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A lousa e o Farrusco

por Maria Araújo, em 14.07.09

Quero agradecer à jovem  Ana Sofia,  ter deixado aqui uma pequena referência à história do seu Farrusco, ao carapaucarapau, meu amigo de escrita e de  blog, à Emíla, a vovó babada, e ao visitante do blog santa_nostalgia, pelos comentários que deixaram registados sobre a  «lousa», que alguns viram no post e outros não, porque foi retirada.

E tudo começou numa loja de solas, aqui em Braga,e na  história do Farrusco contada na imagem da lousa do blog santa_nostalgia, blog muito interessante. Recomendo a visita.

Agradeço especial atenção a este senhor por me ter lembrado a marca dos lápis Viarco Não fazia a menor idéia que esta empresa ainda existe...aqui no Norte , bem perto da minha cidade.

Sinto um grande orgulho em partilhar as minhas lembranças e as «coisinha» do dia-a-dia com pessoas que escrevem muito bem e que faço questão de as ter no meu cantinho.

Visito-as sempre que posso. Nem sempre tenho tempo, e às vezes, disposição para comentar.Mas não deixo de vos espreitar.

Obrigado a todos.

 

 

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Lousa

por Maria Araújo, em 13.07.09

A imagem da lousa que coloquei no post "crianças" e "comentário", foi  retirada da página do google.

Essa imagem  pode estar sujeita a direitos de autor do blog, santa nostalgia,o que aconteceu.

Tinha uma história, que eu conhecia da minha infância.

 

 « O gato comeu o periquito da Rita.

    A Rita ficou muito triste e zangada com o gato, que se chamava Farrusco».

 

Fica outra imagem, para quem não conhece a lousa, retirada do google, mas sem história.

 

lousa por você.

 

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Comentário

por Maria Araújo, em 11.07.09

O amigo carapaucarapau fez o seguinte comentário sobre meu post «Crianças»:

 
 
"Lousa, dizes tu e muito bem.
Mais para o sul chamava-se "ardósia" ou mesmo "pedra". Nela se escrevia com um "ponteiro". Era uma placa de xisto encaixilhada num quando de madeira que levávamos dentro da sacola e onde eram feitas as contas e os problemas e às vezes pequenas redacções. Dimensões aprox. 20X30 cm.
Semanalmente a moldura de madeira era lavada com água e sabão para se apresentar limpa, pois muitas vezes o apaganço era feito com cuspo...
Pois era...
Calcula que os putos até aprendiam a ler, a escrever, a contar, a fazer contas, a não dar erros e tudo a partir duma "pedra".
Ainda tenho uma "pedra" dessas, ainda que não seja a da minha infância.
Estou a escrever isto e a pensar numa coisa. Como sabes nas salas de aula também havia (há?) essas "pedras" (os quadros pretos em ponto maior é claro onde se escrevia (escreve?) com um giz.
Suponho que a expressão "ser chamado à pedra" vem daí, de ser chamado ao quadro para mostrar os seus conhecimentos.
Se bem me lembro..."
 
Pois, carapau, tens razão. O pormenor de apagarmos com a saliva aquilo que tínhamos feito e /ou errado.
E a expressão, sendo tu um homem muito bem informado e vivo de memórias, deve querer significar isso mesmo.
Admiro os teus conhecimentos, amigo.

(Parece que a imagem que postei foi retirada. Aqui está, com a história que conhecia em crianaç. Vamos ver se fica)
 
santa nostalgia lousa de escrever

 

  Acrescento mais alguns dos objectos que eram moda na época e cuja variedade era escassa.

 

As SEBENTAS.

 

 

Na minha adolescência interpretávamos cada uma das letras da palavra como, « Se És Bom Estudante Namoras Todo Ano»

 

 

 

 

Neste pequeno caderno, sem linhas, registávamos os nossos TPCs, fazíamos desenhos, riscos e rabiscos.

 

 

 

Usávamos a ainda actual borracha ou "safa".

 

  

 

 

 

Os guaches, dos mais baratos, porque não era possível comprar os de marca.

 

 

 

Os godés  em plástico para lavar os pincéis.    

 

Como a família era grandem comprava-se uma caixa de 6 lápis de cor, para todos.

