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serei capaz?!

por Maria Araújo, em 20.01.17

Uma aventura que vai ser o dia de amanhã, para isso, pesquisei o que usar, vou pedir opinião a quem vai vender o que preciso.

Não sei se serei capaz de chegar ao fim, mas pergunto-vos:

qual é a aventura que me vou meter?

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Já estamos no último dia do ano de 2014

por Maria Araújo, em 31.12.14

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 são 00.19,  encontrei este interessante desafio destinado aos amantes da leitura que em 2015 pretendam ler mais livros ( e por que não um desafio a si próprios a todos as pessoas que têm pouco tempo dedicado à leitura?) e que consta de uma vasta lista (cerca de cinquenta livros) de géneros e épocas, em vez dos livros específicos, cujo objectivo é incentivar a diversificação da leitura.

Procurando ler um livro antigo, uma ficção, um livro que um amigo recomendou, aquele livro que começou e nunca o acabou, um policial,um autor que nunca leu, são algumas sugestões que constam na lista da imagem (pode fazer o download e imprimir) e, se quiser, partilhar as suas escolhas e opiniões no vosso blog. 

Gosto de ler, mas o trabalho ocupava-me o tempo todo, deixava a leitura para as férias, por vezes não acabava o livro que começava.

Passaram os anos que lia policiais, aventura, romance e banda desenhada.

Actualmente, e com todo o tempo do mundo para o prazer da leitura, leio romances.

Esta lista pode ser o tal incentivo para variar as minhas leituras.

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Sarilh(ã)o

por Maria Araújo, em 30.04.12

 

Amanhã, mais uma caminhada, desta vez, pelo Trilho Águia do Sarilhão. Encontrei aqui, uma interessante descrição deste percurso, assim como as imagens , que são belíssimas.

À minha pergunta sobre se seria um trilho íngreme e do mesmo "calibre" do maciço da Calcedónia, obtive uma resposta negativa. E daí a tomar uma decisão, optei por telefonar a uma colega, uma das aventureiras da subida do maciço.E tal, o tempo, a chuva..."Não, o tempo vai estar de abertas, não se prevê muita chuva".

Continuo na mesma: não sei se vá ou não.

O terreno está, com certeza, escorregadio e eu não tenho calçado à altura que me faça sentir segura.

Que sarilho! Adoraria fazer o Trilho do Sarilhão, mas a chuva veio estragar a minha intenção.

Vou "seduzir" o colega organizador destas caminhadas a marcar um segundo percurso, quando o astro rei decidir regressar às terras do norte.

Deste modo, amanhã, vou caminhar pelos trilhos habituais desta cidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Aventura

por Maria Araújo, em 21.03.12

Em 2010 fui convidada para fazer a subida do rochedo do monte Pilar na Póvoa de Lanhoso. Uma autêntica aventura para quem nunca se metera nestas coisas (ai a minha coluna!).

Ontem, lançaram-me um desafio: no próximo sábado fazer o passeio pelo trilho da Calcedónia, partindo de Covide.

Este nome dizia-me qualquer coisa.

Perguntei ao colega se o percurso não era íngreme de mais e se a minha coluna não iria ressentir-se de tal trajecto: "pelo contrário", respondera "é saudável e vai fazer-te muito bem!"

O receio era muito. Fiquei de lhe dar a resposta hoje.

Nas trocas de carro que faço com as colegas, hoje foi a minha vez de o levar . Uma delas, que há alguns anos fez este percurso entrou na fenda da Calcedónia, disse-me que não pode ir, mas que é saudável, tem alguns perigos (caso entre na fenda), mas compensa o passeio pelas paisagens e pelo convívio.

Contei-lhes que, no verão passado, nestas constantes andanças pela internet, tinha lido um blogue sobre os trilhos até à Calcedónia. E encontrei-o aqui.

A outra colega que me desafiou e que tem feito algumas percursos pelos caminhos de  Terras de Bouro, avisou-me que só ia a este passeio se eu fosse.

Calçado, roupa, são as preocupações para quem pouco sabe do assunto e põe sempre questões.

Falei com o colega que organiza o passeio e, mais uma, vez ele aconselhou a fazê-lo, que só me vai fazer bem e não me vou arrepender, e coisa e tal.

Pergunta direta: "vamos entrar na fenda?"

"Não está nos planos. Na hora decide-se. Quem quiser entrar e subir vai, quem não quiser fica."

Óbvio que eu não vou arriscar.

Então, no próximo sábado de manhã cedo,  munidas de lanche e bebidas (vou estrear a mochila termos que uma amiga ofereceu no meu aniversário),vamos em direção a Covide (penso que deixamos lá os carros) e a partir daqui, vai ser caminhar e subir até ao maciço da Calcedónia... 

Será que tenho idade para estas aventuras?!

 

 

 

 

 

 

 

 

(imagens retiradas da internet)

 

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797 - Diver...a fundo

por Maria Araújo, em 23.10.10

Sexta-feira dia de muito trabalho, um jantar de família em que a cozinheira foi a "je" e tendo como personagem principal a minha sobrinha que está a viver em Santiago do Chile e viera a Portugal por uma semana, regressando amanhã à cidade Chilena, e depois  de uma noite muito mal dormida, levantei-me hoje, cedo, para o meu dia de loucuras, algures em Oliveira, Póvoa de Lanhoso e "mergulhar" na aventura.

