deixara o meu.

"Siga-me", disse.

Descemos dois lanços de escadas, abre uma porta, duas portas, sempre a dizer "garanto que o seu carro está no lugar onde estacionou."...

E eis que deparo com o meu carro.

"É aquele! Não acredito! Como é possível? Eu desci neste elevador e no lugar do meu carro estava um carro da mesma marca, branco.

"Sabe que todos dizem a mesma coisa? A senhora não desceu neste elavador!"

"Desci, sim!"

E expliquei por onde viera, que passara a saída do parque do supermercado, que uma senhora estava a sair do estacionamento junto ao elevador, eu aproveitei para estacionar naquele lugar, uma vez que seria mais acessível chegar à loja.

E contou-me várias cenas, uma delas que um senhor afirmava que roubaram-lhe o carro, que andaram uma hora à procura dele, que perguntaram se não o tinha deixado na rua, o senhor convicto afirmava que não, até que um dos seguranças foi à rua verificar e o carro estava lá.  E contava que o senhor insistia que sempre o estacionava no parque, mas contrariamente ao habitual, dessa vez,  estacionou-o na rua, mas esquecera-se.

Ao mesmo tempo que comentava com ele que entrara e saíra naquele elevador, ele dizia que não, ainda muito confusa, e rindo-me, desfiz-me em desculpas.

O segurança dizia que eu entrara no elevador "x" junto à loja "y" ,  mas saíra noutro. E não estou a visualizar o dito elevador.

Entrei no carro, dei a volta para lembrar o percurso que fizera desde que entrara no parque. Passei junto do elevador e não vi o carro que estava no suposto lugar onde deixara o meu.

E ainda agora penso e farto-me de visualizar mentalmente o parque. Sempre e só conheci dois elevadores, os mais antigos, que estão em lados opostos, como podia eu  ter saído pelo elevador errado?

Nunca tal me aconteceu. 

Mas não vou ficar por aqui. Um destes dias vou voltar e ver qual o elevador que supostamente eu saí.

Nunca tal me acontecera. 

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só de pensar

por Maria Araújo, em 09.03.16

 

 

pneu furado luis fernado verissimo.gif

 

que amanhã o carro vai para a oficina para subsituir os pneus, ai, que me dói a carteira!

Falta saber se vão pôr os da frente, ou todos.

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O que fiz do recibo do seguro?

por Maria Araújo, em 19.11.15

carro-casa-tranquilidade.jpg

 

Organizada que sou com as contas, as faturas, os recibos, há pouco, e porque recebo via CTT o recibo do seguro do carro e da casa, faço o pagamento pelo netbanco.

Abro a gaveta onde costumo guardá-los e não o encontrei. A pasta onde tenho o contrato não tem nada, não sei o que fiz do papel. Nunca me aconteceu coisa semelhante.

Depois de remexer a gaveta duas três vezes, fui buscar a capa onde guardo os recibos e faturas das finanças, não fosse por engano, estar junto a uma delas. Nada!

O pagamento deve ser efectuado até ao dia 28, a única solução foi enviar um e-mail à companhia de seguros e pedir que enviem uma cópia, por esta mesma via.

E a minha máquina fotográfica está com um problema, tenho seguro dela,  preciso de a levar à loja, e não encontro a garantia.

Bolas! Onde anda a minha cabeça?

 

 

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os "acidentes" acontecem

por Maria Araújo, em 09.10.15

 

DSC00140.JPG

 

Segunda-feira caiu um pedaço de estuque do tecto do escritório. Um estrondo que me assustou e deixou sem  reação, sem saber o que fazer.

Amanhã, vem o trolha fazer a obra.

Ontem, depois do futebol, tirei o carro da garagem para ir levar uma amiga a casa, a bateria quase não dava de si, mas pegou. E correu bem.

Hoje de manhã, prontinha para ir ao ginásio, dou à ignição e bateria, nada!

Não tinha como carregar ou empurrar o carro para ver se pegava e ir à oficina.

Subi, mudei de roupa, fui a pé (são 25 minutos)  à oficina. Se ligasse, obrigavam-me a estar aqui horas à espera que viessem pôr o carro a trabalhar.

Assim, na hora, vim com um funcionário, pôs o carro a trabalhar, fui deixá-lo lá para pôr uma bateria nova. Se esperasse um pouco, traria o carro, mas era hora de fazer o almoço, preferi deixá-lo, voltei para casa a pé.

Diz a simpática recepcionista: "mas se vem logo de tarde vai ter de fazer nova caminhada!"

E respondo eu: "Se há coisa que menos me incomoda é andar a pé. Por volta das 16h estou cá."

