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731 - O acampamento

por Maria Araújo, em 30.08.10

Os três dias na capital foram calmos. Repeti a visita ao Mude, agora com uma exposição de Vespas, e fui visitar o castelo de São Jorge, que não conhecia. Antecipei a consulta à clínica Malo. Sendo uma consulta de rotina, e não tendo previsto ir a Lisboa nestas férias, tentei antecipá-la, o que consegui, evitando uma viagem, falta ao trabalho e gastos extra, no próximo mês de Outubro.

Dois dias aqui por casa e, na Sexta-feira passada, conforme tinha prometido à minha sobrinha, fui acampar. Há pelo menos 25 anos que tinha deixado o campismo e procurado umas férias em lugares confortáveis, mais caros, é certo, mas com outras “mordomias”.

Sempre gostara de campismo. Mas com o tempo, a idade, o amadurecimento, o trabalho, as amigas que então casaram, as exigências tornaram-se,  também, outras…mais exigentes.

A miúda andava excitada. Nunca tinha acampado e seria uma nova experiência para ela e para mim, com outras pessoas: minha família e amigos.

Destino: Vilar da Veiga, Gerês, Terras de Bouro.

Uma extensa propriedade particular dividida en secções para campismo, casas para alugar, piscina, pinhal. Tudo o que uma pessoa, que pretende sossego e relaxe, tem num lugar afastado da confusão dos parques de campismo. Mas este espaço é, actualmente, alugado a pessoas conhecidas, pelo que estava um casal com duas filhas, mais alguém que não conheci, mas havia deixado as toalhas e uma bola que passeava à superfície da água da piscina.

A dona do espaço, deu-nos as boas vindas e aconselhou-nos a escolher o sector o nº 7, que ficava perto da piscina e da casa de banho.

Só uma casa estava ocupada pelo um casal com duas filhas adolescentes.

Montar as tendas, agora tão práticas, foi rápido.  Após nos acomodarmos, fomos gozar a fantástica piscina com a água que vinha da mina, apenas tratada com cloro e as pastilhas próprias à sua conservação.
A brincadeira estendeu-se até à hora de um banho de água quente e saída para o jantar, num dos muitos restaurantes da vila do Gerês, onde tivemos como refeição, bacalhau assado com broa e costeleta de vitela barrosã, e vinho da casa.

Depois do jantar, fomos dar uma volta pela vila. Nada de especial. Decidimos ir ao bar da marina. Há seis anos que lá não ia, pelo que senti muito a diferença e o progresso. Um bar remodelado, uma marina reconstruída com muitos barcos atracados.

Cansados como estávamos, os pufs do bar convidavam-nos a dormir uma soneca.

Regressámos às nossas tendas. Temia a noite. Sozinhos naquele espaço, com os insectos, as árvores, o silêncio da noite, a água que caía das pequenas encostas daquele espaço.

Mal me deitei, senti de imediato que não iria dormir sossegada. Tínhamos o chão coberto com umas capas adequadas, recobertas por cobertores que tínhamos levado para não sentirmos a dureza do relevo. Mas eu senti. Muito. As dores nas costas não permitiam que me mexesse se queria virar-me ora para a minha direita, ora para a esquerda. Ao meu lado dormiam a minha sobrinha e minha irmã.

 Ia dormitando . Cansada da posição, arrastava o meu corpo para um e outro lado, para que pudesse descansar.
Os ruídos da natureza eram mais audíveis. Por volta das 5 horas ouvi o primeiro canto do galo.

E outro respondeu. Uivos de cães, que mais pareciam lobos, eram sentidos bem perto do local. E de novo o silêncio dos animais. Somente a água.

Por volta das 6 horas, volta o cântico do galo. E a resposta dos outros e  da coruja.

Às 10 horas de Sábado estávamos nas Cerdeirinhas para um passeio de jipe até Linharelhos, almoço na Casa do Campo, e subida a Talefe, o ponte mais alto da Serra da Cabreira.

O passeio da manhã foi orientado pelo G, um jovem licenciado em Economia, que não exerce a profissão, dedicando-se ao projecto, Cabreira Barroso Ecoturismo.

