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a festa

por Maria Araújo, em 30.07.17

O aniversário do António foi em família.

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A mãe fez a decoração do espaço. O convívio começou com um lanche ao som da música para os meninos.

Petiscava-se e bebia-se ( a minha sobrinha e marido sabem escolher bons vinhos). 

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Hora de receber os presentes. O António abria-os, com o enstusiasmo do irmão, também, porque, sem que nada  tivéssemos combinado, todos lhe deram um presentinho. 

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E passámos à pinhata.

Todos de volta dela, o António batia-lhe com força... Quando conseguiu que ela se abrisse, era ver as pintarolas, os rebuçados, os chupas, os carrinhos, espalhados pelo chão.

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E de imediato os chupas-chupas vão para as bocas dos dois irmãos.

A sobrinha grávida, de seis meses, também teve direito a um presente para o seu bebé (um menino) do padrinho e tio.

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A Sofia, o Nuno e o António construiam o estádio que o avô ofereceu de presente.

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Fomos buscar o jantar encomendado no sítio do costume, que toda a família gosta.

Cantaram-se os parabéns.

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De tabuleiro na mão, onde estavam os sacos de gomas e rebuçados, o António dirigia-se a cada um de nós e dizia: " serve-te de um rebuçado ou goma" 

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Os meninos foram dormir. 

A noite estava serena. No terraço onde fazemos as refeições, a música ambiente e a conversa em família estavam muito agradáveis.

Obrigada, sobrinha, pelo trabalho que tiveste, e pelas agradáveis horas que nos ofereceste.. 

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19 anos

por Maria Araújo, em 04.07.17

 "Vi-te nascer".

Quando chegaste ao quarto e a enfermeira te pôs no colo da mãe, a primeira coisa que ela fez foi olhar o teu rosto e as tuas mãozinhas pequenas e fofinhas , se eras perfeita ( ó mãe, tu estavas tão abatida do parto).

Nunca quiseste o biberão, nem a chupeta, querias o leite da tua mãe. 

Ia a pé buscar-te ao infantário, quase todos os dias. Nos dias bonitos de primavera e verão, levava o teu carrinho, vinhamos pela rua fora, parávamos para ver o cão que tu gostavas mas temias, e eu também, por ser grande e ter um latir forte.

Depois, passávamos na padaria e comprava os bolos de  arroz miniaturas, que comias com prazer.

E nas férias, quando os teus pais ainda trabalhavam, ficavas aqui em casa, fazia-te a sopa, contava-te a história dos três porquinhos, dando-lhes sempre os nomes que tu querias.

Quando o prato era do teu agrado fazias um som com a boca, enquanto mastigavas,para mim uma canção que não sabias a letra : "hum,hum,hum, hum, hum"  e que me deixava fascinada.

Foste para a escola. Raramente tinhas dúvidas, sempre fizeste os trabalhos sozinha.

Por vezes, perguntavas-me: " o que quer dizer ... ?".

Eu explicava-te mas nem chegava a metade da frase e dizias: " já percebi, não preciso de mais nada."

Nunca exigiste nada. Por vezes, querias um chocolate, um doce, algo que eu achava que não devia dar-te.

Eu respondia que não podia ser porque não tinha dinheiro, ou porque não podias comer muitos doces ( e ainda és gulosinha), e tu aceitavas, como ainda hoje aceitas e dizes: "tudo bem tia L, não te preocupes".

O tempo passou depressa. Cresceste.

Quando no ano passado terminaste o 12º ano e disseste que querias um ano sabático e não te candidatarias, fiquei sem palavras.  A tua mãe dissera que sim, que te dava o ano para fazeres o que entendesses.

Eu fiquei triste. Mas compreendi. 

Foi um ano intenso: trabalhaste, tomaste conta dos teus primos, foste FAT  duas vezes, adoptaste o Mickey, não dormiste horas para cuidar deles de noite, foste ao Rio de Janeiro. E continuas a dar o teu máximo a fazer voluntariado no gatil. 

Um ano que eu temi, mas passou rápido!

Muito havia para dizer aqui, mas tu não gostas que fale de ti no blog.

