My Stick Family from WiddlyTinks.com
4:50 horas desperto do meu sono. Não consigo explicar-me de tão cedo despertar e não voltar ao meu sono merecido.
6:00 levantei-me
6:20 horas, com a minha insignificante máquina fotográfica, tirei estas fotos.
uns minutos mais tarde...
6:40 h
6: 53 h
7:00h
E agora está na hora de tratar de mim e ir trabalhar.
Bom dia para todos.
Uma modalidade saudável que gostaria de praticar para:
-relaxamento muscular;
-deixar a coluna mais forte e flexível;
-oferecer alívio das dores nas costas e stress das articulações;
-melhorar a circulação sangüínea
E muito mais...
(recebido por e-mail)
Amigos,
Como prometido venho divulgar mais uma iniciativa solidária do projeto em que estou envolvido.
Para próximo sábado dia 19 de Maio, no Museu dos Biscaínhos das 10h30 às 11h30 e/ou das 15h às 16h, organizamos 5 workshops a que chamamos "Um dia pela expressão da vida", direcionado para crianças, jovens, menos jovens e ainda menos jovens.
Propomos uma gama heterogénea de temáticas: para os mais jovens a jardinagem (num dos mais belos exemplares nacionais de jardim romântico), importante para os nossos amigos mais abastados que moram em casas com jardim...as artes plásticas e expressão artística e ainda a música. Para os menos jovens propomos uma oficina de expressão dramática (ainda vão a tempo de entrar nos Morangos sem Açúcar...) ou para as menos jovens, mas que temem pela sua segurança, uma oficina de defesa pessoal feminina.
O valor da inscrição, que reverte na totalidade para a Liga Portuguesa Contra o Cancro, é de 5€, sendo neste caso (face ao número limitado de participantes) obrigatório o pagamento em antecipado (no ato da inscrição, através do email umaaventurapelavida@aeiou.pt, indicando o nome, data de nascimento, telemóvel).
Aqui vão mais pormenores:
À descoberta dos jardins do Museu
Formador: José Eduardo Vilela
Idades: 5 aos 12 anos
Número de participantes: máximo 10
Ao longo da linha: oficina de artes plásticas e expressão artística
Formadora: Nuna Poliana
Idades: 5 aos 12 anos
Número de participantes: máximo 14
Defesa pessoal feminina
Formador: Rogério Macieira
Idades: a partir dos 14 anos
Número de participantes: mínimo 14
Game Over - Play Again: jogos dramáticos sem consola, nem bola
Formador: Armando Pinho
Idades: 12 aos 50 anos
Número de participantes: máximo 14
Paisagens Sonoras: Oficina Musical
Formador: Eduardo Bueso
Idades: a partir dos 5 anos
Número de participantes: máximo 14
Bem, e é isto! Pode ser um sábado bem passado...até porque podem deixar os vossos filhos e ir passear...
Interessados?
Porque não? Um fim de semana diferente.
NOITE DE NÚPCIAS
Um tipo está a jogar ténis e leva uma bolada forte no pénis, causando um trauma muscular peniano.
Em agonia, dirige-se ao médico:
- Doutor, veja o que é que pode fazer por mim... Vou casar no final da semana; a minha noiva é virgem e não posso decepcioná-la.
- Não se preocupe, vou tratar de si de maneira que esteja tudo em ordem para o dia do seu casamento.
Então, pega 4 pauzinhos, que habitualmente são usados para examinar a garganta dos pacientes e, com fita adesiva, consegue prendê-los ao redor do pénis, de forma a recuperar a rigidez do mesmo.
O tipo não conta nada à noiva, casam-se, e na noite de núpcias, já na privacidade do quarto, a noiva fogosa arranca os botões da blusa e mostra-lhe os peitos, exclamando:
- És o primeiro! Nunca nenhum homem tocou estes seios!
Para não ficar atrás, o noivo abre a braguilha, baixa as calças e exclama:
- Olha, estás a ver? Ainda está encaixotado!!!