E em 4 dias lá vão uns quantos euros. E não imagino por quanto vai ficar a obra.

Confesso: "que mês, este!"

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de repente,

por Maria Araújo, em 24.09.15

fiquei triste.

A Sofia ligou-me no final da tarde a pedir-me que a fosse buscar ao ginásio ( foi a pé e sozinha; são cerca de 4 km) por volta das 20:15h, pois a mãe ficava a trabalhar até tarde.

Estava eu mais tranquila, por vezes ela ligava-me a dizer que já estava em casa, mas nunca antes das 20:30h, mãe e filha jantavam juntas e "a horas decentes".

Quando fui buscar a Sofia, ela pediu-me que a levasse ao Pingo Doce para comprar alguma coisa para o jantar.

Não tinha dinheiro comigo, vim a casa, preparei um saco com um bife congelado, queijo de "a vaca que ri" que ela adora, pão e bolo de laranja.

Desci, dei-lhe o saco, passamos no Pingo Doce, dei-lhe o porta-moedas para ela comprar o que quisesse.

Ela não queria mais nada, pois já tinha um saco com o suficiente para o jantar, mas eu insisti que fosse.

Desliguei o carro, mas com os piscas ligados...

Ela chegou, entrou e quando ligo a ignição, zero!,  o carro não pegava. Achei estranho. Tem gasolina, a bateria dava sinal, tudo a funcionar e a ignição nada?

Como a avenida tem uma ligeira descida, mas estando um carro à minha frente parado eu não podia engatar o meu para tentar que ele pegasse.

Esperei que o dono do carro viesse. Demorava. Às tantas, vejo uma senhora aproximar-se, mete as compras no carro e arranca.

Quando o sinal verde abriu, engatei a 2ª velocidade e virei à direita, andei uns metros e o carro pegou.

Evitando subidas, voltei para trás e desci a avenida, o carro continuou sem problemas.

Deixei a Sofia em casa, regressei a minha casa evitando o túnel, seguindo por ruas onde pudesse parar se acontecesse alguma coisa. 

O carro esteve na garagem 5 dias. Claro que só podia ser a bateriaAmanhã, tenho ginásio, espero não ficar mal.

Mas a minha tristeza não tem a ver com o carro. Tem a ver, sim, com ela, a minha irmã, que trabalha de manhã à noite, viaja cerca de 100 km por dia, chega a casa cansada, a Sofia já está a dormir, para no dia seguinte levantar-se cedo e regressar ao trabalho. Isto não é vida.

O filho passou muitos dias sozinho até ir estudar para o Porto, a Sofia ficava comigo, muitas foram as vezes que me zanguei com ela por vir muito tarde do trabalho.

A Sofia sabe cuidar de si, é uma aluna aplicada, responsável, compreende que há dias que a mãe tem de trabalhar até mais tarde... mas eu não compreendo.Há horas para a família, há horas para descansar, há limite para o cansaço.

E fiquei triste porque enviei uma mensagem, que não devia ter enviado, que sei que a vai preocupar.

Merda de vida!

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os jeitosos

por Maria Araújo, em 03.07.15

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As pessoas que pensam que sabem reparar o que está avariado e põem as coisas pior, mereciam que os mandasse plantar couves e, às tantas, nem isso fariam bem.

O rádio do carro falhava,  pedi na oficina que fizessem a revisão ao sistema elétrico, pensava eu que teria a ver com este.

Fui buscar o carro, foi-me explicado o que foi substituído e/ou reparado, como sempre o fazem ao lerem a fatura, a menina disse que a avaria era do rádio e que este fora para reparar a um senhor especialista em reparações.

Eu aceitei, pois digo sempre que o que for preciso reparar, façam-no.

Então, paguei, meti-me no carro, verifiquei que dá música, sim, mas, foi por segundos.

Os vários quilómetros que andei se ouvi um minuto de nada, foi o máximo.O rádio sintoniza mas a música anda por outras bandas.Também reparei que ao carregar  no botão que fazia com que saísse a placa, está fixo, isto é, o jeitoso artista, para arranjar o que provavelmente não tinha solução, fê-lo da pior maneira. Quase garanto que colou a placa porque quando carrego no botão ele não cede. Foi o modo que arranjou para que desse música.

Não sei se o testou, o que sei é que ele sintoniza mas a música nem ouvi-la. Com os tremeliques do carro em piso irregular, a música surge por segundos, mas volta ao mesmo.

A reparação foi barata, mas tenho a certeza absoluta que o rádio não tinha solução e ele, "o jeitoso",  tentou ganhar 15 euros sabendo que iria ficar como estava.