Durante o passeio, parava-se aqui e acolá para se observar as árvores características desta região,  os célebres cavalos Garranos, uma aldeia típica onde os habitantes se dedicam à cultura biológica, orientada por um jovem engenheiro deste blog, um almoço maravilhoso na Casa

de Campos feito por uma ex-aluna do JP, namorado da minha irmã. As entradas foram variadas, tudo confeccionado com produtos biológicos. O prato principal foi vitela assada barrosã com arroz de feijão. A sobremesa constava de  bolo de chocolate, bolo de noz, bolachas de gengibre e melão. O bolo de chocolate e de noz são confeccionados num café e pastelaria na última freguesia de Vieira do Minho, contígua com Linharelhos, Trás-os-Montes

O passeio da tarde foi orientada pelo H e esposa, a ex-aluna do JP, que constou da visita ao forno  comunitário onde se fazia o pão para toda a comunidade, e para todos aqueles que andavam de terra em terra, pão esse que era designado de pão dos pobres,

à cabana de pastores, à nascente do rio Ave e no final da tarde, um pequeno percurso pedestre à piscina natural no Rio da Lage.

O calor era intenso, mas o prazer de ver paisagens infinitas, arvoredo, animais que se “perdiam” nas pastagens verdes do alto da montanha e longínquas dos seus proprietários, o rio que se via ao longe, os geradores de energia eólica, que me fascinam e me fazem gastar imensas fotografias, a marca triste dos incêndios… faziam-nos esquecer a temperatura.

A noite chegou. Cansados como estávamos, jantámos algo leve. Os jovens foram comer pizza.

Regressámos ás nossas tendas. Deitámo-nos cedo. A cama das mulheres estava reforçada com um edredão dobrado para que eu não sentisse a dureza do chão. E deu resultado. Embora não dormisse a noite inteira, foi mais descansada .

Mas houve receios. Os nossos rapazes, no gozo, afirmavam que havia cobras. O meu sobrinho, acostumado ao campismo nos concertos de Verão, contou que, num dos seus acampamentos, havia sentido algo debaixo da sua tenda. E viu que era uma cobra.

Óbvio que era mentira, mas foi o suficiente para que a irmã dormisse mal, o que não acontecera na primeira noite, em que se deitara bem agasalhada no seu saco -cama e dormira a noite inteira.Nesta noite, vestira o pijama, cobrira-se com o saco, e meio da noite libertara-se dele.  Noto que as noites não estavam frias. Acordava, mexia-se, até me dizer :“E se alguém nos assalta?”. E eu tranquilizava-a.

A noite  foi interrompida com o cantar do galo e a resposta da coruja. A miúda estava desperta. E eu falava com ela dizendo que era lindo ouvir o som dos animais e da água.  Combináramos,  mal acordássemos, ir para a piscina. A proprietária havia dito que a água fica mais quente de manhã.

Às 8:30 fomos “pescar” os mosquitos  que flutuavam na água.  Quinze minutos depois, mergulhámos. Agradável. E brincámos. De repente,  vemos o J, o nosso homem de 8 anos, muito inteligente, que gosta do dinheiro, e que tem umas expressões fantásticas, que escreverei num post,  do tipo: “o Tiago teve um traumatismo ucraniano”, aproximar-se , e disposto à brincadeira na água. Óptimo momento.

O dia foi dedicado à piscina, à leitura do jornal, à brincadeira, ao sol, até à hora de  desmontarmos as tendas, arrumarmos na mala dos nossos  carros , outra banhoca na piscina e regressarmos a Braga.

Se fizéssemos a vontade dos miúdos ficaríamos mais uma noite. Apesar de a miúda ter dormido mal na noite anterior, ela queria ficar e tirar partido do campismo. Mas decidíramos passar só o fim-de-semana.

Muito havia a contar, mas é impossível. Contudo, faço a pergunta:" voltarei a acampar?"

E respondo a mim mesma: "duvido".

Não aguento ter as roupas dentro da mala, dormir no “chão”, tomar banho ao relento,  não ter cadeira para me sentar e comer tranquilamente (só tomamos o pequeno almoço, visto que nunca cozinhámos), ter de me baixar para entrar na tenda, deitar-me para vestir as calças, procurar no saco tudo aquilo que estava já espalhado por falta de paciência em arrumar o que era impossível.

Voltarei sim, porque gosto da natureza, do rio, da montanha, do sossego, mas instalar-me numa casa ou hospedaria com as comodidades  que necessito para descansar, quem sabe na Casa do Campo!?

E agora, algumas das fotos, das 280 que tirei.

