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INACREDITÁVEL!!!

por Maria Araújo, em 18.05.17

 

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Terça-feira, passei no Theatro Circo para saber quando estava prevista a venda de bilhetes para o espectáculo deste novo ídolo de Portugal, que até sábado ninguém sabia quem ele era, incluindo-me na maioria.

A funcionária, que me conhece há anos, informou-me que ainda não havia data, mas para estar atenta ao site. Eu tinha visto a programação, nesse mesmo dia, e nada estava anunciado.

Soubera que o cantor viria a Braga através das notícias online.

Ontem à noite, não sei o que me levou a entrar no site do Theatro e vejo já a informação da venda de bilhetes a partir das 10h de hoje.

Como não sou das que pensa que o povo vai a correr para a bilheteira, pensei ir depois do almoço. Até porque moro a 200m do Theatro, estava tranquila.

Fui ao mercado às compras. Praticamente vazio. Amanhã temos o Rally de Portugal, as ruas estão fechadas ao trânsito a zona do mercado é uma delas. Estava lá a senhora a quem costumo comprar os legumes. Fui depois a uma das bancadas da frutas e vim para casa.

De repente, a voz do meu coração dizia-me para passar na billheteira agora de manhã. Se bem o pensei, melhor o fiz.

Quando lá cheguei havia uma fila que vinha até à rua, mas nada de mais. 

Em frente à porta a CMTV estava a montar a máquina de filmar. 

A senhora que estava à minha frente comentava comigo que lhe haviam dito que às 9h da manhã a fila era imensa, que ontem, na página não havia compra online nem reservas. 

Quem saía dizia que já só haviam bilhetes para a galeria superior, e poucos.

A repórter da CMTV perguntou se alguma de nós queria falar. Eu respondi que não, a senhora da frente, que reclamava o que se passava respondeu que queria dizer qualquer coisa. Entretanto,  quando sai alguém que diz que já não havia bilhetes, ela sai da minha frente e desiste. Incentivei-a a não sair e expor a sua indignação às funcionárias.

Lá foi. Não sei o que disse, saiu desanimada. Depois, não sei se falou com os repórteres.

Chegada a minha vez, falei com a funcionária e lamentei o que se passava. Uma hora e meia depois de porem os bilhetes à venda já estavam esgotados.

Como noutras ocasiões, por vezes, consegue-se um bilhetes isolado. Ela foi ao computador, verificou que tinha um de visibilidade reduzida. Respondi que para pagar 25 euros para não ver nada, não estava interessada.

Foi à planta exposta em cima do balcão, assinalou o lugar, que ela recomendou, porque mesmo sendo de visibilidade reduzida, era no 1º balcão , que para ela é um lugar razoável, recomendava não perder a oportunidade. E com a vantagem  de, para estes lugares, haver um desconto.

Voltamos à planta, verifiquei melhor o lugar e decidi comprar.

Poderei não ver de todo, mas ouvir, sim.

Deixei uma recomendação à menina: " Seria aconselhável fazerem outro espectáculo, mais para a frente".

"Sugestão para registar", respondeu-me ela.

Os comentários gerais eram de que " Se não tivesse ganho o Festival, ninguém sabia quem era Salvador Sobral"

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 Foi o último bilhete a ser vendido. 


Na página, o vermelho de esgotado!

 

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em setembro

por Maria Araújo, em 01.12.16

atenta ao cartaz, e porque há muito desejava ver o grupo Harlem Gospel Choir  mas nunca conseguira bihetes, desta vez, foi em setembro que comprei.

Hoje é o dia.

 

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HOMENAGEM A ADELE
 
Já é o sétimo ano consecutivo na crescente história que une o Harlem Gospel Choir de Nova Iorque a Portugal sendo que desta vez as datas que apresentarão no nosso país na época festiva do Natal se integrarão numa mais alargada digressão Ibérica, sinal do impacto crescente que uma das mais celebradas formações deste género vem conseguindo do lado de cá do Atlântico.
 
