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802 - Portugal no mundo

por Maria Araújo, em 31.10.10

 

 

 

Conheci esta jovem num destaque no Sapo. Desde então, tenho visitado o seu blogue. Simples,  fresco, objectivo, sobre a sua vida na China, onde está a estudar.

Hoje escreveu sobre a participação de Portugal na Expo de Xangai, e no sucesso das nossas deliciosas natas, por terras do Oriente.

Fui espreitar o pavilhão de Portugal.

 

 

 

 

 

 

Pavilhão de Portugal

O Pavilhão materializa a ideia de ‘praça’ como um território de urbanidade, espaço de memória e palco de mudanças, transmissor da ideia de espaço público de excelência que, pelo seu carácter multifuncional e pelo modo como é apropriada, confere identidade à cidade e representa quem a ocupa. Tratando-se da cidade portuguesa, ilustra a identidade do país.

O Pavilhão de Portugal está concebido tendo em conta:
  • A sua contribuição, sobretudo através dos conteúdos expositivos, para a projecção da política nacional de sustentabilidade económica e ambiental, por via do fomento e utilização de energias renováveis;
  • A divulgação da mensagem de Portugal como um país de referência mundial no âmbito
    da produção e tecnologia de energias renováveis, eficiência energética nos edifícios públicos, estímulo à utilização de energia solar em edifícios de habitação e Programa para a Mobilidade Eléctrica, nomeadamente o carro eléctrico;
  • A divulgação de avanços na área da investigação, desenvolvimento tecnológico e realizações empresariais ao nível das energias renováveis, utilizando meios tecnologicamente avançados que favoreçam a interactividade e que possibilitem a fruição e a interacção com o público;
  • O seu papel enquanto objecto construído, capaz de ser fruído na sua plenitude por indivíduos de mobilidade reduzida;
  • A incorporação de modelos/protótipos e tecnologia nos conteúdos do Pavilhão de Portugal,
    no domínio das energias alternativas e da eficiência energética, através da celebração de protocolos e parcerias com institutos públicos e universidades.

 

E as natas:

 

2 milhões de pasteis de nata vendidos em 184 dias no Pavilhão de Portugal da Expo 2010 Shanghai

 

 

 

 

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801 - Lembrando Halloween

por Maria Araújo, em 31.10.10

 Gosto de ver as fantasias,mas não aprecio a festa.

 

 

Halloween 2010, by Google.

 

 

 

 

Halloween 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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800 - United Colors

por Maria Araújo, em 30.10.10

Depois de um aula, puxadíssima, de hidroginástica; depois de um banho de chuva, no cemitério, senti que precisava de algo que me  animasse a alma, um miminho a mim mesma. Saí para umas compras, no sítio do costume.

Como na zona tem uma loja Benetton, entrei. Há pelo menos dois anos que não compro roupa desta marca. Fases!

Vi um casaco de malha que gostei.

Perguntei as cores que havia.

Vesti um azul e um castanho.

Comprei o azul. Quentinho!!!!!!!!!!

 

A minha segunda compra deste ano. Ando muito poupada nas compras de vestuário!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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799 - Sorrir

por Maria Araújo, em 28.10.10

 

 

 

Face book

 

Fotos Partilha Felicidade - Fotos de parede

 

 

Porque sorrir faz bem.

 

 

 

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798 - ???

por Maria Araújo, em 26.10.10

Este post tem o número 798. Contudo, aqui no registo do Sapo indica 800 posts publicados, logo este será o número 801.Mas vou manter a minha numeração.

Não sei o que se passa com a net, nos últimos dias.

O messenger anda doidinho. Sempre que escrevo alguma coisa, tenho de minimizar a página.

O Google chrome "obriga-me" a escrever o endereço quando entro no hotmail.

Se passo de um site e/ou página, demora um tempão a abrir.

Fico sem paciência. Tira-me do sério.E, se pretendo alguma informação, imagem, qualquer coisa para trabalhar, então é que entro em parafuso...e depois "amando" um f**@-**.

Desculpem-me os que me lêem, mas a tecnologia tem os seus dias não, e põe-me não também.

O que me vale é a minha gatinha.Uma gulosa. Só come comida de lata,da mole, que não dá trabalho a trincar.Já gastei um dinheirão em whiskas e outras marcas, mas ela não a come.

A veterinária disse-me para a habituar à comida em grão.

Bolas, a bichinha fica cara.

A semana passada foi à vacina. Dentro de um mês, volta para a segunda dose de desparatização, 5 euros,  e vacina, 30 euros.

Cada lata de comida custa ,097/0,99 , depende do local onde compro.

Hoje, precisava de alimentar o meu carro. Fui à bomba de gasolina do Continente. Aproveitei para ir ao hipermercado comprar comida para ela. Uma colega dissera-me que a comida da marca é boa e muito mais barata.