Sobre o meu post anterior, hoje perdi a oportunidade de acumular pontos/descontos(???) de um cartão que nem sei se ainda o tenho. Tive, mas com tanto cartão na carteira, alguns guardei-os, já nem sei onde, e fiquei com aqueles que habitualmente uso (ou que eu penso que uso).
Tive uma telefonema de uma amiga para irmos caminhar (a minha intenção era esta, mesmo que fosse sozinha). Passámos nos campos da rodovia, o céu ameaçava chuva, e no lugar destinado aos transeuntes, as crianças chutavam à bola, o que, de quando em vez, acertava nas pessoas que conversavam, ou nos ginastas ( e há cada cromo, oh Deus!) que faziam os exercícios nos aparelhos, agora em moda e espalhados pelos espaços verdes em qualquer zona habitacional.
Como havia jogo, nem sequer soube quem eram as equipas, a confusão era grande.
Encontrámos uma prima da minha amiga, conversámos um pouco, quando as pingas de chuva atreveram-se a cair, suavemente, mas por segundos. Despedimo-nos da prima, e seguimos o nosso destino, até que se ouviu um apito.
Os insultos proferidos por um jogador que era empurrado por um coelga da equipa, para fora do campo, em direção ao balneário, eram bem audíveis.
Desesperado, insultava o jovem árbitro, que teria marcado qualquer falta. Dois polícias (não imaginava que estes jogos também fossem policiados), estavam junto à linha lateral do campo. O jovem expulso virava-se para trás e: " filhos da p**@ ", até que se ouviu um barulho ensurdecedor: o puto dava pontapés ao portão dos balneários (conheço bem aquele lugar, aquando da Sofia fazer parte de uma equipa de futebol, e ter os treinos nestes campos).
Os dois agentes da polícia mantinham-se impávidos dentro do campo. Jogo parado.
A minha amiga, professora de educação física, explicou-me que o colega de equipa que levou o colega expulso do campo, não devia ter ido com este para o balneário, pois o jogo devia continuar. O jovem continuava aos pontapés ao portão e os insultos faziam-se ouvir.
Comentei com a minha amiga: "Odeio este tipo de comportamento. Com tantas pessoas e crianças, aqui por perto, atitudes destas levam à violência e vingança sobre quem não tem nada a ver com isto.
A minha amiga acrescentou: "Ao que os árbitros estão sujeitos. A maioria deles são jovens formados, que gostam de arbitrar: advogados, médicos (e focou o nome de um médico aqui da minha rua que já arbitrou jogos de futebol, o que fez-me olhar para ela com espanto; "o quê? verdade?", perguntara eu, surpresa).
O jogo recomeçou, ainda sem o jogador que empurrara o colega da expulsão.
Seguimos o nosso caminho, eu indignada com a violência do jovem.
A meio do nosso trajeto, falou-se nas sapatilhas adequadas a caminhadas (agora há tudo), que ela calçava. Compradas na Sport Zone, a um preço muito bom: 14,99. Como ela queria ir ao Continente (pelos vistos vai haver um sorteio de um automóvel, queria colocar na tômbola os cupões).
Fui à loja e comprei um par para mim. Na verdade, ainda faço umas boas caminhadas, mas não usava calçado adequado, embora o que tenho resolvia o assunto. As sapatilhas que uso quando vou ao ginásio, são somente para este fim. Nunca andei com elas na rua.
No ato de pagamento, pergunta-me a minha amiga: "Tens cartão cliente?".
Olhei para ela e respondi: "Tenho. Mas não o trago comigo. Na verdade, compro muitas peças aqui, não me pedem nem perguntam se tenho cartão. Nem me lembro de o mostrar". E passa-me o dela para a mão. O cartão dá euros quando atinge um certo valor.
Não sei se tenho o meu, porque a minha carteira não tem espaço para tantos cartões e, como fico farta deles, guardo-os numa gaveta e ou desfaço-me deles.
Há minutos, ao verificar a minha carteira, descobri o cartão Benetton, onde tem o carimbo de uma compra que fiz há algum tempo.