O Harlem Gospel Choir, talvez o mais famoso grupo de gospel do mundo neste momento, já trouxe a Portugal espetáculos de homenagem a gigantes da música como Michael Jackson, Stevie Wonder ou Whitney Houston, compositores de méritos mais do que reconhecidos que nas experientes vozes deste grupo se tornam também autores de hinos universais capazes de capturar o espírito de uma época muito especial. Desta vez trarão na bagagem canções de uma das mais aplaudidas vozes da actualidade, Adele, cuja música, que lidera tops em todo o mundo, inspira um sentido tributo que é também uma oportunidade de celebração do que de melhor a vida nos oferece: o amor, pois claro.
 
Consigo, o Harlem Gospel Choir trará, além das canções de Adele que todos conhecem, uma vasta experiência própria de um colectivo que já cantou ao lado de ou para gente tão importante como Nelson Mandela, o papa João Paulo II, Paul McCartney, Diana Ross, U2 ou Gorillaz, entre tantos outros, que tem quase três décadas de uma história cheia que lhes permitiu colecionar muitos sucessos que agora se traduzem num envolvente espetáculo, capaz de elevar os espíritos e de inundar de paz qualquer plateia.
 
O convite é para uma celebração muito especial e dirige-se a toda a família. A banda sonora, essa será de luxo e entregue com o inimitável estilo do Harlem Gospel Choir: Adele como nunca a ouviram antes.
 

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farrapos, é o que vejo

por Maria Araújo, em 24.08.16

Há cerca de quinze dias que não vou ao centro da cidade (a cinco minutos de casa), hoje fui levantar um exame médico (está tudo bem), tinha chovido antes de sair de casa a trovoada foi rápida mas forte, resolvi aproveitar para dar um salto ao Theatro Circo para comprar os bilhetes para dois espectáculos que não quero perder: David Fonseca e Hiromi.

Um senhor meia idade, t-shirt vermelha com a palavra "vigilante" nas costas, boné, óculos escuros, pedalava a sua bicicleta, ultrapassou-me no passeio. Falava alto para si próprio, isto:

"Andam estes jovens a jogar matraquilhos em vez de irem trabalhar e nós aqui a descontarmos para esses vadios."

Segui o caminho, até que nos semáforos teve que parar, entretanto, chego também, páro, ele continuava a conversa para si próprio, enquanto as pessoas que esperavam o sinal verde o observavam:

" Pois é Portugal, andas a tirar aos reformados para dares a esta juventude que não quer trabalhar e andar a gastar em vícios. Pobres dos reformados."

O sinal abriu, continuou o seu caminho a pedalar conversadno sozinho.

Desapareceu da minha vista, esqueci o senhor.

Dirigi-me ao Theatro Circo, comprei os bilhetes. A Zara fica ali ao lado, lembrei-me de espreitar o que há de novidade da colecção de outono.

À excepção de uns blusões beges e das jeans brancas, não gostei de nada.

Farrapos e mais farrapos, tudo muito florido, calças rasgadas, parkas cheias de berloques, camisas e blusas estilo anos 80, calças rasgadas, outras largas pelo meio da perna, nada de jeito .

Fico sempre na dúvida se é a idade que  já não aceita qualquer moda ou se são farrapos o que vejo.

Já na loja online, a coisa é outra.

A semana passada entrei na Massimo Dutti e apesar de ter umas peças interessantes mas pouco convidativas a gastar os euros com o calor que faz, nada me cativou.

E a menina ainda comentou comigo ( fiquei de queixo caído porque raramente as funcionárias comentam alguma coisa, gostam, sim, de olhar de alto a baixo os clientes que entram na loja (mas já foi pior),  e perguntou-me ela:  "não acha que a colecção está gira?"

Na verdade, eu não consigo encontrar peças jovens com toque clássico.

Para mim, as roupas são para senhoras com mais de setenta.

Mas ainda é cedo para o grosso que há-de vir da colecção. Aguardo.

Entretanto, hoje, ao final da tarde, tudo quanto era sapatos, sapatilhas e botas que não quero mais ver à minha frente, meti-os em dois grandes sacos de plástico para dar ou meter nos contentores de roupa e calçado.

Amanhã, vão ser as malas e a roupa.

Esquisita que estou, pá! 

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Com um dia cheio de sol, eles, os Dinamarqueses, já andam por cá, pela cidade, a gastar os bem-vindos euros.

Vamos lá Portugal!

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camisola Mango, camisa, H&M, jeans Levi's, parca Zeven, ténis New Balance, cachecol da Seleção (2004)

 

 

 

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já cá estão

por Maria Araújo, em 27.09.15

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os bilhetes para o jogo Portugal-Dinamarca, mas deram algum trabalho...

