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Sarilh(ã)o

por Maria Araújo, em 30.04.12

 

Amanhã, mais uma caminhada, desta vez, pelo Trilho Águia do Sarilhão. Encontrei aqui, uma interessante descrição deste percurso, assim como as imagens , que são belíssimas.

À minha pergunta sobre se seria um trilho íngreme e do mesmo "calibre" do maciço da Calcedónia, obtive uma resposta negativa. E daí a tomar uma decisão, optei por telefonar a uma colega, uma das aventureiras da subida do maciço.E tal, o tempo, a chuva..."Não, o tempo vai estar de abertas, não se prevê muita chuva".

Continuo na mesma: não sei se vá ou não.

O terreno está, com certeza, escorregadio e eu não tenho calçado à altura que me faça sentir segura.

Que sarilho! Adoraria fazer o Trilho do Sarilhão, mas a chuva veio estragar a minha intenção.

Vou "seduzir" o colega organizador destas caminhadas a marcar um segundo percurso, quando o astro rei decidir regressar às terras do norte.

Deste modo, amanhã, vou caminhar pelos trilhos habituais desta cidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Os direitos que se perderam

por Maria Araújo, em 30.04.12

A  decisão de Paris, de decretar o 1º de Maio como o Dia Internacional do Trabalhador teve repercussões no nosso país.

José Mattoso na sua História de Portugal, vol. 5, diz que houve um reforço da luta do movimento operário português em finais do séc. XIX sendo "em torno da associação e da greve que gravita o próprio movimento operário".

Entre 1852 e 1910 realizaram-se 559 greves no nosso país. A subida dos salários, a diminuição do horário de trabalho e a melhoria das condições de laboração eram as principais exigências dos operários.

Ainda segundo o mesmo autor, o movimento operário alcançava grande força quando os sindicatos se juntavam com as associações recreativas, as de socorros mútuos e os centros políticos.

Tal ficou demonstrado no 1º de Maio de 1900 que juntou em Lisboa cerca de 40 mil pessoas, numa altura em que "as classes médias ainda viam as organizações de trabalhadores com alguma simpatia".

Durante a I República não se deixou de festejar o Dia do Trabalhador.

Durante o Estado Novo as manifestações no Dia do Trabalho (e não do Trabalhador) eram organizadas e controladas pelo Estado.

Em Portugal só a partir de Maio de 1974 é que se voltou a comemorar livremente o 1º de Maio e este dia passou a ser feriado.

O 1º de Maio celebrado em Portugal depois do 25 de Abril (1 de Maio de 1974) foi a maior manifestação alguma vez organizada no país. Só na cidade de Lisboa juntaram-se mais de meio milhão de pessoas, conforme se pode atestar pelas imagens.        

 

 

  

 

Caros amigos


No dia 1 de maio as grandes superfícies (e as pequenas) estarão abertas ao público, não deixando os seus trabalhadores usufruir de um feriado  a que têm direito. Temos assistido, passivamente, a uma escalada de perda de valores e de direitos que, em muitos casos, custou grande esforço e luta a homens e mulheres do passado.

Nós, cidadãos comuns, podemos demonstrar o nosso repúdio através do direito de escolha:

 

ESCOLHEMOS NÃO FAZER COMPRAS NESSE DIA!

 

Mas não basta isto. Os trabalhadores deveriam, com os direitos que têm, recusar-se ao trabalho neste dia que é seu.

 

 

 

 

 

 

 

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Coisas de crianças

por Maria Araújo, em 29.04.12

A minha avó paterna era uma mulher muito paciente e carinhosa. Nunca deixou de apoiar os muitos netos que teve.

Enquanto os rapazes iam a casa dela para receber a mesada, nós, as raparigas, íamos para o lanche e para escutar as belas histórias que tinha para contar.

E eu adorava o pão com manteiga, o chá ou o café com leite que ela  preparava. Estas imagens nunca se desvaneceram.

E porque em breve, e pela primeira vez, vou ser tia avó, oxalá tenha oportunidade de dedicar-me a esta criança, um rapaz, como me dediquei aos outros sobrinhos que  estão agora na idade de me darem netos, lol.

Porque as avós são as melhores pessoas do mundo, aqui está um texto genial.

 

"As avós"

 

Artigo redigido por uma menina de 7 anos e publicado no Jornal do Cartaxo há uns tempos.

Delicie-se!

«Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.

As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali.

Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas.

Nunca dizem "Despacha-te!".

Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos.

Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior.

As Avós usam óculos e às vezes até  conseguem tirar os dentes.

Quando nos contam histórias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.

As Avós são as únicas pessoas grandes  que têm sempre tempo.

Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.

Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver televisão.»

 

 Não é fabulosa a mente de uma criança?

 

 

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Pequenos gestos

por Maria Araújo, em 29.04.12

 

 

 

Estes pequenos gestos, estas palavras tão pequenas, porém, cheias de sentido, carinho e humildade, fazem-me pensar que a vida é demasiado bela e curta para deixarmo-nos iludir por atitudes mesquinhas e vis.

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Vou escrever sobre futebol

por Maria Araújo, em 28.04.12

Ontem fui à bola. Recebi uma mensagem a convidarem-me, pois não se pagava.

Nem sequer fui ao jogo por não se pagar, mas pelo convite. Gosto de ir pela companhia. O Braga estava numa posição confortável, ver os jogos ao vivo dá outra perspectiva da performance dos jogadores.