 

 

(não consegui encontrar uma imagem com marca e embalagem de 6 cores que se usava nos anos 60).

 

Os livro de leitura com o símbolo que eu muito gostava.

 

 

 

 

 

 

 


Falta a mala da escola. Impossível encontrar a que eu usei, na Primária.

 

Ao Domingo, na missa, usávamos o Missal. 

        

 

   e o véu branco em tule para a meninas.

 

 

 


Obrigado carapau, por me fazeres lembrar mais alguns do objectos da minha/nossa infância

 

 

 

 

 

 

 

 

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Crianças!

por Maria Araújo, em 10.07.09

 

Hoje fui buscar uns sapatos a uma loja de solas aqui na cidade, que estavam para pôr umas solas especiais.
Levei a miúda comigo.

O dono da loja oferece-lhe uma borracha própria para as solas de sapatos.Ela fica estupefacta com o pedacito da borracha e diz «Fixe», ao mesmo tempo que passa a borracha no tampo do balcão.
O senhor , nos seus 45 anos, explica-lhe que em criança vivia numa aldeia onde nem sempre havia aulas porque, de Inverno, quando chovia  as árvores caíam e impediam o acesso à escola.Como não tinha cadernos e era difícil arranjá-los, usava um quadro pequeno onde escrevia o que aprendia e, quando se enganava, apagava com um pedaço de borracha como o que acabara de oferecer.
A miúda perguntou-lhe «Quadro? O que é isso?»
«Na tua escola deves ter um quadro preto, ou verde, não sei», respondeu ele.
«Preto», diz ela prontamente. « Mas agora também há uns quadros brancos onde se escreve com uma caneta própria», interrompeu ela.
«Então sabes como é o quadro. Imagina esse quadro em ponto pequeno. Como não tinha cadernos, escrevia na ardósia. A tua mãe, também sabe o que isso é», acrescentou ele dirigindo-me o olhar.
«Mãe? Ela não é minha mãe!», corrigiu.  «Ela é minha tia e madrinha»
«Lousa», interrompi eu. «Nós chamávamos lousa». «Quando chegarmos a casa, lembra-me que eu vou à internet procurar uma imagem de uma lousa e vês como é», pedi eu à miúda.
Despedimo-nos do senhor.
Chegámos a casa e encontrei mais do que queria. A imagem vem também acompanhada do lápis que nós usávamos para escrever os conteúdos que aprendíamos.
Nem me lembrara desse detalhe…e da pequena história e do nome que vêm escritos.
 É que ela tem um gato, o «Destruction» ou «Distraxa».
«Farrusco», é um nome estranho para uma criança do século XXI.
 santa nostalgia lousa de escrever

 

 

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Praga

por Maria Araújo, em 08.07.09

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Fantásticos vídeos de Michael Jackson na MTV

por Maria Araújo, em 07.07.09

 

 

 

 

 

 

Acabei de ver na MTV em,  “Tribute to Michael Jackson”, que continua a ser transmitido, a versão de «Billy Jean».
Confesso que nunca a tinha visto na íntegra. Fiquei estupefacta com a performance  deste tema,  em palco.
Surpreendentes os movimentos do seu corpo, que todos conhecemos, mas esta foi admirável, porque, no final, os gestos fizeram-me lembrar o cinema mudo de Charlie Chaplin. Aliás, note-se que a bainha das calças que usava nos espectáculos ficavam um bom palmo acima dos sapatos, deixando evidenciar a brancura das suas meias.
Ele salta, põe-se em pontas de pés, põe a sua mão direito nas partes genitais (gesto bem conhecido),anda como um pinguim, retoma o refrão,
"Billie Jean Is Not My Lover
She's Just A Girl Who Claims That I Am The One
But The Kid Is Not My Son
She Says I Am The One, But The Kid Is Not My Son"

e termina a performance, atirando o chapéu para o público que entra em alvoroço.
Sempre me ficara na memória a performance de «Thriller» que ainda hoje deliro e danço quando a escuto, mas acompanhando a MTV, garanto que qualquer uma das canções que ele canta, é magnificamente acompanhada com uma coreografia única.
Michael Jackson não foi um dos meus cantores favoritos, mas admirei-o sempre pela miscelânea de coreografias que executava.
Fica para sempre como ícone da música rock, que entusiasmou e fez dançar e cantar  várias gerações nas noites de discoteca.
No mometo em que edito este post, fico com uma das que muita mexeu comigo "Black or White"
 
 
 
 

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Comentário

por Maria Araújo, em 06.07.09

Edito este comentário que recebi sobre o meu post «e-mail»

Estou de acordo com o que foi escrito. Desde sempre entendi  que as crianças educam-se desde o berço.

