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Rossini, doodles e Google.

por Maria Araújo, em 29.02.12

Hoje o Google, como sempre, faz uma homengem a uma figura muito importante da ópera:  Rossini.

Com pouco tempo para escrever,cliquei na palavra doodle e descobri como se formou esta palavra.

Nunca pensei que tivesse origem, principalmente, nas escolas ...

 

"Doodles são desenhos ou esboços, feitos quando uma pessoa pretende distrair-se,
ou ocupar algum tempo livre.

Normalmente, encontram-se em cadernos  escolares e são de autoria de alunos pouco interessados na aula. Podem ser caricaturas de professores, de alunos, de famosos ou até personagens de banda desenhada. Podem ser formas geométricas ou animações."

 

A imagem de hoje tem como personagens os SAPINHOS... em «Barbeiro de Sevilha». DEMAIS!

 

 

 

 

 

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A noite

por Maria Araújo, em 27.02.12

que não acompanhei.

Não houve grandes surpresas, pelo que se esperava já.  

Quanto aos vestidos, aqui ficam os meus gostos da passerelle  vermelha dos Oscares 2012.

 

 

 

Branco, a cor das noivas. E este está delicioso, com a capa a dar-lhe um toque de elegância fantástico.

 

 

 Estou um pouco cansada deste estilo de vestidos, sem um dos ombros, mas este está elegante.

 

 

 Como era der prever, e não sendo o dourado a cor eleita, gosto deste modelo, conforme tinha dado sugestões neste blogue

 

 

 

A cor verde teria de fazer parte deste desfile de estrelas. Elejo este pela simplicidade e o toque do blazer .

 

 

 O vermelho, a minha cor preferida, o decote subido, ombros que sobressaem, é um dos modelos que combina com os meus gosto e corpo.

 

 

Com um vestido preto, ninguém se compromete. Gostei deste da Angelina Jolie.

Adoro os vestidos com uma abertura bem ousada, que mostre as pernas.

 

Imagens retiradas daqui.

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Recortes

por Maria Araújo, em 26.02.12

aqui no Sapo, pela primeira vez.

Não vou ficar acordada convosco (ainda há pouco adormeci a ver o «estado da graça»). Mas fico aqui ao vosso lado.

Obrigada, equipa do SAPO.

Uma boa noite de Óscares.

 

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No parque

por Maria Araújo, em 26.02.12

Hoje fui ao parque da ponte, já acabada a sua última fase de reconstrução. Algumas colegas tinham-me falado que estava bastante apetecível para dar umas voltas. A cerca de 10 minutos de casa, pois tenho a feliz sorte de viver no centro de tudo, e numa rua sossegada, lá fui espreitar o espaço que fica no final da avenida da Liberdade e a caminho do Parque de Exposições.

Tinha feito uma visita ao interior do parque que, diga-se, ficou muito apetecível para nos dias quentes de verão passar alguns finais de tarde agradáveis.

Umas fotos à capela de São João, árvores circundantes, ao coreto, quando me apercebo de umas estátuas que circundam um cruzeiro (e não me recordo nunca de as ter visto por ali)aproximei-me do espaço e "click" a primeira estátua, click" o cruzeiro, "click" a segunda, aproximo-me um pouco mais, piso a relva e "click", a terceira estátua.

De repente, ouço uma voz forte, masculina. Olho em frente, e vejo dois homens que me olhavam. E a voz forte veio do mais alto, que me chamou à atenção que eu ter pisado a relva. Percebi qualquer coisa de "vereador", mas não dei conversa. Pedi desculpa, e disse que apenas pretendia tirar uma foto e não era intenção minha andar em cima da relva.

E continuou a reclamar mas só percebi: " respeite o espaço".

Mais uma vez pedi desculpa e segui na direção da entrada do antigo parque. Fotos aqui.

No regresso vejo novamente os dois homens. Aproximei-se deles e voltei a repetir o meus pedido de desculpa.

E chamei à atenção de, junto ao cruzeiro/estátuas se encontrarem viaturas estacionadas quando deveriam estar junto ao passeio. E segundo ele, esta situação já foi falado na Câmara de Braga (Senhor presidente da Câmara veja a foto abaixo e faça o favor de colocar sinalização que proíba o estacionamento de viaturas junto ao cruzeiro).

 

 

E daqui partiu-se para uma conversa sobre ambiente, jovens,  destruição, respeito.

O senhor era o vigilante daquele parque, mas não estava de serviço.
Foi contando umas histórias interessantes sobre os comportamentos das pessoas (dizendo alguns nomes, que por acaso não sei quem são).

O outro estava calado. Ouvia e ria-se.

