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coisas do dia

por Maria Araújo, em 19.04.17

 

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Ontem, ligaram-me da super linha, pediram-me autorização para gravar a chamada, convidaram-me a contrair um empréstimo... A chamada caiu. Não ligaram mais.

Acabei de receber a chamada. Novo pedido de autorização para esta ser gravada... Aceitei, com certeza.

Mas o recado foi dado antes que a senhora deitasse tudo cá para fora.

" Não estou interessada em créditos, levei anos a pagar os que tinha, liquidei-os muito antes do prazo terminar, não estou interessada em contrair nada, não quero mais compromissos com o banco. Não, muito obrigada".

Ela agradeceu em nome do banco e desligou.

Era o que me faltava.

É como a publicidade do crédito ao António...

Depois não se queixem do crédito mal parado.

 

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o balcão que não existe

por Maria Araújo, em 02.11.16

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No Jornal da Noite da SIC passou a notícia do fecho de, penso que 200, balcões do Santander Totta.

A propósito disto, na segunda-feira, fui tratar de uns assuntos, quis fazer o pagamento das despesas, que tinha de ser em dinheiro.  

Feitas as contas informei que ia levantar dinheiro na caixa multibanco. Deixei a mala e os documentos na mesa da senhora, saio muito contente porque ao lado do gabinete tem um balcão, isto é, eu pensava que tinha, porque fiquei parva a olhar para o que é agora uma loja de óptica.

Entrei no gabinete e comentei: " O  balcão já não existe! Passo aqui com frequência e não reparei nisso"

Bom, lá tive que percorrer um túnel para peões ( que detesto) para levantar noutro balcão num rua perpendicular à avenida.

Cheguei lá meti o cartão, digitei o código, o valor. Esperei o dinheiro, que não saiu.  O cartão volta, no ecrã dizia qualquer coisa como " operação indisponível ". Fiquei parva a olhar, porque na verdade nada indicava que não tinha dinheiro.

Voltei a repetir a operação, aconteceu a mesma coisa.

Abri a porta do balcão para me certificar que lá dentro teria outra caixa multibanco. Não tinha. Apenas duas da instituição bancária.

Chateada porque já estava a perder muito tempo e tinha um compromisso para o meio-dia, lembrei-me que na mesma rua, a cerca de cem metros há dois balcões juntos, de bancos diferentes.

Levantei o dinheiro, voltei ao gabinete e comentei: " Passo aqui tantas vezes, não dei por nada que o balcão aqui ao lado fechou, e do outro lado, que tinha dois bancos agora só tem um e não consegui levantar o dinheiro. Tive de voltar para trás, porque me lembrei dos outros dois junto do hotel."

Resposta dela: " O daqui do lado fechou. O utro só tem as máquinas a funcionar. Não reparou que o balcão está lá mas não tem funcionários?"

"Como? Há tantos anos ali, fecharam este também?", perguntei estupefacta.

" O balcão existe, mas não tem funcionários."

Há pouco, entrei no netbanco e quando dei uma olhada  ao extrato, quase me deu um colapso.

O dinheiro que não saiu na caixa multibanco aparecia nos movimentos.

Mas depois serenei.

A correcção foi feita de imediato.

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fiquei tão zangada!

por Maria Araújo, em 23.09.16

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para não dizer f*^#"@, porque nunca, mas nunca, levantei e levanto dinheiro ao balcão do banco, e o meu conhecimento sobre isto era zero.

Ora, no dia 12 precisava de levantar uma encomenda cujo valor andaria entre os 300 e os 400‎€. Como não uso cheques desde 2007 e como no multibanco o máximo que se pode levantar são 400 ‎€ , não fosse a encomenda ter um valor superior, pelo sim, pelo não, e perto do local não há banco, decidi ir ao balcão levantar 500 €.

Fui levantar a encomenda que afinal ficou por 200‎€ , desp‎achei-a para Lisboa, assunto resolvido.

Costumo ir ao netbanco duas, três vezes por semana.

Hoje, não sei o que me levou a ver os movimentos desde o início do mês e de repente, vejo isto:

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 "Quê?! 5,20€, porra!"

Fiquei possessa, pois claro.

Não custava nada informarem que este processo tinha um custo. 

Porra, pá! Pagamos tudo, carago! A funcionária não faz mais nada senão meter a nota de levantamento na máquina, a máquina dá o dinheiro, já nem é como antigamente que tinha de contar com os dedinhos, nota a nota , uma duas vezes, não fosse estar dinheiro a mais, ou a menos.

Porra, que trabalho dá?
Não é justo.

Uma pessoa trabalha uma vida inteira, tem um dinheirito a render, quando vê os juros fica escandalizada. Uma merda!  