A minha mãe teve sempre essa preocupação.

O respeito e a humilddade foram sempre valores que cresceram na minha família.

ObrigadoEmília pelo que escreveu.

 

 «Eu acho que , se continuarmos assim, não teremos de facto pessoas dignas de viver no planeta que estamos a tentar salvar. É urgente que pensemos em formar as nossas crianças fazendo delas verdadeiros cidadãos e isso começa por ensinar-lhes desde pequeninas o sentido de responsabilidade. Parece que não, mas na realidade isso começa ainda no berço, com os horários de dormir de tomar banho, de brincar, de arrumar os brinquedos etc. Ela tem que saber desde bem pequenininha que tem deveres e se isso acontecer, vai sabê-lo sempre. Infelizmente, há pais que acham que isso só se ensina quando forem grandes, porque antes disso eles não entendem; estão enganados.., eles percebem e muito bem e se esperarmos até serem grandes, de certeza que não iremos a tempo. Serão já crianças sem limites, inseguras e irresponsáveis e será muito difícil que se transformem em adultos conscientes das suas obrigações , seguros e confiantes nas suas possibilidades. Mas eu sou optimista...., acho que vamos acordar a tempo de salvar o planeta e de salvar as nossas crianças. Ambos estão há muito a pedir socorro.Emília Pinto»

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E-mail

por Maria Araújo, em 05.07.09

  "Fala-se tanto da necessidade de deixar 'um planeta melhor para os nossos filhos,  ...e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta."

 

(educados, responsáveis, compreensivos, humildes......)

 

[Autor desconhecido]

 

           

 

Nós os educadores, pais, governantes, temos o dever de transmitir aos nosso filhos o respeito, a solidarieadade, a humildade, a compreensão e a responsabilidade de preservarem  planeta.

Se o fizermos, eles, os nossos filhos, respeitar-se-ão a si próprios também.

 

MAS A RESPONSABILIDADE É TODA NOSSA

 

 

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Algumas fotos de Praga

por Maria Araújo, em 03.07.09

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Como foi...

por Maria Araújo, em 02.07.09

 