Muito gosto eu destes oportunistas. Como não passo sem música no carro, vou ver o que posso arranjar para substituir este.

Este jeitoso fez-me lembrar um outro jeitoso desta história.

 

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os telefonemas

por Maria Araújo, em 02.07.15

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Os meus vizinhos pensam que eu sou uma desmazaleda, não quero saber do carro que, coitado, está com o pneu furado, parece um carro abandonado, cheio de pó...

Acordei muito cedo a pensar no carro, não voltei a adormecer e às 9:05h estava a ligar para a oficina.

"(...) a minha chamada nem é para si, mas para o senhor S. Quero mostrar o quanto estou zangada convosco. Quando digo que não preciso do carro é relativo, porque preciso sempre para alguma coisa mais urgente ou para me deslocar para fora da cidade. Há uma semana que o carro está parado, eu entendo que possam ter muito serviço, mas não tiveram a consideração e a delicadeza de pegar no telefone e informarem-me que ainda não fora possível mudar o pneu"

"Ah, mas a senhora disse que um familiar seu ia mudá-lo..."

"Sim, mas na segunda-feira logo de manhã, também liguei a dizer que não fora possível ele vir cá e perguntei se me resolviam o assunto, a menina disse que sim, passei aí, deixei a chave e os documentos, uma vez que eu ia para fora. Se acham que não podem, digam e eu vou à recauchutagem aqui perto de casa e tento resolver o assunto. Sou vossa cliente há pelo menos 12 anos, mereço alguma consideração. Eu não tenho nada a apontar ao vosso trabalho, sempre foram eficientes, mas acho que desta vez está a ser demais."

"Ah, mas sabe que começam as férias, que há muito trabalho..."

"Eu sei disso e tenho sido compreenvia, entendo muito bem, mas mais uma vez digo que deviam ter tido alguma consideração e ligavam-me."

"O senhor S vai já buscar o carro, desculpe. Está a cair uma chamada, vou ter de atender."

Entretanto, vou tomar o meu banho matinal e vejo o minha barriga, braços e pernas cheia inchaços.

"Porra, será que isto é mesmo mosquito, melga, ou será outra coisa mais complicada!?"

E fui ao Hospital Privado Braga Centro para ver se conseguia uma consulta de dermatologia (ontem tive a sorte de ter uma de oftalmologia) mas não, só no dia 23 e como ainda não abriu a urgência, voltei para casa.

Liguei para a mesma rede, mas nos arredores, por sorte havia uma vaga para as 10.45h mas o médico só dava 15 minutos de tolerância.

Eram 10:15h, sem saber se tinha autocarro, pedi para marcar e, entretanto, saio apressada de casa, pergunto na paragem a hora do autocarro...só às 11horas e faltavam 20 minutos. Decidida a ir de táxi, fui à paragem na rua ao lado onde os vejo estacionados e hoje nem um havia.

Voltei para a paragem e às 11h  lá chegou o dito autocarro.

Entretanto, liguei para o hospital a informar que já estava no autocarro, se ainda era possível ter a consulta. A funcionária disse que ia avisar o médico, mas eu estava muito atrasada. 

Preparada para receber o não e ir à urgência, cheguei com 25 minutos de atraso...mas consegui. Esperei cinco minutos e entrei para a sala de consultas.

Felizmente os inchaços são mesmo picada de melga ou qualquer outro maldito insecto que me anda há um mês a deixar-me doida de coçar e com tantas marcas que tenho no corpo. Desta vez eram feias, fiquei mesmo preocupada.

Lá vou eu ficar pedrada com o anti histamínico, mais um gel que não o fenistil, chego a casa, vou à janela da cozinha espreitar e o carro ainda lá.

Fiz o almoço, a Sofia chegou,  estavamos sossegadas a almoçar. Depois do almoço,  fui à cozinha, voltei à janela e "o carro não está!".

Eram 13:50h. A minha sala de jantar tem três janelas que dão para as traseiras e logradouro, e não ouvi nada, nem sequer o motor do carro.

Onde andaria o meu pensamento?

Quem veio tinha a chave, não ligou a dizer que já estava em baixo e ia levar o carro.

O mais importante, finalmente, é que foi resolvido mas desconfio que se não tivesse ligado logo de manhã ainda não era hoje que vinham buscá-lo.

Uma revisão a pneus, instalação elétrica (o rádio não funciona) e mais umas pequenas coisas, espero ter o carro amanhã. Sábado preciso muito dele.

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desafio temático de fotografia

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2º desafio de leitura

desafio

Encontros - eu fui

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