Trouxe duas latas a 0,34.
Cheguei a casa e pus um pedaço, no prato da bichana.

Pensando eu que ela não ia gostar, qual não foi o meu espanto, a gulosinha comeu-a toda.

E, quando enche aquela barriguinha de carninha, fica sossegada, na cama dela.

Hoje não houve "dança". Todos os dias é um forró. Mete-se à minha frente, calco-a, ou dou-lhe pontapés (sem o querer).
Quando abro a porta dos quartos e/ou da sala, fica louca. Corre mais que uma lebre de tão excitada que fica pelo espaço que tem. E, se vai para o meu quarto, salta para cima da cama, mete-se debaixo das almofadas exteriores, deixa apenas o focinho lindo e fofo de fora e então, perco-me com ela. Tento agarrá-la, encho-a de beijos, chamo-a de menina linda, fofa.

Um autêntico bebé. Adoro-a!

Na Sexta-feira passada, estava eu na cozinha a fazer um bolo e o jantar para a família e, cheirando a comida, a sacana trepa pelas minhas costas e põs-se no meu ombro a admirar a paisagem que via à sua frente: a banca  cheia de louça e o cheirinho a chocolate que exalava para as narinas mais apuradas.

E eu aos berros, chamava a Sofia para a tirar do meu ombro.

A gata gostou do que fez que, sempre que pode, tenta o (as)salto.

Antes de me deitar é o dito forró. Corre, brinca, trepa...Não é por acaso que as minhas pernas estão cheias de arranhões. E eu corto-lhe as unhitas, sim! Mas estas crescem!

E assim fico por hoje, com a "triste" notícia que ouvi hoje pela boca do José Rodrigues dos Santos, que o polvo Alemão morreu. Aquele famoso que adivinhou quem ganharia o mundial.

E, como comentou o jornalista, se fosse em Portugal, teria morrido dentro da panela...no arroz, que por acaso, também foi o meu almoço de ontem.

E como ando pouco inspirada, como o meu amigo carapaucarapau, as palavras são as que os dedos quiseram escrever.

 

 

 

 

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797 - Diver...a fundo

por Maria Araújo, em 23.10.10

Sexta-feira dia de muito trabalho, um jantar de família em que a cozinheira foi a "je" e tendo como personagem principal a minha sobrinha que está a viver em Santiago do Chile e viera a Portugal por uma semana, regressando amanhã à cidade Chilena, e depois  de uma noite muito mal dormida, levantei-me hoje, cedo, para o meu dia de loucuras, algures em Oliveira, Póvoa de Lanhoso e "mergulhar" na aventura.

Manhã fresca, com sol, encontrámo-nos junto à escola alguns dos oito colegas que se inscreveram neste Dia do Professor, na Diver Lanhoso.

 

Dirigimo-nos para o castelo da Póvoa de Lanhoso, onde já se encontravam muitos professores de outras escolas, os monitores e o satff da Diver.

Com algum atraso dos participantes, com a entrega das pulseiras e distribuição dos grupos, naquele rochedo do monte do Pilar, onde fica o castelo, realizar-se-iam duas actividades e uma visita ao interior do castelo.

Com outros colegas de outras escolas descemos a pequena estrada que dá acesso ao castelo até um pequeno espaço onde estava o staff com o material,cintas  e capacetes, para a nossa 1ª actividade..

A expectativa e ansiedade eram enormes. Sentia-me cansada da noite mal dormida e não estava muito confiante que iria aguentar esta loucura, nem tampouco imaginava o que iria fazer naquele momento em que vestia a cinta e punha o capacete.

Via ferrata.

Explicaram-nos que os ferrata têm origem na Primeira Guerra Mundial e nasceu da necessidade de colocar plataformas de armas de controlo das fronteiras.

Quando nos dirigimos para o local da via ferrata, não queria acreditar no que via. Íamos subir a rocha. Ensinaram-nos a usar o material e os primeiros aventureiros começaram a subida. O grupo da minha escola era o último e deste, eu era a segunda. Enquanto tive os pés assentes em terra, senti-me confiante, mas quando comecei a ver o quão estreito era o terreno e a altura a que se encontravam alguns dos apoios dos pés, pensei que não iria conseguir.

No primeiro obstáculo tive a ajuda de um colega. Baixa que sou, as minhas  pernas não conseguiam alcançar o apoio.
E a partir daqui, a coisa complicou-se, mas tive que me valer da minha confiança, segurança, e vontade em vencer desafio.