Quando ontem a minha amiga me diz ao telefone que vira na página do Continente que os bilhetes categoria 1, central poente, estavam esgotados, fui espreitar.

Decidimos, então, comprar os bilhetes online para termos a oportunidade de escolher a categoria 2 e ala desejada.

Executo os passos pedidos. No  2º passo tinha de confirmar se  desejava receber os bilhetes em casa, com pagamento de 4,90,  ou levantar  no estádio, no dia do jogo, com um acréscimo de 2,90. Não se punha a condição de os levantar no hipermercado. 

Do outro lado da linha, a minha amiga diz para continuar a operação, que dividimos o valor pelas três, o que interessa é conseguirmos a ala que desejavamos. E tinhamos 50% em cartão e eu não sabia de nada, até ver o total da fatura.

Quando faço o pagamento e na expetativa que abrisse uma janela com a planta do estádio para poder fazer a escolha da ala, eis que não aparece nada. Procurei, voltei atrás, mas sem sucesso.

"Que frustração! Pagamos 4,90 pela entrega em casa e não sabemos que bilhetes vamos receber?" comentava eu com a minha amiga.

E foi quando se me fez luz : "Vou cancelar a compra. Amanhã vou ao Continente, compro eu os bilhetes. Poupamos 4,90, e escolhemos a ala que queremos.", dizia-lhe eu.

A minha amiga fez questão em ir comigo e hoje por volta das 12h estavamos as duas ao balcão de apoio ao cliente a expôr o assunto, com a cópia que imprimimos da compra e do cancelamento. 

Expliquei o que tinha acontecido, que o motivo do cancelamento foi o facto de não sabermos que bilhetes iríamos receber em casa e não queriamos ir para um qualquer lugar que podia ser na ala norte.

A funcionária foi muito simpática. Informou-nos que a Federação não tinha enviado bilhetes da categoria 2 da ala que pretendíamos,  mas para as extremidades. Tinham, sim para a mesma categoria, ala nascente (que nós não gostamos), e aí sim, tinham os lugares centrais e se quisesse reclamar deveria fazê-lo à Federação Portuguesa de Futebol.

Sem hipótese de escolha, disse à minha amiga que por mim, aceitava. Perguntei-lhe se estava disposta a comprar o que nos era proposto.

Aceitou, compramos os três bilhetes com os tais 50% em cartão.

Pagamos e, no regresso a casa, depois de me despedir dela, lembrei-me e questionei-me: "Será que não há outros postos de venda de bilhetes? Afinal, até ontem, desconhecia que tinha desconto, não foi este que me levou a querer comprar os bilhetes no hipermercado."

Há pouco, em conversa ao telefone com a minha irmã, que também vai ao jogo, fez-me a mesma pergunta. Não sei mesmo se o Continente é o único posto de venda, mas também já não interessa, já cá estão, o melhor é esquecer.

Quanto à reclamação de bilhetes à Federação, não faço porque é perda de tempo.

Mas não deixo de sentir algum descontentamento por não existir a condição de levantamento de bilhetes ao balcão, neste caso, no hipermercado.

 

 

 

 

 

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Dia Internacional dos Museus

por Maria Araújo, em 14.05.15

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no próximo dia 18, e a  Fundação de Serralves vai comemorá-lo com um programa que convida a conhecer o museu e os espaços circundantes.

O único contra que vejo neste convite, está no número limitado de bilhetes, trinta,  que, embora gratuitos, são emitidos e adquiridos no próprio dia, o que faz com que  quem vive fora do Porto dificilmente tenha acesso aos mesmos.

Vêm aí as 48h nonstop de  "Serralves em Festa", este ano com início a 29 de maio.

 

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Quando a crise faz milhões

por Maria Araújo, em 25.01.15

 

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Oh!

por Maria Araújo, em 25.11.14

Só ontem vi nos placards das ruas de Braga que a Carminho vem cantar ao Theatro Circo, na próxima sexta-feira.

Convictas de que conseguiríamos bilhetes, passei por lá hoje e, "esgotado!" Oh, que decepção!

Entretanto, no dia 8 de janeiro temos o Grande Concerto de Ano Novo, com a Orquestra Original, Johann Strauss.