Hoje, e com muito orgulho que tenho de ti, minha sobrinha e afilhada, não podia deixar de te homenagear com tão pouco quanto este pequeno texto.

Não me leves a mal. Já sabes que não digo mais que a medida certa.

Quero que procures ser uma jovem adulta e responsável, que és, sem dúvida, que tenhas sucesso no curso que escolheres, que continues a confiar na tua família que está sempre contigo para te apoiar.

Feliz Aniversário, Sofia.

 

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foi no dia 10 de Maio...

por Maria Araújo, em 10.05.17

 

 

Quando te pedi para fazeres um vídeo para este 9º Aniversário do meu Cantinho, jamais imaginaria que ias deixar-me boquiaberta e com o coração a bater forte.

Obrigada, SOFIA. 

 

 

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encolhe os ombros e ...

por Maria Araújo, em 26.04.17

diz baixinho:

- Hoje faço anos.

 

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 FELIZ ANIVERSÁRIO, amiga virtual.

 

 

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uma paixão

por Maria Araújo, em 03.03.17

No blog da Rita, uma das primeiras bloggers que conheci aqui no Sapo, o post de ontem é sobre o aniversário de Jon Bon Jovi, a sua paixão de menina.

As fotografias mostram que era um jovem giro, encantador e tal.

E aos 55?  

Está mais encantador que nunca.

 

 Uma das canções minhas preferidas.

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pelo Porto

por Maria Araújo, em 23.02.17

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O aniversário foi passear pelo Porto.

Fomos de comboio, chegamos a São Bento por volta do meio-dia.

Subimos os Clérigos, passamos os pasteis de bacalhau que, àquela hora, na esplanada, os estrangeiros já se deliciavam a comê-los . 

Adoro pasteis de bacalhau, tenho de (com) provar se estes dois sabores, queijo da serra com bacalhau, combinam.

Seguimos na direcção do jardim do Palácio de Cristal.

Este precisa de obras, está degradado, mas os jardins são agradáveis. Um espaço de lazer no centro da cidade, o Porto soube aproveitar o melhor da natureza para oferecer aos seus cidadãos. 

Era hora de almoçar. Metemos por umas ruas opostas à entrada dos jardins, a Sofia dizia que devíamos caminhar no sentido contrário, eu dizia que  aquelas ruas levar-nos-iam à Ribeira.

Estávamos perto do rio, sim, mas andamos cerca de 20 minutos até chegarmos ao cais da Ribeira.

Tínhamos fome eu não levantara dinheiro. Queria um restaurante com multibanco.

E chegamos ao TRAM,  o restaurante com pratos mediterrâncos, o lugar ideal para Sofia, que adora pizza.

Com uma esplanada agradável para almoçarmos fora, pedimos a ementa para vermos se nos agradava.

Decidimos ficar por aqui.

Pedimos uma pizza braseola e uma salada de tomate com azeitonas e queijo feta.

A pizza era grande, estava muito bem confeccionada. 

O atendimento não foi muito simpático. Mas quando a pizza veio para a mesa e o empregado percebeu que íamos partilhá-la, sugeriu cortá-la em duas partes e trazê-la em dois pratos.

A sobrema ficaria para mais tarde. Viara no Instagram da Mula um gelado que me pareceu delicioso, no Amorino, em Santa Catarina. Como é óbvio, mostrei a foto à Sofia que  respondeu logo que sim.

O pagamento é feito ao pequeno balcão que tem na entrada do restaurante, fez com que me esquecesse de deixar gorjeta.

Um ponto negativo deste restaurante muito bem frequentado por estrangeiros: as casas de banho ficam na cave, precisam de serviço manutenção frequente.

Fomos em direcção à Ponte D. Luís, queríamos atravessá-la, subiríamos de teleférico. Mas a Sofia não quis, tiramos uma fotografias, regressámos à Ribeira, subimos em direcção à Rua da Flores. 

O ambiente na Ribeira estava fantástico.

A polícia vigiava aquela zona, lembrei-me que o Porto jogava com a Juventus, para a Liga dos Campeões.

Esplanadas cheias, vinhos e comida nas mesas. Portuenses adeptos conviviam com os italianos da Juventus.