Não podia temer nem vacilar. Não olhava para trás. Ora subindo, ora caminhando, primeiro o pé esquerdo, depois o direito, mosquetão preso, uma mão nas cordas, outras nos apoios, alguns destes mais distanciados obrigavam-me a esforço, concentração e equilíbrio dobrados pois, uma falha minha, poderia levar a que batesse com o corpo na pedra e/ou caísse. Tínha de manter a distância de 3 metros em relação à pessoa que ia à minha frente e ao que vinha atrás de mim. Por isso, vacilar, nunca! E, por vezes, embora segura de mim, dizia para o meu colega: "nas que me meti! Agora L aguenta, não podes voltar atrás". E o meu companheiro do lado direito dizia: "voltar atrás não é possível".

E cheguei. Segura, tranquila, vencedora.

Todos chegámos bem ao cimo da rocha, sorridentes e conquistadores.

 

7744816_EhNLW.jpg

 

 

 

2ª etapa. Visita ao castelo. Já conhecia o interior, mas nunca tinha ido lá acima. Desfrutar de uma bela paisagem que se estendia à nossa frente, de todos os lados da torre, é de facto, belo.

 

 

 

3ªetapa. Rappel, também neste monte,mas do lado oposto ao da via ferrata.

Estava disposta a ir, mas desisti. Havia mais actividades emocionantes durante a tarde, no parque Diver Lanhoso e, como já estava a precisar de comer alguma coisa e tomar um café, eu e uma colega decicidimos descer o monte Pilar em direcção à vila da Póvoa de Lanhoso.

Esperaríamos pelos pelos nossos colegas, junto à escola.
Longa a espera.

 

 

 

Quando chegaram, fomos para o parque, onde almoçámos.

Após o almoço, um grupo foi para o paintball e os restantes grupos foram fazer a visita guiada ao parque.

Belo, limpo, muitas actividades e acima de tudo casas belíssimas.

Algumas ocupadas. Carros de alta gama estacionados junto a elas, mostrava o quão de prazer, descanso e lazer, certas pessoas usufruem das coisas belas da vida.

 

 

4ª etapa: trapézio e slide.

 

O primeiro estava fora de questão. Não, nunca! Manter o equílibrio e ficar em suspensão enquanto as mãos conseguissem aguentar, não era para mim. Contudo, foram muitas as mulheres corajosas que se aventuraram.

 

 

O slide era mais apelativo e emocionante.

À excepção da minha colega, companheira do café da manhã, todos participaram nesta actividade.

E lá fui eu! Emocionante, sim! Descer a montanha, sentir o vento, e, de repente, sentir o impulso da "travagem", é inexplicável!

"Aterrei" bem, mas o meu capacete soltou-se...ao pousar os pés no solo. Sinal de que não estava bem apertado.

O hora estava já avançada. Não foi possível fazer uma das actividades que, embora não estivesse no programa, seria feita caso não houvesse atraso: as pontes.

Regressámos a casa, com um cheque -desconto de 10% para actividade+alojamento, com validade de um ano, para ser usufruido quando o entendermos.

E muitos dos participantes vão voltar.

Quem sabe não o farei no próximo ano?!

Um Sábado pleno de risos, boa disposição, de emoções, sem receios...Apenas me doem as pernas da subida ao monte Pilar na via ferrata que diga-se, foi o que mais gostei.

 

 

 

(imagens retiradas da net)

 

P.S.: Não levei a minha máquina fotográfica. Esquecera-me dela. Mas, houve quem tirasse muitas fotos. Logo que as tiver, editá-las-ei num novo post.

 

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796 - Loucuras

por Maria Araújo, em 20.10.10

 As loucuras da minha gatinha, agora com dois meses completos, como: saltar para os vasos, trepar pelas minhas pernas e chegar cá acima, às minhas costas, subir para a  mesa enquanto almoçamos/jantamos,  tentar lamber os pratos, andar a passear em cima da mesa, fugir para os quartos, se por momentos não fecho a porta da cozinha, estão hoje MUITO serenas.

Como foi à vacina, tem estado deitada na caminha. Esta tem um cachecol de malha que estava velho e faz- lhe de resguardo. Como ela não gosta que a cubra, como na primeira noite que veio para cá, hoje aceitou que o cachecol a aconchegasse.

Esteve a tarde sossegada. Nem comeu, a bichana.

Há minutos peguei nela. Fez um gesto de dor. Pousei-a na camita, e ficou.

 

A respeito das loucuras da minha gata e apesar de a minha coluna vertebral dar-me sinal das tarefas que não devo fazer, cá por casa, e,  não havendo quem as faça, como passar a ferro, no próximo Sábado vou fazer uma loucura, que nunca esperei atrever-me...por causa dela, da coluna.Vai ser um desafio. Penso que vai correr bem.

Depois de ter passado o desafio da montanha russa na Eurodisney, já estou pronta para outros.

A minha loucura de Sábado dia 23

 

 

 

Loucuras radicais! Yesssssssssss!

 

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795 - MIN

por Maria Araújo, em 20.10.10

 

 

(Para (re)lembrar tempos antigos... das famílias do interior de Portugal)

 

 

COMUNICADO DO MINISTERIO DA EDUCAÇÃO AOS PAIS DOS ALUNOS 1ªCICLO.