Acabei de fazer a reserva dos bilhetes agora mesmo, por telefone, antes que esgotem.

Adoro os concertos de Ano Novo.

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"Tribos" que me leva aos espectáculos

por Maria Araújo, em 05.09.14

Depois de ter visto e ouvido no jornal da noite a entrevista com António Fagundes, mais um dos meus actores preferidos, e saber que a peça de teatro "Tribos" também vem a Braga, decidi que não iria perder esta raridade  (há alguns anos fui vê-lo a Famalicão, na peça "As mulheres da minha vida" ) logo,  para não me esquecer, teria de comprar o bilhete hoje...até porque esgotam.

Coincidência, uma amiga minha, com quem combinara um jantar para este fim de semana, ligou-me a confirmar e vai daí que lhe falei nele, no actor,que ela admira, e decidimos ir as duas.

Entretanto, lembrei-me que ando há meses para aderir ao Cartão Quadrilátero, com descontos de 50% para todos os espectáculos e eventos, nas cidades de Braga, Guimarães, Famalicão e Barcelos, válido por ano, com o valor de 25 euros.

Como já estou registada na BilheteiraOnline, rapidamente fiz o pagamento via netbanco.

Cinco minutos depois, no e-mail, tinha o cartão. Devia imprimi-lo e, hoje mesmo, teria o meu desconto.

Fui ao Theatro para adquirir os bilhetes, apresento o meu cartão impresso, e diz a senhora da bilheteira: "se tivesse pedido aqui o cartão, dava-lho de imediato, não precisava de imprimir".

Pago os bilhetes, 12,50 pelo meu e 25 euros pelo da minha amiga. Os lugares da frente estão a esgotar. Consegui para a terceira fila perto do palco, mas não nos lugares do meio.

A senhora da bilheteira pede-me para aguardar uns minutos. Vai ao computador, regista o meu nome e uns segunds depois sai de uma máquina o cartão "físico" Quadrilátero.

Dando uma vista d'olhos ao placard, reparei que no pequeno auditório, mensalmente e à segunda-feira, costuma haver um ciclo de cinema com filmes que raramente passam nas salas de cinema.

Este mês não é específico de algum realizador e/ou país, já em outubro será dedicado ao cinema francês. 

Um dos posters chamou-me a atenção para o filme do dia 15: "O Salão de Jimmy", baseado numa história verídica, está já nos meus planos (se não me der a preguiça de sair à noite, o que é habitual, caseira que estou), até porque resido a cerca de 200 metros do Theatro Circo.

E o preço do bilhete com o cartão é de 1,75 euros.

A partir de hoje posso usufruir dos espectáculos que quiser por metade do preço.

Amanhã, João Pedro Pais, que não admiro nada, brevemente, Mafalda Veiga, Jafumega (que saudades de os ouvir) Jorge Palma (adoro) são espectáculos a pensar ver.

 

 

"A história de “Tribos” centra-se em Billy (Bruno Fagundes), que nasceu surdo no seio de uma família sem deficiências auditivas. Foi criado dentro de um casulo e soube adaptar-se ao comportamento pouco convencional da sua família. Mas quando Billy conhece Sylvia (Arieta Correia), uma jovem mulher prestes a ficar surda, contacta com uma nova realidade. Este será o ponto de viragem que o colocará, assim como ao público, perante a dúvida do que realmente significa o sentimento de pertença."

O espetáculo é uma premiada comédia da autoria da inglesa Nina Raine, que “promete criar uma inusitada relação com a plateia – entreter, provocar e ao mesmo tempo entregar um extraordinário momento ao público”, pode ler-se na sinopse. A peça estreou em Londres, em 2010, com um elenco anglo-saxónico e, em 2012, venceu o New York Drama Critics Circle para melhor peça estrangeira.

 

Com encenação de Ulysses Cruz, “Tribos” vai estar em cena em Lisboa de 10 a 28 de setembro, de quarta a sábado às 21h30 e aos domingos às 17h. Nos dias 3 e 4 de outubro apresenta-se no Coliseu do Porto, à 21h30. Braga, dia 5 de outubro, às 17h30 e 21h30.

Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais e custam entre 12,50 e 27,50 euros.

 

 

 

 

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desafio temático de fotografia

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2º desafio de leitura

desafio

Encontros - eu fui

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