48 horas após cirurgia, e por que a minha vista está a melhorar, decidi contar esta pequena “maratona” oftálmica.
Fui para o ambulatório por volta das 19: 10 horas. A cirurgia estava marcada para as 20 horas.
Levaram-me para um vestiário onde vesti umas calças e uma blusa de papel azul, por cima da lingerie. Os sapatos acompanhavam-me na maratona.
Sentaram-me no terceiro de quatro cadeirões que ficavam de frente para a porta. Sozinha, imaginei-me a ser “despachada” daquela cirurgia e vir para minha casa ainda antes das 22horas.
De repente, a enfermeira auxiliar, diz-me:“Hoje são só senhoras”.
Perguntei quantas estavam para  ser operadas. Respondeu-me “quatro”.
Não me ocorreu que seria a terceira.
Entretanto, chega a segunda senhora. Octogenária, muito simpática e cheia de vida.
Sentaram-na no primeiro cadeirão.
Por volta das 19:20 vem a enfermeira de serviço. Alta, magra, jovem, simpática também, com a chiclete na boca.
Abre gavetas, tira agulhas, liga o pc,sintoniza música pop, portuguesa, de tudo um pouco, abre e fecha armários...
Dirigiu-se à octogenária e avisa-a que tem de responder a umas perguntas (que a senhora não sabia de todo responder), e informa-a dos passos a tomar para a cirurgia.
A seguir entra uma jovem adolescente que se senta no quarto cadeirão.
Quando a enfermeira se aproxima de mim, faz-me o mesmo inquérito e recomendações que fizera à octogenária, (alergias, doenças, nº de intervenções que fui submetida, medicação), e prepara-me para o bloco.
Gotas nos olhos, estes sempre fechados, cateter na mão esquerda com soro, e pronto para alguma medicação, caso fosse necessário durante a cirurgia.
Quando se dirigiu à jovem, já  passava das 20:30 horas.
Perguntei se era eu a primeira, ao que respondeu que seria a terceira.
O lugar onde as paciente estavam sentadas indicava a prioridade na cirurgia.
Fiquei preocupada. Tinha avisado os meus familiares que deveriam procurar-me por voltas das 21:30.
Pedi autorização para ir à sala onde tinha os meus objectos pessoais, para que pudesse ligar-lhes e avisá-los que não saíria da clínica à hora combinada.
Entretanto, chega a quarta senhora que se senta na segunda cadeira.
Espreito o relógio. Se eu era a terceira, o médico não tinha chegado e se a primeira doente estaria 40 minutos no bloco, então eu seria operada por volta das 23horas.
21.10 chamam a primeira senhora.
Olhos fechados para que as gotas fossem anestesiando a vista. Também não queria ver as horas, pois sendo a terceira a entrar para o bloco, seria uma eternidade e preferia manter-me sossegada e calma a abrir o olho e decepcionar-me com o tempo que nunca mais passava.
De repente, o telefone toca e escuto a enfermeira dizer: «então vai a terceira? O senhor doutor quer as cataratas?».
Fiquei de olho aberto. “Seria a minha vez? Mas eu não tenho cataratas. Ainda sou nova para isso”, pensei.
Dirige-se a mim ajuda-me a levantar e passo a sentar-me na cadeira de rodas que me levaria até à entrada do corredor que dá acesso ao bloco. Aí, passo para outra cadeira de rodas e entro no bloco.
Moderno, bem equipado, muito diferente daquele que eu havia entrado há sete anos atrás.
Deitam-me na cama, tapam-me a vista direita com uma compressa colante. O médico aproxima-se de mim, pergunta-me se estou bem disposta e explica-me o que vai fazer.
Corta com uma tesoura o espaço correspondente ao olho direito e aí começa a maratona.
Uma luz branca e forte  onde distinguia três quadradinhos pequenos azul forte. De vez em quando sentia jactos de um liquído para limpar a vista. Outras vezes via algo andar à volta da minha vista. Um gel transparente e uma agulha??? que se mexiam, mas não doía nada.
O médico dizia: «Olhe para baixo. Muito bem… Agora olhe para luz.  Muito bem…Está a colaborar muito bem… A lente está quase no centro.
Volte a olhar para baixo. Agora para a luz… Bom, muito bom. Que bem que a…colabora comigo. Está quase a acabar. Depois vamos voltar a verificar se ficou bem centrada. Vamos para a vista esquerda»
Descolam a compressa colante do lado direito e põe uma nova para a esquerda.
Volta-se ao mesmo ponto. O mesmo diálogo, a mesma motivação.
Talvez porque no olho direito a sensação fosse inesperada e mentalizando-me do tempo que seria eterno, senti que a vista esquerda foi mais rápida e custou-me menos suportar toda aquela azáfama oftálmica.
Voltam à vista direita. Mais um jorro.Eu só queria sair dali. Mas estava calma, muito calma. Afinal estava ali porque queria.
Acaba a intervenção. O médico congratula-me mais uma vez pela minha colaboração, que facilitou muito o seu trabalho.
Quando volto para o ambulatório não estava nenhuma das senhoras que vira antes. Olhei o relógio:22:50h.
Deram-me um chá e umas bolachas. Eu estava em jejum desde as 13 horas.
O médico veio ter comigo. Fez-me todas as recomendações pós operatórias.
Vesti-me. Chamaram os meus familiares. Eu ri-me e perguntei « Gostam dos meus óculos novos? São modernos não são?»
E vim para casa dormir com aqueles óculos de soldador, que deveriam ser retirados na manhã seguinte.
Voltei à clínica para a consulta,ontem.
O médico ficou estupefacto.
Eu estava bem disposta, via bem.
Disse-me que podia fazer a vida normal excepto, durante uma semana, baixar a cabeça.
E para minha felicidade, bem-estar e qualidade de vida, não uso óculos nunca mais.
 
Congratulo o jovem médico que me operou, pela motivação e força que dá ao paciente.
 
Obrigado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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