Comissão de gestão de conta, pimba, todos os meses são 3,50€, mais o imposto.

Apetece mandá-los à merda, levantar o carago do dinheiro e guardá-lo dentro do colchão.

Me aguardem que mais um ou dois meses acabo com os jurinhos, porra!

Estou tão zangada! 

 

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afinal não foi o alzheimer

por Maria Araújo, em 06.05.16

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quando participei no passatempo netbanco para ganhar um bilhete para o Rock in Rio, foi numa de tentar a sorte e caso fosse premiada oferecia o bilhete se fosse num dos dias cujo cartaz não fosse do meu agrado. 

Quando recebi o e-mail a congratularem-me por ser a contemplada, fiquei na dúvida se, quando participei, tinha escolhido o dia. 

Quase tinha a certeza que não porque se fosse a escolher, não me esquecia. Tinha três dias prováveis: 19, 20 e 28.
Fiquei este tempo todo na dúvida.

Há pouco, fui ao banco levantar o bilhete. O envelope foi aberto à minha frente, vinha uma carta a confirmar os meus dados, mencionado vinha o dia também. 

O gestor de conta perguntou-me se tinha escolhido o dia, respondi que não me recordava disso, mas que quase tinha a certeza que não.

O "protocolo" sugeria uma fotografia. Fiquei sem palavras, nunca me passara pela mente que registassem o momento. Logo ee que evito a fotografia de circunstância, fico mal e pioro a coisa porque não estou à vontade. Mas aceitei, não queria ser desmancha-prazeres. Nem sequer foi o meu gestor que ficou ao meu lado, mas uma jovem bonita, que podia ser minha filha.

"Valha-me Deus!", pensei de imediato " e se a fotografia vai para o FB?" (espero bem que não).

Assinei o comprovativo e vim para casa ansiosa por verificar o cartaz desse dia.

E fiquei desiludida. Passava-me pela mente que seria o dia dos Maroon 5, nada mal, embora eu preferisse o dia 19, com Bruce Springsteen, Xutos e Pontapés, ou o dia 20 com os Queen e Adam Lambert...

E foi na consulta que fiz ao cartaz que tirei dúvidas. Afinal não foi o Alzheimer. Eu não escolhi o dia. É que no dia 27 quem vai lá estar são os Hollywood Vampire,  que nem conhecia. Não gosto de rock pesado. Mas vira a entrevista do grupo, nas notícias: Alice Cooper o cantor que nunca gostei, Johnny Depp, que não sabia que também tocava e Joe Perry, que desconheço.

Dei uma olhadela ao resto do cartaz, tem umas participações razoáveis, mas não vão ser estes que me levam a Lisboa.

Mais para a frente, decido o que fazer com o bilhete.

 

 

 

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a chamada

por Maria Araújo, em 05.05.16

16:30h o telefone fixo tocou, um número local, que não me era desconhecido, atendi.

Reconheci a voz mas esperei que se identificasse, o que fez de imediato.

Havia ligado para o telemóvel, que estava com a bateria descarregada eu nem dera por nada, tão grande é a importância que dou lhe dou.

E diz a voz masculina:

- Olá, está boa?

- Sim, obrigada - e sorri porque tinha a certeza do que iria dizer.

- Tenho uma surpresa para si. Quando pode passar por cá?

- Eu sei qual é a surpresa - comentei, sorrindo - Só não sei qual o dia que, até por que foi uma brincadeira minha.

- Então já sabe que tenho aqui o seu bilhete para o Rock in Rio. Quando pretende vir cá levantá-lo?

- Amanhã de manhã. 

E ficou combinado passar no Banco Santander e levantar o bilhete.

Vou, finalmente, saber qual o dia e que concerto vou assistir...se é que vou.

 

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na pergunta do dia

por Maria Araújo, em 12.04.16

 

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 do Sapo falta a seguinte resposta:

 

" - Sim, e informei o banco."

Foi o que aconteceu há  cerca de 20 anos. Um conta com uns trocos que recebera de uma muito pequena herança, não a movimentava.

Quando recebi o extrato, reparei que tinha um depósito de 15 000 euros, 3 000 contos, na moeda antiga  ( que jeito me dava para comprar o apartamento, naquela altura já estava prestes a pedir o empréstimo).Tremi, fiquei sem reação. Mostrei à família.

Preocupada, falei com uma amiga advogada que me disse  que  o banco devia informar-me quem era o depositante.

Lembro-me muito bem que nessa noite não dormi nada e,  no dia seguinte,  fui ao banco saber quem foi o meu benfeitor.

Contando que iria ser recebida com cortesia, não, fui tratada com desdém e arrogância como se fosse eu que tivesse feito uma burla, me arrependesse do acto e fosse devolver o dinheiro.