E daqui foi um salto para ouvir uma pequena parte da história da vida do vigilante.

E que história!

O vocabulário era o do típico português (fez-me lembrar o "há pessoas que dizem supcelente", que raramente ouço devido à hora, de Nilton no «Café da Manhã", da RFM,  http://rfm.sapo.pt/details.aspx?did=3359).

No caso deste homem, fixei uma, "EDNE", que queria dizer ADN. Mas havia mais...

Saímos do parque e subimos a avenida. O outro homem despediu-se e este acompanhou-me, atravessando a rua. Parei junto ao mercadinho onde compro as frutas e os legumes e ao despedir-se , diz-me:"tive muito prazer em a conhecer e de falar com a senhora. Quando for ao parque da rodovia e quiser conversar um pouco, estou por lá" (note-se que o senhor manteve sempre uma conversa séria).

E seguiu o seu caminho.

 

 

 Ah! Presumo que as estátuas têm a ver com mártires, conforme está escrito na pedra do cruzeiro.

 

 

 

 As fotos de hoje.

 

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A cor cinza do Sapo

por Maria Araújo, em 26.02.12

Hoje o SAPO mudou a cor. Habituada que estou ao verde , cheio de vida e cor, foi uma surpresa ver as cores cinza e preto.Pensei: Será que tem a ver com a cerimónia dos Óscares?

Gostaria de ver este evento, mas levanto-me cedo para trabalhar. O descanso é mais importante.

E, mesmo que visse, tenho a certeza que seria no máximo 20 minutos...

Ontem, bem acordada para ver a nova série da SIC «Downton Abbey»  ,fiquei pelos primeiros minutos. Adormeci.

Quando acordei, passava um filme que nada tinha a ver com a série.

E hoje, como era de esperar, acordei cedo.

Desta forma, não há Óscares que me despertem.

Amanhã virei cá espreitar quem ganhou, e selecionarei os vestidos que mais vou gostar de ver por cá.

Que vençam os bons.

 

 

 

 

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A ternura da velhice

por Maria Araújo, em 24.02.12

 

 

Gostaria de receber os vossos comentários/opiniões sobre este tema.

 

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Que força é essa Zeca

por Maria Araújo, em 24.02.12

que ainda moves multidões, jovens e menos jovens, com as tuas músicas sempre actuais?

Acabei de chegar do Teatro Circo de ver e escutar o espetátulo "amigos maiores que o pensamento" organizado pelo grupo Canto D'Daqui.

O espetáculo foi variado, teria muito para aqui registar.

Um filme sobre a vida e obra de José Afonso e Adriano Correia de Oliveira com música de fundo, do autor, acompanhados de uma voz que clamava os seus poemas, deu início ao espetáculo.

"Os sopros de Zeca"  formado por um grupo de 9 jovens e um maestro, também jovem e, no meio do grupo um homem mais velho, que tocava instrumentos de percursãp, destacava-se no meio do grupo.

No início senti alguma estranheza, pois contava apenas com o som das guitarras portuguesas.

Mas à medida que o espetáculo ia crescendo, pelas músicas  e pela voz dos solistas e dos convidados que cantavam José Afonso, comecei a envolver-me no instrumental(clarinete, trompete, percussão, tuba, trompa e violoncelos).

Mas chegou um momento que fiquei sem palavras. Guiado por um jovem, entrou no palco um senhor jovem também, de óculos escuros. Silêncio na sala. Sebastião Antunes ia cantar Adrianao Correi de Oliveira.

O maestro dá o tom e o grupo começa a tocar. Ele movimentava os braços, de uma forma alegre, como se estivesse a tocar um intrumento de música. Aproxima-se  do microfne e começa a cantar. Uma voz bonita cantava »Canção do linho» E a cada momento que parava o canto, os braços voltavam ao movimento, ao ritmo da música. De vez em quando, a mão esquerda tocava no microfone (talvez para se certificar que estaria perto), e voltava ao seu cântico. Adorei. A minha sensibilidade manifestou-se com uma lágrima que me caiu. E no final da sua actuação, uma ovação intensa  por parte do público fez com que viesse novamente ao palco agradecer as palmas merecidas.

Foram lidos alguns poemas e, chega o fado de Coimbra. Há quantos anos não escutava fado de Coimbra? Gostei, Gosto. E o meu preferido «Capa negra» deu o arranque.

Ainda não me sentia completamente satisfeita, pois precisava de ouvir guitarra portuguesa e as vozes do grupo "Canto Daqui". Ouvira-o uma vez num programa de televisão.

E entra no palco. Jovens e menos jovens, muito bem afinados nas vozes e no instrumental, encheram-me a alma de canções que já não me lembrava de escutar.

