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uma tarde de preguiça

por Maria Araújo, em 20.01.18

não saí de casa, a gata está deitada no meu lugar no sofá;  pão com geleia, uma fatia de bolo-rei congelado que  aqueci na torradeira e duas chávenas de chá, foi o lanche de hoje. Li um pouco, e como não me apetece fazer nada, lembrei-me que há muito tempo que não ponho umas quantas imagens de decoração, que fazem com que me apeteça experimentar mudar alguns móveis cá de casa, e inovar.

Tenho lido que a cor verde é uma das cores eleitas na decoração de 2018.

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Gosto da cor verde das plantas, não sou grande fã dela na roupa, muito menos na decoração, mas quando o efeito é este, e que fui buscar ao Pinterest, dá vontade de redecorar a casa

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no topo do terraço

por Maria Araújo, em 20.01.18

do Centro Comercial Nova Arcádia, primeiro pôr-do-sol de 2018'

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parece-me que hoje

por Maria Araújo, em 19.01.18

foi o dia de ver coisas caricatas.

De manhã, no ginásio, foi isto.

Depois do ginásio, passei pelo Lidl para  fazer algumas pequenas compras habituais de artigos de limpeza.

Passei pelo pão, e deparo-me com uma boa quantidade de sacos e luvas caídos no chão.

Não consigo perceber como é que as pessoas tiram os sacos sem que venham uns quantos juntos e caiam no chão, que não os apanhem e os deixem de lado, quiçá, entreguem ao funcionário desta secção.

Ok! A pessoa tem de se baixar para os tirar, mas se estivessem à mão, a coisa seria igual.

O que faço para tirar um? Baixo-me, com uma mão amparo os sacos e com a outra tiro o que está em cima. E com as luvas faço a mesma coisa. 

 

Hoje de tarde, passei pelo cemitério, e de seguida voltar ao  Ikea para comprar o outro candeeiro de mesa de cabeceira, que escrevi nestes post.

A caminho deste, com um sol tão bonito, antes de entrar na loja, subi ao terraço do centro comercial para tirar umas fotos ao pôr-do-sol.

Depois disto, entrei no Ikea e fui lanchar. Vou para a fila, peguei num tabuleiro. Mais à frente, estavam os pratos de seobremesa, peguei num, escolhi um rolinho de canela. Na caixa pediria um pingo ( 0,50 €  por um bolo e um pingo ????). 

Ora estava eu na pequena fila para escolher o bolo, vejo uma rapariga que teria 30 e poucos anos que vem do lado contrário à fila, mete-se à  frente do casal que estava à minha frente, com a mão pega em algo que me parecia  ser um pão com chouriço, vira costas e vai para a caixa  pagar.

Olhei para ela, estupefacta. Pego nas pinças para tirar o bolo que escolhi, eis que a vejo, agora à minha frente, põe o dito alimento no sítio, comenta qualquer coisa para si própria, passa por trás de mim, presumo que para escolher um croissant.

Vou para a caixa, o funcionário estava a atender o casal, pediu-me que esperasse um pouco. De repente,  a menina  aparece do outro lado da caixa, fica atrás do casal( presumi que fosse familiar do casal, mas não era)  trazia na mão, o que me parecia ser o pão com chouriço. Caramba, tinha pousado o pão no tabuleiro e voltou de novo com ele na mão?

Quando me preparo para pagar, ela saca do dinheiro, paga e vai embora.

Não fiquei minimamente chateada por ter passado à minha frente. O que não gostei foi de a ver pegar o que escolhera, com a mão.

E eu fiquei parva porque acho que ela não atingiu nada do que fez. Ou esqueceu-se que há tabuleiros, pratos, guardanapos de papel, para se servir.

 

 

 

 

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estás no tapete

por Maria Araújo, em 19.01.18

no ginásio, queres fazer o aquecimento antes de ires para uma aula de grupo quando, de repente,  vês o homem que está do outro lado, em frente a ti, também no tapete, a escabichar os dentes.

Depois, com os dedos húmidos da saliva, passa-os na máquina.