A quem contava a história comentava:  "por que não me deste o dinheiro? eu sabia o que fazer dele", ou "ó rapariga, ficavas quieta, esperavas um mês, o dinheiro ficaria esquecido e seria teu."

E eu respondia " o dinheiro não me pertence, ficava com a consciência pesada, quero dormir tranquila".

Houve engano, retiraram o dinheiro da conta, nunca me deram uma satisfação.

Entretanto, cancelei a conta, mudei de banco.

Passaram 20 anos, nunca mais aconteceu nada semelhante, esqueci o assunto.

O que nunca esqueci, foi o comportamento da funcionária. 

Eu era uma jovem inexperiente. Se fosse hoje, teria resposta.

 

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A dona Inércia

por Maria Araújo, em 04.08.14

que valeu milhões.

 

 

tem agora um novo BOM nome e boas propostas de poupança para NOS (sem acento), Portugueses, lixarmos (o meu objectivo seria um  f****-se).

 

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Este homem é um arrogante

por Maria Araújo, em 05.02.13

Não pede desculpa.

Olha lá,ó Ulrich, tem cuidado! Não cuides dos teus clientes e vais vê-los fugir do teu banquinho.

Depois, não digas que não te avisei.

Fosse eu tua cliente! Podes ter a certeza que, amanhã mesmo, hoje não porque já fechaste o tasco, iria bater a outra porta que, com certeza, a abriria com muito gosto e simpatia.

Ulrich, não te esqueças, também, que vives dos compromissos que a classe média, mensalmente, deixa lá no teu cofre.

"O mundo admira a arrogância nos homens, mas não a suporta."
 

 

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Dormi bem. Nem sequer me preocupei com o fim de mundo.

Minha mãe dizia que o fim do mundo acaba quando morremos.

E se um dia acabar, a culpa é nossa. A Terra, se não cuidarmos dela, tornar-se-á um planeta inabitável (para longe esta boca, que quero que os meus herdeiros vivam uma vida com plena saúde e longevidade). Adiante.

Levantei-me às 5:50h. Tomei o pequeno almoço, tratei da minha beleza e, quando vejo o relógio, lembrei-me que o comboio urbano mais rápido para o Porto era às 7:45h.

Deitei-me, não fechei os olhos para não estragar a maquilhagem e esperei que o relógio despertasse às 7:00h.

Mas adormeci (de olhos abertos não, lol). Acordo e reparo que são 7:15h (o sacana não tinha despertado. O que vale é que o  tenho adiantado 10 minutos), saio da cama, visto-me , calço-me , tomo um café para despertar e saio às 7:30h em ponto.

Consigo um lugar perto da estação (felizmente o meu carro é pequeno, ficou entre uma carro e o limite do passeio da saída de uma garagem), compro o bilhete e entro no comboio (faltavam 8 minutos para a partida).

Quinze minutos após a partida, vem o revisor, pede-me o cartão (que tenho há um ano), dou-lho juntamente com o recibo, e  diz-me: "Não quero o recibo ". Entrega-mo e pega no cartão olha-o e diz: "A senhora não passou o cartão na máquina."

Parva a olhar para ele perguntei: "como?"

"A senhora tinha de passar o cartão na máquina. A multa é de 300 euros. Mostre-me o recibo".

Entreguei-o e comenta: "A senhora comprou a viagem de ida e volta hoje, mas tinha de passar o cartão na máquina."

Quando, onde, como iria eu lembrar-me  disto? As minhas viagens de combóio são esporádicas.

Desfazendo-me em pedidos de desculpa comentei:"Raramente viajo de comboio. Não me lembrei que tinha de passar o cartão. Que faço agora?"

Responde-me: "Activei o cartão, mas nunca mais se esqueça. Imagine que a senhora saía em Nine. Viajava gratuitamente"

Mais um pedido de desculpa, e safei-me da multa.

Chego ao Porto, compro um cartão para o metro e vou até ao estádio do Dragão. A partir daqui tinha de andar 1 quilómetro a pé. Nada demais. Gosto de andar. Só que a chuva miudinha era chata. Uma manhã muito cinzenta e nublada lá no Porto.

Chego ao meu destino. Tinha 3 pessoas à minha frente. Ótimo.

Depois de resolver o assunto, e decidida a passar o dia com as minhas sobrinhas e o meu sobrinho neto (que ainda não conheço. Amanhã vem para Braga), mudei os planos, pois tinha de ir à escola  entregar uns documentos.

Comboio de Campanhã com partida às 10:50h, ainda tinha tempo de tomar o café.