Mas das vezes que fui ao estádio, vinha desiludida com a facilidade com que, na segunda parte do jogo, a equipa facilitava, perdia bolas, passes sem nexo, que os adversários aproveitavam para atacar. E foi nestes passes, neste relaxar do Sporting de Braga que percebi que, no geral, a equipa faz uma exibição bonita e com táctica na primeira parte , para depois ser um desterro autêntico, na 2ª metade do jogo.

E ontem, foi o que aconteceu. O Olhanense, uma equipa com jogo de bola parada, não atacava, fazia faltas, o Braga ia avançando e fazendo um jogo interessante, até ao primeiro golo. A partir daqui, o "relaxamento" da equipa começou a ser notado pelos adeptos que desafiavam a equipa a jogar mais e melhor.Porém, esta não correspondia e os assobios eram demais, como é obvio (perder pontos em casa, estava à vista)

Intervalo, o  Braga ganhava 1-0.

Começou a segunda parte e foi o descalabro total, o que sempre tem acontecido nos jogos que vou: bolas mal passadas, perdas de bola, jogadas de brincadeira, infantis, sem táctica, sem nada. O adversário, que já há muito que percebeu que o Braga perde força nos segundos 45', aproveitou, e bem, as brincadeiras da equipa. E assim, aconteceram os golos do Olhanense.

Atrás de mim, estavam um pai,  pessoa com boa formação, diria, um VIP cá do burgo, que eu conheço, e o filho, que não o conhecia. Percebi que  este é um bracarense ferrenho, daqueles que vai a todos os jogos... O desespero era grande. O filho fartava-se de maldizer a arbitragem, que diga-se, não foi justa.

Os f***-se, c*****o, f***o da p***@ e por aí fora, brotavam daquela. O pai, de quando em vez, também mandava umas c*****adas.

A cerca de 10 minutos do final do jogo, disse à minha companhia "eu não vou ficar para o final do jogo, isto está uma vergonha". E não fiquei.

Nos entretantos, num dos aparentes golos do Braga, que não foi considerado (penso que a bola entrou, mas também não vi as filmagens na TV, não sei, nem sequer ainda liguei a TV para confirmar), ouço um estrondo atrás de mim.
Olhámos e verificámos que o pai não estava e o filho havia dado um punho ou pontapé, não sei, na cadeira onde o pai se sentara.

O jovem estava desesperado. E praguejava dizendo que o Benfica tinha pago à arbitragem para castigar o Braga.

De repente, ele vai embora.

Digo para a minha companhia: "vamos, não quero ver mais nada".

E saímos do estádio, chateadas com a performance da nossa equipa que tinha obrigação dar tudo por tudo pelo jogo, pela liga, até a último dia, minuto, segundo.

Já estou a imaginar o SCP, que tão mal diziam dele, a passar o Braga e alcançar o 3º lugar desejado.

"Vergonha Braga. Jogaste com uma equipa "fraquinha" e mostraste que se perde um jogo com a maior  das facilidades. Foi uma desconsiderção para com os teus adeptos."

E o grande jogador do derby foi o guarda redes do Olhanense.

Quem merece elogios, eu dou.

Tentámos esquecer o jogo indo comer uma francesinha e beber um fininho a umas das tabernas de Braga.

A conversa foi agradável e regressámos a casa 1:30h quando o jogo já estava esquecido.

 

 

 

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Saltos altos

por Maria Araújo, em 26.04.12

 

 

 

 

 

 

Gosto de saltos altos, mas é de todo impossível usá-los.

Não sei o que se passa, pois os designers e fabricantes de calçado andam na moda do salto alto ou raso: 8 ou 80.

O salto médio, anda esquecido, a não ser nas sapatarias onde se vendem sapatos do tempo da antiga patoleia.

E "caminhando" pelos blogues, encontrei o salto alto ideal para os meus pézinhos delicados, que procuram o conforto e a estabilidade, e pelo "confortável" preço de  255, 00 euros.

 

 

 

 

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E depois do Adeus

por Maria Araújo, em 25.04.12

 

Ontem tive um longo dia de trabalho. Pousei a pasta num canto da sala, tomei um banho, jantei algo leve. Por volta das 22.30h liguei o pc. Li a notícia deste homem que, na minha opinião, transmitiu uma imagem de dignidade e discrição.

Li os e-mails, dei uma volta pela blogosfera e desliguei o pc.

A TV continuava ligada, sentei-me para ver um dos filmes que tenho em DVD. Comando na mão, dei uma caminhada pelos canais. Parei na SIC notícias. Jornal da 1:00h, as páginas dos jornais e, por volta da 1:10h começa o filme "ANIVERSARIO DO 25 DE ABRIL, 25º COMPACTO".

Gostei do ambiente intenso que os atores souberam muito bem imprimir.

 " A palavra de honra" dos militares foi honrada e cumprida.

Há 38 anos atrás a honra era uma palavra respeitada no seio das famílias, do trabalho, da sociedade.

Hoje, a palavra não se ouve, não se pratica, não faz parte da nossa linguagem do quotidiano: "(quem) se quiser fica,(quem) se quiser vai".

«E depois do adeus», está nas nossas mãos libertá-la, espalhá-la, dar-lhe vida.

 

 

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Forever young

por Maria Araújo, em 25.04.12

apeteceu-me recordar ...

 

 

 

 

diamonds are forever...

 

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ZIPS

por Maria Araújo, em 24.04.12

Gosto de ZIPS em qualquer peça de vestuário.

Calças, saias, casacos, macacões, shorts, vestidos, sapatos.

E em homenagem a Gideon Sundback, inventor desta simples peça que faz a sensualidade de quem sabe usar,também no doodle do Google

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Once upon a time...

por Maria Araújo, em 23.04.12

 

 

 

World Book Day, 2012

 

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