Volta ao mesmo.Abre a bocarra, enfia os dedos nos dentes, escabicha, escabicha. Tira-os da boca e lambe-os.

Felizmente, chegou a hora da minha aula. Já estava a ficar enojada com a cena.

Bolas! Parava a máquina e ia escabichá-los para a casa de banho, ali perto,  junto ao bar.

 

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" E esta, hein?!"

por Maria Araújo, em 18.01.18

Fernando Pessa, conhecido por relatar situações caricatas do nosso país acabava o relato com a expressão " e esta,hein?!", veio-me à memória por algo que se passou aqui à porta da minha casa.

A minha rua tem parquímetros, poucas são as pessoas que tiram o bilhete de estacionamento. É habitual estacionarem os carros, vão à vida e depois não querem ver a multa nos seus carros. O ano passado um carro esteve estacionado 4 dias, teve direito a 4 multas.

Ora, hoje, estava eu de saída para ir à estreia do filme " As Lamas do Mississipi", reparei que um carro branco tinha uma multa no pára-brisas. Ao lado deste carro, um jipe, de onde vejo sair um homem de cerca de 50 anos que, sem olhar para lado nenhum, tira a multa do carro branco e põe no seu jipe.

Quando estava a fazê-lo, reparou que eu observava a cena, mas não alterou nada o seu gesto. Vai à porta de trás, abre-a, sai um miúda. Atravessam a rua e seguem o seu caminho.

Fiquei sem palavras. Apetecia-me tirar a matrícula e avisar a ESSE.

A sessão de cinema era às 17h20m, o filme não acabaria antes das 19h30m teria de andar 20 minutos a pé, decidi levar o carro. Voltei a casa para pegar a chave. 

Quando desci, estava o funcionário da ESSE a imprimir uma multa, que põe no jipe.  Reparei que o carro branco estava com a multa que lhe pertencia.

Fui tirar o meu carro da garagem e quando saí do portão o jipe já não estava estacionado.

O que pensei?  O chico esperto foi levar a miúda algures e para não tirar um bilhete de 25 cêntimos, o mínimo que tem de pagar, que deve ser por um período de 10 minutos, viu a multa no carro branco e pôs no seu, convicto que o funcionário da ESSE não passasse tão cedo.

Se alguém viu o que eu vi e fez queixa ao funcionário que estaria por perto,  não sei, o que sei foi que tudo aconteceu num curto espaço de tempo que não foi mais de 7 minutos.

O chico esperto pensou que teria sido eu fazer a queixa, e bem merecia que tivesse sido. Não fui, mas gozei com  a situação porque a espertície dele saiu-lhe cara. 

No meu carro, falava eu sozinha e alto: " É preciso ter lata.! Que vergonha fazer uma coisa destas! Nunca vi nada assim!"

E foi quando me lembrei do nosso saudoso Fernando Pessa que, se visse isto, diria :" E esta, hein?!"

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os prazos de validade

por Maria Araújo, em 18.01.18

Sempre que vou às compras, tenho atenção aos prazos de validade, sobretudo dos lacticínios.

A manteiga é um dos produtos que menos gasto cá em casa, logo, quando a compro, faço as contas ao tempo que poderei gastá-la dentro do prazo, ou até uma ou duas semanas depois da validade, e porque gosto de a ter no frigorífico para alguma emergência à falta de margarina para algum bolo ou cozinhado.

O que acontece é que a maioria das vezes que ponho manteiga no pão, uso a Mimosa ou a Matinal, é quando faço torradas ou apetece-me aquecê-lo um pouco.

Quando os sobrinhos andavam no 1º ciclo, e mais tarde no secundário, nas escolas aqui da zona, almoçavam  comigo, por vezes comiam manteiga com pão e não pão com manteiga, ela gastava-se rapidamente.

Agora, são inúmeras as vezes que, quando me lembro de ver o prazo de validade, como foi o caso desta última embalagem, chega a passar um mês e, como é óbvio, vai para o lixo. 

Um produto que compro de longe a longe é a massa folhada, que adoro. Tenho o cuidado de ver o prazo, mais uma vez faço contas ao tempo que poderei cozinhá-la, compro normalmente duas embalagens.