Caros educandos,

Em virtude do Orçamento de Estado, houve aumento do IVA de 6% para 23%  referente ao  leitinho com chocolate que é fornecido pelos estabelecimentos de ensino públicos dado no pequeno-almoço dos alunos. Por este motivo passa a ser disponibilizado aos mesmos pela manha 1 pacote de vinho PORTA DA RAVESSA que mantêm  a taxa de IVA a 13%.

 

P’la Ministra

 

 

 

 

 

 

hummmmmmmmmmmmmmm!

 

 

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794 - Noé em Portugal

por Maria Araújo, em 20.10.10


Um dia, o Senhor chamou Noé que

morava em Portugal e disse-lhe:

 


Dentro de 6 meses, farei chover ininterruptamente durante

40 dias e 40 noites,

até que todo o Portugal

esteja coberto pelas águas.

Os maus serão destruídos,

 


mas quero salvar os justos

e um casal de cada espécie animal.

 


Vai e constrói uma arca de madeira.

Chegada a altura, os trovões deram o

aviso e os relâmpagos cruzaram o céu.

 


Noé chorava, ajoelhado no quintal da sua casa, quando ouviu a voz do Senhor

soar furiosa, entre as nuvens:

 


Noé, onde está a arca?

- Perdoe-me, Senhor, suplicou o homem!

 


- Fiz o que pude, mas encontrei

dificuldades imensas:

Primeiro tentei obter uma licença
da Câmara Municipal, mas,

 


além das taxas elevadas para obter o alvará,

pediram-me uma contribuição

para a campanha do Partido,
para a reeleição do presidente.

Precisando de dinheiro, fui aos bancos

mas não consegui empréstimo, mesmo aceitando aquelas taxas de juros...

- Os Bombeiros exigiram um

sistema de prevenção de incêndio,

mas consegui contornar a situação,

subornando um funcionário.

Começaram então os problemas

com o Instituto Florestal

para a extracção da madeira.

 


Eu disse que eram ordens Suas,

 


mas eles só queriam saber se eu tinha

o “Projecto de Reflorestamento”

e um tal “Plano Sectorial”.

Neste meio tempo,

a Protecção dos Animais descobriu alguns casais de animais guardados no meu quintal.

 


Disseram-me que eram espécies protegidas!

 


Além de pesada multa,

fui colocado em prisão preventiva

pela posse dos animais.

 


Valeu-me a pulseira electrónica!

Quando comecei a obra,

apareceu a Inspecção do Trabalho

 


Multou-me porque eu não tinha um

engenheiro naval

responsável pela construção.

Fui à Universidade Independente e comprei um diploma de engenheiro

 


Fecharam a Universidade e tive de pôr o diploma no papelão!

 


- Veio o Sindicato e exigiu

contrato de funcionário público

para os carpinteiros.

 


Em seguida vieram as Finanças!

disseram-me que a arca era
um “sinal exterior de riqueza“

e agravaram-me o IRS

 


Não tive dinheiro para pagar e

colocaram-me a arca sob penhora.

Finalmente, quando a

Secretaria de Estado do Ambiente

pediu o

“Relatório de Impacto Ambiental“

sobre a zona a ser inundada,

juntei-lhe o mapa de Portugal.

 


Enviaram-no para o INAG que só vai apreciar o assunto depois de resolver o problema da Costa da Caparica!

Noé terminou o relato a chorar.

Senhor! Que hei-de eu fazer mais?

 


Notou então que o céu clareava

e perguntou:

Senhor, sempre vais

destruir Portugal?

Não!

- Respondeu a Voz

entre as nuvens

 


Já vi que cheguei  tarde!

O Sócrates chegou primeiro!

 

 

 

 

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793 - Funcionário público

por Maria Araújo, em 20.10.10

 

 

Um gajo vai andando pela rua quando de repente, não mais que de repente, um assaltante mascarado lhe aponta a arma e diz:

- Passa o relógio !

O coitado dá-lhe o seu Rolex falso e o ladrão protesta:

- O que é isto? Esta merda qualquer vendedor ambulante vende por 10 euros! Passa para cá a carteira, porra!

O homem dá-lhe a sua carteira de plástico, imitação Pierre Cardin e o assaltante encontra nela uma senha de autocarro, 2 vales de refeição e cinco euros.

Tá meio fo*, o ladrão diz:

- Não vales um ca*... o teu fato está gasto, os teus sapatos fo* e a única coisa que parece que presta é uma reles imitação barata! Afinal, o que fazes na vida?

 A vítima responde, quase chorando:

- Sou funcionário Público!

E o ladrão, tirando a máscara, pergunta com um sorriso simpático:

- Olá colega... em que Repartição trabalhas ?

 

 

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