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pelo Porto

por Maria Araújo, em 23.02.17

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O aniversário foi passear pelo Porto.

Fomos de comboio, chegamos a São Bento por volta do meio-dia.

Subimos os Clérigos, passamos os pasteis de bacalhau que, àquela hora, na esplanada, os estrangeiros já se deliciavam a comê-los . 

Adoro pasteis de bacalhau, tenho de (com) provar se estes dois sabores, queijo da serra com bacalhau, combinam.

Seguimos na direcção do jardim do Palácio de Cristal.

Este precisa de obras, está degradado, mas os jardins são agradáveis. Um espaço de lazer no centro da cidade, o Porto soube aproveitar o melhor da natureza para oferecer aos seus cidadãos. 

Era hora de almoçar. Metemos por umas ruas opostas à entrada dos jardins, a Sofia dizia que deviamos caminhar no sentido contrário, eu dizia que  aquelas ruas levar-nos-iam à Ribeira.

Estávamos perto do rio, sim, mas andamos cerca de 20 minutos até chegarmos ao cais da Ribeira.

Tinhamos fome eu não levantara dinheiro. Queria um restaurante com multibanco.

E chegamos ao TRAM,  o restaurante com pratos mediterrâncos, o lugar ideal para Sofia, que adora pizza.

Com uma esplanada agradável para almoçarmos na esplanada, pedimos a ementa para vermos se nos agradava.

Decidimos ficar por aqui.

Pedimos uma pizza braseola e uma salada de tomate com azeitonas e queijo feta.

A pizza era grande, estava muito bem confeccionada. 

O atendimento não foi muito simpático. Mas quando a pizza veio para a mesa e o empregado percebeu que íamos partilhá-la, sugeriu cortá-la em duas partes e trazê-la em dois pratos.

A sobrema ficaria para mais tarde. Viara no Instagram da Mula um gelado que me pareceu delicioso, no Amorino, em Santa Catarina. Como é óbvio, mostrei a foto à Sofia, que  respondeu logo que sim.

O pagamento é feito ao pequeno balcão que tem na entrada do restaurante, fez com que me esquecesse de deixar gorjeta.

Um ponto negativo deste restaurante muito bem frequentado por estrangeiros: as casas de banho ficam na cave, precisam de serviço manutenção frequente.

Fomos em direcção à Ponte D. Luís, queríamos atravessá-la, subiríamos de teleférico. Mas a Sofia não quis, tiramos uma fotografias, regressámos à Ribeira, subimos em direcção à Rua da Flores. 

O ambiente na Ribeira estava fantástico.

A polícia vigiava aquela zona, lembrei-me que o Porto jogava com a Juventus, para a Liga dos Campeões.

Esplanadas cheias, vinhos e comida nas mesas. Portuenses adeptos conviviam com os italianos da Juventus.

A Sofia queria ir à loja de animes, passamos na Batalha. Seguimos para a galataria Amorino, na  Rua de Santa Catarina.

Não não quis gelado. Tinha almoçado bem, não conseguia comer mais nada.

Ela comprou um gelado de vários sabores ( 4 euros?). Seguimos para São Bento.

No caminho,  parámos em duas  das suas lojas favoritas: de armas e de instrumentos musicais.

O dono da loja de armas estava fascinado com as perguntas que ela fazia sobre armas e o que fazer para aprender a manejar uma arma.

E ele dizia: " mas não tens 18 anos, a tua mãe não deixa",  e olhava para mim.

"Tenho 18 já vou a caminho dos 19" - respondeu.

Perante o interesse dela para aprender a manejar uma arma, deu-lhe dicas para se inscrever num clube de tiro.

Regressámos a casa. À noite fomos jantar.

Fomos ao Tasco Dom Ferreira. Uma comida caseira, um ambiente agradável.

As entradas eram variadas e saborosas, sobretudo as pataniscas e a bola de carne.

Pedi que nos desse uma sugestão sobre as quantidades a virem para a mesa.