Nas férias de Natal, a Sofia almoçou comigo,usei uma das embalagens. Sabia que deveria cozinhar a outra o mais breve possível, mas mesmo que passasse uns dias da validade, não havia nada a temer.

Hoje, pensei fazer  um prato  de massa folhada com bacalhau e espinafres ( adoro este legume) com molho bechamél ( que faço na hora).

Quando a tirei do frigorífico, reparei que o prazo de validade acabara há 9 dias. Não me preocupei, visto que há produtos que se aguentam por mais uma ou duas semanas, não estava empolada, nada a temer, pensei.

Abrindo a embalagem para estender a massa, esta rachou em várias partes. Não me recordo de alguma vez  ter acontecido isto, vim procurar na net. Mas não encontrei nada que me fizesse entender que o facto de ela rachar fosse sinal de estragada.

Continuei o meu cozinhado e quando decido pôr o recheio na massa, peguei nela, cheirei-a. Parecia-me boa. Virei-a, volto a cheirar e, dedididamente: " vai para o lixo!"

Amassei-a entre as minhas mãos e, infelizmente, deitei-a para o lixo, ao mesmo tempo que comentava para o meu decote: " Isto não pode ser, Maria. Tu não és mulher de desperdiçar nada. Tens de ter cuidado com o que compras. Em vez de comprar duas, compras uma. Se precisares de alguma coisa urgente, tens um supermercado à tua porta".

E o que fiz com o recheio?

Cobri a travessa de pirex com molho béchamel, coloquei o refogado de espinafres e as lascas de bacalhau em cima desse molho, pus uma fatia de pão de mistua em cima do refogado, cobri-o com o restante molho, e foi ao forno.

Não gosto de encher o prato e detesto que me sirvam enchendo o prato de comida. Ponho no prato o suficiente, sirvo-me as vezes que me apetecer.

Comi tudo.

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Numa semana foram para o lixo, metade de uma embalagem de manteiga, os cogumelos acabados de comprar, ontem, e a massa folhada de hoje.

Não posso, nem devo, repetir isto.

Mas quando vem alguém a casa e quer manteiga e não tenho, sinto-me mal.

 

 

 

 

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banalidades

por Maria Araújo, em 17.01.18

Gosto de carne vermelha numa feijoada, num cozido à portuguesa, numa jardineira. Gosto de uma boa picanha, de uma boa costeleta de vitela, mas há anos que corto à carne. Dou prioridade às carnes brancas, mas saturo-me de as comer. O peixe predomina nas minhas refeições.

Numa bancada de especiarias da Feira Romana, do ano passado, comprei quinoa e chia. Esta uso nos meus pequeno-almoços, a outra, porque ainda não tivera vontade de a cozinhar, estava guardada no armário.

Há algum tempo que não comia verduras, ontem, fui ao mercado municipal para as comprar.

Pela primeira vez vi cogumelos,à venda. Lembrei-me da quinoa, seria interessante cozinhá-la com  cogumelos. E comprei.

Hoje, foi o dia de cozinhar a quinoa. 

Estava a preparar os ingredientes, quando peguei nos cogumelos, lembrei-me de uma vendedora, a quem comprei alhos, que vendo os cogumelos, comentou: " o meu filho adora cogumelos, mas eu tenho medo. Não confio. Sabe-se lá de que tronco eles vêm!" .

Fiquei de pé atrás, indecisa. Sempre que me vinha a pergunta à mente:"será que são de confiança? ", e pegava neles , olhava-os ao pormenor. Já os via muito escuros, imaginava a sujidade do lugar,  pensava que seriam venenosos...

Lavei-os, tirei-lhes a cutícula e quando vou para os cortar em lâminas, voltou a pergunta:"Serão de confiança? Ponho, não ponho?" , até que: " Não!  Tenho receio, não arrisco!" 

Teria comprado cerca de meio quilo. Pego no saco e ponho-o no lixo. Custou-me pensar no desperdício.