Na 6ª feira a loja reabriu aos clientes, agora numa rua no centro da cidade.
Fui espreitar. As funcionárias desta loja não são daquelas que andam "em cima" dos cliente a perguntar se querem ajuda.
Comprei um vestido e, na hora de pagar, lembrei-me de falar no cartão. E tinha-o na carteira (pensando que o tinha em casa).
A funcionária da caixa respondeu-me: "o cartão já não é válido e só dava para determinadas peças".
Fiquei lixada. Mas não vai ficar por aqui.
Amanhã, vou ligar para a loja e saber se o cartão tem ou não tem validade.
Lá está, se tenho os cartões na carteira, já não têm préstimo. Se não os tenho, fico a ver navios, porque perco a oportunidade dos descontos.
Continuo, apesar da "chuva" de mensagens e e-mails, a preferir que fiquem com os dados do cliente, lá na loja, e façam os descontos quando se tem direito a eles.
em todo o lado: no supermercado, no hipermercado, na livraria, nas lojas de roupa, nos restaurante...
Tenho? Sim. O do supermercado, nada mais (além dos cupões que saem da máquina).
E quando nos oferecem um cartão, para acumular carimbos, sempre que se faz uma compra superior a...,e na compra seguinte se fala no cartão e nos respondem que já não dá, porque é só para determinados artigos, e o coiso (como diz a vida em... )? Deixa-me irritada. Então para que os oferecem?
Gosto do sistema de registo dos dados do cliente. Enviam e-mails com descontos e/ou na loja, o desconto é efetuado de imediato.
Recentemente, comprei uma peça de bijuteria numa loja de marca portuguesa.
Fiquei fã da loja, gosto das peças e é sempre uma alternativa às prendas de aniversário e de Natal.
Fazendo o pagamento, vem a pergunta de sempre: "é cliente da casa?" E pelo número de telemóvel ou telefone, dá-se a confirmação do nome e tem-se 5% de desconto imediatos.
É disto que eu gosto.
Ter cartão que me obrigue a fazer compras de mais de 100 ou 200 euros, não.

Há modas com as quais não atino , como os vestidos e saias, compridos atrás, tipo casaco de grilo. Acho que não dá elegância nenhuma à mulher.
Depois, vêm as calças com os casacos, género pijamas .
Adoro pijamas. As calças podem ser às riscas, aos quadrados, às flores, mas o casaco ou T-shirt devem ser lisos, suaves, frescos, sexies.
Conjuntos/pijamas para sair à rua? Não.
Detesto essa moda que se vê por aí/aqui.
Gosto pouco de unhas grandes, de gel, e todas essas modernices de manicure que hoje as mulheres pagam bem pago para as ter sempre impecáveis.
Habituei-me a arranjar as minhas, cá em casa. Sei que não é a mesma coisa, mas quem cozinha e faz os trabalhos domésticos, o verniz não se aguenta mais de dois dias. Por isso, gastar dinheiro na manicure, semanalmente , está fora de questão.
Gosto de ver as unhas das outras mulheres e quando uma cor me chama a atenção, procuro-a e experimento. Azar o meu. Aplico-o. Nunca gosto de o ver nas minhas (e os vernizes ficam arrumados no cestinho meses!!!).
A semana passada comprei um tom framboesa, que gostei.
Pintei no domingo. Na 2ª feira, tirei-o. Unhas curtas, não fica bem, além de que o verniz já estava estalado.
Sou adepta dos tons pastel. O da Chanel deve ser perfeito. O preço, com certeza, não (recentemente comprei um lápis e um rímel desta marca, que gostei, mas pelo preço que paguei há, com certeza, outras marcas mais baratas que fazem o mesmo efeito).
Não costumo comprar perfumes. Os que tenho, foram oferecidos. Mas gosto.
Há muitos anos ofereceram-me um number 5... Depois vieram outras marcas, todas elas boas e de meu agrado.
O último que me ofereceram foi da Lacoste. Acho que tem a ver comigo.
Mas a minha tentação foi sempre para o number five (ai Coco de Chanel, és a minha tentação!)