Trouxe três meias doses: de bacahau à Braga, arroz de pato e arroz de vitela.

Veio para a mesa uma posta grande de bacalhau com batastas. Partilharam-no.

O arroz malandro de vitela com ervilhas de quebrar estava delicioso. O de pato não ficava atrás.

Comemos bem.

Sobrou arroz de pato e vitela.

E a Sofia, com a mãe envergonhada pela pergunta que fez ao dono do restaurante, se podia levar o que sobrara para casa, e ele respondeu que sim, foi o mote para uma conversa sobre hábitos que aqui na família não tinhamos, mas os filhos educaram-na: guardar a comida que sobrava.

A minha mãe não guardava as sobras de arroz malandro e massa.  Dava à empregada ou ficavam para alimento dos porcos que na altura criávamos no terreno que ficava junto à empresa do meu pai. 

Depois de casar, a minha irmã fazia o mesmo em casa. Até ao momento que os filhos cresceram e passaram a dizer à mãe: " Vais deitar o arroz ao lixo? Nem penses!  Guarda-o que eu como."

E foi, também, com eles, os meus sobrinhos, que aprendi a guardar o arroz ( à excepção do arroz de sangue do frango) e a massa que sobram. E sabe-me bem, oh, se sabem!

Cantamos os parabéns, sem bolo, e regressamos a casa.

Dia de trabalho, não se nos pôs a hipótese de bebermos um copo num qualquer bar da cidade.

 

 

 

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Um ano mais velha!

por Maria Araújo, em 22.02.17

 

 

Happy Birthday to meeee!

 

 

 

Um dia que vai ser de Sol

Vou dar um passeio  pelo Porto.

Tenho um jantar com as pessoas que mais gosto.

Estou um ano mais velha...

Mas de bem com a vida.

 

 

 

 

 

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ajudar a reconstruir a cultura do café

por Maria Araújo, em 21.02.17

Nespresso

 

Aurora de La Paz, de origem na Colômbia, é uma edição limitada, da Nespresso.

A provar.

 

 

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também estou prestes prestes...

por Maria Araújo, em 21.02.17

a completar mais um ano.

Saí de tarde para resolver assuntos pendentes, já estava na hora de me ver livre deles.

Descia as escadas, olho para a minha caixa do correio e vejo uma embalagem preta presa na ranhura.

O carteiro achou por bem não a meter dentro da caixa. 

Enfim. Fazem o que lhes apetece e, às vezes, tiram-me do sério com as encomendas que recebo, sobretudo quando são livros.

Uma caixa da Nespresso, pensei: " Também tenho uma colher!"

Quando cheguei a casa, abri-a.

E lá estava a colher.

Estou prestes a fazer anos, a Nespresso, sem saber, ofereceu-me um presente.

Obrigada.

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uma prescrição

por Maria Araújo, em 21.02.17

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Fui à consulta de ortopedia para que o médico me desse conhecimento do relatório da ressonância magnética que fiz ao joelho.

Tinha comigo o exame e o relatório, que li ontem, que não me deixou preocupada.

Além de um quisto de Baker, tenho uma redução da cartilagem.  Nada mais que seja motivo de algum tratamento.

Aconselhou-me a caminhar mas sem o exagero dos muitos quilómetro que fiz aqui

Mais importante para mim é continuar a minha actividade no ginásio, que há mais de 25 anos não dispenso.

Para prevenir as dores e ajudar a reconstruir a cartilagem e tratar a artrite, receitou-me Glucosamina, em comprimidos, para tomar durante 4 meses (o tempo não perdoa).

 

"Glucosamina é uma substância pertencente ao grupo dos medicamentos para o tratamento da artrose, apresentando efeitos favoráveis na cartilagem visto ser um dos constituintes necessários para a sua regeneração, para além do fato de ter a capacidade de poder estimular as células formadoras da cartilagem.