Depois de lavada, foi a cozer. Entretanto, preparei  um refogado de cebola, juntei os espinafres, a courgette, a cenoura raspada. Dexei-os cozinhar. Fui mexendo. Juntei a quinoa cozida, misturei tudo. Por fim, acrescentei as nozes e os pinhões.

Aqui está o almoço de hoje.

São raras as refeições vegan que tenho e normamente são fora de casa. E gosto. Então, prometi (???)  a mim mesma que farei duas refeições vegan por semana. 

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coisas do meu dia

por Maria Araújo, em 16.01.18

Terça-feira, o dia que não vou ao ginásio, fui de manhã cedo tirar sangue para análise ao colesterol ( interrompi a medicação há 2 meses) porque se  aumentou mais que o do exame anterior, volto à medicação.

Precisava de fruta e legumes, fui ao mercado municipal. Estava fraco, poucas vendedoras, comprei verduras, que estavam a fazer falta, que, à excepção da sopa, não como há bastantes dias.

Aproveitei estar de carro, fui meter gasolina ( caaaaaaaara!) e fui na direcção do Ikea para fazer uma troca de um tacho que comprara a semana passada, e comprar uma base de candeeiro de mesa de cabeceira para o meu quarto.

Comprara, também, nos saldos um abat-jour para substituir um que já está velho, sem cor, pensara em trocar, também, mas desisti, iria experimentar com a base nova.

No parque de estacionamento, surge um chico esperto que, para cortar o caminho para a saída, entrou na via com sentido proíbido, quase batíamos de frente.

Feita a devolução do tacho, fui procurar o que queria, mas já não havia em separado. Tinha de comprar o conjunto, que não me interessava, dirigi-me à secção de iluminação.

Escolhi a base, o abat jour já não estava em saldo, paguei, fui ao restaurante para almoçar, o menu não me agradou, voltei ao carro.

Estava a sair do estacionamento, verifiquei que ao meu lado direito uma jovem saía de marcha atrás, dei-lhe prioridade... Mas fez exactamente o mesmo que o anterior chico esperto fez comigo. Não seguiu a seta, foi em sentido contrário. 

Não sei o que leva estas pessoas cortarem o percurso transgredindo as regras, neste caso, no parque de estacionamento. Faz-me cá confusão e por isso, desculpem-me ser mazinha, comento para os meus botões " que pena não aparecer alguém e bater..."

Cheguei a casa, montei o pé, coloquei o abat jour que comprara nos saldos, liguei e: "Oh, que bem que fica! Vou comprar igual para a outra mesinha. Por que não comprei dois abat jours nos saldos? O candeeiro completo ficou por 23 euros, vou pagar pelo que vou comprar, 33 euros", comentei.

Com um dia nublado e triste, a tarde foi por casa a arrumar as gavetas das novas mesas de cabeceira que mandei fazer antes do Natal.

Comprei várias caixas de arrumação para bijuteria onde guardei pulseiras, colares e brincos que não uso, ou só uso no verão.

 

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fui ao cinema

por Maria Araújo, em 15.01.18

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optei por ver este filme, ganhador de quatro globos de ouro, um filme que toca todos os problemas da sociedade americana: racismo, violência, violação, preconceito, relações familiares problemáticas, igreja do lado do mais forte, a polícia, que por sua vez abusa do poder que tem, desrespeitando o cidadão e as suas própias leis.

Saí de lá com a sensação que ficou mais qualquer coisa por saber, pela forma inesperada como acabou "Temos o dia todo para pensar nisso". E o espectador também.

 

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Foto da Semana # 2

por Maria Araújo, em 14.01.18

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Esta semana, escolhi a Estação de São Bento dos turistas cá de dentro e dos de fora que fotografam os painéis de azulejos com histórias de  batalhas, de vida campestre, dos transportes, a estação do corre corre de quem chega e parte para os seus destinos.

Foi a primeira vez que à noite, no último comboio urbano de fim de semana, saí desta bela estação com destino à minha cidade.

Fica a beleza de uma estação calma, de sábado.

 

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Desafio - Foto da Semana


2º desafio de leitura

desafio



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Encontros - eu vou

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