No café em frente à estação, sentei-me, e enquanto esperava a meia torrada, vejo um casal jovem levantar-se da mesa , junto à porta e virem na direção da minha mesa. Ela com os olhos semicerrados, pareceu-me que era invisual.

Todos os olhos caíram neste casal.

Sentaram-se perto da mesa onde me encontrava.

Entretanto, entra um jovem. Ótimo aspecto. Artista, arquiteto, ou qualquer outra arte, foi o que me pareceu ser e senta-se na mesa ao lado da minha.

Um burburinho gera-se, alguém pergunta se quer que chame uma ambulância e vejo a jovem deitada na cadeira.O companheiro não quer a ambulância e o empregado pede um copo de água morna com açúcar.

As pessoas observavam. A jovem estava pálida, muito pálida. E não era invisual. O mal estar dela fez com que o parecesse.

Entretanto, o jovem da mesa ao lado pede ao empregado: "Uma francesinha".

Os ponteiros do relógio indicavam 10: 20h (rio-me do que vou escrever).

Pergunta e comentário imediatos do empregado: "Uma francesinha?! O senhor sabe o que leva uma francesinha? Estas pessoas vêm do Alentejo e gostam de comer coisas diferentes".

E responde o jovem cliente: "Sei o que é uma francesinha. Já comi. Quero uma francesinha".

E o empregado tenta remediar o que perguntara/comentara:"Sabe, é que as pessoas do sul e os estrangeiros, quando vêm ao Porto, gostam de comer as nossas francesinhas!"

Vem a minha meia torrada, a jovem recupera, o companheiro faz-lhe umas meiguices na perna, os clientes "regressam" ao seu café, croissant, meia de de leite...

Tomo o café, pago e vou direta à estação (desta vez, não me esqueci de passar o cartão na máquina).

O combóio entra na linha, saem os passageiros, entram outros, e eu também.

Vem o revisor, pede-me o cartão e devolve-o.

"Está tudo ok,"pensei.

Do meu lado esquerdo e atrás um lugar, viajavam quatro estrangeiros, três jovens  do sexo masculino e uma do sexo feminino que trazia um turbante.

Penso que seriam de países diferentes. Mas eram todos orientais.

Quando o revisor lhes pede o cartão, eis que os olhos voltam-se para ele. Começa a falar Inglês, com alguma fluência, o suficiente para os jovens o perceberem.

Então o que aconteceu? O revisor dizia-lhes que se tinham enganado no comboio. Perguntou-lhes para onde iam.

"Aveiro", respondeu um deles.

Pois é. Os jovens vinham para Braga.
Então, o revisor explica-lhes o que devem fazer. 

Continua a sua tarefa de verificar os cartões até que numa das estações ele aproxima-se e diz-lhes que devem sair e esperar pelo comboio que vem em sentido contrário, voltarem a Campanhã e perguntarem qual a linha que deviam embarcar.

Os jovens agradecem e saem.

O revisor senta-se. Passados alguns minutos, ouve-se a sua voz ao telefone: "É para avisar que 4 estrangeiros viajavam no comboio errado. Eles vão para Aveiro. Avisa o número 22 ou 24, não tenho a certeza qual deles faz a viagem para o Porto. Diz-lhes que saíram na estação X e que os deixem entrar".

Gostei da atitude do revisor. E do modo como se exprimiu com os 4 estrangeiros.

A viagem continuou. Cheguei a Braga, vim a casa, fui ao banco, almocei uma refeição ligeira mas saborosa, e fui à escola.

Entreguei os documentos, fui desejar um Feliz Natal aos funcionários e aos elementos da direção.

Passei no Braga Parque, comprei umas prendinhas para duas amigas e aqui estou eu a escrever este meu dia de fim do mundo, que não aconteceu.

Feliz Natal.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Desperdícios

por Maria Araújo, em 08.12.12

Ja tenho escrito sobre este assunto porque nos dias que almoço na cantina da escola, vejo que alunos desperdiçam bastante comida.

Chamo-os a atenção, olham para mim, mas seguem com o tabuleiro para o balcão, onde está uma funcionária a recolher e deitar os restos para o saco do lixo.

Aqui em casa, não digo que não vá algum resto para o lixo e, por vezes, custa-me ter de o fazer sabendo que há muitas pessoas com fome.

O Natal está a chegar e já pensei nos restos do bacalhau cozido e das batatas que ficam na panela, porque, aqui, já ninguém come "a roupa velha"( que eu nunca gostei).

Entro no Sapo, e vejo este vídeo.

Espero mesmo, que se tomem medidas sérias que possam fazer ver a muitas famílias que o que desperdiçam hoje, amanhã podem ser elas a precisar, inclusive eu,  deles.

 

 

 

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desafio temático de fotografia

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6º Encontro Bloggers

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