Deste modo, contribui para o abrandamento e eventual paragem do processo degenerativo da cartilagem articular que caracteriza a artrose."

 

Costumo comprar toda a medicação e outro produtos na mesma farmácia.

Hoje, foi excepção. Entrei na primeira farmácia que passei, perto de casa.

Trouxe a medicação.

Passei pelo supermercado.

Quando cheguei a casa e vejo a receita, reparo que em encargos diz: " Esta prescrição custa-lhe, no máximo, 3,61 €, a não ser que opte por um medicamento mais caro".

Eu paguei 6,23 € por cada caixa.

É normal na "minha " farmácia perguntarem-me se quero o medicamento prescrito ou um mais barato, ou informarem-me que não têm o prescrito, se pode ser substituído por outro. 

Nesta, não me foi dito nada.

Vou lá passar, ainda hoje.

Quero saber por que razão me venderam um medicamento com outro nome e mais caro.

Tenho direito a uma  explicação.

 

 

 

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os livros do 2º desafio de leitura

por Maria Araújo, em 20.02.17

da MJ, já andam de casa em casa e desta vez o número de bloggers participantes é maior.

Metade das páginas do primeiro livro deste 2º desafio está lido.

Uma história cativante, que eu não vou contar porque não gosto, mas  deixo dois pequenos fragmentos ...

 

« Caminhamos de mão dada pela rua. O Angus aperta com força a minha mão.

    Este ano, pegou-me muitas vezes na mão: pegou na minha mão quando eu estava na cama a chorar, infindavelmente e sem uma só palavra, noite após noite; pegou na minha mão desde o princípio até ao fim do aterrador funeral da Lydia, desde o Eu sou a ressurreição e a vida até Que estejas connosco eternamente.

Ámen.»

 

« Faço um esforço, mas não consigo lembrar-me. O ano passado foi uma névoa de dor: mudou tanta coisa que pouca atenção prestei ao Beany. Portanto, o que é que aconteceu? É possível que o cão esteja de algum modo em sofrimento? Um animal pode sentir fazer o luto? Ou é outra coisa, algo pior? »

 

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Nem ao Henri escapas

por Maria Araújo, em 20.02.17

Jorge Simão.

 

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Semana 7 - Desafio 365 Fotos

por Maria Araújo, em 19.02.17

 

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 Uma semana de poucas saídas, fui buscar algumas fotos de lugares por onde andei recentemente.

 

Foto 1 - Um provérbio popular da Austrália num pacote de açúcar do tal café especial.

 

Foto 2 - Recordando a minha passagem pela loja O Mundo Fantástico da Sardinha Portuguesa, Lisboa (Novembro de 2016).

 

Foto 3 - Quarta-feira o Dia de São Valentim também foi festejado no Holmes Place ( não estive lá neste dia a foto é do dia 15).

 

Foto 4 - Porque foi Dia dos Namorados, uma casa de pescadores, em Apúlia, com versos ao mar e ao amor. 

 

Foto 5 - Fui comprar pão. Ao lado da padaria, o laboratório de análises que falei aqui está agora com uma decoração giríssima alusiva ao Carnaval ( há mais para mostrar).

 

Foto 6 - Tecto do Palácio do Raio ( porque passo lá diariamente).

 

Foto 7 - Apeteceu-me fazer uma salada de fruta com o que tinha na fruteira: laranja, morango e banana.Um toque de vinho do Porto, ficou como gosto.

 

Para a semana há mais. 

 

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Presunção e água benta,

por Maria Araújo, em 19.02.17

cada um toma a que quer.

 

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Só para me rir

por Maria Araújo, em 18.02.17

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Apetecia-me ir amanhã ao Estádio, mas a hora não convida.

Sei que é quase impossível o Braga ganhar ao Benfica.

Um empate seria o desejável.

Perder, nem pensar!

Bora Braga! 

Ah! O meu melhor amigo ( e que amigo!) é um inflexível benfiquista, de Braga. 

 

 

 

 

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