A Sofia queria ir à loja de animes, passamos na Batalha. Seguimos para a gelataria Amorino, na  Rua de Santa Catarina.

Eu não quis gelado. Tinha almoçado bem, não conseguia comer mais nada.

Ela comprou um gelado de vários sabores ( 4 euros?). Seguimos para São Bento.

No caminho,  parámos em duas  das suas lojas favoritas: de armas e de instrumentos musicais.

O dono da loja de armas estava fascinado com as perguntas que ela fazia sobre armas e o que fazer para aprender a manejar uma arma.

E ele dizia: " mas não tens 18 anos, a tua mãe não deixa",  e olhava para mim.

"Tenho 18 já vou a caminho dos 19" - respondeu.

Perante o interesse dela para aprender a manejar uma arma, deu-lhe dicas para se inscrever num clube de tiro.

Regressámos a casa. À noite fomos jantar.

Fomos ao Tasco Dom Ferreira. Uma comida caseira, um ambiente agradável.

As entradas eram variadas e saborosas, sobretudo as pataniscas e a bola de carne.

Pedi que nos desse uma sugestão sobre as quantidades a virem para a mesa.

Trouxe três meias doses: de bacahau à Braga, arroz de pato e arroz de vitela.

Veio para a mesa uma posta grande de bacalhau com batastas. Partilharam-no.

O arroz malandro de vitela com ervilhas de quebrar estava delicioso. O de pato não ficava atrás.

Comemos bem.

Sobrou arroz de pato e vitela.

E a Sofia, com a mãe envergonhada pela pergunta que fez ao dono do restaurante, se podia levar o que sobrara para casa, e ele respondeu que sim, foi o mote para uma conversa sobre hábitos que aqui na família não tinhamos, mas os filhos educaram-na: guardar a comida que sobra.

A minha mãe não guardava as sobras de arroz malandro e massa.  Dava à empregada ou ficavam para alimento dos porcos que na altura criávamos no terreno que ficava junto à empresa do meu pai. 

Depois de casar, a minha irmã fazia o mesmo em casa. Até ao momento que os filhos cresceram e passaram a dizer à mãe: " Vais deitar o arroz ao lixo? Nem penses!  Guarda-o que eu como."

E foi, também, com eles, os meus sobrinhos, que aprendi a guardar o arroz ( à excepção do arroz de sangue do frango) e a massa que sobram. E sabe-me bem, oh, se sabem!

Cantamos os parabéns, sem bolo, e regressamos a casa.

Dia de trabalho, não se nos pôs a hipótese de bebermos um copo num qualquer bar da cidade.

 

 

 

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Um ano mais velha!

por Maria Araújo, em 22.02.17

 

 

Happy Birthday to meeee!

 

 

 

Um dia que vai ser de Sol

Vou dar um passeio  pelo Porto.

Tenho um jantar com as pessoas que mais gosto.

Estou um ano mais velha...

Mas de bem com a vida.

 

 

 

 

 

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também estou prestes prestes...

por Maria Araújo, em 21.02.17

a completar mais um ano.

Saí de tarde para resolver assuntos pendentes, já estava na hora de me ver livre deles.

Descia as escadas, olho para a minha caixa do correio e vejo uma embalagem preta presa na ranhura.

O carteiro achou por bem não a meter dentro da caixa. 

Enfim. Fazem o que lhes apetece e, às vezes, tiram-me do sério com as encomendas que recebo, sobretudo quando são livros.

Uma caixa da Nespresso, pensei: " Também tenho uma colher!"

Quando cheguei a casa, abri-a.

E lá estava a colher.

Estou prestes a fazer anos, a Nespresso, sem saber, ofereceu-me um presente.

Obrigada.

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Flores para Afrodite

por Maria Araújo, em 17.02.17

a Deusa dos Jardins que orna os nossos cantinhos com palavras meigas, cumplicidades, abraços.

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está um dia tenebroso

por Maria Araújo, em 04.02.17

logo é o jantar de aniversário da minha irmã, com família e amigos (as).

Diabo da chuva  que não nos deixou, e não vejo que nos vá deixar em paz, um segundo, hoje.

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desafio temático de fotografia

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6º Encontro Bloggers

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2º desafio de leitura

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