Manhã fresca, com sol, encontrámo-nos junto à escola alguns dos oito colegas que se inscreveram neste Dia do Professor, na Diver Lanhoso.

 

Dirigimo-nos para o castelo da Póvoa de Lanhoso, onde já se encontravam muitos professores de outras escolas, os monitores e o satff da Diver.

Com algum atraso dos participantes, com a entrega das pulseiras e distribuição dos grupos, naquele rochedo do monte do Pilar, onde fica o castelo, realizar-se-iam duas actividades e uma visita ao interior do castelo.

Com outros colegas de outras escolas descemos a pequena estrada que dá acesso ao castelo até um pequeno espaço onde estava o staff com o material,cintas  e capacetes, para a nossa 1ª actividade..

A expectativa e ansiedade eram enormes. Sentia-me cansada da noite mal dormida e não estava muito confiante que iria aguentar esta loucura, nem tampouco imaginava o que iria fazer naquele momento em que vestia a cinta e punha o capacete.

Via ferrata.

Explicaram-nos que os ferrata têm origem na Primeira Guerra Mundial e nasceu da necessidade de colocar plataformas de armas de controlo das fronteiras.

Quando nos dirigimos para o local da via ferrata, não queria acreditar no que via. Íamos subir a rocha. Ensinaram-nos a usar o material e os primeiros aventureiros começaram a subida. O grupo da minha escola era o último e deste, eu era a segunda. Enquanto tive os pés assentes em terra, senti-me confiante, mas quando comecei a ver o quão estreito era o terreno e a altura a que se encontravam alguns dos apoios dos pés, pensei que não iria conseguir.

No primeiro obstáculo tive a ajuda de um colega. Baixa que sou, as minhas  pernas não conseguiam alcançar o apoio.
E a partir daqui, a coisa complicou-se, mas tive que me valer da minha confiança, segurança, e vontade em vencer desafio.

Não podia temer nem vacilar. Não olhava para trás. Ora subindo, ora caminhando, primeiro o pé esquerdo, depois o direito, mosquetão preso, uma mão nas cordas, outras nos apoios, alguns destes mais distanciados obrigavam-me a esforço, concentração e equilíbrio dobrados pois, uma falha minha, poderia levar a que batesse com o corpo na pedra e/ou caísse. Tínha de manter a distância de 3 metros em relação à pessoa que ia à minha frente e ao que vinha atrás de mim. Por isso, vacilar, nunca! E, por vezes, embora segura de mim, dizia para o meu colega: "nas que me meti! Agora L aguenta, não podes voltar atrás". E o meu companheiro do lado direito dizia: "voltar atrás não é possível".

E cheguei. Segura, tranquila, vencedora.

Todos chegámos bem ao cimo da rocha, sorridentes e conquistadores.

 

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2ª etapa. Visita ao castelo. Já conhecia o interior, mas nunca tinha ido lá acima. Desfrutar de uma bela paisagem que se estendia à nossa frente, de todos os lados da torre, é de facto, belo.

 

 

 

3ªetapa. Rappel, também neste monte,mas do lado oposto ao da via ferrata.

Estava disposta a ir, mas desisti. Havia mais actividades emocionantes durante a tarde, no parque Diver Lanhoso e, como já estava a precisar de comer alguma coisa e tomar um café, eu e uma colega decicidimos descer o monte Pilar em direcção à vila da Póvoa de Lanhoso.

Esperaríamos pelos pelos nossos colegas, junto à escola.
Longa a espera.

 

 

 

Quando chegaram, fomos para o parque, onde almoçámos.

Após o almoço, um grupo foi para o paintball e os restantes grupos foram fazer a visita guiada ao parque.

Belo, limpo, muitas actividades e acima de tudo casas belíssimas.

Algumas ocupadas. Carros de alta gama estacionados junto a elas, mostrava o quão de prazer, descanso e lazer, certas pessoas usufruem das coisas belas da vida.

 

 

4ª etapa: trapézio e slide.

 

O primeiro estava fora de questão. Não, nunca! Manter o equílibrio e ficar em suspensão enquanto as mãos conseguissem aguentar, não era para mim. Contudo, foram muitas as mulheres corajosas que se aventuraram.

 

 

O slide era mais apelativo e emocionante.

À excepção da minha colega, companheira do café da manhã, todos participaram nesta actividade.

E lá fui eu! Emocionante, sim! Descer a montanha, sentir o vento, e, de repente, sentir o impulso da "travagem", é inexplicável!

"Aterrei" bem, mas o meu capacete soltou-se...ao pousar os pés no solo. Sinal de que não estava bem apertado.

O hora estava já avançada. Não foi possível fazer uma das actividades que, embora não estivesse no programa, seria feita caso não houvesse atraso: as pontes.

Regressámos a casa, com um cheque -desconto de 10% para actividade+alojamento, com validade de um ano, para ser usufruido quando o entendermos.

E muitos dos participantes vão voltar.

Quem sabe não o farei no próximo ano?!

Um Sábado pleno de risos, boa disposição, de emoções, sem receios...Apenas me doem as pernas da subida ao monte Pilar na via ferrata que diga-se, foi o que mais gostei.

 

 

 

(imagens retiradas da net)

 

P.S.: Não levei a minha máquina fotográfica. Esquecera-me dela. Mas, houve quem tirasse muitas fotos. Logo que as tiver, editá-las-ei num novo post.

 

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