Muito aplaudidos pelo público, o espetáculo culminou com todos os cantores e músicos, acompanhados pelo Coro Associação de Pais do Conservatório Gulbenkian.

Camções como «Tu Gitana», «Coro da primavera», «Venham mais cinco» e como não podia deixar de ser, «Grândola, Vila Morena» encantou a audiência que, motivados pelos cantores e músicos cantavam em uníssomo o refrão.

Foi belo. Fiquei bem, Gostei.

Está de parabéns o Grupo Daqui que organizou este «Amigos maiores que o pensamento». Enalteço os jovens do grupo, e mais ainda os "velhos" que incentivam a que aqueles espalhem a nossa música, a poesia e a cultura à geração do século XXI.

Casa quase cheia, fiquei feliz com o número substancial de jovens que vi.

Amanhã há outro espetáculo.

Que tens tu Zeca que ainda moves "multidões"?

 

 

 

 

 

 

 

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Zeca Afonso

por Maria Araújo, em 23.02.12

 

Por todo o lado neste país, e na blogosfera,  comemora-se hoje os 25 anos de falecimento deste sempre presente cantor.

Aqui em Braga vai ser (re)lembrado pelo grupo Canto D'Aqui.

Gostaria de ver o espetáculo, mas hoje, no final do dia, tenho uma reunião (intercalar da minha DT) e amanhã tenho atividade na escola.

Mas estava-me "na alma" não estar presente neste espetáculo.

Fiz as contas ao tempo que a minha reunião demorará, uma vez que levo tudo pronto e, pés ao caminho, a 5 minutos da minha casa, fui ao Teatro Circo e comprei 1 bilhete.

Vai ser tempo todo contado, mas  vou.

 

 

 

"Em 2012 faz, respectivamente, 25 e 30 anos que José Afonso e Adriano Correia de Oliveira decidiram pegar na trouxa e zarpar. Usemo-los como pretexto de celebração propulsor da convergência necessária entre todos os que vieram por bem e quiserem lutar por um mundo melhor, porque é tempo de ir para a rua gritar!
Cantos velhos, cantos novos; lutas velhas, lutas novas… Unidos pelos tons maiores dos nossos sonhos, pelo arco-íris da diversidade, estaremos juntos e não nos deixaremos esmorecer… mesmo quando os ventos não prestem ou as marés não convenham. "

 

E agora uma das minhas preferidas.

 

 

 

 

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Surpresa...

por Maria Araújo, em 22.02.12

neste meu dia de aniversário, que está a correr muito bem.

Obrigado a todas as mulheres lindas, e homens lindos, que me visitam neste banalesco cantinho.

Amanhã, agradecer-vos-ei  um a um.

Mas vim aqui para vos dizer que recebi  às 15:14h uma chamada de telemóvel da minha afilhada e sobrinha mais velha dos 11 sobrinhos que tenho.

Ela está a viver no Rio de Janeiro.

E a surpresa é: está a chegar a Braga.

Fiquei feliz , muito feliz.

Partilho convosco este meu bocadinho de felicidade. Eu adoro os meus sobrinhos, cada um deles do meu jeito ( a quem Deus não dá filhos, dá sobrinhos/cadilhos).

Muito obrigado pelos vossos comentários.

Vêem???

 

 

 

 

 

 

 

 

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dia

por Maria Araújo, em 22.02.12

de meu aniversário.

Dia que recordo todo um passado de trabalho,objetivos,  (in)certezas, sonhos, alegrias,  paixões.

Recordo os medos, que  foram muitos.  E ainda são. O medo de ver a minha família sucumbir.

Recordo que tenho fraquezas, pensamentos de mais, preocupações e tarefas mil.

Recordo que a minha vida foi , é/está cheia de  defeitos, (in)decisões, (in)certezas, mas sobretudo de coragem.

Tenho sempre uma palavra positiva, sabendo que pode nem sequer chegar lá, ao destinatário.

Não sou negativa, apesar dos medos.

Gosto de dar, mas também adoro receber: elogios subtis, abraços, gestos, beijos.

Sou uma romântica, porque ainda vivo num mundo de ilusões...Na ilusão de que o mundo vai ser melhor.

Tenho fé, tenho esperança no futuro.

Hoje é o dia de aniversário. Nasci às 10:15 h.

Espero continuar a ter força, saúde (enquanto Deus quiser) e a esperança de dizer, em cada ano que passa: "que seja como o anterior".

E porque sou uma mulher linda (tenho que me elogiar), dedico esta canção a todas as mulheres lindas que aqui vêm visitar-me. E aos homens também, porque sem eles a vida não teria/tem sentido.

 

 

 

 

 

 

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