 

 

(as nossas tendas)

 

 

 (a piscina)

 

 

( dois cavalos garranos que passeavam e se esconderam, mal parámos o carro)

 

 

(relógio de sol numa casa em Linharelhos, Trás-os-Montes)

 

 

(espigueiro da casa que visitámos)

 

 

(cebolas, cultura biológica)

 

 

 

(árvore de fruto, com belas flores)

 

 

(torre da capela de Linharelhos)

 

 

(casa de turismo "Casa de Campos", Linharelhos)

 

 

(produtos de cultura biológica, "Casa de Campos)

 

 

(almoço, entradas com produtos biológicos)

 

 

(interior do forno comunitário)

 

 

(geradores eólicos)

 

 

(animais da raça Barrosã, pastando na serra)

 

 

(nascento do rio Ave)

 

 

(Talefe, no ponto mais alto da serra da Cabreira)

 

 

(piscina natural, rio da Lage)

 

 

(queda de água, o outro lado da piscina natural)

 

 

(o outro lado da piscina natural)

 

 

 

(regresso a casa, rio Caldo, Gerês)

 

 

 

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730 - Natureza

por Maria Araújo, em 26.08.10

E amanhã, mesmo com a chuva que cai, mas com probabilidades de melhorar para o fim de semana, vou estar em contacto com a natureza.

Lamentável os incêndios deste Agosto quente. Certamente que vou ver muita paisagem cinzenta e triste com os homens.

Mas o rio, as casas, o sol, vão animá-la e animar-nos.

Pois então, vejam por onde estarei.

Campismo, numa propriedade privada, com piscina, água quente, pinhal e com o Gerês por perto.

Há quantos anos não faço campismo? 25 anos, no mínimo.

O descanso vai fazer-me  bem.

E o trabalho está quase a chegar.

 

 

 

 

 

 

 

(imagens retiradas da net)

 

 

 

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729 - O meu vizinho do lado

por Maria Araújo, em 25.08.10

Á hora de jantar, o meu vizinho do lado, pai das minhas amigas G e X,cuja cozinha é contígua da minha,  bateu nos azulejos, sinal de chamada  entre nós desde há muitos, muitos anos atrás, para ir (vir) à janela da marquise, quando precisamos de alguma coisa: uma cebola, um pouco de sal, um cervejinha, aquelas pequenas coisas que trocamos quando precisamos e não temos.

Pois muito bem, o vizinho bate com força nos azulejos e eu vou a correr à janela. E diz-me: "nem imaginas o que se passou na rua. Viste? Vai à janela da frente".

E fui. Abri a janela, que fica ao lado da varanda da casa dele e diz-me: "Nem sabes o que perdeste. Há cerca de vinte minutos, estava eu sentado na varanda quando, de repente, pára um carro mesmo em frente aqui ao prédio. Ninguém saiu do carro. Não dei grande importância. Mas os meus olhos voltam ao carro e vejo duas pessoas que se beijavam loucamente. O pisca do carro estava ligado. Nada de anormal, até ao momento em que reparo que eram duas mulheres. Não via os rostos. Mas via-lhes as pulseiras. Ainda pensei que estava enganado, mas não deixei de observar. Algumas pessoas passaram aqui na rua, e elas continuavam aos beijos. Estiveram cerca de quinze minutos nestas cenas. Então, uma delas sai do carro. Uma rapariga muito elegante. Atravessa a rua. Deduzi que teria ido buscar o carro ao parque de estacionamento. A outra pôs o carro a trabalhar e foi embora. Nem imaginas . Nunca tinha visto uma cena destas!", e ria-se.

E eu comentei:"há alguns dias, numa revista aqui da cidade, vi umas fotos de uma festa no Pacha de Ofir, e uma delas mostrava duas jovens que se riam para a máquina ao mesmo tempo que as suas línguas se tocavam. Uma foto muito provocadora/provocante. E, lendoalgumas revistas e blogs que vou visitando, sei que hoje as mulheres vão para as discotecas à procura de outras mulheres, para noites escaldantes."

Ao que ele responde:"Já não vou às discotecas há muito tempo. Quando ia, via gente muito jovem. Não me interessava o ambiente.Olhava à minha volta e pensava: "esta podia ser minha neta, aquela podia ser minha filha. Já não tenho idade para estas coisas. Isto já não é para mim", e deixei de frequentar.

Retroquei: "A questão é que já não é só na discoteca que isto acontece. Agora acontece em qualquer lugar. Os tempos são outros. Cada um sabe de si. A questão é saber manter a discrição".

E, mudando de conversa, pergunta-me ele: "Já jantaste?".

"Não", respondi. Ainda estou a fazer o jantar.

"O que vais jantar? "

Depois de lhe dizer qual era a minha refeição da noite, e porque a fome apertava já, ele exclamou: "Que bom!"

E despedimo-nos com um até amanhã. Vim para a cozinha. E os meus olhos e a minha boca sorriam.

Mudam-se os tempos...mudam-se os comportamentos.

 

 

 

 

(imagem retirada da net)

 

 

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728 - A sombra

por Maria Araújo, em 25.08.10

Do blog fantasma, fui para este blog

 

Com a frase,  «O amor é como a sombra. Se correres atrás dela, nunca a conseguirás apanhar, mas se lhe virares as costas, ela seguir-te-á para sempre. »

 

 

E porque ainda acredito no verbo amar, colhi o selo e plantei-o aqui, no meu blog.

 

E faça deste selo a sua sombra.

 

 

 

Selo Oficial

 

 

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727 - Homenagem

por Maria Araújo, em 25.08.10

Gostaria que todos os Bracarenses que vêm visitar o meu blog, divulgassem isto.

Hoje, quando ia para o  Fitness Club, passei perto da casa de uma grande amiga e colega da escola, adepta do Braga. Reparei que, na varanda , à vista de quem passa, tem um cachecol do Sporting de Braga.

Lembrei-me: "Por que não os Bracarenses fazerem o que foi feito no Euro 2004  , 2008, e nos Mundiais de 2006 e de 2010?"

Então peço a todos os Bracarense que, pelo menos no dia em que o Braga jogar para a Liga dos Campeões, o façam.

Cachecóis, bandeiras, tudo o que vos vier à ideia e que possa ser colocado nas vossas janelas e varandas.

Eu vou fazê-lo também.

Nunca fomos tão longe. Vamos animar e dar apoio à nossa equipa?

Força Braga. Força Bracarenses.

 

 

 

 

 

 

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726 - Mini-férias

por Maria Araújo, em 24.08.10

E depois da minha rápida decisão de fazer uma visita á minha família que vive em Lisboa, estou de regresso.

Hoje estive nesta bela praia de Carcavelos.

Gostei.

 

 

 

 

E o Braga está na Liga dos Campeões.

Grande Braga. Mesmo que não vás mais além do que isto, mostraste aos grandes que és capaz.

 

 

 

 

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726 - Estou...

por Maria Araújo, em 22.08.10

Por AQUI.

 

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725 - «E se?»

por Maria Araújo, em 19.08.10

Hoje fui tratar de assuntos para os lados do Bragaparque. E decidi espreitar as estreias de hoje. Já sabia que o tão badalado "Salt"  está  em exibição. Contudo, não me apetecia ver a bela Jolie.

Como ontem, enquanto fazia bicicleta e tapete no Fitness, e tendo a sala 3 plamas em frente a estes aparelhos, vi  uma entrevista a um actor que faz parte do elenco do filme "Letters to Juliet", em estreia também, decidi por este.

Um filme que recomendo, não só pelo conteúdo da história, mas também pelas belíssimas  paisagens, vinhas e edifícios de Itália. Um filme tranquilo, meigo, persistente, sensível. Para pessoas que ainda acreditam no amor.

Um filme para todos, principalmente para quem é maduro e acredita no destino e tem fé... O título deste post tem a ver com o final do filme. Sensível de mais.

Gostei. Senti. Reflecti. Amadureci.
Podem dizer que sou uma romântica,uma sonhadora, uma Julieta, mas a verdade é que quem tem esperança, acredita. 

Só vendo o filme entenderão.

Aconselho "Letters to Juliet".

 

 

Poster Filme

 

 

Sinopse

 

Uma jovem americana de féris em Verona, Itália, encontra cartas de amor antigas para uma tal de Juliet, que nunca chegaram a ter resposta. Agora, a curiosidade vai levá-la a responder ao seu remetente desencadeando assim uma série de acontecimentos que farão da sua vida uma extraordinaria historia em busca do amor.

 

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724 - Coisas

por Maria Araújo, em 19.08.10

 

 

 

Amigo Rui, o meu desejo de férias seria este lugar. Sol, praia, descanso, leitura, alimentação leve, noites de luar, estrelas cadentes.

Mas, como este lugar ainda não está ao alcance do meu bolso, agradeço-te o que os teus filhos agradeceram ao longo dos anos e, com certeza, vou adorar a natureza deste outro lugar.

Aqui, contarei estrelas, muitas, se não estiver nublado. Desfrutarei a natureza, a montanha, o rio, leitura, o descanso...se não houver alteração de planos.

 

 

 

                                                    

 

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723 - Um grande homem

por Maria Araújo, em 19.08.10

19 de Agosto de 2003, atentado bombista em Bagdad, onde Sergio Vieira de Mello trabalhava na sede da ONU.

Morte de um grande homem e mais 22 pessoas que seriam também grandes homens e mulheres.

Hoje,a ONU homenageia este homem e os outros homens e mulheres que dignamente trabalhavam no apoio às vitímas da guerra

 

 

 

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